domingo - 17/09/2017 - 23:51h

Pensando bem…

“A vaidade de muita ciência é prova de pouco saber.”

Marquês de Maricá

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domingo - 17/09/2017 - 10:37h
Em Upanema

O “futuro deputado” João Maia

“Futuro deputado”.

Luiz Jairo e João: Upanema (Foto: cedida)

Foi assim o tratamento recebido pelo ex-deputado federal João Maia (PR), em sua estada em Upanema nesse sábado (16).

Ele participou de parte da programação festiva pela emancipação do município, ao lado do prefeito correligionário Luiz Jairo Bezerra (PR).

Alguns oradores fizeram questão de sublinhar vaticínio para ele à campanha eleitoral do próximo ano, na forma de tratamento: “futuro deputado”.

Em pré-campanha João Maia já está.

O ex-deputado e dirigente estadual do PR teve a companhia na cidade de sua mulher, prefeita Shirley Targino (PR), de Messias Targino.

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  • Art&C - UnP - 17 de Junho de 2026
domingo - 17/09/2017 - 10:22h

Do cinismo à desfaçatez – rota de fuga

Por Marcos Pinto

O contexto existencial humano se nos apresenta cheio de nuances que exigem decisões prontas, inesperadas, fulminantes, atrevidas, fruto de uma boa têmpera. A afirmativa encontra arrimo nas pessoas que apresentam sutis fatores comportamentais, que se espraiam sob todos os matizes patológicos. Deleitam-se com a procissão dos conflitos, das preterições, dos desejos abafados – São os safardanas.

Recebem os ataques com uma impassibilidade clássica. Servem-se da intimidade das relações existentes para detectar eventuais pontos fracos de sua próxima vítima. Cultivam íntimo prazer insidioso, o que os faz espécies de tênias morais. Como seres da sombra, argumentam sob a tutela de insinuações, retidos por um sentimento de inferioridade que os impedem de reconhecerem-se a si mesmos.

Há ainda a tenebrosa característica de que sempre fecham os olhos para a insânia, a injustiça, o sofrimento e a morte. Cometem crueldades pelo simples prazer, configurando patologia de portadores de PMD (Psicose maníaco-depressiva), digna de hospício. Geralmente esses Safardanas negaceiam. São sinistros e traiçoeiros. Passam pelas alegrias e tristezas envoltos numa indiferença doentia.

Por essas pessoas poder-se-á afirmar que há na sociedade retrocessos atávicos notáveis, dado a conjuntura torturante e inconsequente da mais requintada selvageria – a arte de destruir os outros sob o manto do silêncio e da traição. Por isso impossibilita as suas vítimas de conceberem, sequer, a mais rudimentar tática de defesa.

Ante os incautos, agem impulsivamente, numa irreprimível hipnose de destruição. Quando deparam-se com pessoas sagazes, atentas ao mais sutil de seus lances, fogem soltando imprecações de angústias e revoltas irrefreáveis. Não raro, tripudiam sobre as suas presas, posto que arquitetam um ataque adrede elaborado consoante as condições excepcionais do meio e do adversário.

Ao leitor amigo forneço o antídoto a ser usado quando encontrar um Safardana. Lancem mão de uma arma invencível e avassaladora – a interrogação se o mesmo não é portador de “desconfiômetro” (espécie de instinto de dedução lógica) que inibia a iniciativa de insanos ataques a outros, que por sua vez detém insuperáveis arguições de contra-ataques.

Confesso não encontrar no léxico opulento de nossa língua um termo lídimo para caracterizar bem a ordem de uma refrega que presencie entre um amigo e um safardana. Quedei-me obediente a essa inusitada fatalidade incoercível. Esses seres desprezíveis atacam, de preferência, pessoas rudes, em cujos ânimos combalidos penetram desalentos e incertezas, mobilizando-as. São pressas fáceis nos liames de seus assédios extravagantes. Atacam de inopino. Apreciam a farfalhice depreciativa dos bajuladores.

