terça-feira - 21/09/2021 - 07:30h
Política

Com plano de ser deputado, vereador não deve ficar em governismo

O vereador Zé Peixeiro (PP) teve um papo reto com o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade).

Vai mesmo se afastar do governismo por ter plano de ser candidato a deputado estadual.

Zé tem planos que batem de frente com o governo municipal atual (Foto: Edilberto Barros)

Zé tem planos que batem de frente com o governo municipal atual (Foto: Edilberto Barros)

Não há espaço para seu projeto no governismo, ficou claro. O prefeito dará apoio a outro nome, ainda não definido no sistema.

No último dia 25 de agosto, essa página praticamente antecipou o novo caminho de Zé Peixeiro (veja AQUI). Na sessão ordinária da Câmara Municipal no dia 24, na tribuna, ele sinalizava em discurso a insatisfação de estar na bancada. Mandou recado.

Rosalbista de origem, Zé Peixeiro é o segundo vereador agregado ao novo governo após as eleições de 2020, saído das bases da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP), que não se encaixa por lá.

Antes, Didi de Arnor (Republicanos) já tinha tido dificuldade de adaptação e voltou ao sistema original – veja AQUI.

A bancada do governo na Câmara Municipal passa a contar com 17 dos 23 vereadores, em face da saída de Zé Peixeiro.

À semana passada, Lucas das Malhas (MDB) fez caminho inverso, da oposição para o governismo (veja AQUI).

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quinta-feira - 29/07/2021 - 11:54h
Progressistas

Rosalbismo se movimenta para alavancar nomes de Beto e Rosalba

O ex-vereador Alex Moacir posou com Beto Rosado em visita ao QG do rosalbismo Foto: redes sociais)

Os ex-vereadores Alex Moacir e Toni Cabelos em visita ao QG do rosalbismo (Foto: redes sociais)

O quartel-general do Progressistas em Mossoró, legenda que abriga o rosalbismo e seus pré-candidatos às eleições de 2022, anda num movimento crescente nos últimos dias.

Ex-vereadores, lideranças comunitárias e outros agentes políticos estão sendo convidados à conversa na sede da legenda, à Rua Mário Negócio (Centro).

O rosalbismo também foca em nomes da bancada governista na Câmara Municipal, detectando eventuais insatisfações, para poder cooptar apoios.

O atual deputado federal Beto Rosado é nome certo à disputa de novo mandato.

A ex-prefeita derrotada ano passado Rosalba Ciarlini vai para uma corrida eleitoral mais modesta, apostando em eleição à Assembleia Legislativa.

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terça-feira - 13/07/2021 - 07:20h
Rosados

Não fale desse grupo perto de mim

Não, mensagem de nãoNinguém fale perto da deputada estadual Isolda Dantas (PT) sobre a simples hipótese do grupo da ex-deputada federal Sandra Rosado (PSDB) desembarcar no governismo estadual.

Nam nam nim, nom, nom!

O apoio (veja AQUI e AQUI) que era bem-vindo e não vingou na campanha em que a deputada estadual concorreu à Prefeitura de Mossoró, ano passado, não tem a mesma conotação às eleições do próximo ano.

Logo após o pleito municipal de 2020, essa página antecipou dia 24 de novembro: Sandrismo volta seus olhos para aliança com Fátima. Houve quem rosnasse contestando o foco da matéria.

Bem… o tempo, ele mesmo…

Nas últimas visitas da governadora Fátima Bezerra (PT) a Mossoró, em agendas administrativas, essa banda do clã político Rosado marcou presença. Ser aliada do rosalbismo é coisa do passado (veja AQUI, AQUI e AQUI).

Agora é Fátima!

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quinta-feira - 08/07/2021 - 08:44h
Embate mossoroense

Lawrence sofre ataque antecipado em disputa que só ocorrerá em 2022

Rosalbismo vê pré-candidato à Câmara Federal como outro problema à reeleição de Beto Rosado

O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (Solidariedade), consegue um feito incomum nesses tempos de mudança no protagonismo da política de Mossoró.

Em menos de 72 horas, ele foi alvo de sete postagens em sequência, o atacando, em uma única página virtual controlada pelo rosalbismo.

Nome que se encaminha à ocupação de espaço, Lawrence começa a ser atacado cedo e freneticamente (Foto: Marcos Garcia/De Fato/Arquivo

Nome que avança à ocupação de espaço, Lawrence é atacado freneticamente (Foto: Marcos Garcia/De Fato/Arquivo

Superou até mesmo o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), vítima diária e obrigatória de notas/matérias/comentários depreciativos em endereços anônimos (fakes), onde não se poupa sequer sua família e honra pessoal. Coisa da esgotofera.

A blitz contra Amorim tem uma explicação ou, justificativa, para quem a promove: o vereador é pré-candidato à Câmara Federal e deverá polarizar com o rosalbista e atual federal Beto Rosado (PP) em Mossoró. Prioridade é desmanchá-lo antecipadamente.

Na campanha de 2018, Beto não teve adversário direto equivalente em Mossoró e empalmou 16.241 (14,79%) votos. Tinha atrás de si a superestrutura da municipalidade, onde sua tia-afim Rosalba Ciarlini (PP) estava aboletada. Foi o mais votado. O segundo colocado foi Natália Bonavides (PT) com 11.558 (10,53%) votos.

Lawrence Amorim ficou em terceiro com 10.153 (9,25%) votos, ou seja, apenas 6.088 votos a menos do que Beto.

O embate caseiro entre os dois mossoroenses à Câmara dos Deputados promete esquentar em 2022. Entretanto, será diferente do que ocorreu durante várias eleições.

Rosado x Rosado

A partir de 1994, quando o antagonismo no mesmo campo político local já era estritamente familiar – entre Rosado x Rosado -, as duas bandas da família que se dividiu a partir dos anos 80 tiveram frente a frente os primos Laíre Rosado (PMDB) e Betinho Rosado (PFL). Ambos saíram vitoriosos na luta federal.

A fórmula deu certo para os dois lados ainda em várias eleições: em 1998 (Laíre e Betinho), 2002 (Sandra Rosado e Betinho), 2006 (*Sandra e Betinho*) e 2010 (Sandra e Betinho). Começou a ruir em 2014, quando  Sandra não se reelegeu após três mandatos consecutivos e Betinho não pode concorrer devido impedimento legal, colocando o filho Betinho Segundo, o “Beto” Rosado, em seu lugar.

A anemia eleitoral acabou se agravando em 2018. Sandra sequer tentou retornar à contenda (já cooptada pelo grupo familiar adversário) e Beto conseguiu novo mandato em meio a ruidosa celeuma judicial, conhecida como “Caso Kerinho” (veja AQUI).

