terça-feira - 11/04/2017 - 10:43h
Ciências

Encontro Estadual de Geografia do RN acontecerá em junho

O Departamento de Geografia da FAFIC (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras) da Universidade do Estado do RN (UERN) vai realizar um evento acadêmico científico a nível estadual. Trata-se do Encontro Estadual de Geografia do RN (EGEORN), que se constitui no principal evento acadêmico-científico da Geografia Potiguar.

O Egeorn chegará à sua XXIII edição. Será realizado pelo no período de 07 a 09 de junho de 2017 na cidade de Mossoró/RN.

O evento reúne diversos pesquisadores, docentes e discentes do Ensino Superior, professores do Ensino Básico e profissionais já graduados em Geografia e áreas afins, do RN e também de outros estados, possibilitando a socialização de experiências de estudantes e profissionais em diferentes níveis de formação, permitindo uma aproximação necessária entre o saber acadêmico e escolar.

As inscrições já estão sendo realizadas desde o dia 06 de março de 2017 e todas as informações se encontram disponíveis no site do evento.

Clique neste Link: //contatoxxiiiegeorn.wixsite.com/xxiiiegeorn/inscricoes

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Categoria(s): Educação
terça-feira - 11/04/2017 - 10:35h
Jornalismo

Está no ar o “Blog da Chris”

Pode acessar. Está no ar o “Blog da Chris”.

Christianne: na Web (Foto: cedida)

“Chega com o propósito de informar e de levar a Mossoró e região notícias do mundo político, social e econômico, sempre de forma simples e objetiva”, avisa Christianne Alves.

O blog focará preferencialmente os fatos locais, mas sem esquecer o que acontece nos âmbitos estadual e nacional.

Eis o endereço. Clique: www.blogdachris.com

Nota do Blog – Bom demais, querida.

Já joguei para minha lista de favoritos.

Ao trabalho!

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Categoria(s): Comunicação
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terça-feira - 11/04/2017 - 09:54h
Mossoró

Coleção Mossoroense vai sobreviver, garante seu presidente

O Blog Carlos Santos recebe correspondência do médico Dix-sept Rosado Sobrinho, presidente da Fundação Vingt-un Rosado, que dividimos com nossos webleitores.

Trata da Coleção Mossoroense, rico acervo intelectual produzido por essa entidade multidecenal, que é fonte de pesquisa dentro e fora do país.

Leia:

Prezado Amigo Carlos Santos:

Alguns esclarecimentos:

1. No  1º andar do Museu Lauro da Escóssia estão

a) o escritório da Fundação Vingt-un Rosado;

b) o Memorial sobre Vingt-un Rosado;

c) a Biblioteca Particular de Vingt-un Rosado – organizada e catalogada.

c) No andar térreo estão algumas peças da gráfica da Fundação Vingt-un Rosado para ser organizada uma mostra de parte da história da Coleção Mossoroense. Uma peça, a guilhotina, que pesa toneladas, está do lado de fora do museu, aguardando ser colocada para dentro.

d) Reativamos o site da Fundação Vingt-un Rosado que pode ser acessado no www.colecaomossoroense.org.br.

Nele temos notícias oficiais, um grande acervo a ser consultado sem custos e outras informações.

2. Foi transportado para a Biblioteca Ney Pontes Duarte, sob meu pagamento e consentimento com a ajuda de um caminhão cedido pela Prefeitura Municipal de Mossoró, grande parte do acervo da Fundação Vingt-un Rosado/Coleção Mossoroense.

3. Por iniciativa, muito louvável dos que fazem a Biblioteca, iniciou-se uma grande tarefa, a de organizar esta parte da Coleção Mossoroense. O intuito é ficar com 5(cinco) volumes de cada obra, doar a instituições interessadas o restante e atualizar o Catálogo Geral da Coleção Mossoroense.

4. Não autorizamos ninguém a falar oficialmente sobre a Fundação Vingt-un Rosado/Coleção Mossoroense.

5. Apesar da torcida contrária de alguns, a Fundação Vingt-un Rosado/Coleção Mossoroense continua VIVA!

Atenciosamente,

Dix-sept Rosado Sobrinho – Presidente da Fundação Vingt-un-un Rosado.

Nota do Blog – Torço para que todos nós, ligados ou não  umbilicalmente à fundação, possamos garantir a vida desse patrimônio incomensurável às próximas gerações.

Conte conosco.

* À semana passada postamos material retratando situação vivida pela Coleção Mossoroense e providências adotadas, em socorro, pela PMM (veja AQUI).

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Categoria(s): Cultura
terça-feira - 11/04/2017 - 09:34h
Carlos Eduardo x Kelps Lima

Prefeito e deputado batem boca através de redes sociais

O prefeito reeleito Carlos Eduardo Alves (PDT) e o deputado estadual Kelps Lima (Solidariedade) tiveram um “arranca-rabo” virtual à noite dessa segunda-feira (10), através das redes sociais. A raiz do problema é antiga pinimba política entre ambos.

Carlos Eduardo Alves e Kelps Lima carregaram nas "tintas" em bate-boca na Web (Foto: Web)

Mas o tema da vez é a operação desencadeada pelo prefeito para fazer uso de fundo previdenciário do NatalPrev, previdência própria do município, para pagar aposentados e pensionistas. A medida foi aprovada pela grande maioria dos vereadores, mas gerou representação de Kelps perante o Tribunal de Contas do Estado (TCE), que despachou liminar proibindo (veja AQUI) que o prefeito mexa nesses ativos.