Se eu fiz, um dia, o caminho do confronto com um safardana, fí-lo como os colegiais, sem atrevimentos perigosos. Ele teve uma luta a mais, eu tive um inimigo oculto a menos. A convivência humana constitui um esboço com lances e movimentos grandes mais isolados, dispersos e dilacerados. É por isso que muitos se extraviaram em caminhos estéreis. Resignar-se e contemporizar a isso, seria uma deserção.

Quando um sfardana percebe que seu ocaso chega aceleradamente, diz coisas condenáveis e bem dignas de execração. Só a análise com acuidade tornará perceptível as manifestações misteriosas, procurando insistentemente impedir a trajetória natural de alguém que nasceu para o ápice do sucesso.

Auscultando-se o isolamento em que esses larápios são relegados, poder-se-ia afirmar que lá ruge-se, geme-se, chora-se, soluça-se, ulula-se, blasfema-se, pragueja-se e mal-diz-se.

Cuidado! Você poderá ser a próxima vítima de um desses terríveis eventos que a maldade tece, com aquela persistência que traz o selo da fatalidade. Alea jacta est! Inté!

Marcos Pinto é escritor

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domingo - 17/09/2017 - 10:02h
Raquel Dodge

Um fio de esperança para Henrique Alves

Dodge: posse amanhã (Foto: Web)

Nos intramuros do grupo Alves, há incontida esperança de que o ex-ministro e ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) possa ter flexibilizada sua prisão.

Expectativa é de que seja convertida em cárcere domiciliar.

Henrique está preso desde o dia 6 de junho numa sala de cerca de nove metros quadrados, na Academia de Polícia Militar, em Natal. Dois mandados de prisão preventiva, irrevogáveis até aqui, mantêm-no aprisionado.

A passagem da gestão do “Furacão Janot” e chegada da substituta Raquel Dodge na Procuradoria Geral da República (PGR) é um fio de esperança para Henrique.

Ela tomará posse amanhã  (segunda-feira, 17).

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  • Art&C - UnP - 17 de Junho de 2026
domingo - 17/09/2017 - 09:42h

A hora do espanto

Por Paulo Linhares

As grandes mudanças políticas ocorrem mais pelos desacertos entre membros da elite governante do que a partir da tradicional noção de que “as massas fazem a História”.

No Brasil, desde o período colonial, construiu-se e se consolidou ao longo de séculos um sistema político de forte base patrimonialista, tendo como característica marcante a relação de dependência das lideranças políticas em face dos detentores do capital, o “patronato brasileiro”, tudo para contextualizar graves vícios que vão do enriquecimento de grupos empresariais às custas do Estado, o desrespeito generalizado ao patrimônio público, alvo de vultosas expropriações privadas, ao abuso do poder econômico e político que materialmente ilegitima a representação políticas nos diversos níveis de governo.

Aliás, parece ser este um padrão seguido, em graus variados, por países outros da América Latina. No entanto, nas duas últimas décadas o Brasil tem sido cenário de crise causada pela revelação intensa das “tenebrosas transações” entre lideranças políticas, autoridades públicas e os grandes grupos econômicos sempre nutridos à sombra do Estado.

A partir de duas reflexões fundamentais para  compreender este país que, coincidentemente, vieram a lume no mesmo ano de 1958: a de Celso Furtado, no clássico Formação econômica do Brasil, e a de Raymundo Faoro, na obra não menos renomada Os donos do poder, é possível entender o que se passa atualmente.

Essas visões interpretativas da sociedade brasileira se completam. Enquanto Furtado busca as raízes dos problemas que entravam o desenvolvimento do Brasil, a partir da análise dos ciclos econômicos que perpassam cinco séculos da História brasileira, Faoro mostra que a formação do Estado patrimonialista, no Brasil,  deita raízes no período colonial, quando foram transpostas para a colônia a corrupção e estrutura burocrática do Estado absolutista português, algo que a sociedade brasileira não conseguiu superar, contrariamente do que ocorreu em outros países de formação assemelhada. E o patronato brasileiro foi gestado no seio das estruturas de poder colonial, se desenvolveu e vive sob o pálio do Estado.