Que venha agora 2022.

  • Em 2006, Betinho não se reelegeu, mas foi beneficiado com o falecimento do reeleito Nélio Dias (PP) em 20 de julho de 2007, assumindo a titularidade.

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quarta-feira - 30/06/2021 - 13:42h
Política

As armas da guerra rosalbista

redes sociais, fake news, anonimatoDo Blog da Chris

Novas páginas virtuais, personagens fakes, instituto de pesquisa e o recrutamento de antigos militantes e ex-comissionados para o combate nas redes sociais fazem parte do arsenal de ataque do rosalbismo nesses primeiros meses na oposição.

A ordem é fragilizar, ridicularizar, minar e fazer fracassar o governo Allyson Bezerra (SDD) a todo e qualquer custo.

Até o momento, o repertório empregado tem se transformado no mico do mico, um vexame atrás do outro.

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terça-feira - 29/06/2021 - 09:18h
Limpeza

Ainda não acabou a mamata

Cargos comissionados, mamata, empreguismoDo Blog da Chris

Ex-vereadores, empresários e ex-secretários da era rosalbista ainda têm negócios bem rentáveis na Prefeitura Municipal de Mossoró, amarrados na reta final da gestão de Rosalba Ciarlini (PP), graças a aditivos, “licitações” às pressas e outras providências.

Claro que nenhum deles aparece.

Mas, aos poucos estão sendo identificados, catalogados e é provável que na medida do possível sejam expurgados.

Eu, hein?!

Fico besta com tanta astúcia dessa gente.

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terça-feira - 01/06/2021 - 10:13h
Sobrevivência

Livre do rosalbismo, Larissa pode se afastar também de Ezequiel

Ezequiel tem Larissa como boa reserva e "esteira" (Foto: arquivo)

Ezequiel tem Larissa como boa reserva e “esteira” (Foto: arquivo)

A vereadora e ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) já sabe que não é competitiva e possui chances esquálidas de eleição à Assembleia Legislativa, em 2022.

Mantendo-se no cós do presidente desse poder, Ezequiel Ferreira (PSDB), outra vez será útil a ele em troca de pouco.

Do rosalbismo – de triste memória – já se distanciaram ela e seu grupo. Saudade alguma de lá e da chefia dos primos Carlos Augusto Rosado e Rosalba Ciarlini (PP).

Resta saber se vai mais uma vez ser “esteira” à eleição-reeleição de outros ou se pinota fora para ser viável noutra legenda.

Sua votação em Mossoró está em queda e deverá sofrer novo rebaixamento no próximo pleito. Se errar nas contas, de novo, ficará novamente longe da AL.

Foram 24.585 votos em 2014 e não se reelegeu. Em 2018, caiu: empalmou 17.753 votos. Em ambos os pleitos foi primeiro lugar em seu berço político, mas não conseguiu êxito à AL.

A sua última vitória à Assembleia Legislativa foi em 2010, há quase 11 anos.

Faz tempo, não?

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terça-feira - 25/05/2021 - 09:20h
Política

A mudança de rumo de Larissa Rosado e seu grupo

Mudança de rumo, trilhos, linhas férreas, mudança de direção, entroncamento ferroviárioO grupo da vereadora Larissa Rosado (PSDB) está recalibrando discurso.

Percebeu a tempo que ser apenas força auxiliar da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP), sua adversária à Assembleia Legislativa em 2022, não é muito inteligente.

Na Câmara Municipal, mídia e caminhadas em bairros e zona rural, o tom deve ser outro daqui para frente.

A aliança com Rosalba, firmada em 2016, ficou para trás.

Foi ótima para o rosalbismo.

E só.

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quinta-feira - 13/05/2021 - 14:00h
Bolsonarismo

Fábio, Robinson, Beto e Rosalba podem ficar juntos no mesmo partido

Fábio, Robinson, Beto e Rosalba podem se misturar no mesmo partido (Foto: arquivo/ 13 de junho de 2018)

Fábio, Robinson, Beto e Rosalba podem se misturar no mesmo partido (Foto: arquivo/ 13 de junho de 2018)

Por Thaís Augusto, Gabriel Toueg e Michael Verissimo (Do UOL)

O ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN), disse nessa quinta-feira (13) – veja AQUI – que tem conversas adiantadas para trocar de partido e provavelmente irá para o PP. A declaração foi dada ao UOL Entrevista, conduzido pela apresentadora Fabíola Cidral e pelos colunistas Carla Araújo e Tales Faria.

“Não tenho como continuar no partido se ele não votar no presidente Bolsonaro”, afirmou ele. Segundo Faria, o fundador e presidente do partido, Gilberto Kassab, disse que o PSD não pretende apoiar nem Lula (PT) nem Jair Bolsonaro (sem partido). “Ele deve ter candidato próprio”, disse.

Bolsonarismo

No mês passado, Kassab declarou ser muito difícil que o presidente Bolsonaro dispute o 2º turno das eleições de 2022. “O legado vai ser muito ruim, com [projeção de] 500 mil mortos [pelo coronavírus]. Vai ter de trabalhar muito para reverter sua imagem”, disse.

Ao UOL Entrevista, Faria ainda afirmou que o PSD é um partido dividido. “Eles têm estados que apoiam o PT e têm estados que apoiam o Bolsonaro. A situação é um pouco complicada. Chamei Kassab para uma conversa ontem e ele relatou que o PSD não vai apoiar Lula ou Bolsonaro. Ele deve ter candidato próprio. A chance é apoiar Bolsonaro no 2º turno”.

Falei que gostaria que ele me deixasse ir para um partido que tenho certeza que ficaria com o presidente Bolsonaro. Kassab disse que entendia totalmente minha posição – relatou Fábio Faria.

Nota do Blog Carlos Santos – O Progressistas (PP) é comandado no RN pelo ex-deputado federal Betinho Rosado, pai do deputado federal Beto Rosado. É a mesma legenda da ex-prefeita Rosalba Ciarlini, que pretende conquistar um mandato em 2022 (veja AQUI). E Beto, a reeleição à federal.

No RN, acomodar o grupo de Fábio e o de Rosalba, sobretudo após nível da campanha municipal passada, em que houve severos ataques ao ex-governador Robinson Faria (PSD), pai de Fábio, vai exigir muito malabarismo retórico dos dois lados. Isso, claro, se confirmando a chegada do sistema Faria ao PP e a permanência do rosalbismo na legenda.

