“Nada é pior do que nos acomodarmos ao clamor da maioria”.
Sêneca
Jornalismo com Opinião
“Nada é pior do que nos acomodarmos ao clamor da maioria”.
Sêneca
Caladinho, sem fazer barulho, Carlos Eduardo Alves (PDT) vê a crise no Estado com bons olhos.
Só tem a ganhar.
Lépido e fagueiro, sorrir.
Tudo conspira a seu favor.
Depois que os chineses descobriram a roda há mais de 3 mil anos, temos agora Paulo de Tarso Fernandes, ex-secretário do Governo Rosalba Ciarlini (DEM), proclamando um feito de alto valor científico.
Ele descobriu que quem manda no governo estadual é Carlos Augusto Rosado (DEM), marido da governadora.
Pasmem!!
Paulo para o Nobel de Ciências!
Que consequências a crise no Governo Carlos Augusto Rosado (DEM)-Rosalba Ciarlini (DEM) terá na sucessão mossoroense?
Bom começarmos a pensar no assunto.
Pense bem!
Nesse ritmo, o governo estadual chegará ofegante à sucessão, para apoio a um candidato que até agora não viabilizou: a vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM), irmã de Rosalba.
Ouvi agora à noite de um deputado estadual “governista”, que acompanha caladinho a crise no Governo Rosalba Ciarlini (DEM)-Carlos Augusto Rosado (DEM):
– A gente não vai afundar com o governo. Vamos ver o que vai acontecer daqui para frente!
Para bom entendedor…
O blog mais acessado do Rio Grande do Norte, da jornalista Thaísa Galvão, apresenta algumas postagens neste sábado, em sequência, com declarações insuspeitas. São do ex-secretário-chefe do Gabinete Civil do Estado, advogado Paulo de Tarso Fernandes.
Abaixo estão os principais trechos de sua fala e das postagens. É uma radiografia do poder constituído e encetado no Rio Grande do Norte, revelado por quem o viveu até poucas horas e era um de seus expoentes.
Não estamos diante de afirmações rancorosas ou ilações de um adversário, de alguém sem qualificação ou ressentido político. É de um homem que os próprios donos do poder reputam como uma referência e ajudou sobremodo a levar a ex-prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (DEM) ao governo do Estado, ao lado do seu marido – ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM).
Motivo de sua saída
“Saio em solidariedade ao vice-governador Robinson Faria. Eu não sou nada. Não sou homem público. E a minha solidariedade é com o vice-governador Robinson Faria. Porque quem quiser que ache grave, mas eu considero o que está acontecendo, gravíssimo”.
Veto ao retorno de Robinson a Recursos Hídricos
Segundo Paulo, foram 3 tentativas, onde ele tentou oficializar a nova nomeação de Robinson.
“Primeiro fui à governadora e ela me disse que eu resolvesse com Carlos Augusto. Fui a ele e ele me falou: você não tem uma viagem a Brasília? Vá e volte porque isso não é prioridade”, contou Paulo de Tarso, que foi a Brasília num bate-volta que saiu de Natal às 3 da tarde e deixou Brasília às 9 da noite.
“Quando voltei falei de novo com o deputado Carlos Augusto e ele me disse: ‘Esse assunto não tem pressa. O vice-governador foi à minha cidade (Mossoró) e fez 3 discursos contra a minha mulher. Minha mulher foi para os Estados Unidos e ele foi pra rua humilhar a governadora”…
Segundo Paulo, o telefonema a Carlos Augusto teve 3 testemunhas, entre elas o adjunto da Casa Civil, Francisco Carvalho e o secretário da Copa e titular do DER, Demétrio Torres.
Paulo de Tarso contou que se deu um prazo: se até ontem, às 4 da tarde, a nomeação de Robinson não fosse oficializada, o vice-governador poderia até ficar, mas ele deixaria o governo.