Ora, o desenvolvimento brasileiro marcado, ainda, por profundas desigualdades sociais e regionais, produz o Estado patrimonialista que tem como insuperáveis vocações uma exacerbada estrutura burocrática e a sua irmã siamesa, a corrupção que aparece sob múltiplas formas, muitas das quais vestidas de engenhosos disfarces formais: quando Pero Vaz de Caminha, o escrivão-mor da frota comandada por Pedro Álvares Cabral, redigiu a famosa carta ao rei português, Dom Manuel, o Venturoso, inseriu nesse documento, que é a certidão de nascimento do Brasil atual, um infame parêntesis para rogar a El-Rei que conseguisse empregos para dois de seus sobrinhos. E isso inaugurou a prática do nepotismo, por estas bandas, uma das modalidades de apropriação do público pelo privado.

Aliás, isso se assemelha àquele argumento de servidores públicos encastelados em postos relevantes da burocracia estatal, onde auferem alguns privilégios imorais que classificam apenas como “legais”, como se o carimbo da legalidade fosse suficiente para resolver a questão.

É maldita, sem dúvida, a herança do Estado patrimonialista, excessivamente burocrático, corrupto e anti-republicano que as gerações presentes receberam. E por mais que dê aparência  de conformação modernizada, a exemplo da adoção de mecanismos eletrônicos de governo (e-Government) ou mesmo de alguns elementos de governança pública, a feição patrimonialista do Estado se alastra perigosamente, aliada a arranjos superestruturais iníquos como é o caso das diversas ‘promessas, consignadas no texto generoso da Constituição (do tipo, “A saúde é direito de todos e dever do Estado…,” “A educação, direito de todos e dever do Estado…”, “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional…”  etc.), incapazes de realização nos marcos da estrutura econômica e social vigente.

Inegável que essas consignas não deixam de ser legítimas, porquanto o espírito da Constituição – se é que tem um! – finda sendo o desejo da felicidade social, embora cada ideologia política agasalhe um modo próprio de atingir esse objetivo e noutros casos até mesmo no que consistiria essa felicidade. E esses ‘programas’ político-ideológicos (que se transformam nas tais “normas programáticas”, em sede constitucional) são, em grande medida, descoladas da realidade e como tal irrealizáveis.

Nas asas de qualquer das modalidades de populismo – aqui genericamente entendido como práticas políticas que não se preocupam com o bem-estar coletivo nem com o progresso de um país, mas, objetivam apenas conseguir a aceitação popular para aquisição e permanência no poder, inclusive, com desprezo às instituições democráticas e republicanas – essas propostas se transformam em belas antevisões de paraísos e utopias que não resistem ao mais leve sopro de realidade.

Esta reflexão ligeira (para não sair da bitola estreita das redes sociais…) decorre a perplexidade generalizada que causa a marcha dos acontecimentos políticos, no Brasil, em que uma avalanche de casos graves de corrupção vem sepultando os princípios partidos, destacadas autoridades públicas e lideranças políticas brasileiras de todos os credos da política, tendo como consequências o enfraquecimento de algumas instituições republicanas que têm esteio na soberania popular e o indesejável empoderamento de outras que, numa forma sofisticada de populismo, se arvoram de guardiães da moralidade pública e defensoras dos supremos interesses da nação quando, em verdade, não passam de biombos usados por uma poderosa aliança de corporações de servidores das carreiras jurídicas  do Estado, que não têm origem no voto popular,  para se impor como força hegemônica no comando do aparelho de Estado. E Isso cheira mal.

O Brasil vive um pesadelo de suas instituições jurídico-políticas, a sua  terrível e  particular “hora do espanto”.

Paulo Linhares é professor e advogado

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domingo - 17/09/2017 - 09:24h
Candidatura a governo

Do faz-de-conta para a realidade

A postulação ao Governo do RN da vereadora Clorisa Linhares (PSDC), do município de Grossos, ultrapassou o campo do faz-de-conta para a seara da planificação.

Primeiras providências estão sendo tomadas com vistas à campanha eleitoral do próximo ano.

