O casal ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM)-governadora eleita Rosalba Ciarlini (DEM) o vê com bons olhos.
Alguns planos vão começar a ser traçados para o futuro do parlamentar.
Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.
Jornalismo com Opinião
O casal ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM)-governadora eleita Rosalba Ciarlini (DEM) o vê com bons olhos.
Alguns planos vão começar a ser traçados para o futuro do parlamentar.
Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.
Como é praxe, quase ritual nesta cidade, a regra é descer a Avenida Presidente Dutra, no bairro São Manoel. E assim está ocorrendo agora à noite.
Os senadores reeleitos Garibaldi Filho (PMDB) e José Agripino (DEM) também ocupam o "Rosamóvel".
Outros polÃticos, como os deputados federais reeleitos Felipe Maia (DEM) e Betinho Rosado (DEM), seguem no mesmo cortejo.
A terça (5) vai custar a chegar para muita gente. De rosalbistas históricos aos tradicionais paraquedistas.
O poder realmente fascina e faz sina.
O mapa da eleição de ontem (domingo, 3), mostra isso claramente, em sua lista de 24 vitoriosos.
A coligação "Força da União", encabeçada por ela, fez 7 deputados:
Antônio Jácome (PMN), campeão de votos – deve apoiá-la;
Ricardo Mota (PMN) – deve apoiá-la;
Gesane Marinho (PMN) – deve apoiá-la;
Dibson Nasser (PSDB) – deve apoiá-la
Leonardo Nogueira (DEM) – deve apoiá-la;
Raimundo Fernandes (PMN) – deve apoiá-la
Coligação PMDB-PR-PV obteve a maior bancada, com 9 parlamentares:
Walter Alves (PMDB) – deve apoiá-la;
GIlson Moura (PV) – deve apoiá-la;
Nélter Queiroz (PMDB) – oposição;
Hermano Morais (PMDB) – oposição;
Poti Júnior (PMDB) – deve apoiá-la;
Gustavo Fernandes (PMDB) – ?;
José Dias (PMDB) – deve apoiá-la;
Vivaldo Costa (PR) – deve apoiá-la;
George Soares (PR) – deve apoiá-la.
Coligação "Vitória do Povo" (PSB-PTB) fez 5 deputados:
Ezequiel Ferreira (PTB) – oposição;
Luiz Antônio Faria (PSB), o "Tomba" – oposição;
Larissa Rosado (PSB) – a principio, oposição;
Gustavo Carvalho (PSB) – oposição;
Márcia Maia (PSB) – oposição;
Coligação "Coragem Pra Mudar" com 1 deputado:
Agnelo Alves (PDT) – oposição;
Partido dos Trabalhadores (PT), com 1 deputado:
Fernando Mineiro (PT) – oposição;
Coligação PHS-PRB elegeu 1 deputado:
Fábio Dantas (PHS) – a princÃpio, oposição.
Nota do Blog – A bancada de Rosalba Ciarlini, a pattir de janeiro de 2011, terá a principio 13 deputados, contra 11 da oposição.
Mas é claro que esse número será muito ampliado de forma clara ou implÃcita.
É provável que passe dos 15 na saÃda da legislatura.
Ele deverá ficar com Dilma Roussef (PT), apoiada por seu partido. Vale lembrar que o deputado federal Michel Temer (PMDB-SP), é o vice da candidata.
Mas do outro lado, é bom salientarmos, há a candidatura de José Serra (PSDB), apoiada pelo senador reeleito José Agripino (DEM) e a governadora eleita Rosalba Ciarlini (DEM).
No primeiro turno ele esteve oficialmente com Dilma.
De saÃda, quem deve estar sorrindo muito é a deputada federal Sandra Rosado (PSB). Renovou seu mandato e viu a filha, deputada estadual Larissa Rosado (PSB), fazer o mesmo.
E vale lembrar que seu grupo quase caÃa na sedução de indicar o vice do candidato derrotado ao governo, governador Iberê Ferreira (PSB). Tirou o braço da seringa a tempo.