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terça-feira - 27/04/2021 - 09:30h
Jogo bruto

Combate à pandemia vira guerra política com ‘culpados e inocentes’

Em Mossoró, afinação entre prefeito e governadora, contra Covid-19, para na falta de vacinas

Rodou, rodou, rodou e desabou em Mossoró a crise política entre a governadora Fátima Bezerra (PT) e o prefeito natalense Álvaro Dias (PSDB). Coube a infantaria da governante se apressar em criminalizar alguém, pela escassez e falta da D2 (segunda dose) de vacina Covid-19 em solo mossoroense, escudando Fátima. E, por analogia, reforçando erros ou hipotéticas falhas do executivo de Natal.

Na quinta-feira (22) e sexta-feira (23) passadas, em entrevistas a importantes programas e canais de comunicação como o Jornal da Tarde (Rádio Rural) e Cenário Político (TV Cabo Mossoró), a vereadora Marleide Cunha (PT) avaliava a gestão do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) como boa, em especial na Saúde. Era justamente o combate à pandemia da Covid-19, segundo ela, esse destaque.

– Ele (Allyson) está indo bem, está enfrentando bem os desafios da pandemia; vacinação está fluindo, não estamos perdendo tempo com vacina estocada (…). A gente não tem o que criticar – disse Marleide, textualmente, ao Cenário Político do dia 22 (quinta-feira) – veja AQUI e no boxe acima. Na sexta-feira no Jornal da Tarde, a mesma análise.

No domingo (25), a vereadora surtou. Com a eclosão pública do problema da falta de vacina, ela mudou radicalmente o discurso e a apreciação dos fatos. Orientação vinda da Governadoria levou Marleide a culpar o prefeito e a “falta de planejamento” pelo problema. Saiu de cena aquela vereadora moderada e sensata, para entrar no palco a militante que cumpre ordens cegamente.

Importante assinalar, que nesse período de tensões com a pandemia, Alysson topou o alinhamento com medidas restritivas adotadas por Fátima, mesmo pontualmente pensando diferente. Inclusive, conversou diretamente com vários prefeitos, defendendo necessidade desse esforço comum.

Marleide mudou completamente o discurso, sob pressão da Governadoria (Reprodução BCS)

Marleide mudou completamente o discurso, sob pressão da Governadoria (Reprodução BCS)

Assumiu desgastes com setores produtivos em Mossoró, sem bônus algum e sem compor sistema político de Fátima Bezerra. Não quis jogar para a “plateia”, como parece ser o caso de Álvaro Dias em Natal com atrasos há três semanas.

A comparação Natal-Mossoró que o PT, Marleide e também a deputada estadual Isolda Dantas (PT) tentam fazer, é um mero exercício politiqueiro, sem pensar no todo. Em questão de horas, ambas mudaram de opinião.

Imprescindível passou a ser blindar a governadora, principalmente após pesquisa recente veiculada no final da semana passada, em que o prefeito apareceu com estonteante aprovação em Mossoró.

A mudança do petismo não levou em conta nada além de proteger a Fátima Bezerra e cálculos para 2022. Em momento algum se parou para pensar, por exemplo, na necessidade de se continuar a vacinação. Em tese, essa deveria ser a prioridade.

Rosadismo e rosalbismo

A pressão político-partidária e social para se utilizar a segunda dose da CoronaVac também fez parte do arsenal do rosadismo e do rosalbismo. Botou sua tropa amestrada para culpar o prefeito, insinuando até que o município não o utilizava àquele momento, por pura ‘maldade’.

O vereador Francisco Carlos (PP) empunhou bandeira para uso da reserva técnica. Veja no print abaixo (dia 1º de abril) uma de suas postagens. A vereadora Larissa Rosado (PSDB) foi outro nome a advogar essa tese, cobrando o prefeito. Em redes sociais, militantes foram ao ataque de forma orquestrada, jogando opinião pública contra Allyson Bezerra.

Vereador rosalbista, Francisco Carlos cobrava utilização de todas as vacinas e pressionava governo (Reprodução BCS)

Vereador rosalbista, Francisco Carlos cobrava utilização de todas as vacinas e pressionava governo (Reprodução BCS)

Agora, muitos dos que adotaram essa posição de ataque, calam-se. Fazem pose de estátua.

Outros, acabam adotando o discurso lavrado na Governadoria, como se fosse um memorando.

E tem os que apenas estão preocupados em promover o caos, espalhar cizânia e solapar qualquer coisa que possa funcionar minimamente no município. O povo que se dane.

Solução nacional virou problema

No dia 19 de março, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) mandou um ofício ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e ao então indicado para o ministério, Marcelo Queiroga. Pedia que pelo menos 90% das doses da CoronaVac pudessem ser usadas para a primeira dose.

Dia 20 de março Governo Federal dá orientação que hoje preocupa (Reprodução BCS)

Dia 20 de março Governo Federal dá orientação que hoje preocupa (Reprodução BCS)

Acabaram atendidos além disso. Poderiam utilizar 100%, segundo o Governo Jair Bolsonaro. Pouco mais de um mês depois o cenário é outro.

No dia 20 de março (veja AQUI), textualmente o Governo Federal proclamou orientação a estados e municípios para que não guardassem a segunda dose. Podiam utilizá-las que não faltariam os imunizantes.

Já dia passado, segunda-feira (27), o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu preocupação com o que tinham decidido em março.

O problema vai se agravar por mais alguns dias, falou:

Leia também: Governo não tem CoronaVac e lamenta ter estimulado uso da 2ª dose.

A falta da D2 não está restrita a Mossoró e Natal. Vários outros municípios, centenas e provavelmente milhares, no país, entraram na mesma situação.

Veja outro caso dessa anomalia nacional: o município de Nova Santa Rita no Rio Grande do Sul, com pouco menos de 30 mil habitantes, queixa-se publicamente de falta de vacinas. Está com paralisação no serviço e cobra o Governo Federal pelo problema.

Em Mossoró, o culpado é o prefeito, segundo o PT e a banda Rosado da oposição.

No RS encontraram outro culpado (Reprodução BCS)

No RS encontraram outro culpado (Reprodução BCS)

O prefeito do município gaúcho é  Rodrigo Battistella (PT), vale lembrar.

Lamentavelmente, no caso de Mossoró a politicalha ocupa o lugar da razão e da negociação elevada, como vinha ocorrendo diretamente entre o prefeito e a governadora.

Prioriza-se o sofisma.

Muda-se de opinião e joga-se a opinião pública contra A ou B, por oportunismo. Puro cinismo. Favor não confundir com “desonestidade intelectual”, eufemismo produzido nas academias para suavizar condutas de má-fé.