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  • Art&C - PMM - 09 a 30 de Junho de 2026 - Cidade Junina
domingo - 17/09/2017 - 09:14h

Pátria de taipa

Por François Silvestre

Até a lama, no Brasil, é plural. Alcança proa e popa. E corre conforme o curso das margens do rio que tudo arrasta; sobre as quais ninguém diz violentas, como ensinou Bertolt Brecht, e só acusa de violento o próprio rio. Nesse vasto leito há lamas para todos os sentidos.

Em Natal há uma família que tem o sobrenome plural de lama. Os Lamas. Tradicional clã; no mundo empresarial, cultural e esportivo da Cidade. Figuras marcantes da vida de Natal. Nada a ver com as outras lamas.

Nem com a lama da natureza. Talvez com os Lamas do Concelho de Braga, em Portugal. (concelho com “c”, correspondente a município, pá) Que nos leva ao Café Lamas, do Rio de Janeiro.

O texto é sobre dois tipos “especiais” de lama. O primeiro, a lama da natureza, que se faz da mistura de água com barro. A lama necessária e indispensável. Muito mais do que o mito hebraico da criação e nomeação adâmicas.

A mistura de barro e água na feitura da casa de taipa. Não a taipa portuguesa, da feitura ibérica. Refiro-me à moradia do Nordeste, arquitetura ímpar. Sala da frente, corredor estreito, cozinha, quarto de dormir, quarto dos filhos, pequena despensa, e latada na frente.

Armação das paredes com mourões de pereiro, estacas de mororós e varas de marmeleiros. Montado o esqueleto da casa, com as varas entrelaçadas entre as estacas, o jogar da lama de barro, umedecido, ainda meio mole, entre as frestas das varas. De forma que essa mistura feito lama vai ocupando os espaços e tapando os buracos.

São os tijolos que saem das mãos do obreiro, sem ter a forma de tijolos. São mãozadas de lama, em rebolos, que vão virando paredes.

Até que a casa se feche. Vedada e segura. Só aí se faz a latada. De barro batido, no piso, para ser lugar de reunião e festa. Coberta de palha, que pode ser da carnaúba, do catolé, do coqueiro ou até da rama de oiticica. Depende da franquia do lugar. O resto da casa cobre-se com telhas.

Ali se reúnem parentes e vizinhos. Toque de fole ou cantoria de violeiros. Cego Aderaldo inventando Zé pretinho. Pinto do Monteiro desafiando Inácio da Catingueira. Zé Limeira dando à mulher do governador um quilo de merda de raposa numa casca de cana piojota.

É dessa lama que se fazem os açudes. Água e barro também, carregada no lombo de jumentos. Antes dos jumentos serem habitantes abandonados das estradas.

A lama que desce das barragens arrombadas de Mariana, mais antiga cidade de Minas, não é culpa da lama. E sim do lamaçal em que se transforma o Brasil, país de taipa. Sem latada.

A outra lama, pior de todas, é a que escorre fedida nos esgotos do poder. E aí somos nós que viramos jumentos, habitantes e deserdados na vastidão do lamaçal. Não há lavanderia ou lavajato que espante essa lama, feitora da nossa pátria de taipa. Té mais.

François Silvestre é escritor

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Categoria(s): Artigo
domingo - 17/09/2017 - 09:02h

Delírio

Por Olavo Bilac

Nua, mas para o amor não cabe o pejo
Na minha a sua boca eu comprimia.
E, em frêmitos carnais, ela dizia:
– Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!

Na inconsciência bruta do meu desejo
Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia,
Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.

Em suspiros de gozos infinitos
Disse-me ela, ainda quase em grito:
– Mais abaixo, meu bem! – num frenesi.

No seu ventre pousei a minha boca,
– Mais abaixo, meu bem! – disse ela, louca,
Moralistas, perdoai! Obedeci…

Olavo Bilac (1865-1918) – Contista, cronista e poeta brasileiro do período literário parnasiano, membro fundador da Academia Brasileira de Letras (ABL)

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
domingo - 17/09/2017 - 08:44h

Revisão de delação é possível?