A partir de janeiro de 2011, com esses dois mandatos, Sandra será o nome de maior projeção no partido em nÃvel estadual.
Podem vir mudanças significativas na sigla a partir daÃ.
Há muito ainda a ser analisado. Entretanto, alguns detalhes das eleições 2010 sevem imediatamente para análise, provocando os mais diversos raciocÃnios.
Chama-nos a atenção, por exemplo, que o número de votos perdidos com abstenções (o não-comparecimento do eleitor), nulo e branco chega a 693.874 eleitores.
Essa soma é maior do que a junção dos votos dos candidatos Iberê Ferreira (PSB) e Carlos Eduardo (PDT) juntos.
O que esse protesto silencioso, sem rosto e volumoso significa?
Essa multidão representa quase um terço do eleitorado de 2.245.153 aptos ao voto. É gente que simplesmente ignora Rosalba, Iberê, Carlos Eduardo ou qualquer candidato de partido microscópico.
É uma insatisfação com a polÃtica, o sistema, os polÃticos de forma generalizada. É um sinal de alerta para as próximas eleições.
É fundamental entender os recados dessa massa. Por que não votou em qualquer um dos candidatos colocados?
Veja abaixo os números finais da disputa ao Governo do Estado no Rio Grande do Norte:
Governo do Estado
Rosalba Ciarlini (DEM) – 813.813 (52,46%)
Iberê Ferreira (PSB) – 526.256 (36,25%)
Carlos Eduardo (PDT) – 160.828 (10,37%)
Sandro Pimentel (PSOL) – 10.520 (0,68%)
Camarada Leto (PCB) – 2.078 (0,13%)
Bartô Moreira (PRTB) – 1.746 (0,11%)
Eleitorado apto – 2.245.153
Votos válidos – 1.551.241 (82,61%)
Abstenção – 367.434 (16.37%)
Nulo – 222.462 (11,85%)
Branco – 103.978 (5,54%)* A maioria de Rosalba sobre Iberê foi de 251.557 votos, ou seja, 16,21%. Os candidatos Roberto Ronconi (PTC) e Simone Dutra (PRTU) não tiveram registro oficial de votos.
Importante ainda observar que àquele ano, o número de votos perdidos com abstenções (o não-comparecimento do eleitor), nulo e branco chegou a 693.874 (33.76%).
Rosalba Ciarlini empalmou 813.813 (52,46%). Portanto, 119.939 votos a mais do que a soma de abstenções, nulo e branco.
Marina é uma espécie de freio de arrumação ou de reflexão.
Não fosse Marina, José Serra (PSDB) não chegava ao segundo turno. Por causa de Marina, Dilma Roussef (PT) foi jogada na marra no segundo turno.
Fácil de entender a mensagem do povo.
O segundo turno presidencial fará um bem danado ao paÃs. Baixa a bola e a arrogância de uns; joga ao chão a autosuficiência de outros.
Agora, quem quiser ganhar terá de calçar as sandálias da humildade. Só ganha se descer do pedestal.
Números das eleições-2010 no Brasil e no Rio Grande do Norte também obrigam imprensa, marqueteiros, institutos de pesquisa e polÃticos a um balanço geral.
Eu já falara isso no curso da campanha, pressentindo que a "voz das urnas" seria retumbante.
Povão é massa mas não é gado.
John Wooden
Monsenhor faleceu às 4h30 do dia 05 de outubro de 2009, no hospital Wilson Rosado, em Mossoró.
Assuense de nascimento, tornou-se um sacerdote muito querido em todo a Diocese de Santa Luzia (Mossoró).
Além da generosidade, era conhecido pela organização pastoral e Festa de Santa Luzia., que conduziu durante longo perÃodo.
Um caso emblemático é Wilma de Faria (PSB), candidata derrotada ao Senado, ex-governadora até o final de março deste ano.