Bate-boca

“Em 2013 eu assumi uma cidade apodrecida, um mar de lama. Kelps Lima, notório secretário de Micarla (ex-prefeita Micarla de Sousa), um dos irresponsáveis”, disparou Carlos Eduardo sem qualquer rodeio.

Kelps não deixou por menos. Emitiu nota sobre o saque (veja AQUI) e esgrimou com Carlos Eduardo. “Continua apaixonado por Micarla, prefeito? Acha que vai continuar enganando o povo falando da administração passada?”

O bate-boca se arrastou por várias postagens, nesse nível. “Você não disse que tinha saneado as Finanças da prefeitura durante as eleições?” – estocou Kelps.

Nota do Blog – Carlos Eduardo é prefeito reeleito. O uso permanente da figura de Micarla de Sousa, que foi sua vice, depois adversária e prefeita eleita, é discurso surrado.

Chega de Micarla. Andar permanentemente com o poster da ex-prefeita debaixo do sovaco, depois de tanto tempo, cansa os mais atentos e já não funciona mais com os parvos.

Da mesma forma, atribuir ao prefeito todos os males da gestão, é largo exagero.

As dificuldades do erário precisam ser superadas com trabalho e na torcida de uma conjuntura favorável.

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Categoria(s): Política
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terça-feira - 11/04/2017 - 09:08h
Kelps Lima

Deputado questiona decisão de saque de fundo previdenciário

O deputado estadual Kelps Lima (Solidariedade) emitiu nota pública sobre a decisão do prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT), de fazer saque do Fundo de Capitalização de Previdência (FUNCAPRE), da NatalPrev, previdência própria do município.

No final de semana (veja AQUI), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) expediu liminar que obstruía preventivamente essa decisão do prefeito. Mas ontem, a municipalidade deixou claro que o saque seria feito.

Veja abaixo a nota de Kelps, autor do questionamento ao TCE, que resultou na liminar:

Carlos Eduardo desrespeita o Tribunal de Contas

1. Nesta segunda-feira, 10 de abril, a Prefeitura Municipal de Natal disponibilizou nota à imprensa em que afirma que, independentemente do decidido pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte, estará promovendo ainda hoje o saque no Fundo de Capitalização de Previdência (FUNCAPRE).

2. Sobre essa afirmação, nos cabe salientar que os detentores de mandatos eletivos, inclusive prefeitos, juram solenemente quando de sua posse respeitar a Constituição e as instituições do Estado.

3. Ignorar uma decisão de órgão de controle externo imbuído constitucionalmente do dever de fiscalização é violar frontalmente esse juramento. Inclusive, não se pode esquecer que a posição do Tribunal de Contas tem amparo em estudo de um corpo técnico de servidores concursados e de indiscutível competência.

4. Ao contrário do que faz parecer a nota, os recursos do FUNCAPRE não estão “parados” no sistema financeiro. Um fundo de capitalização serve para prover rendimentos financeiros ao próprio fundo que, no futuro, pagarão as aposentadorias dos servidores. Realizar o saque pretendido comprometerá o pagamento não apenas presente, mas também futuro, de aposentados e pensionistas do Município.

5. A crise financeira pela qual passa o Município demanda medidas administrativas que proporcionem maior economia e eficiência ao gasto público. Contudo, essas medidas não podem, como as propostas pela prefeitura, violar a Lei de Responsabilidade Fiscal e comprometer de forma irremediável o direito dos servidores à aposentadoria.

6. O que se vê em Natal é o derretimento da maquiagem administrativa da gestão de Carlos Eduardo Alves, eterno agressor das instituições e poderes.

7. Esperamos que o TCE e o Ministério Público de Contas tomem as medidas necessárias para fazer valer sua decisão, sob pena de virar regra a desobediência, por parte dos prefeitos, ao principal órgão de controle externo do Estado. Confiamos que as instituições deste Estado farão valer a força do Direito em detrimento do direito da Força.

Kelps Lima – Deputado Estadual

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terça-feira - 11/04/2017 - 08:18h
Economia

José Agripino fala da importância das empresas juniores

Convidado para abrir o evento “Contrate uma EJ”, promovido pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior), na noite desta segunda-feira (10), em Brasília (DF), o senador José Agripino (RN) disse que uma de suas principais bandeiras no Congresso Nacional é lutar para que os jovens tenham perspectiva de futuro.

Agripino falou em evento à noite de ontem (Foto: cedida)

Por isso, explicou o parlamentar, trabalhou por quatro anos para que seu projeto de lei que regulamenta as empresas juniores (EJ´s) se tornasse realidade. Hoje, o Brasil é pioneiro nesse tipo de legislação.

A Lei das Empresas Juniores (Lei 12.13.267/16) completa um ano neste mês de abril. Dados da Brasil Júnior mostram que, após a legislação, o setor impulsionou.

Entre 2016 e 2017, o número de empresas juniores no país subiu de 310 para 440. A quantidade de universitários envolvidos com o movimento cresceu de 11 mil para 15 mil. E, mesmo em um ano de recessão econômica, a quantidade de projetos realizados pelas EJ´s aumentou em 110%.

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segunda-feira - 10/04/2017 - 23:18h

Pensando bem…

“Não espere por grandes líderes; faça você mesmo, pessoa a pessoa. Seja leal às ações pequenas porque é nelas que está a sua força.”

Madre Tereza de Calcutá

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segunda-feira - 10/04/2017 - 19:24h
Entrevista

Isolda Dantas se esquiva de candidatura em 2018

Entrevistada há pouco no programa “Cenário Político” da TV Cabo Mossoró (TCM), a vereadora Isolda Dantas (PT) disse que o seu partido trabalhará nomes as eleições 2018.