Agilizar vacinação, como foi feito em Mossoró, inclusive sob elogios de quem agora amaldiçoa seus responsáveis, foi diligência diferenciada – assim falavam os detratores de agora.

Leia também: Mossoró vacina 2.348 pessoas, mas não tem estoque à 2ª dose.

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segunda-feira - 12/04/2021 - 18:00h
Allyson Bezerra

Os 100 dias de conhecimento e controle em Mossoró

Período é de enfrentamento de dificuldades incomuns e sabotagens em transição que não houve

A gestão do prefeito mossoroense Allyson Bezerra (Solidariedade) chega aos primeiros 100 dias. Com esse número emblemático vem aquela exigência que não é formal nem institucional, mas do nosso costume político e jornalístico, de se estabelecer radiografia que revele o espírito do período. Os seus erros e acertos.

O jovem prefeito mossoroense prioriza o conhecimento e o controle da máquina pública. Está claro: não dá nem dará passadas mais largas sem saber onde coloca os pés.

Primeiros 100 dias levam prefeito diariamente às ruas, a obras e a um desafio que enfrenta também a má-fé de quem não soube perder (Foto: redes sociais)

Primeiros 100 dias levam prefeito diariamente às ruas, a obras e à má-fé de quem não soube perder (Foto: redes sociais)

A prevenção faz sentido. Ele tem a missão de administrar o terceiro maior orçamento do RN – atrás apenas do Estado e Prefeitura do Natal -, está no olho do tufão da segunda onda da pandemia da Covid-19, além de ter escassa e desencontrada informação sobre a máquina pública. Houve nítida má-fé da administração anterior na passagem de governo, preparando inúmeras armadilhas para lhe causar problemas.

Continuidade de projetos remanescentes, implementação de novas políticas e diretrizes governamentais, a captura de dados para compatibilização e confecção de um planejamento de curto e médio prazos, não serão possíveis sem esse conhecimento e controle. O Plano de Metas não é a mesma coisa de “Plano de Governo”, apresentado como exigência ainda no período de candidatura.

Allyson Bezerra assumiu a prefeitura sem direito a saber o que estaria em suas mãos. A transição de governo não se efetivou. O discurso da “casa arrumada” que propagaram na campanha municipal era outro estelionato eleitoral. Deixou-se um rombo multimilionário em passivos urgentes e dívidas fundadas (longo prazo), que revelam como a municipalidade era tratada há décadas.

Nem mesmo decisão judicial (veja AQUI) determinando que a então prefeita Rosalba Ciarlini (PP) facilitasse apresentação de documentos e dados oficiais, chegou a ser cumprida. Ela não permitiu que a mudança de governo acontecesse de forma decente e republicana. Não era seu interesse, após derrota nas urnas.

Sabotagens

Passado esses 100 dias, é evidente a partir dessa fração de pouco mais de três dos 48 meses de governo que tem pela frente, que Allyson abrandou a fúria do touro bravio. Entretanto, não o domou completamente. As tentativas de sabotagem não prosperaram como desejado, mas continuam, da mesma forma que velhos vícios do serviço público precisarão de remédios mais fortes.

A estimativa por tudo que foi deliberadamente aprontado, era de que o prefeito “abestalhado” (um dos apelidos que o rosalbismo adesivou no então candidato) tivesse dificuldade de circular em público, acumulasse atraso na folha de pessoal de sua administração e o município estivesse semiparalisado.

Prefeito recebe médicos para atuação em UBS's (Foto: PMM)

Prefeito recebe médicos para atuação em UBS’s (Foto: PMM)

Erraram no cálculo da maldade e subdimensionaram a capacidade do eleito.

Porém, o prefeito terá de avançar. Após superar esse redemoinho inicial, não faltam exigências que precisam ir ao encontro de promessas de “mudanças”, de alteração não apenas de nome e sobrenome do inquilino do Palácio da Resistência, mas de costumes e modelo de governança.

Reformas

Uma reforma administrativa que modernize a municipalidade, reduza seu custo e proporcione serviço satisfatórios à clientela (os munícipes), não poderá ser levada com a barriga por meses e anos. É urgente um novo Plano Diretor que a ex-prefeita ignorou, da mesma forma que evitou reforma previdenciária.

É imprescindível a eficiência fiscal, o avanço do município no estímulo ao emprego e renda, redução de desigualdades sociais, priorização da saúde preventiva (atenção básica), além de fomento à atividade produtiva, por exemplo. A cultura não pode continuar sendo de festim e de patotas, ignorando expressões populares e eruditas, riquezas históricas e o restante dos bens arquitetônicos da cidade.

Infalível, Allyson Bezerra não o é. Consciente, tem tido a capacidade de ouvir, recuar de fórmulas ou medidas que não funcionam e montou uma equipe de nomes que fugiram ao comum (em décadas). Em sua grande maioria, é gente vitoriosa em suas respectivas áreas de atuação e técnicos por excelência.

Se esses e outros aspectos administrativos avançarem, pagar salário em dia deixará de ser feito e manchete mensal no noticiário.

Os 100 dias por outros jornalistas

Blog do BarretoAQUI;

Blog Carol RibeiroAQUI;

Blog do Magnos AlvesAQUI;

Blog Saulo ValeAQUI;

Blog de William RobsonAQUI, AQUI e AQUI;

* Impressões variadas que colaboram para que o webleitor tenha visão mais ampliada sobre o assunto abordado por nós nessa postagem especial, firmando seu próprio entendimento e compreensão.

Na política, o prefeito tem administrado com altos e baixos a convivência com bancada numerosa de 17 vereadores (eram 18, mas um foi estimulado a voltar pro rosalbismo). Lida com uma oposição que prefere atacar à sombra do anonimato e terceirização de vozes.

Sem isolacionismo 

Do zero ao Palácio da Resistência: desafio reformista (Foto: redes sociais)

Do zero ao Palácio da Resistência: desafio reformista (Foto: redes sociais)

Entretanto, abriu diálogo sem distinção com todas as forças políticas do estado, evitando o extremismo ou posições isolacionistas. Foi de Natal a Brasília, conversar com a governadora Fátima Bezerra (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Dialoga com deputados, secretários de estado e ministros da República, indistintamente.

Pode ser dito, que Allyson Bezerra sobreviveu às intempéries iniciais num tombadilho que continua escorregadio e traiçoeiro. Ele não faz um governo de continuidade oligárquica, nepotista e fechado em si.

Será reformador, para melhor, se mudar muito. Pouco não adianta. Praticamente começa do zero essa marcha, assim como foi sua campanha vitoriosa em 2020.