Garantia a Robinson Faria
A decisão de Paulo, se antecipando a Robinson, tem um motivo: o ex-chefe da Casa Civil foi quem deu garantias ao vice-governador para que ele deixasse o grupo da ex-governadora Wilma de Faria, declinasse de apoiar a candidatura do ex-governador Iberê Ferreira de Souza, e fosse integrar o grupo liderado pelo senador José Agripino Maia, compondo a chapa articulada pelo democrata-articulador Carlos Augusto.
Sentindo-se avalista sem prestígio, Paulo decidiu sair, afirmando repetidamente: “em solidariedade ao vice-governador Robinson Faria”.
Demissão
O ex-chefe da Casa Civil Paulo de Tarso Fernandes não escreveu uma carta de demissão. Segundo contou ao Blog, escreveu poucas linhas, muito mais um comunicado à governadora sobre sua saída.
Ficou em casa ontem durante o dia inteiro, e dentro do prazo dado a ele mesmo, das 4 da tarde, diante da não confirmação da nomeação do vice-governador como secretário de Recursos Hídricos, enviou o comunicado para a Casa Civil.
Segundo Paulo, o comunicado foi entregue ao adjunto da pasta, Francisco Carvalho, que teria informado à governadora, e dito a PTF que a governadora teria ficado surpresa.
“Aí eu tomei a decisão de telefonar para a governadora e comunicar minha decisão. Conversamos longamente”.
Oposição das ruas
“Eu disse a ela que a oposição ao governo não está mais na Assembleia. Está nas ruas. A oposição é o povo, é o funcionalismo, é o sindicalismo”, declarou Paulo de Tarso, que numa conversa dura com a governadora Rosalba, chegou a definir a gestão de 10 meses como sem sucesso.
Injustiça contra servidor
“Eu disse a ela que é por essas e outras que o governo está aos frangalhos. Que a gente critica os governos de Wilma e Iberê, mas a gente não tem condições sequer de sanar as contas do governo. A gente não tem condições sequer de acertar”, revelou Paulo de Tarso Fernandes, que à minha pergunta sobre o crescimento da arrecadação, disse não entender como, apesar do registro do crescimento da arrecadação, o governo não tem como botar as contas em dia.
“Não é justo que a gente tire dos servidores, aperte daqui e dali e não consiga acertar”, afirmou Paulo.
Assinatura de empréstimo aumentou estresse
Para a não-nomeação do vice-governador Robinson Faria ao cargo de secretário de Recursos Hídricos, o ex-chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso Fernandes, revelou outro possível motivo que fez com que o ex-deputado Carlos Augusto Rosado tivesse optado por não nomear mais o vice: a sanção da Lei do Empréstimo, assinada por Robinson no exercício do governo, durante viagem da governadora Rosalba Ciarlini aos Estados Unidos.
Aprovado pela Assembleia o pedido de empréstimo, o então governador foi à Assembleia para sancionar a Lei diante dos deputados.
Tudo devidamente combinado com a governadora titular, como revelou o ex-chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso Fernandes.
“Falei com ela pelo telefone em Nova York e ela me disse que Robinson podia sancionar. Quando falei com o deputado (Carlos Augusto) ele me disse que eu trancasse a lei na gaveta e não entregasse. Dissesse que a lei estava em qualquer lugar. Em Tibau ou em qualquer lugar. Mas aí o governador era Robinson e a governadora Rosalba estava sabendo, não havia nada que ela não soubesse, então decidi não atender ao deputado”, disse Paulo de Tarso.
Ricardo Motta foi “peitado” para constranger Robinson
Segundo Paulo de Tarso, Carlos Augusto Rosado também teria ligado para o presidente da Assembleia, deputado Ricardo Motta (PMN), e pedido que ele não entregasse a Lei a Robinson para ele sancionar. Segundo Paulo, Motta também teria dito que não iria atender o pedido de Carlos, que estava em um SPA na praia de Rio do Fogo durante a viagem da esposa-governadora aos Estados Unidos.