Mas se esquivou de definição do próprio nome ao pleito. “Não tem nada disso agora”, afirmou com largo sorriso.

Isolda foi eleita presidente do partido, em Mossoró, ontem.

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segunda-feira - 10/04/2017 - 19:00h
Em Fortaleza

Videoconferência avalia saúde de Milton Marques

Internado há vários dias no Hospital Monte Klinikum, em Fortaleza-CE, o ex-reitor da Universidade do Estado do RN (UERN) Milton Marques segue com quadro estável.

Ontem, equipe que o atende em Fortaleza teve videoconferência com médico do Sírio Libanês (São Paulo-SP), afinando acompanhamento do paciente.

Milton segue consciente, não obstante delicadeza de sua saúde (infecção acentuada).

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segunda-feira - 10/04/2017 - 18:42h
Sem limites

“Guerra Civil” do RN tem mais 30 homicídios

O Rio Grande do Norte somou 30 homicídios no final de semana.

Novo recorde na “guerra civil” que vivemos.

Com esse novo “lote”, são 676 homicídios só em 2017.

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segunda-feira - 10/04/2017 - 15:56h
Blog Carlos Santos

Os 100 dias de gestão de Rosalba no Jornal 95 hoje

Estarei às 18h40 de hoje no estúdio principal da FM 95 de Mossoró.

Por lá, no Jornal 95, conversa com os apresentadores Tárcio Araújo e Elisângela Moura.

Em pauta: os primeiros 100 dias da gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Até lá.

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segunda-feira - 10/04/2017 - 09:50h
100 dias de gestão

Rosalba entre o “choque de realidade” e o governo virtual

São 100 dias. Nem mais nem menos. A gestão Rosalba Ciarlini (PP) chega aos seus primeiros 100 dias com a imposição simbológica de fazer seu primeiro balanço.

Ah, que fique claro! Bem-explicado: do ponto de vista legal, nada a obriga a fazer esse inventário, mas é da cultura político-administrativa do país, que os gestores o façam.

Internamente, a prefeita – em sua quarta gestão municipal – juntou sua equipe à semana passada para esse levantamento. À mesa, o que foi feito, mas acima de tudo o que é possível fazer até o final deste primeiro ano.

Fora do Palácio da Resistência, sede do governismo, temos a cidade real, sem propaganda, com suas aspirações e deficiências; o que funciona e o que teima em inexistir. Saúde, Educação, Segurança, infraestrutura etc. agonizam – o que não é de hoje.

Exigir da agente pública um abracadabra, dando solução a tudo em 100 dias, é uma cobrança descabida. Da mesma forma que ela não deve continuar se sustentando na falácia do faz-de-conta, como se tudo fosse ser resolvido com um bordão de seus militantes: “É a Rosa!”

Os tempos são outros. Conjunturas local e nacional são preocupantes e sem perspectivas de melhora a curto e médio prazos.

Rosalba foi apresentada a um “choque de realidade” à medida que o tempo foi avançando nesses 100 dias. Mas não pode alegar desconhecimento de causa nem falta de experiência.

Por algum tempo, o antecessor Francisco José Júnior (PSD) será útil à “Rosa”. O seu sucessor no Governo do Estado, Robinson Faria (PSD), também a ajuda com sua apatia. Mas o prazo de validade dessas duas imagens no “retrovisor” não irá até o fim do seu mandato.

Rosalba abriu mão de promover um choque de gestão e de ousar com nomes e medidas. Caiu na tentação de priorizar conchavos de campanha, engordar a folha do município com familiares e produzir “realizações” que rendem muitas fotos, vídeos e compartilhamentos nas redes sociais, mas que são ainda virtuais.

Para não ser a “Rosalba governadora”, Rosalba prefeita terá que alterar com urgência os rumos do seu governo. Ainda está em tempo. Tem carisma pessoal, tolerância da imprensa, não lida com oposição articulada e raivosa e possui boa capilaridade política.

Repito: os tempos são outros. A fórmula de sempre não dura para sempre.

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domingo - 09/04/2017 - 23:56h

Pensando bem…

“A razão do mais forte é sempre a melhor.”

Jean de la Fontaine

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domingo - 09/04/2017 - 23:28h
Rádio Difusora de Mossoró

Blog Carlos Santos analisa os 100 dias da gestão Rosalba

Às 7 horas da manhã dessa segunda-feira (10), vamos conversar com o apresentador do “Programa Cidade em Debate”, Carlos Cavalcante, na Rádio Difusora de Mossoró.

Faremos uma avaliação dos primeiros 100 dias da gestão da prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP).

Sintonize o prefixo 1.170 kHz.

Aguardo-o.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
domingo - 09/04/2017 - 20:13h
Mossoró

Vereadora Isolda Dantas é eleita presidente do PT

Do Blog Bruno Barreto

A vereadora Isolda Dantas foi eleita hoje presidente do diretório municipal do PT.

Com 57% dos votos ela venceu Nelson Gregório, atual comandante da agremiação, e o ex-diretor do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) Valmir Alves.

A eleita disse que agora é hora de unir o PT local. “Esses processos do PT de disputa e debate só faz com que o partido se fortaleça.

Vencer no PT significa fazer o diálogo com todas as forças que fazem parte do partido”, disse Isolda.

A presidência estadual será definida no final de maio.