Se controlar a ansiedade comum à juventude, gerir a vaidade de quem coleciona façanhas na vida e na política e rechaçar qualquer faceta autoritária e personalista, vai ter muito o que comemorar (ainda mais) no primeiro ano de governo e mais adiante.  Vamos aguardar.

Leia também: O que mudou nos primeiros 100 dias com Rosalba (Os 100 primeiros dias de Rosalba)

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sexta-feira - 08/01/2021 - 09:30h
Motim dos derrotados

A revolta bizarra de quem ainda não acordou à realidade

Rosa murchaVejo em redes sociais que setores da mídia virtual e convencional estão revoltados com nomeação continuada de aliados do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) para cargos comissionados, na Prefeitura Municipal de Mossoró.

Dezenas e centenas de militantes rosalbistas também estão endemoniados.

Outros fazem lobby para continuar onde estão, como comissionados.

Existem ainda aqueles que apagam tudo que vomitaram na Internet contra o atual prefeito, na esperança de preservar o lugar na municipalidade, já ignorando a existência da “Rosa”.

Nunca tinha visto algo parecido em termos de comportamento em relação a um procedimento absolutamente corriqueiro, no início de cada gestão vencedora de pleito.

Será que em caso de vitória de Rosalba Ciarlini (PP), ela iria convocar os militantes derrotados, tirando do lugar os ‘seus’, vitoriosos? Claro que não! Faria, como fez em 2017, nomear sua turma e conservar vários que vieram da gestão antecessora, por razões variadas.

Rosalba Ciarlini perdeu as eleições. Ponto final.

Ela e seu grupo!

Ei! Ô!

Acordem!

Bola para frente. Daqui a pouco tem mais eleições, novas disputas. Se o prefeito de agora não funcionar, vamos ejetá-lo e colocar outro. Vida que segue.

Hora de levantar, bater a poeira e tocar a vida em frente, sem essa bizarrice, chororô e recalques.

Leia também: Rosalbista é um bicho muito esquisito;

Leia também: Rosalbistas que pecaram pelo excesso querem apagar tudo.

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quarta-feira - 06/01/2021 - 19:42h
Constatação

Rosalbista é um bicho muito esquisito

Rosalba no centro de uma RosaDo Blog da Chris

Rosalbista é um bicho muito esquisito.

Todo início de governo adversário, sangra.

Descabela-se!

Tem um troço.

Dá chilique por tudo e qualquer coisa.

Acha até estranho que o novo prefeito, não aliado, faça exoneração em massa de comissionados que trabalharam e apoiaram à Rosa.

Acredite: eles querem continuar e os que já foram exonerados acham isso um absurdo.

Esqueceram o que andaram fazendo no ano passado, achincalhando, ridicularizando e enxovalhando a honra do adversário que agora virou prefeito, com a caneta na mão: Allyson Bezerra.

Povo estranho.

Basta!

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Categoria(s): Política
terça-feira - 24/11/2020 - 20:28h
Sobrevivência

Sandrismo volta seus olhos para aliança com Fátima Bezerra

Grupo de Sandra Rosado deverá deixar para trás a precária 'união' com Rosalba que só foi útil à ela

A partir de 1º de janeiro, o grupo da atual vereadora (que não tentou reeleição) Sandra Rosado (PSDB) estará livre para novas alianças e acordos políticos. E, é certo, que não vai ficar de braços cruzados, com a boca cheia de dentes, esperando a morte política chegar.

"União" em 2016 só foi útil para rosalbismo (Foto: arquivo)

A não reeleição da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), em 2020, acaba abrindo as portas de vez para que Sandra e a vereadora eleita Larissa Rosado (PSDB) possam cogitar e formalizar mudança de rumo. Uma aliança com a governadora Fátima Bezerra (PT) é claramente possível e provável.

A sombra do rosalbismo, num acordo costurado à campanha municipal de 2016, não fez bem ao sandrismo-rosadismo nesse espaço de tempo. Apenas arranchou alguns de seus membros na municipalidade. A “união” foi e é de araque.

A porta está aberta para entendimento com Fátima e o PT, o que quase já se confirmara no início de setembro passado (veja AQUI e AQUI), quando rusgas explícitas nas relações entre rosalbismo e sandrismo quase levaram Sandra a apoiar a deputada estadual Isolda Dantas (PT) a prefeito. Foi por pouco que o entendimento não se efetivou.

Penduricalhos

Precisando de espaços políticos para tentar outra vez mandato à Assembleia Legislativa, com Larissa, o sandrismo no Governo do RN terá maiores meios a esse projeto. O rosalbismo já deu o que tinha que dar. Foi bom principalmente à própria Rosalba e seu sistema.

Sandra e Larissa não passam e não passaram de penduricalhos aos olhos da prefeita e do líder e primo Carlos Augusto Rosado. De janeiro em diante, pesarão menos. Serão menos atraentes.

Os planos do rosalbismo para 2020 deverão ser ainda mais fechados e restritivos, bem caseiros. Rosalba, que chegou a sonhar em retorno ao Senado, deverá se contentar em lutar por uma vaga na Câmara Federal ou Assembleia Legislativa, em dobradinha meramente familiar com Beto Rosado (PP) – atual federal.

Sandra e Larissa não cabem nesse roteiro. Já deram o que tinham que dar. E Fátima Bezerra manteve a porta aberta para o grupo, mesmo com desenlace aquém do esperado, em setembro (veja AQUI). E tem mais um detalhe: no plano estadual, o PSDB de ambas já é da base de apoio à administração Fátima Bezerra, sob a liderança do presidente da legenda e da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira.

Está tudo em casa!

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Categoria(s): Política
  • Repet
quinta-feira - 12/11/2020 - 04:52h
Sufoco

Porta a porta, rosalbismo tenta ‘voto útil’ em Cláudia e Isolda

No trabalho porta a porta nas zonas urbana e rural, dezenas de pessoas recrutadas pelo rosalbismo trabalham catequese para virada de voto em favor da candidatura à reeleição da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

O crescimento superlativo das intenções de voto no candidato Allyson Bezerra (Solidariedade) – veja AQUI, deixando-a para trás, levou o grupo a jogar nas ruas e no campo um exército numero de pessoas. Tenta alterar essa tendência a partir de aplicação de uma suposta “pesquisa”.

A tentativa de convencimento à mudança, quando frustrada, logo é emendada com mais uma:

Pessoal recrutado percorre casas e bairros na catequese Foto cedida)

Pessoal recrutado percorre casas e bairros na catequese (Foto cedida)

Vote então em Cláudia ou Isolda.