Carlos é o governador de fato
“Foram 10 meses de governo onde todas as decisões do Estado foram do marido da governadora”, declarou Paulo de Tarso na mesa com testemunhas, onde o discurso foi, o tempo inteiro, alinhavado por afirmações como “não estou pedindo off porque tudo o que estou dizendo eu disse tanto à governadora Rosalba quanto ao deputado Carlos Augusto. São assuntos públicos que não têm porque serem escondidos”…
Governo “funciona” em casa e não na Governadoria
Paulo reclamou que, por causa da interferência familiar, a governadora tem trocado seu gabinete na Governadoria pelos terraços de sua casa.
“Ela despacha em casa. Governa de casa. Mas o lugar do governador é no gabinete. Até porque um deputado, um prefeito ou um secretário que quiser falar com a governadora não vai para a casa dela sem ser chamado, mas na Governadoria ele chega. Eu mesmo como chefe da Casa Civil só ia quando era chamado”, revelou Paulo, afirmando que a opção pela residência oficial se dava pelo fato de, na Governadoria, não ter como o ex-deputado Carlos Augusto participar das decisões.
Nota do Blog do Carlos Santos – Boa parte dos webleitores potiguares que lê este material deve ficar perplexo.
Eu, não.
Em três mandatos de prefeita de Mossoró, Rosalba sempre foi o estandarte, a “imagem” no andor, o produto de marketing feito laboratorialmente.
Carlos sempre foi o governante de fato. Tinha uma sala contígua à da prefeita de direito, no Palácio da Resistência, sede do governo, em que despachava com secretários e outras pessoas.
Cabia a Rosalba assinar o que ele instruía, aprovava ou reprovava. Normalmente, sem sequer olhar o que estava assinando.
Qualquer pessoa medianamente bem-informada em Mossoró, sabe disso.
O RN, em boa parte, descobre agora. E aqui não existe qualquer excesso. Eis o próprio Paulo de Tarso, saído da “barriga” do próprio governo, dando detalhes, esmiuçando esse “fenômeno”.
Depois o Blog focalizará os últimos acontecimentos, em material analítico e com informções reveladoras de bastidores.
Já posso ouvir o barulho das passadas arrastadas dos dinossauros do PMDB potiguar.
Paquidérmicos, eles são a quintessência do atraso.
Com o vácuo no Governo Rosalba Ciarlini (DEM), que não tem quadros próprios e anda sem rumo, esses répteis estão enfatiotados à convocação.
Vão se juntar a outros tantos, que mantêm o estado semi-paralisado. Quase parando.
Sangue de Cristo tem poder!
“Nem eu nem qualquer pessoa que acompanha a política do Rio Grande do Norte pode se dizer surpreso com o rompimento anunciado entre o vice-governador Robinson Faria (PSD) e a governadora Rosalba Ciarlini (DEM).” Essa observação é da deputada federal Fàtima Bezerra (PT).
Em sua opinião, “um líder político aliado não pode ser tratado da forma como Robinson Faria foi pelo Governo do DEM. Houve um verdadeiro processo de perseguição. Trataram de maneira deselegante, humilhante, truculenta um aliado político que ontem teve um papel decisivo para a eleição de Rosalba Ciralini como a do próprio senador José Agripino (DEM), acrescenta.
“Esperamos que o PSD passe a integrar a base que da sustentação ao nosso governo e se incorpore ao grande projeto que está transformando o Brasil. É essa a expectativa do PT nacional e da presidenta Dilma Rousseff (PT)”, assinala a parlamentar.
Em nota oficial, a deputada analisa essa crise no governo estadual e convoca Robinson e seu grupo à oposição. “Torço para que o PSD se junte ao incansável deputado estadual petista Fernando Mineiro (PT) e aos demais parlamentares que formam a bancada oposicionista na Assembleia Legislativa na tarefa de fiscalizar o Governo DEM”.
Para ela, esse é “um governo ruim, autoritário, centralizador, conservador e que não cumpre os acordos celebrados com os servidores e assinados pela própria governadora. Um governo que chega ao primeiro ano de forma frustrante. Que sobrevive à base de chavões. Que não tem uma ideia nova. Que não apresenta um projeto novo.”
