Rosalba Ciarlini (DEM) virou refém do PMDB de Henrique Alves.
Na verdade, já era. Agora está sacramentado.
Com a eleição de Henrique Alves para presidente da Câmara Federal, essa dependência está oficializada. Não precisa de registro em cartório ou nos anais governistas, para ser mais translúcida.
Num antigo programa de televisão que a memória não me garante identificar, com segurança, o apresentador bradava um bordão para o concorrente de certa gincana: “Para ou continua?”
A pergunta segue sem resposta em termos de apoio do PMDB ao Governo Rosalba Ciarlini até a campanha e eleições de 2014.
Particularmente, não acredito que cheguem juntos até lá, observando o cenário contemporâneo.
Em março, o partido deverá ter ampla reunião de diretório estadual para definir sua posição, com uma carta na manga: a própria eleição de Henrique.
Antes desse acontecimento, era temerário assumir uma cizânia de forma oficial.
Declarações e escaramuças estão espalhadas ao longo dos últimos meses por Henrique e seu primo e ministro-senador Garibaldi Filho (PMDB).
Se é beiço para terminar de escalpar a “vítima”, veremos depois.
Se é prelúdio do adeus, também adiante saberemos.
Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.





