A ‘sugestão’ do pesquisador é uma forma inversa de ‘voto útil’ para Rosalba Ciarlini.

Ela precisa que a ex-prefeita Cláudia Regina (DEM) e a deputada estadual Isolda Dantas (PT), suas ‘adversárias’, tenham votações que a ajudem indiretamente. O temor é que as duas sigam sendo cristianizadas por parcela considerável de seus eleitores, com migração deles para o candidato com chances de vitória na oposição – Allyson Bezerra.

Porém, é visível, que Cláudia e Isolda estão com candidaturas desidratadas.

Seguem desmilinguidas, sem qualquer poder de reação, mesmo para socorro mínimo à Rosalba, que era contendora de ambas no início da campanha. A mutação político-genética até aqui é desastrosa para elas. E pode piorar muito.

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Categoria(s): Eleições 2020 / Política
domingo - 08/11/2020 - 05:40h

Rosalbismo faz a campanha mais delicada de sua trajetória

Por João Paulo Jales dos Santos

Rosalba Ciarlini (PP) construiu, inegavelmente, uma carreira política exitosa. Com a exceção de sua derrota na condição de vice na disputa para o governo do estado em 1994, todas as outras disputas em que participou, disputando sempre como cabeça de chapa, saiu-se vitoriosa.

De derrotas que se possa falar, há aquelas de candidaturas que ela apoiou, mas não conseguiram triunfo eleitoral, como a derrota de Luiz Pinto, em 1992, a não reeleição de sua irmã Ruth Ciarlini, em 2006, e a recente derrota de Carlos Eduardo Alves ao Governo do RN.

Das quatro vezes que disputou a prefeitura, com a exceção do pleito de 1996, enfrentou oponentes que tiveram relativo grau de competitividade. Coincidentemente, tanto Laíre Rosado (em 1988), como Fafá Rosado (em 2000) e Tião Couto (em 2016) ficaram na casa, ou próximo, dos 40% dos votos.

Contraste bastante diferente das eleições de 2006 e 2010 (Senado e Governo do RN), em que chegou a tirar mais de 80% dos sufrágios nas urnas.

Rosalba chega à campanha com imagem desgastada e um culpado de plantão: Francisco José Júnior (Foto: assessoria)

Tendo edificado uma carreira política bem-sucedida, baseada no populismo carismático, com cooptação agressiva de aliados, tendo habilidade em movimentar o tabuleiro político, com a máquina pública como ampliadora de sua base político-eleitoral e um portfólio de obras que lhe serviram de vitrine administrativa, o Rosalbismo fez de Rosalba uma das maiores lideranças da história moderna mossoroense.

Com um histórico desses, é de se estranhar que a prefeita esteja numa delicada situação de reeleição. O que mudou, então?

A fórmula populista do projeto já não atende às expectativas da Mossoró da segunda década do século XXI. O projeto que outrora conseguiu soar como moderna, agora escancara o atraso em suas raízes mais profundas. E o humor social nutrido em admiração a figura da líder carismática se transformou em cizânia popular.

Não é de se estranhar que uma líder que até pouco tempo praticamente não era contestada em seu território de mando, apresente um comportamento desestabilizado, quando em seu 4º mandato, enxerga que não mais é a política onipotente que sempre se acostumou a ser. A forte contestação social que encara nesse momento mostra que os limites do Rosalbismo chegaram a seu ponto de entrave. E os germes da provável derrota daquela que imaginou ser a líder suprema de sua urbe, remonta há bem pouco tempo.

A imagem de Rosalba em sua desastrosa passagem pelo governo do estado teve reflexos em Mossoró. Na eleição de 2012, com fartas provam que evidenciam o abuso do poder econômico e político daquele pleito, a candidata amparada pelo grupo venceu com a menor margem das candidaturas já pertences as hostes do Rosalbismo. Após a prematura saída de Cláudia Regina da prefeitura, o Rosalbismo não conseguiu delinear os passos que viriam a seguir.

Um alerta para a oligarquia, tão acostumada a mexer, a seu sabor, nas peças do xadrez da política mossoroense. Tiveram que engolir a seco a candidatura de Francisco José Junior, tendo que apoiá-lo nos bastidores.

Cláudia e Francisco, a despeito das diferenças de seus estilos político, marcaram um fato importante. Eles foram, em décadas, e consecutivamente, os mais recentes políticos não Rosado, a ocuparem o Palácio da Resistência. Nem seus vices carregavam o sobrenome Rosado.

Em 2014, fatos relevantes teriam reflexos que seriam sentidos 2 anos depois. O Sandrismo não reelegeu Larissa e Sandra. Para a Assembleia Legislativa, nenhum Rosado foi eleito. A família ficou com apenas um assento na Câmara dos Deputados. Já em 2016, após quase 3 décadas de intensa rivalidade, Rosalbismo e Sandrismo se uniram.

O empresário e novato na política, Tião Couto, cresceu na reta final daquela campanha, ficando em 2º lugar, sem ter o apoio expressivo de alguma das alas da oligarquia. Tião conseguiu canalizar, em sua postulação, a insatisfação popular, já crescente, contra a família. Os Não Rosado somaram 65.114 votos, incluindo a votação da candidatura do desistente Francisco José Junior.

E 2016 deu à oligarquia uma forte mensagem que desaguou 2 anos depois, no pleito de 2018, de forma muito expressiva.

É em 2018 que os germes do desgaste que vinham batendo à porta se concretizam. Os maiores representantes da cidade na assembleia estadual seriam uma vereadora de um partido que pouco de representatividade teve no histórico político mossoroense, Isolda Dantas; e um nome que causou imensa surpresa nas urnas, Allyson Bezerra. A isso soma-se a vitória de Fátima Bezerra, numa candidatura que em Mossoró pouca tinha de estrutura político-partidária, contra a imensa estrutura que a prefeitura disponibilizou para Carlos Eduardo.

Carlos Eduardo, Rosalba e Kadu: derrota (Foto: arquivo/2018)

A prefeita Rosalba era incisiva em dizer que votar na chapa Carlos-Kadu (seu filho que nunca fora candidato a qualquer cargo eletivo), era o mesmo que votar nela. Os nomes da oligarquia tiveram aquém do esperado à Assembleia Legislativa e Câmara Federal, tendo que enfrentar uma avalanche de candidatos que caíram na graça da população e amealharam expressivas votações.

A família só não passou maior sufoco porque numa decisão dúbia, que ainda se arrasta nas entranhas jurídicas, o deputado federal Beto Rosado conseguiu a vaga de Fernando Mineiro (PT) e ser reeleito à Câmara.

Os Rosados já não mais ditavam sozinhos as regras da política local.