Por José Herval Sampaio Júnior

Após a revelação dos áudios de Joesley Batista e Ricardo Saud da JBS na semana passada e os seus depoimentos na quinta-feira, com a decretação da prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no final de semana, a pergunta supra é mais do que pertinente, até mesmo porque desde o acordo firmado entre a Procuradoria da República e os empresários, com isenção total de responsabilidade penal, a sociedade ficou, como se diz, com a “pulga atrás da orelha”

A resposta de plano deve ser afirmativa, pois da própria essência do acordo, temos a peculiaridade de que as afirmações trazidas pelos colaboradores têm de ser confirmada com outras provas, bem assim sempre consta clausula de que os beneficiados não podem mentir ou omitir, logo tais caracteres nos autorizam a enunciar de forma positiva, contudo, por outro lado, isso não significa que as provas existentes percam a sua validade.

Não podemos confundir os institutos e tanto é verdade que a Procuradoria Geral da República (PGR) teve o cuidado quando da revelação dos referidos áudios em falar de rescisão na linha de uma revisão do que ficou acertado e não necessariamente anulação, com invalidação de todos os atos subsequentes que aconteceram após a delação, até mesmo porque o devido processo legal, independentemente, desse peculiar fato tem que ter continuidade.

O alarde feito na imprensa nesse momento se dá muito mais pelo próprio início conturbado da delação e o envolvimento do Presidente da República do que os fatos posteriores, eis que quando da homologação da referida delação pelo STF, tais premissas restaram externadas e tanto é verdade que três integrantes, Fux, Marco Aurélio e Celso de Mello publicizaram tal linha de pensar, que por óbvio não pode ser diferente.

As provas trazidas após a colaboração não podem ser atingidas pela particularidade de sua autonomia e sua patente origem lícita, logo o que pode e deve ser revisto são os benefícios dados aos delatores por justamente terem descumpridos a sua parte no negócio jurídico e tanto é verdade que o PGR já pediu suas prisões e foram decretadas porque a partir da quebra da fidúcia, tem que haver a devida revisão, sob pena dos criminosos se beneficiarem de sua própria torpeza e isso é inadmissível!

Nesse processo complexo, pensamos que não se devem tirar conclusões precipitadas, até mesmo porque a maioria das pessoas que o comentam, como nós mesmos, não temos todos os elementos e na realidade não só pela qualidade de julgador e os limites que temos, a cautela recomenda explicar a população o instituto e suas nuances sem precisar as consequências, por não se ter todo o campo de cognição, logo esperamos minimamente ter contribuído de modo que os cidadãos continuem vigilantes, já que a delação, por si só, não significa impunidade!

José Herval Sampaio Júnior é juiz de Direito, professor, escritor forense e palestrante

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sábado - 16/09/2017 - 23:56h

Pensando bem…

“A ignorância é a mãe das tradições.”

Barão de Montesquieu

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sábado - 16/09/2017 - 10:02h
Hoje

Missa de 30 Dia de Antônio Nonato de Oliveira (Nonatinho)

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sábado - 16/09/2017 - 09:42h
Congresso Estadual do PSB

Ricardo Motta reaparece em evento político após afastamento

Quem reapareceu em cena nessa sexta-feira (15), em Natal, numa agenda política, foi o deputado estadual afastado e ex-presidente da Assembleia Legislativa Ricardo Motta (PSB). Ele participou do Congresso Estadual do partido no Hotel Holiday Inn.

Ricardo (de cabeça baixa) participou de congresso do PSB (Foto: RN Mais)

O evento foi conduzido por seu filho, deputado federal e presidente estadual do PSB, Rafael Motta.

O Tribunal de Justiça do RN (TJRN), em decisão do desembargador Glauber Rego, atendendo a requerimento do então Procurador-Geral de Justiça Rinaldo Reis, afastou o deputado Ricardo Motta do exercício do mandato na Assembleia Legislativa no início de junho deste ano. Deverá ficar assim pelo prazo de seis meses.

A decisão é em razão da denúncia de desvio da quantia de R$ 19 milhões apurados no âmbito da “Operação Candeeiro”, desencadeada em 2015 no Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA).