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domingo - 09/04/2017 - 18:32h
Estadual

América e Baraúnas empatam em 3 x 3 no Arena

Do Blog Edinaldo Moreno

América e Baraúnas fizeram um jogo movimentado na tarde deste domingo, 9, na Arena das Dunas, e protagonizaram um bom empate em 3 a 3. A partida foi válida pela sexta rodada da Copa Rio Grande do Norte, equivalente ao segundo turno do Campeonato Estadual.

O alvirrubro natalense abriu o placar logo aos três minutos do primeiro tempo através do jogador Daniel Morais. Nove minutos depois, aos 12, Gabriel Maia empatou para o tricolor mossoroense. Os donos da casa ficaram na frente do placar novamente aos 34 minutos com Richardson. O Leão do Oeste empatou um minuto depois. Capacete deixou tudo igual.

O Mecão ficou a frente do placar novamente aos quinze minutos da etapa complementar. Dija Baiano fez 3 a 2. Mas, aos 28 minutos o Ítalo Robben deixou tudo igual e deu números finais a partida.

As duas equipes já não aspiravam chances de classificação para as finais do segundo turno. A equipe natalense ainda briga pela terceira posição geral, que dará vaga na Copa do Brasil e Série D do Brasileirão em 2018.

Com o resultado, o Baraúnas foi a três pontos ganhos e permanece na sétima posição na Copa RN. Já o América fica na sexta colocação com seis pontos.

Na última rodada do segundo turno, o Baraúnas recebe o Globo. A partida será disputada no estádio Nogueirão. Já o alvirrubro enfrentará o Assu no estádio Edgarzão. Os jogos estão marcados para às 19h45.

Assu vence e depende só de si

O Assu deu um grande passo para chegar a final do segundo turno do Campeonato Estadual na tarde deste domingo, 9, ao bater o Globo, por 1 a 0, no estádio Barretão, em Ceará-Mirim. A partida foi válida pela sexta rodada da Copa Rio Grande do Norte.

O único gol do confronto foi marcado pelo zagueiro Romeu, aos 19 minutos do segundo tempo.

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domingo - 09/04/2017 - 17:42h

A realidade e a metodologia num RN entregue à violência

Por Carlos Duarte

Na semana passada o “governo da Segurança”, Robinson Faria (PSD), divulgou uma nota contestando a metodologia de uma pesquisa internacional, divulgada pela ONG Mexicana Conselho Cidadão para a Segurança e Justiça Penal. O estudo aponta que Natal é a 10ª cidade mais violenta do mundo, com 69,56 homicídios para um grupo de 100 mil habitantes, em 2016.

Independentemente da metodologia adotada, o fato é que os índices revelados são sempre crescentes e compatíveis com a realidade de zonas de guerras e grandes conflitos internacionais.

Em Mossoró, o índice de homicídios (homicídios/grupo de 100 mil habitantes) é ainda bem maior do que os registrados em Natal. A nota do governo do RN expõe o que todos já sabem: as medidas são pontuais, inconsistentes e estão longe de coibirem os crescimentos da violência no estado.

O crime de violência é uma epidemia do mal que se alastra com celeridade e precisa de antídotos urgentes e eficazes para combatê-lo à altura. Não dá para ficar esperando por resultados de ações paliativas e mal coordenadas por gestores públicos medíocres – que, por incompetência, acabam fomentando o crime, com riscos de tornarem-se, involuntariamente, “criminosos passivos”.

A cada instante e em qualquer lugar, o cidadão de bem é roubado, assaltado, violentado ou assassinado por criminosos que agem à vontade, sem a devida repressão dos órgãos de segurança do Estado. Até quando a sociedade irá aguentar esse descaso?

SECOS & MOLHADOS

Decisão – A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) desobriga a administração pública pelo pagamento de eventuais dívidas trabalhistas de empresas terceirizadas contratadas por órgãos públicos. Essa decisão do STF tem repercussão geral e, a partir de agora, terá que ser seguida por todas as instâncias da Justiça. Atualmente, tramitam mais de 108 mil ações sobre esse tema. Caso o poder público viesse a ser responsabilizado pelas dívidas trabalhistas de terceirizadas, o prejuízo para o erário público poderia ser superior a R$ 870 milhões.

Cultura – A prefeita Rosalba Ciarlini acertou em cheio na escolha do novo secretário de Cultura de Mossoró. O arquiteto Eduardo Falcão é um profissional muito qualificado, atualizado, bem intencionado e conhecedor dos bastidores da administração pública. Boa sorte e sucessos nessa nova jornada!

Homicídios – Nos 92 primeiros dias deste ano, o Rio Grande do Norte já contabiliza 622 assassinatos. Um aumento de 28,78%, comparando-se com igual período de 2016. Ou seja, no RN 6,76 pessoas são assassinadas, por dia.

Inflação – A crise de demanda no País empurrou a inflação para baixo. Neste 1º trimestre de 2017, o IPCA (índice que mede a inflação) subiu 0,96%. O menor índice registrado da série histórica, desde 1994, para o período. Com o desemprego em alta e a renda em queda, o consumo está retraído. As pessoas só compram, apenas, o essencial – quando dá para comprar.

Varejo – Um estudo do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo (Ibevar) aponta que a liberação dos saques das contas inativas do FGTS terá impacto mínimo nas vendas do varejo. A tendência é que o dinheiro seja direcionado para o pagamento de dívidas. Aliás, as perspectivas do Ibevar não são nada otimistas. A previsão é de que a queda real nas vendas do varejo, em 2017, possam atingir 7%, em comparação a 2016. Os consumidores revelaram que 22,5% de seus orçamentos estão comprometimento com dívidas assumidas no passado. Apenas 7,8% do orçamento irão sobrar para possíveis intenções de compras, a partir do segundo semestre de 2017.

