Por François Silvestre
Ao ler o relato do “empresário” que diz ter comprado a Caern, compra feita na “folha”, como se diz no Sertão, quando alguém compra o resultado do roçado antes da colheita, dá sensação de nojo.
Como diria Aluísio Lacerda: “Meu Deus”!
“Vamos indicar um Secretário de Estado para acompanhar o processo, pois o senhor não é muito confiável”, diz o “empresário” corruptor ao candidato a governador.
“Lá, os senhores terão o que quiserem; mas eu preciso ganhar essa eleição e o meu pai também precisa ganhar essa eleição”, diz o filho do candidato, também candidato.
Só resta torcer pra que seja tudo ficção. Mas se não for, só dá pra ler tomando Plasil.
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