Tenho ouvido e lido transpirações conceituais sobre a ética, colocando em xeque o nome do reitor da Uern, professor-médico Milton Marques. Em evidência, polêmica comum sobre pesquisa política.
A TV Cabo Mossoró (TCM) divulgará amanhã (veja matérias mais abaixo) números do Instituto Certus sobre a corrida sucessória mossoroense e outros quadrantes políticos. Òtimo.
Será a primeira a ser veiculada na atual campanha.
Vejo quem diga que a sondagem é séria, porque Milton (dirigente da TCM) faz parte do partido da governadora Wilma de Faria (PSB) e seu grupo. Portanto, se saírem números favoráveis à prefeita Fafá Rosado (DEM) será a prova da correção do trabalho.
Não é por aí.
Milton também possui ligação familiar com a prefeita. Tem uma filha casada com um sobrinho da governante, além de negócios em comum e tratar o casal Fafá-deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM) como "compadres".
O reitor é um homem de bem. Só isso. Sensato. Só isso. Não é seu vínculo a um lado ou ao outro que torna a pesquisa Certus, "certa".
É mais uma celeuma fictícia da atmosfera de poder laboratorial que reina em Mossoró. Por aqui, o comum é o indivíduo ser rotulado de forma maniqueísta, conforme a necessidade de quem o avalia.
Quem não está comigo é ruim, quem me ladeia é bom.
Pura idiotia cretina.
A paixão embutida no inconsciente desses comentários tem uma natureza cega. Sempre projeta imagens irreais, superdimensionadas. Delirante.
Por isso temos tantos vestais desabando, com seus pés de argila.























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