MCJ – É sensata atitude da prefeita Rosalba Ciarlini para o encolhimento do Mossoró Cidade Junina (MCJ) de 2017. O MCJ precisa ser planejado com, pelo menos, um ano de antecedência. A prefeita tem pouco mais de 100 dias e não terá mais tempo para isso. Fará um evento pequeno, porém, dentro da atual realidade financeira e orçamentária do município. Depois, terá tempo para planejar um evento autossustentável para os próximos anos.

Cultura – A cultura de Mossoró tem que ser repensada além do eixo cultural da Avenida Rio Branco.

Turismo – Fala-se muito no polo turístico da Costa Branca. Mas,  sobrea ponte de ligação dos municípios de Grossos-Areia Branca, importante para a integração do projeto, ninguém mais fala sobre o assunto. Silêncio total.

Aeroporto – Mais um adiamento na data de início dos voos comerciais da Azul. Agora, a data é 12 de junho. Véspera de Santo Antônio. Sem vontade política, nem com promessas ao santo milagreiro, acontecerá o milagre.

100 dias – A prefeita Rosalba Ciarlini completa o ciclo de cem dias de seu atual governo sem ter o que mostrar à população. Pelas tímidas ações e estratégias implementadas, até o momento, certamente não terá o que mostrar, sequer, ao final deste ano. Quem sabe, em 2018? Tomara que não repita o ciclo desastroso quando foi governadora do RN. Aguardemos.

Veja AQUI a coluna anterior.

Carlos Duarte é economista, consultor Ambiental e de Negócios, além de ex-editor e diretor do jornal Página Certa

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domingo - 09/04/2017 - 10:52h

A continência de Bolsonaro

Por François Silvestre

Prestei serviço militar no Regimento de Obuses, ali no Bairro de Santos Reis. Cinco Baterias. Três de artilharia, uma de Comando e uma de Serviços. Fiquei na de serviços. A menos importante de todas.

A hierarquia se dá também pelo número. A bateria de Serviços era a última numerada. E eu tinha o último número. Soldado 930. Portanto, eu só assumiria o comando do Quartel se todos morressem.

Na minha bateria também ficaram alguns amigos. Rilke Santos, Jaime Aquino, Isaías Almeida, Carlos Caju, Eduardo Lamartine, Noronha, Pedro Araújo, Justino. Era tempo da Ditadura, fui recruta e preso político lá mesmo. Domingo contarei isso.

Um rapaz das Rocas, Soldado Costa, que fez concurso de Cabo e continuou no exército, era fotógrafo. Tenho em Cajuais da Serra uma foto dele comigo, que ele tirou armando a máquina numa pedra.

No dia que recebemos a farda, fomos à primeira formatura. Três fileiras de soldados. O tenente Campelo ordenou “direita volver” e ficamos de frente para o Comandante da Bateria, o Capitão Ibiapina. Um bigode enorme e carranca fechada. Recebeu o comando, fez uma preleção sobre o serviço militar e perguntou: “Algum de vocês não quer servir no Exército? Se houver que dê um passo à frente”.

Eu estava na primeira fila. Tinha ouvido, no alojamento, todo mundo dizer que não queria ficar no Exército. Pensei que todo mundo iria dar esse passo. E dei. Só eu.

O capitão perguntou meu nome e número. Depois, mandou que eu saísse da formatura e fosse esperá-lo na Sala do Comando. Quando ele entrou, eu fiquei todo empertigado, posição de sentido, morrendo de medo.

Ele disse: “Descansar. Você diz que não quer ficar e agora posa de soldado”. Riu e sentou-se. O medo diminuiu. Passou bom tempo explicando as vantagens do serviço militar. Conhecimento da disciplina, armamentos, educação cívica. Não falou de política. Nem eu.

Eu disse acreditar, mas precisava estudar, vinha de família pobre, de região carente. Ele respondeu que admirava minha sinceridade, mas não haveria dispensa. Esse episódio fez com que aquele homem temido passasse a me tratar com certa cordialidade.

Permitiu minha a frequência à faculdade, pela manhã, quando eu passei no vestibular, ainda no Exército.

Esse enchimento de linguiça foi para comentar a continência que Bolsonaro prestou ao Juiz Sérgio Moro. A continência é um cumprimento entre militares. Iniciativa do subalterno, com a mesma resposta do superior. Só se bate continência estando devidamente uniformizado. Se o superior estiver em trajes civis, responde com um aceno da cabeça.

Não se bate continência sem cobertura, quepe ou gorro. É uma saudação regrada, de natureza regimental. Todo militar sabe disso. Menos Bolsonaro, que não é civil nem militar. É apenas boçal. Boçalnário.

Té mais.

François Silvestre é escritor

* Texto originalmente publicado no Novo Jornal.

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Categoria(s): Artigo
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domingo - 09/04/2017 - 09:52h
Erário não aguenta

Mossoró Cidade Junina vai “encolher” bastante este ano

Ninguém espere uma versão gigantesca do Mossoró Cidade Junina (MCJ) para este ano, primeiro da quarta gestão municipal de Rosalba Ciarlini (PP).

Será bastante reduzida, microscópica até.

O erário não aguenta mais um puxão com a fórmula de sempre, bancando praticamente tudo.

Ocorrerá somente nos finais de semana.

O “Pingo da Mei Dia” no dia 10 de junho e o “Chuva de Bala no País de Mossoró” estão mantidos, em versões modestas.

Atrações na Estação das Artes Eliseu Ventania, também.