Chegando em 2020, com um cenário de enormes dificuldades econômica, social, de saúde e infraestrutura, Rosalba encara a eleição que pode por fim à sua aura de invencível. A população avalia a gestão a partir do momento que a prefeita foi eleita em 2016. De nada adianta usar o nome de Francisco José Junior como mantra para todas as dificuldades enfrentadas no município.

Rosalba foi eleita com o mote de que iria “reconstruir” a cidade, “fazer acontecer”. Está na sua cota a responsabilidade da condução da cidade, é assim que a população avalia seu governo.

Mesmo estando fracionada, a oposição encontrou sua candidatura consistente. Allyson Bezerra saltou e deixou para trás as postulações de Isolda Dantas e Cláudia Regina. A primeira porque mesmo tendo a estrutura do governo do estado a sua disponibilidade, é uma candidata que atrai fácil rejeição.

Diante de uma rápida queda já na largada da campanha, Isolda restringiu sua candidatura ao lulopetismo, mas sem nem ao menos contar com o apoio dos lulistas, que não necessariamente são petistas. Acabou ficando restrita àquele campo que as outras candidaturas do PT tiveram em Mossoró, os simpatizantes que solidamente votam na legenda.

Já Cláudia, evocou 2012 em 2020, e soou como obsoleta. O saudosismo que trouxe à sua campanha fez com que tivesse o apoio apenas daqueles que são seus seguidores sólidos, e que representam pequena fatia do eleitorado que em 2012 lhe deu 50,90% dos votos.

Vale lembrarmos que 2012 foi uma campanha controversa, em que Cláudia venceu por pouco, e atraiu a rejeição de quase metade do eleitorado. Além do erro estratégico, neste 2020, Cláudia não pode contar com o apoio do Rosalbismo, a base de sustentação que lhe alçou à prefeitura.

Tanto Cláudia, como Isolda, piamente chegaram a pensar que suas candidaturas seriam o nome a polarizar com Rosalba. A brutal retração que sofreram causou efeitos psicológicos em suas militâncias, que enxergaram em Allyson um adversário até mais perigoso do que o Rosalbismo. O sentimento na militância da petista e da demista foi de que o candidato do Solidariedade tomou o lugar que seria de uma das candidatas.

O superlativo crescimento de Allyson se dá por um elenco de fatores que convergiram para seu nome. Não bastava tão somente o desgaste popular da prefeita, era necessária uma postulação que canalizasse essa insatisfação, e Allyson conseguiu tal feito, tendo ainda desidratado Isolda e Cláudia.

O candidato conseguiu sair da zona do que poderia ser uma candidatura vista pela população como meramente oposicionista, para adentrar no seio de uma parcela do eleitorado que até recentemente era rosalbista. Seu nome é aceito da esquerda à direita, de bolsonaristas a lulistas, tendo se acomodado nas classes média baixa e mediana, conseguindo ainda fazer incursões nas altas camadas da sociedade, que estão majoritariamente com Rosalba.

Sua coligação conta somente com seu partido (Solidariedade) e o PSD, o que a princípio poderia ser um fator que prejudicaria a estrutura de campanha de sua postulação, mas se tornou um ponto favorável. Por serem dois partidos que não tem uma identificação construída junto ao eleitorado, não causando sentimentos mistos, acabou tornando ainda mais fácil o trânsito de sua candidatura junto a diferentes segmentos sociais.

Allyson comanda uma campanha focada tão somente no local, não tem o apoio de grupos políticos de expressividade regional ou nacional, o que acabou por trazer uma espécie de neutralidade em torno de si. Conseguiu montar uma estrutura de campanha, que mesmo não sendo do mesmo porte de sua principal adversária, se mostrou organizada, hábil e articulada. Sua candidatura tem uma estratégia político-eleitoral com muitos acertos e pouquíssimos erros.

Mostrou ser um candidato carismático, em que o eleitor facilmente se identifica. Sua trajetória de vida, a narrativa consistente e bastante popular, de quem supera todos os obstáculos para ascender socialmente, caiu no gosto das massas. E pode fazer com que um grupo que historicamente é pouco interessado, os jovens, compareça em peso nas urnas para apoiar o seu nome.

Allyson conseguiu o mais importante para sua campanha: adentrar as periferias da classe popular, os grotões da imensa massa de excluídos. Sua campanha nessa reta final cresce sobremodo. Se em 2018, o Rosalbismo viu o voto silencioso conduzir a vitória de Fátima Bezerra, Allyson pode chegar ao Palácio da Resistência juntando um eleitor energizado com um o voto de silêncio do eleitorado menos engajado.

Independente do resultado das urnas do domingo de 15 de novembro, Allyson já fez história. Mesmo que sofra uma derrota, se dará por uma margem pequena. Caso perca, projeta seu nome para ser o campeão de votos em 2022, podendo chegar como favorito em 2024. Caso vença, assumirá uma cidade em calamidade pública. Terá que gerir a bancarrota que a gestão Rosalba Ciarlni lhe entregará.

O ‘menino pobrezinho’, vencendo a eleição, terá em suas mãos a chance de melhorar os indicadores sociais e econômicos de Mossoró, e abrir uma nova página na história política da cidade. Se vencer, que assim seja.

João Paulo Jales dos Santos é graduado em Ciências Sociais pela Uern

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Categoria(s): Artigo / Política
  • Repet
sábado - 31/10/2020 - 19:38h
A sorte está lançada

Governismo apressa operação para reta final de campanha

O governismo apressa recrutamento de pessoal de confiança para tarefas arriscadas e de suma importância à campanha à reeleição da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

A operação começa um pouco mais cedo do que era comum em campanhas anteriores, devido situação inesperada que compromete o poder rosalbista.

É tudo ou nada.

A sorte está lançada!

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terça-feira - 06/10/2020 - 09:16h
Mossoró real

Aquela velha campanha suja de sempre

Desconstruir reputações, mentir, mentir e repetir mentiras são a pauta diária dos recrutados na periferia (Foto ilustrativa)

Do Blog da Chris

De porta em porta em bairros da periferia, sobretudo ambientes miseráveis, equipe recrutada e treinada pelo rosalbismo repete promessas e conta histórias da gestão municipal fantasiosa, que poderiam estar nos versos da Ilíada de Homero.

Mas, a missão principal é promover a desconstrução de adversários.

As fake news nas redes sociais não se comparam ao que esses recrutados falam, repetem e promovem contra a biografia alheia.

A política de Mossoró não muda.

Quem já sofreu isso na pele, no passado, sabe bem do que estou falando.

E como sabe!