Encontrei-me com o presidente da Camara de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD), em evento jurídico da Faculdade Mater Christi. Foi à noite passada.
Minutos antes de mediar um debate, na instituição, conversamos sobre a crise política no Governo do Estado, que “cuspiu” o vice-governador Robinson Faria (PSD) da composição com o grupo da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), além de gerar pedido de demissão do secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes.
Quais as consequências dessa fissura, para a realidade política de Mossoró?
– O PSD pode ter um candidato a prefeito – afirmou o presidente, aliado de Robinson.
“Por que não?!” complementa.
Mas é certo que mesmo que não venha a marchar em faixa própria, com uma postulação à sucessão da prefeita de direito, Fátima Rosado (DEM), o partido estará na oposição.
Uma aliança com a pré-candidata a prefeito, deputada estadual Larissa Rosado (PSB), não é o óbvio, deixou claro Francisco José Júnior.
– Tem Josivan tambem aí. Ele pode crescer – alertou, numa referência ao professor-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Josivan Barbosa.
Nota do Blog – O certo é que o PSD passa a ter um peso significativo em Mossoró, dentro da política sucessória. Com o “rescaldo” dessa crise, dissipando-se a densa nebulosidade dessas últimas horas pós-racha, em Natal, teremos uma visão melhor do papel do partido na sucessão mossoroense.
” O amor não é condição para a felicidade, e sim a própria felicidade”.
Monteiro Lobato
“Lamento que eles tenham deixado o governo no momento em que estamos reconstruindo o Rio Grande do Norte”.
A declaração acima foi emitida pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM), em nota oficial quase lacônica, distribuída por sua assessoria.
Pateticamente, a nota chega a tentar convencer a opinião pública de que ela só tomou ciência do rompimento político de Robinson Faria (PSD) – vice-governador – e da demissão do chefe do Gabinete, Paulo de Tarso Fernandes, pela imprensa.
Nota do Blog – Lula faz escola.
Os militantes do DEM no RN não devem remoer a tese de que o ex-presidente Lula nunca sabia de nada, não ouvia nada, não via nada.
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Fiz mediação de um debate à noite dessa sexta-feira, no auditório da Faculdade Mater Christi em Mossoró.
Depois de ouvir especialistas como o juiz de direito Francisco Seráphico, advogado Paulo Lopo Saraiva e promotor público Romero Marinho, não tenho dúvida – se é que a possuía:
– Violência pública no Brasil é caso de política e não de polícia.
Preciso pesquisar melhor, mas está difícil de encontrar um início de governo mais conturbado e sem rumo como o de Rosalba Ciarlini (DEM).
A crise, que seria financeira, virou descalabro administrativo e agora é também política.
O governo parecia refém do próprio vice, Robinson Faria (PSD). Partiu para o ataque e o esmigalhou com uma série de ações.
Agora, irritado, Robinson reage e ganha vida nova, mesmo que ainda sem um rumo muito claro.
Porém, não se engane: o governo continua à deriva e ainda mais dependente de outras forças. Está em vias de ser ocupado por novos aliados, que podem vir do PMDB e do PR.
Livrar-se de Robinson não tornou o governo mais leve.
Uma sexta-feira que bem poderia ser “13” para Rosalba & Cia.
Ladeado pelos deputados estaduais Zé Dias (PSD) e Gesane Marinho (PSD), além do seu filho e deputado federal Fábio Faria (PSD)), o vice-governador Robinson Faria (PSD) anunciou seu rompimento político com o governo Rosalba Ciarlini (DEM).
Em solidariedade a ele, o chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, já adiantou que tem o mesmo rumo.
Vários cargos que o PSD tem no governo também serão entregues.
Com a voz inicialmente trôpega, até embargando um pouco, Robinson relatou o porquê da decisão agora à tarde em Natal.
“Se fosse sintetizar um sentimento que está na minha alma eu fui usado e descartado”, disse.