Nota do Blog – Sem um projeto plurianual, com inserção majoritária da iniciativa privada, programação previamente estabelecida e a Prefeitura tendo papel papel secundário na coordenação, o Mossoró Cidade Junina será um peso para o contribuinte.

A iniciativa tem efeito multiplicador, potencializando o meio circulante, mas da forma como é promovido desde o princípio, serve mais ao culto personalista dos gestores do que a própria cidade.

Hora de mudar ou continuar distorcido como sempre foi, solapando o cofre da municipalidade.

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domingo - 09/04/2017 - 09:10h

O que mudou em 100 dias com Rosalba?

Por Gutemberg Dias

No Brasil se convencionou dar um prazo de 100 dias  para os novos gestores sentarem na cadeira e porem em prática parte do que eles propuseram na campanha eleitoral. Na realidade, considero esse tempo um prazo para alinhar o governo na perspectiva de dar um rumo a nova gestão.

Para os novos prefeitos eleitos em 2016 esse prazo fecha na segunda-feira (10/04). Respeitando esse período, chegou a hora de nos posicionarmos e fazermos uma análise sobre os 100 primeiros dias de gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Destaco que faço essa analise não com a intenção de torcer para o quanto pior, melhor. Faço com a certeza que essa gestão tem tempo para criar algo novo e fazer a cidade avançar. Vivo aqui e quero ver Mossoró se desenvolvendo e gerando oportunidades para seu povo nas diversas áreas.

Não resta dúvida que a gestão do ex-prefeito Francisco José Júnior (PSD) deixou grandes problemas a serem superados, mas isso já era sabido por todos os candidatos à época, ou seja, a perspectiva de administrar Mossoró com o olho no retrovisor não poderia ser o norte de nenhum eleito.

Mas, vamos lá entender o que realmente a prefeita eleita desenvolveu até o momento. Para facilitar nossa análise vamos separar as ações desenvolvidas por áreas, como saúde, funcionalismo, educação, desenvolvimento social, desenvolvimento econômico, segurança, infraestrutura etc.

Começando pela saúde que tem um apelo forte perante a sociedade, observa-se que nesses 100 dias pouco se avançou. Basta ver que a rede de atenção básica continua com os mesmos problemas deixados pelo gestor anterior. Assim, como a falta de medicamento continua recorrente nas unidades básicas, um exemplo é a questão das insulinas.

Ainda, na saúde, a imprensa continua expondo os sucessivos atrasos nos pagamentos dos serviços contratados, fato que ocorria sistematicamente no governo anterior.

Quanto ao funcionalismo público a gestão divulgou fortemente que estava com os salários em dia, um feito que merecia grandes aplausos, porém a gestão estava fazendo apenas sua obrigação constitucional, ou seja, pagar os servidores dentro do prazo legal. Mas, o discurso de pagar em dia deixou um rastro de atraso, no caso, os salários de novembro e dezembro que foram negociados para se pagar de forma parcelada.

Na área da educação quase não se houve ou se viu algo de concreto divulgado pela imprensa e, também, pela própria gestão. Tirando o atraso do início do ano letivo, não foi possível identificar nenhum avanço ou direcionamento que mudasse o quadro recebido da gestão anterior.

Vale destacar que a mesma análise feita para educação se aplica para o desenvolvimento social. A secretária Lorena Ciarlini, filha da prefeita Rosalba Ciarlini, tirando suas aparições sistemáticas ao lado da mãe e/ou representando-a em eventos administrativos, não tem o que mostrar, além de tocar os projetos já consolidados na pasta.

No quesito infraestrutura apenas idas e vindas a Brasília para garantir o que já havia sido garantindo de repasse e que a gestão anterior não conseguiu materializar do ponto de vista financeiro. Inclusive parte dos recursos solicitados e alardeados, ainda, são promessas para as administrações anterior a de Francisco José. Vale um destaque positivo para a operação tapa-buraco que foi iniciada de forma muito acanhada, mas que em alguns locais dá um alívio aos moradores.

No desenvolvimento econômico não se tem muito a mostrar. Primeiro que enquanto a gestão não entender que é preciso dotar essa área da gestão de estrutura muito pouco ela terá a oferecer à sociedade.

Na cultura, o feito positivo e louvável foi a recriação da Secretaria de Cultura, acordo feito por todos os candidatos no pleito anterior com a classe artística da cidade. Mas, pelo andar da carruagem, vai cometer o mesmo erro da gestão anterior na formatação do maior evento da cidade, o Mossoró Cidade Junina, que será montado a toque de caixa, assim como aconteceu no ano passado.

Já na segurança a única ação efetiva foi o fechamento das BIC’s, que em parte concordo com sua decisão. Fora isso, apenas os duelos (veja AQUI) públicos e deselegantes com o governador Robinson Faria (PSD) quando da inauguração do projeto Ronda Cidadã.

Feito esse resumo podemos dizer que a gestão não tem muito a mostrar nesses 100 primeiros dias. Tenho a certeza que na segunda-feira a prefeita irá se pronunciar e parte de seu discurso será ainda o de campanha, principalmente, amparada no retrovisor e no mote que está reconstruindo Mossoró.

É preciso ser consciente que 100 dias é muito pouco tempo para definir grandes mudanças, mas nesse período é possível elaborar planos objetivos para garantir uma gestão focada no resultado. Mas, infelizmente não é o que se anuncia. A própria formação do secretariado deixa claro que o viés da gestão não está centrado num contexto técnico, digamos que se alicerça numa base familiar e política.