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Categoria(s): Eleições 2020 / Política
  • San Valle Rodape GIF
segunda-feira - 28/09/2020 - 22:20h
Campanha 2020

Com dificuldade no marketing, Rosalba ‘importa’ reforço

Araújo: urgência (Foto: web)

Chega essa semana a Mossoró o diretor de arte/designer Gráfico Arnaldo Araújo.

Ele trabalhou na campanha à prefeitura de Rosalba Ciarlini (PP) em 2016.

Reside em Doha – capital do Qatar (monarquia absolutista no mundo árabe) – e foi contratado às pressas para integrar equipe de marketing da atual campanha de Rosalba à reeleição.

À semana passada, o Blog Carlos Santos tratou de bastidores e falou sobre o esforço do rosalbismo para profissionalizar o marketing, depois de perceber dificuldades à disputa que parecia um “passeio”.

Pesquisas recentes à mão da cúpula do grupo causaram preocupação.

Leia também: Carlos Augusto garimpa nomes para marketing de campanha.

P.S – Arnaldo é originário de Areia Branca, filho do empresário Naldinho Araújo.

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Categoria(s): Comunicação / Política
quinta-feira - 24/09/2020 - 22:34h
Classificados

Carlos Augusto garimpa nomes para marketing de campanha

Carlos não quer carregar peso da campanha, sozinho, nas costas, com arranjos meramente caseiros (Foto: arquivo)

A Coligação Força do Povo precisa para ‘ontem’ de um coordenador de marketing, um redator e um diretor de arte.

O comandante-em-chefe do rosalbismo, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, decidiu que não vai  manter comando caseiro à campanha, com o filho Kadu Ciarlini.

Há dias que garimpa nomes até no exterior às tarefas.

Percebeu que precisará de time de boa experiência profissional à frente da candidatura da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Interessados podem encaminhar currículo para o Sítio Cantópolis, em horário comercial, Avenida Dr. Almir De Almeida Castro, Centro.

Urgente!

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  • San Valle Rodape GIF
segunda-feira - 14/09/2020 - 17:28h
Campanha 2020

Sem acordo com PT, Sandra e Larissa seguem com Rosalba

O PSDB realizará convenção em Mossoró para homologar candidaturas a vereador (a), nesta terça-feira (15), às 14h, na Câmara Municipal.

No ato, a legenda também definirá apoio à chapa majoritária que concorrerá à prefeitura.

O evento coroará articulação intensificada nas últimas semanas, segundo o presidente do PSDB em Mossoró, Lahyre Rosado Neto, que também é secretário municipal do Desenvolvimento Econômico.

Larissa, Sandra e Rosalba têm entendimento em momento delicado do governismo (Foto: arquivo)

“A decisão a ser tomada na convenção será madura, fruto do diálogo do nosso partido com diversas correntes políticas”, diz.

O grupo liderado pela vereadora Sandra Rosado esteve a ponto de romper com o rosalbismo. Contudo, continuará nesse sistema, onde chegou em 2016, após cerca de 30 anos como adversários. Desde a semana passada que iniciou conversações com o PT da governadora Fátima Bezerra, para apoio à postulação a prefeito da deputada estadual Isolda Dantas (PT).

A confirmação do diálogo foi dada pela própria governadora em entrevista dia passado (veja AQUI). Mas, novas rodadas de negociações com a cúpula do rosalbismo pacificaram as relações.

Mesmo assim, ontem e hoje ainda circularam postagens em grupos de WhatsApp, com fotos que simulavam suposto fechamento de aliança PT-PSDB. Porém, a própria Sandra Rosado enviou áudio desautorizando esse tipo de informação. “É fake news”, disse.

O Blog Carlos Santos também contactou com credenciada fonte do Governo Fátima Bezerra agora à tarde, que declarou: “Não houve acordo”.

Larissa

A ex-deputada estadual Larissa Rosado será candidata à vereança, em lugar de Sandra, sua mãe. Expectativa é de que tenha expressiva votação, contribuindo para eleição de pelo menos mais um ou dois candidatos.

Por vídeo

Em razão da pandemia de Covid-19, algumas lideranças participarão por vídeo.

É o caso do presidente estadual do PSDB e da Assembleia Legislativa, deputado estadual Ezequiel Ferreira de Souza.

Nota do Blog – Tivemos acesso à banner com essa fake news. Não a divulgamos nem postamos nada, justamente porque estávamos acompanhando bastidores e sabíamos que não havia ocorrido fechamento desse acordo entre PT e PSDB de Sandra e Larissa.

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segunda-feira - 14/09/2020 - 14:10h
Política

Beto Rosado apresenta Nayara Gadelha para dobradinha 2022

O deputado federal Beto Rosado (PP) andou com a vice-prefeita mossoroense Nayara Gadelha (PP) por alguns municípios onde ele tem presença política. Foi nesse último fim de semana.

Messias Targino, Serrinha dos Pintos e Baraúna foram endereços em que os dois bateram à porta, circularam em convenções e conversaram com lideranças políticas e populares.

Em Messias Targino e em Serrinha dos Pintos, Nayara foi apresentada como de confiança para 2020 (Fotos: Reprodução BCS)

O parlamentar apresenta Nayara a correligionários e prepara dobradinha para 2022: Beto Rosado (federal)/Nayara Gadelha (estadual).

Nayara foi ungida vice-prefeita em 2016 à contragosto da então candidata Rosalba Ciarlini (PP) e do líder rosalbista Carlos Augusto Rosado. Acabou aboletada no posto de vice depois que não houve sucesso na cooptação de nome de maior expressão.

Jorge em lugar de Nayara

Tentou-se, por exemplo, o empresário Jorge do Rosário (PL) com a finalidade de desmanchar a dobradinha com o também empresário Tião Couto (PSDB, hoje no PL). Sem êxito, acabaram botando a odontóloga Nayara, neófita em política.

Em 2018 foi assim: Beto-Larissa (Foto: arquivo)

Para 2020, ela foi descartada para que o lugar fosse finalmente de Jorge do Rosário. Mesmo com atraso de quatro anos, a oposição foi rachada, como o rosalbismo desejou.

A vice-prefeita chegou a cogitar ser candidata a vereador, mas foi recomendada a não enfrentar o prélio.

Sua nova missão está reservada para 2020. Como vice-prefeita, ela tem cumprido à risca o que seus mentores querem: tem postura discreta, não atrapalha nem é uma ameaça política.

Em 2018, a parceira de Beto Rosado foi Larissa Rosado (PSDB). Ele reelegeu-se; ela, não. Logo, pelo visto, estarão em palanques diferentes, como antes.

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