Leia tambémCampeões de voto, pai e filho estão atrelados ao dinheiro público (AQUI);

Leia tambémEx-presidente da Assembleia Legislativa é denunciado por MP (AQUI);

Leia tambémDinheiro do Idema financiou campanha em 2012 e 2014 (AQUI).

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  • Art&C - UnP - 17 de Junho de 2026
sábado - 16/09/2017 - 08:18h
Hoje

Falece de infarto fulminante o radialista Everton Leite

Everton: perda (Foto: Web)

Faleceu há pouco mais de uma hora, em sua residência em Mossoró, Everton de Medeiros Leite, 56.

Sofreu infarto fulminante.

Samu ainda chegou a ser acionado, mas não houve como sanar a situação cardíaca.

Ele apresentava programa matinal-dominical na Rádio Difusora dirigido ao homem do campo.

Era o “Difusora no Campo”, no ar desde 2004.

Everton tinha como irmão o escritor David Leite, entre outros. Filho de Aldemar Duarte Leite (já falecido) e Hilda de Medeiros Leite, estava casado com Daize Maria Fernandes de Andrade, com quem teve um casal de filhos.

Pós-graduado em Gestão Ambiental, graduado em História, exerceu várias atividades comerciais e ocupou postos no serviço público de Mossoró e estado.

Velório e Sepultamento

P.S (10h26) – O velório acontecerá na Capela São Pedro no Conjunto Liberdade I, em Mossoró, a partir das 13h30.

O sepultamento será às 10 horas de domingo (17), no Cemitério São Sebastião, Centro de Mossoró.

Que descanse em paz!

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sábado - 16/09/2017 - 07:46h
Mossoró

Virgílio Pinheiro e sua música no Café Society

Pinheiro: piano (Foto: Blog Carlos Santos)

O Café Society tem hoje (sábado, 16), mais uma vez, o talento do pianista Virgílio Pinheiro Neto para acalentar os tímpanos de seus clientes.

Amém!

Que assim seja!

Música boa em ambiente agradável, todas as sextas e sábados a partir das 17 horas – noite adentro.

Pinheiro é um músico virtuoso.

Sua arte há tempos merece nosso aplauso e de Mossoró.

O Café Society está em novo endereço desde abril, no Mall Trade Center (em frente ao Sesc de Mossoró).

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sábado - 16/09/2017 - 07:06h
Mossoró

Mutirão cidadão se propõe a deixar cidade ainda mais limpa

Com aproximadamente 300 mil habitantes, de acordo com projeção publicada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Mossoró, segundo maior município em  população do Rio Grande do Norte, vai ganhando ares de metrópole e exigindo mais cuidados e mais trabalho em todos os setores da gestão.

Limpeza avança pela cidade: Foto: Divulgação)

Na área de limpeza pública não é diferente e a Vale Norte, empresa responsável pela gestão dos serviços no setor, vem trabalhando forte
para deixar a cidade cada vez mais limpa e mais prazerosa para se viver.

Aproximadamente 300 colaboradores vão se revezando, no dia a dia, para garantir a varrição de ruas e avenidas, limpeza de canais, coleta de lixo domiciliar, capina, raspagem, recolhimento de dejetos e entulhos, dentre outros serviços essenciais para a população.

De acordo com o engenheiro Jailson Castro, gerente operacional da Vale Norte, “o trabalho que vem sendo executado, com estudos e planejamento, sempre com o devido acompanhamento da gestão municipal, está deixando Mossoró cada vez mais limpa e mais aprazível para se viver. A nossa presença nas ruas e avenidas, com colaboradores distribuídos nas mais diversas frentes, faz a população perceber o nosso compromisso com a missão que nos foi designada”, enfatizou.

O gerente operacional destacou ainda que “cerca de 20 mil toneladas de lixo e entulhos foram recolhidas nos últimos 30 dias, as principais ruas e avenidas da cidade estão recebendo tratamento diferenciado, canais e bocas de lobo estão sendo limpos, evitando a proliferação de mosquitos e outros insetos, deixando a cidade limpa e preparada para a chegada do período chuvoso”, anotou. Com larga experiência na área de limpeza pública e gestão de resíduos  sólidos, a vale Norte tem destacada atuação em diversos municípios dos estados da Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte, dentre outros.