Uma grande perda para a gestão, no meu entender, foi a saída do chefe de gabinete(Kadu Ciarlini, filho da prefeita), que no contexto da gestão era o novo. Não conseguiu manter o pote na cabeça, talvez não pela inexperiência, mas pela falta de autonomia de impor uma forma nova de gerir.

No mais, a gestão de Rosalba Cialini nos remete ao passado. Fala e age como se fosse aquela prefeita do terceiro mandato, que repassou o poder a Fafá Rosado em 1º de Janeiro de 2005. Praticamente reedita o seu último mandato (2001-2004) à frente da Prefeitura de Mossoró. Porém com um diferencial: nessa fase, ela tinha muito recurso em caixa.

Se o cenário nacional não melhorar e, sobretudo, a gestão não inovar na forma de gerir a máquina pública, podem anotar, esse governo será muito parecido com o período em que a prefeita passou a frente do executivo estadual, ou seja, não terá muito para mostrar ao seu final.

Gutemberg Dias é geográfo, mestre em recursos naturais, empresário e ex-candidato a prefeito de Mossoró.

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domingo - 09/04/2017 - 08:44h
Estadual

Potiguar vence ABC de virada e sonha com decisão

Do site F9

Potiguar e ABC promoveram na noite deste sábado (8), no Nogueirão, um jogo de muitas emoções. No total, cinco gols fizeram deste confronto, um dos mais equilibrados desta temporada. Melhor para o time mossoroense que venceu por 3×2 e segue vivo na disputa por uma das vagas no segundo turno do Campeonato Potiguar. A outra vaga já pertence ao próprio ABC.

Jogo foi bastante concorrido até o final, com time alvirrubro virando placar (Foto: André Torres)

Mesmo com um time formado em sua maioria por reservas, o alvinegro vendeu caro a derrota. Foi do clube da capital o primeiro gol do jogo, através de Caio Mancha, após passe de Adriano Pardal, aos 15 minutos do primeiro tempo.

O empate do alvirrubro veio ao 28 minutos, com Wellington Sabão escorando cruzamento de Ciel.

Virada

Empurrado pela torcida, o Potiguar buscou e encontrou o gol da virada aos 36 minutos. Após jogada individual de Wellington pela esquerda, o atacante tocou para Márcio Tarrafas, livre, na pequena área, só escorar para o fundo das redes.

O placar só voltou a ser alterado no segundo tempo. Aos 11 minutos, Adriano Pardal fez jogada pela direita e cruzou rasteiro para Echeverria se antecipar à zaga e desviar, tirando do goleiro Rafael Dida. Era o empate alvinegro.

Mas aos 22 minutos veio gol mais bonito e que definiu a partida em favor do Potiguar. Em jogada dentro da área, Hugo ajeitou para a chegada de Jozicley, que bateu de chapa colocando no alto do gol, longe do alcance do goleiro Beliato.

O placar encerrou uma sequência de cinco vitórias do ABC, quebrando a invencibilidade alvinegra no segundo turno, onde o clube é líder, com 15 pontos, e já está garantido nas finais.

Com a vitória deste sábado, o Potiguar chegou aos 11 pontos e reassumiu momentaneamente a segunda colocação da disputa. Com nove pontos, o Assu aparece na terceira colocação, enquanto Globo, com oito pontos, é o quarto colocado.

Neste domingo (9), Globo e Assu se enfrentam em Ceará Mirim. Para o Potiguar, o melhor resultado deste confronto é o empate. Assim, o alvirrubro voltará a depender apenas de suas forças, decidindo sua sorte na última rodada diante do Santa Cruz, na Arena das Dunas, em Natal, na quarta-feira (12).

Na última rodada, o ABC joga contra o Alecrim, no Frasqueirão, em Natal.

Ficha Técnica

Campeonato Potiguar – 6ª Rodada – 2º TURNO

Potiguar 3×2 ABC

Data: 08.04.17

Local: Estádio Nogueirão (Mossoró/RN)

Público: 407 pagantes

Renda: R$ 8.640,00

Árbitro: Suélson Diógenes

Auxiliares: Edson Trajano da Cruz e João Henrique Queiroz da Silva

Gols: Potiguar – Wellington (28/1º), Márcio Tarrafas (36/1º) e Jozicley (22/2º). ABC – Caio Mancha (15/1º) e Echeverria (11/2º)

Cartões amarelos: Potiguar – Lucas. ABC – Adriano Pardal.

Potiguar

Rafael Dida; Glaubinho, Lucas, Cláudio Baiano e Ciel; Joseph, Jozicley (Batata), Márcio Tarrafas e Giovanni (Du Paraíba); Wellington e Robert (Hugo). Técnico: Pedrinho Albuquerque.

ABC

Beliato; Levy, Tonhão, Tiago Sala e Marquinhos; Anderson Pedra (Jhonata), Jardel, Echeverria e Berguinho (Chiclete); Adriano Pardal (Dalberto) e Caio Mancha. Técnico: Geninho.

Santa Cruz vence Alecrim

O Santa Cruz de Natal venceu o Alecrim por 1 a 0 na tarde deste sábado, na Arena das Dunas, e fica mais perto de permanecer na primeira divisão do Campeonato Potiguar. O único gol da partida foi marcado pelo atacante Jean Natal, aos 44 minutos do primeiro tempo.

Com o resultado, a equipe Tricolor soma 10 pontos na Classificação Geral da competição, em penúltimo lugar, e afunda o Alecrim na lanterna, com sete pontos.

