Em reunião com representantes do professorado estadual, hoje, o secretário-chefe do Gabinete Civil do Estado, Paulo de Tarso Fernandes, foi curto e ríspido.
Simplesmente afirmou, sem rodeios, que o Estado via como "impossível" o atendimento dos pleitos salariais da categoria. Sabia do dever de cumprir o piso salarial, mas não tinha ideia de quando e como iria cumprir.
Ou seja, a greve continua.
O fosso entre grevistas e Estado vai se aprofundando mais ainda.
Os deputados Hermano Moraes (PMDB), Larissa Rosado (PMDB) e Fernando Mineiro (PT) acompanharam a representação dos grevista na reunião.
Nota do Blog – Fátima Cardoso, integrante do Sinte, afirmou textualmente diante de Paulo de Tarso, que desde 1979 participava de negociações com o governo e nunca tinha vivido um momento de tamanha frustração. "Reunião dura e simplificada", de uma frieza incomum – apontou.
Ainda participaram da reunião, pelo governo, Betânia Ramalho (secretária da Educação), Adriana Diniz (adjunta da Educação) e Obery Rodrigues (secretário do Planejamento.
* Veja ainda hoje, depoimento sobre o assunto do coordenador do Sindicato dos Trabalhadores em Educação, Rômulo Arnaud;* Secretária da Educação chora durante reunião e ouve lamento de "colegas".

