“Quando Paulo de Tarso levou para a governadora o documento para minha nomeação (novamente) à Secretaria de Recursos Hídricos , a governadora disse que Paulo procurasse o marido dela”, contou, se referindo à chegada recente de Rosalba Ciarlini dos Estados Unidos. Robinson acumulava vice-governadoria com essa pasta e teve que sair, devido sua posse temporário como governador.
“Isso foi um humilhação, quiseram mostrar uma superioridade, como se o vice fosse uma figura simbólica e que só serviu para ajudar na eleição”, queixou-se.
Robinson acrescentou que o ex-deputado Carlos Augusto Rosado (DEM), marido de Rosalba, que seria na verdade o governador de fato, evitou atendê-lo e a renomeação para Recursos Hídricos terminou engavetada, num enorme processo de humilhação e ridicularização dele, o vice-governador .
“Eu ia despachar com a governadora e ela dizia que a parte política eu conversasse com o marido dela. Tentava falar com o marido dela, mas eu passava três meses e não conseguia falar com ele”, disse.
Na avaliação de Robinson, a vitória de Rosalba e sua, logo no primeiro turno das eleições, ano passado, teve peso decisivo de seu trabalho e do seu grupo. O próprio Carlos teria reconhecido isso ou pelo menos afirmou isso para Robinson.
Nota do Blog – Quem lê o Blog do Carlos Santos sabe que o vice não disse uma única novidade em sua fala. Uma sequer.
Tem sido escrito porque estava escrito que finalmente esse racha ocorreria. Só aconteceu muito cedo.
O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) e o secretário da Articulação Política, Esdras Alves, tentam demover o secretário-chefe do Gabinete Civil, Paulo de Tarso Fernandes, a desistir do pedido de demissão.
A crise no governo levou o vice-governador Robinson Faria (PSD) a anunciar agora à tarde o seu rompimento com o governo Rosalba Ciarlini.
Paulo de Tarso, que o assessorou na Assembleia Legislativa e constribuiu à costura de aliança à campanha do ano passado, é-lhe solidário. Também sai.
Caro Carlos Santos
Sobre a informação que você veiculou no seu blog sobre problemas com as Unidades de Educação Infantil, gostaria de lhe passar algumas explicações:
1 – Temos 37 Unidades de Educação Infantil, fizemos hoje um levantamento em cada uma delas e não há em nenhuma falta de papel higiênico. Até mesmo porque temos o produto em estoque. Seria necessário identificar a UEI a que você se refere na sua denúncia, para poder justificar o que poderia ter ocorrido.
2 – Com relação ao aluguel atrasado do imóvel, informamos que das 37 UEIs existentes, 18 funcionam em imóveis alugados. Constam nos nossos registros que em apenas duas existem atrasos no pagamento, mas isso devido a pendência com o contrato de locação devido a negociação dos valores.
3 – Sobre alimentação por se tratar de uma denúncia genérica é necessário que se aponte onde está faltando, para tomarmos providências. Não há em nossos registros nenhuma UEI com falta de alimentos em estoque.
Informamos que as Unidades de Educação Infantil do Município atendem sete mil crianças e realizam um trabalho educacional importante. Temos algumas deficiências, mas não podemos desmerecer os resultados positivos que temos alcançado.
Agradeço a atenção,
Ieda Chaves
Gerente Municipal da Educação
Nota do Blog – A nota da secretária, contraditório à postagem CLIQUE AQUI sobre supostos problemas em UEI´s, nos ajuda a enxergar bem o atendimento à criançada no município de Mossoró.
O denunciante, portanto, fica convocado a realimentar o debate com informações mais consistentes, que se fazem necessárias, até para que o governo municipal possa reagir ou agir em resposta, deixando o caso mais diáfano.
Aguardo contato.
Do Nominuto.com
O secretário Chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Paulo de Tarso Fernandes, pediu demissão do cargo à governadora Rosalba Ciarlini (DEM) na tarde desta sexta-feira (21).
Paulo de Tarso entregou o cargo em solidariedade ao vice-governador Robinson Faria (PSD), que deve romper com a governadora ainda hoje.