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Categoria(s): Esporte
domingo - 09/04/2017 - 08:28h

Um dia para esquecer

Por Paulo Linhares

Hoje, 04 de abril de 2017, 09h. Começo a escrever estas linhas despretensiosas quando tem início um dos principais julgamentos da história judiciária do Brasil. Sim, no Superior Tribunal Eleitoral, em Brasília, a sessão inicial de julgamento pelo plenário daquela Corte, das ações  propostas pelo PSDB após a eleição presidencial de 2014 (Ação de Impugnação de Mandato Eletivo 761/Representação 846 – Ações de Investigação Judicial Eleitoral 154781 e 194358), em que pede a cassação da chapa Dilma-Temer por abuso de poder econômico e recebimento de propinas, todas juntas num só feito processual cujo relator é o ministro Herman Benjamim.

Grave é que nesse meio-tempo em que “o mundo gira e a Lusitana roda”, Temer e seu PMDB empalmaram o comando do governo da Republica, tendo o PSDB do senador Aécio Neves como seu parceiro político preferencial a ocupar quatro ministérios importantes e outros postos estratégicos da máquina administrativa federal.

Segundo o El País, edição brasileira de 04/04/2017, “O que parecia ser uma estratégia para inicialmente desgastar a presidenta Dilma voltou como bumerangue não só contra o Governo Temer, mas também contra o PSDB e seu líder, o senador mineiro Aécio Neves. A expectativa em Brasília é que Benjamin recomende a cassação da chapa, o que tem potencial para atingir o próprio autor da ação.”

Os riscos de uma cassação da chapa Dilma/Temer são grandes. Para Dilma que, ao menos nesta quadra já está ‘morta’, pouco se altera, a não ser pela possibilidade da suspensão de seus direitos políticos por 8 anos; com Temer, todavia, o estrago será enorme, sobretudo, pela previsão constitucional da realização de uma eleição indireta, no Congresso Nacional, para um novo presidente da República concluir o atual mandato.

De princípio, ressaem duas questões jurídicas relevantes: as contas da chapa Dilma/Temer já foram aprovadas pelo TSE; e, a tese da separação  da chapa – para incriminar Dilma e livrar Temer, claro – contraria a jurisprudência reiterada desse Tribunal, em especial quando se levar em conta que todos os seus sete ministros já relataram processos nos quais a separação da chapa entre o titular (geralmente, candidatos a prefeito ou governador) e o seu vice respectivo não pode ocorrer.

Julgar diferentemente, agora, será uma ruptura jurisprudencial tão drástica que exporá gravemente o TSE e lançará uma poderosa sombra que comprometerá indelevelmente a idoneidade moral de seus membros, no implacável pretório da História.

Em matéria de contradição, os tucanos estão em palpos de (venenosa) aranha, se defenderem a permanência de Temer,  a tirar pelo que disseram em duríssimo trecho de uma das suas petições: “A eleição presidencial de 2014 (…) revelou-se manchada de forma indelével pelo abuso de poder, tanto político quanto econômico, praticados em proveito dos primeiros réus, Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Elias Temer Lulia”.

Defenestrada da presidência Dilma Rousseff e desbaratado o esquema de poder petista, eis que o PSDB muda de opinião nas razões finais apresentadas nos mesmos processos, desavergonhadamente, ao reconhecer que “ao cabo da instrução destes processos não se constatou em nenhum momento o envolvimento do segundo representado [Temer] em qualquer prática ilícita”, porém, “já em relação à primeira representada [Dilma Rousseff], há comprovação cabal de sua responsabilidade pelos abusos ocorridos”.

Engraçado é que, das delações que agora compõem as 8 mil paginas dos autos processuais, o senador mineiro Aécio Neves, além de outros próceres tucanos, é citado como recebedor de gordas propinas (veja a capa da Veja, de 05/04/2017), o mesmo ocorrendo com Temer e muitos dos seus correligionários peemedebistas.

A infâmia manifesta e o desdém pelas instituições republicanas são evidentes nesse julgamento que promete ser uma das maiores farsas da história judiciária do Brasil, mormente se houver a separação da chapa Dilma/Temer, na contramão da jurisprudência uniforme do TSE. A única saída racional para mais essa crise que se avizinha é uma decisão que fulmine a pretensão do PSDB, com a improcedência da ação.

Assim, para o bem ou para o mal, Michel Temer terminaria o mandato iniciado em janeiro de 2015, restando-nos a esperança de resgatar, em 2018, o Estado Democrático de Direito que soçobrou com o golpe branco que confiscou o mandato presidencial de Dilma Rousseff.

Por  paradoxal que pareça, nada é tão salutar à nossa enfermiça democracia tupiniquim, que vive mais um piripaque na sua sina de alternadas “sístoles e diástoles”, segundo o dito de Golbery do Couto e Silva. Neste momento, um  Brasil já de tantas rachaduras, não suportaria mais outros solavancos sem se estraçalhar de vez.

São 12:00h, do mesmo dia 4 de abril. Uma série de incidentes terminaram por adiar o julgamento tão esperado. O TSE resolveu reabrir a instrução e ouvir mais quatro pessoas, sob protesto do relator, Herman Benjamim que, diante da possibilidade da oitiva de um número indefinido de novos depoentes, num gesto entre dramático e cômico assinalou:

Se vai ouvir doleiros porque não ouvir também os motoqueiros, o porteiro do prédio, o garçom do inferninho onde o dinheiro foi entregue (…) Não podemos transformar esse processo num processo sem fim. Não podemos intimar Adão e Eva e provavelmente a serpente“…

Tudo parte dessa novela chamada Brasil.

Aguardemos os próximos capítulos.

Paulo Linhares é professor e advogado

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Categoria(s): Artigo
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