Para Júnior Araújo, gerente da unidade de Mossoró “uma das características da Vale Norte é a vocação para o “fazer bem feito”, utilizando equipamentos de última geração e caminhões coletores modernos, sem abrir mão do respeito aos colaboradores e à população”, expressou. O Sr. Junior Araújo, frisou ainda que “a população mossoroense tem participação fundamental e a Vale Norte Norte conta com o cumprimento do papel cidadão de cada munícipe”, expressou.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Vale Norte.

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sábado - 16/09/2017 - 06:44h
Eventos

Upanema encerra programação por 64 anos de emancipação

O município de Upanema comemora hoje 64 anos de emancipação política. Programação festiva iniciada no último dia 11 (segunda-feira), será concluída neste sábado (16).

Às 20 horas, Limão com Mel, Marcelo Freitas e Alcimar Monteiro farão shows na Praça de Eventos, concluindo a série de iniciativa promovidas pela Prefeitura Municipal, sob comando do prefeito Luiz Jairo Bezerra de Mendonça (PR).

Hoje, a programação teve início com Alvorada promovida pela Filarmônica Ivaldete Basília da Silva e Banda Marcial Evangélica Francisco Chagas da Costa, às 5 horas.

Casas

Às 9 horas a Praça de Esportes vai receber a III Copa de Vôlei de Areia; às 10 horas será inaugurada a Academia Municipal de Musculação; às 15 horas, entrega de premiação da III Copa de Vôlei de Areia; às 16 horas, final do Campeonato Municipal de Futebol no Estádio o Freirão.

Ainda às 17 horas, a municipalidade fará entrega de 40 casas no Conjunto Habitacional Manoel Januário; às 18 horas ocorrerá encontro de bandas filarmônicas na Avenida Manoel Gonçalves e entrega de mais um veículo para a Secretaria Municipal da Saúde.

Às 19 horas e 30 haverá corte do bolo de aniversário dos 64 anos do município, na Avenida Manoel Gonçalves.

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Categoria(s): Administração Pública
  • Art&C - UnP - 17 de Junho de 2026
sexta-feira - 15/09/2017 - 23:58h

Pensando bem…

“Saber interpor-se constantemente entre si próprio e as coisas é o mais alto grau de sabedoria e prudência.”

Fernando Pessoa

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sexta-feira - 15/09/2017 - 22:54h
Mossoró

Estudantes e MP agem para preservação de imóvel histórico

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) recomendou, em caráter de urgência, que seja suspensa toda e qualquer reforma que esteja sendo realizada em um imóvel situado no Centro de Mossoró. O prédio, construído na década de 1930, incorpora estilo arquitetônico de inestimável valor histórico e cultural, paisagístico e artístico da cidade.

Estudantes se mobilizaram contra demolição; MP foi provocado para preservação de imóvel (Foto: Luciano Lellys)

A 3ª Promotoria de Justiça de Mossoró requer que a Secretaria de Cultura da cidade avalie o imóvel situado para fins de indicação de tombamento como patrimônio histórico e cultural do Município.

O imóvel fica na avenida Augusto Severo, na praça Ulrick Graff.

Recomendação

A Secretaria de Cultura tem 30 dias para iniciar o processo de avaliação do local. Além disso, o MPRN recomendou que a a Secretaria Municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos se abstenha de emitir qualquer alvará, licença ou autorizações que permitam a demolição ou descaracterização do imóvel.

Um grupo de estudantes do curso de Arquitetura da Universidade Potiguar (UnP) se reuniu em frente a um casarão antigo localizado na Avenida Augusto Severo, no Centro de Mossoró, na manhã de sexta-feira, 08 de setembro, para impedir que o prédio seja demolido. O grupo reivindicou a preservação do casarão, parte do patrimônio arquitetônico de Mossoró – noticiou “O Mossoroense” online.

Nota do Blog – Mossoró é uma cidade sem memória, que vende a falsa ideia de ser uma “capital cultural”.

