Enquanto sua economia não para de crescer, com a iniciativa privada sendo uma locomotiva dessa evolução, o futebol definha. Morre por inanição.
O outrora estádio "Manoel Leonardo Nogueira", conhecido superlativamente como "O gigante do Nova Betânia", tem gramado que não serve para jogo de várzea e estrutura física liberada para tão-somente 3.500 torcedores.
Os times profissionais de Potiguar e Baraúnas estão pendurados nas últimas colocações do Estadual-2011, com duas derrotas cada um e elencos encharcados de jogadores em vias de aposentadoria, outros que teimam em insultar o público tentando jogar futebol e uns poucos apenas esforçados.
Depois que cada um dos times ganhou título estadual na década passada, a expectativa era de entrarmos definitivamente na era do profissionalismo. Não é o que acontece.
Regredimos décadas, mesmo que precisemos assinalar aqui a dedicação e empenho de muitos abnegados e o apoio do poder público.
Quais as causas dessa decadência inversamente proporcional ao crescimento econômico de Mossoró?
Quando finalmente todos os envolvidos no futebol local vão dar um tempo, sentar e discutir cientificamente a regressão, com a participação de estudiosos e não apenas tagaleras inócuos?
O "fenômeno" tem explicações que precisam ser estudadas, em busca de um caminho ao resgate desse "esporte das multidões".
Pobre futebol mossoroense!
