O agravamento da crise entre os aliados na campanha de 2010 se deu após demora da chefe do Executivo na nomeação de Robinson para retornar à Secretaria de Recursos Hídricos.
O secretário foi um dos responsáveis pela união e formação da chapa Rosalba/Robinson, no ano passado.
Duas figuras em situações distintas no poder:
Ministro Orlando Silva não sabe se fica;
Vice-governador Robinson Faria (PSD) não sabe se volta para Secretaria de Recursos Hídricos.
A gangorra do poder é assim.
E a maioria que vive nessa engrenagem ainda não percebeu seu movimento regular, sempre pra cima e para baixo, há milênios.
Para quem acha que é cedo para se fazer avaliação do Governo Rosalba Ciarlini (DEM), vamos tomar como exemplo a própria governadora.
Em 2003, quando chegamos aos primeiros dez meses de gestão da então governadora Wilma de Faria (PSB), ela deu entrevista à imprensa (veja foto da capa de “O Jornal de Hoje”), com análise do período administrativa. Foi em outubro daquele ano.
Não poupou elogios e comparativos.
“Wilma fez durante 10 meses o que Garibaldi não conseguiu durante 8 anos”, estampou a manchete com declaração textual da então prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini.
Ela revelava seu pensamento quanto à gestão de Wilma, dirigida para o município mossoroense.
Nota do Blog – O hoje ministro e senador licenciado, Garibaldi Filho (PMDB), é aliado da governadora Rosalba.
O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) já acenou com um “sim” para a ex-governadora Wilma de Faria (PSB).
Uma chapa que o tenha como candidato a prefeito e a deputada estadual Márcia Maia (PSB), filha de Wilma, é quase imbatível no atual cenário e conjuntura da política natalense.
Composição viável e factível.
Particularmente, não creio que Wilma deseje retornar à Prefeitura do Natal – em que esteve por três mandatos.
Pelas intenções de votos que surgem em pesquisas continuadas, na capital, a junção de ambos ganha contornos de nomeação.
O cenário sucessório mossoroense é o mais confuso das últimas décadas. Qualquer aposta hoje, com “segurança”, é algo precipitado.
As definições são raras.
Mas algo não muda.
Anote.
Quem quiser desbancar a oligarquia Rosado, precisará de bem mais do que uma boa biografia.
Tolice raciocinar pensando que outro sobrenome, aspiração de mudança no inconsciente popular etc. vão alterar o curso da história.
Para desbancar os Rosado é fundamental competência e profissionalismo na política, além do principal: um bom candidato.
O resto é bobagem, digressão que não leva a nada.
Claro que temos ainda o impoderável! O fenômeno. Mas não vejo, daqui dessa distância, ninguém com esse cajado messiânico.
Claro que, se a massa quiser, ela altera os rumos. Mas isso, já falei e volto a repetir: é como o Cometa Halley. A cada 114 anos ele passa sobre nossas cabeças.
Está marcada para hoje, a partir das 19h, a realização do IV Fórum de Debates Sobre o Sistema Prisional da Faculade Mater Christi, em Mossoró. Será em seu próprio auditório.
O evento terá como tema a ‘Lei 12503/2011 Lei das Prisões: Instrumento para efetivação da justiça ou gerador de impunidade?’
Segundo Chrystiano Ângelo, organizador do evento, o tema escolhido advém da própria polêmica em torno dele, visto que diversos especialistas divergem em opinião quanto a esse dispositivo legal ainda muito recente no ordenamento jurídico nacional.
Os participantes receberão um certificado de 4 horas aulas.
Os palestrantes são Romero Marinho – promotor de Justiça da Comarca de Mossoró; Francisco Seráphico, juiz de direito e especialista em Direito Ambiental e Processo Civil, e o advogado Paulo Lopo Saraiva – mestre doutor pela PUC-SP, pós-doutor pela Universidade de Coimbra e professor de Direito Constitucional da própria Faculdade Mater Christi.