Sua elite política e econômica há tempos que destrói esse patrimônio.

Bela iniciativa do alunado e providência do MP.

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sexta-feira - 15/09/2017 - 22:22h
Hoje

Governador entrega armas e equipamentos para segurança

O governador Robinson Faria (PSD) fez a entrega oficial, nesta sexta-feira (15), de diversos equipamentos que irão auxiliar as forças de segurança do Rio Grande do Norte no combate ao crime organizado.

São 173 armas – entre pistolas, carabinas e espingardas – 16.820 munições e 1.260 equipamentos distribuídos entre Polícia Militar Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar.

O investimento foi possível através de uma parceria do Governo do RN com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

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sexta-feira - 15/09/2017 - 21:40h
Economia

Protesto se move contra multa que pode fechar facções têxteis

Será amanhã (sábado, 16/09), às 8h, em São José do Seridó, ato de protesto reunindo pessoas dos mais diversos segmentos sociais, produtivos e políticos do estado, contra procedimento que visa encerrar o sistema de facções da indústria têxtil do Rio Grande do Norte. Ação do Ministério Público do Trabalho (MPT) vai na contramão dos interesses da própria sociedade.

Facção: interior é alcançado (Foto: cedida)

O MPT engatilha multa de R$ 37,7 milhões para o grupo Riachuelo – principal responsável por abrir empregos para milhares de pessoas através das facções na região do Seridó e outras regiões do estado, descentralizando a economia, fomentando renda e ampliando meio circulante em vários municípios de baixa renda per capita.

Nota

O sistema de facções funciona como uma linha de produção descentralizada, que segue padrões de qualidade comuns, produzindo milhares de peças de vestuário. O MPT sustenta seu cerco com a alegativa de que as facções subtraem direitos comuns aos trabalhadores diretos de indústrias.

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN) emitiu nota “manifestando profunda preocupação com a possibilidade de fechamento das facções têxteis, enquadradas no programa Pró-Sertão, que exerce papel fundamental na geração de emprego e movimentação das economias municipais.”

Essas facções geram mais de 5 mil postos de trabalhos no estado. São cerca de 140 ao todo, que produzem peças para a indústria Guararapes, grupo originalmente criado no RN pelo empresário caraubense Nevaldo Rocha.

Nota do Blog – Esse modelo de produção não é novo nem a panaceia à redenção econômica do RN, mas sem sombras de dúvidas é um paliativo para fomento de renda em municípios que muitas vezes dependem basicamente de recursos advindos de aposentados/pensionistas, Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e outras fontes pífias.

É preciso bom senso, um pingo de bom senso, no trato desse caso.

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sexta-feira - 15/09/2017 - 21:10h
Cultura

Feira do Livro de Mossoró começará quinta-feira

Começa na próxima quinta-feira (21 de setembro), a 13ª Feira do Livro de Mossoró, com o tema “Leitura e Emoção”. O evento ocorrerá no Partage Shopping Mossoró até o domingo (24).

A solenidade de abertura acontece na quinta, 21 de setembro, às 10h, com a presença da organização e dos parceiros na sala de cinema do Multicine, e um papo interativo com o poeta mossoroense Antônio Francisco.

Ao todo, serão mais de 100 horas de atividades.

A programação completa pode ser conferida no site www.partageshoppingmossoro.com.br.

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Categoria(s): Cultura
sexta-feira - 15/09/2017 - 20:54h
Bruno Barreto

Livro será lançado oficialmente no próximo mês

Será no próximo mês (outubro) o lançamento do livro “Os Rosados Divididos: como os jornais não contaram essa história”, do jornalista Bruno Barreto.

Faltam definições quanto à data, local e horário à noite de autógrafos.

Mas sua pré-venda já começou. Quem tiver interesse em adquirir o livro deve entrar em contato por dois números de celulares – (84) 98889-3574 e (84) 99680-1920 – ou por suas redes sociais no Facebook ou Instagram do autor!

A publicação sairá pelo selo Editora Sarau das Letras.

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Categoria(s): Comunicação / Política
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