Por precipitação, ranço politiqueiro ou passionalidade, algumas pessoas se apressam em encontrar culpados. A lista começa pelo seu marketing, passando pela suposta fragilidade do candidato governista Iberê Ferreira (PSB) etc.
Alto lá!
Wilma é algoz de si mesmo. Construiu e demoliu a própria imagem de "Guerreira" destemida, arrojada e quase imbatÃvel. As eleições de 2010 são, talvez, sua última batalha.
O wilmismo sai destroçado das urnas. Isso é fato. O estrago não foi completo por causa de detalhes.
A campanha, em si, apenas refletiu um desmanche que começara lá atrás.
No futebol, antes do campeonato existe uma pré-temporada que serve à arrumação da equipe. Na campanha existe algo parecido, a pré-campanha. Se as costuras vão mal, os reflexos pipocam adiante, precisamente nas urnas.
Na pré-campanha do wilmismo foi desenhada uma derrota que não causa surpresa.
Além do adversário difÃcil, senadora Rosalba Ciarlini (DEM), aparecem em relevo a autosuficiência, menosprezo a aliados e arrogância. São fatores que explicam, em parte, o desmoronamento.
Ela extraviou enorme capital polÃtico amealhado ao longo dos últimos anos.
Perdeu o deputado Robinson Faria (PMN), que virou vice de Rosalba; abriu mão de um dos principais planificadores de suas campanhas, o deputado Rogério Marinho (PSDB; não passou confiança a aliados que ficaram como os deputados federais Henrique Alves (PMDB) e João Maia (PR).
Seu governo até podia ser visto em farta propaganda, mas não costumava ser lembrado.
Tem mais.
A autosuficiência apareceu, por exemplo, ao repetir o erro de 2008 em Natal, quando só arrumou a chapa à prefeitura na 25ª hora. Fez o mesmo em 2010. Montou "no tranco" a chapa Iberê-Vagner Araújo (PSB).
Wilma coleciona desapontamentos.
Perde feio a cadeira do Senado, sendo apenas terceira colocada, não consegue eleger seu filho Lauro Maia (PSB) deputado estadual e reelege a duras penas a filha Márcia (PSB) à Assembleia Legislativa.
Além disso, não tem qualquer deputado federal de sua confiança direta e ainda é obrigada a engolir a vitória de José Agripino ao Senado, sem conseguir fazer o sucessor.
ExÃmia combatente, Wilma agora está à frente de um "Exército de Brancaleone", juntando os cacos daquela que talvez tenha sido sua última batalha: "Waterloo".
Do ponto de vista proporcional, Portalegre detém essa posição. Nesse municÃpio, Rosalba Ciarlini (DEM) obteve 89,5% dos votos válidos.
Venha Ver empilhou 89,31% dos votos a seu favor, Serrinha dos Pintos deu-lhe 87,67%, Coronel João Pessoa marcou 88,29% e Serra do Mel 85,74%.
Mossoró ficou, "tão-somente", com a marca de 84,86% – o que representou 98.964 votos.
Em 2006, na disputa ao Senado, Rosalba empalmou 83.33% dos votos válidos em Mossoró, ou seja, 90.660.
Deu a lógica.
Mas nem por isso a disputa pelo voto deixou de ter emoção.
Como era esperado, os deputados federais Betinho Rosado (DEM) e Rogério Marinho (PSDB), da coligação Força da União, protagonizaram duelo à parte à eleição. Em alguns momentos da apuração, Paulo Wagner (PV), que foi eleito pela primeira vez, esteve fora da listagem e quem aparecia era Adenúbio Melo (PSB).
Em seguida, Paulo firmou-se, Adenúbio saiu de cena e o duelo nas últimas urnas apuradas passou a ser dentro da Força da União. Betinho levou a melhor.
Ele obteve 109.627 votos contra 105.422 de Rogério. A diferença pró-Betinho foi de apenas 0,25%.
Em termos numéricos, a vantagem do parlamentar mossoroense que obtém seu quinto mandato (o atual ele assumiu com a morte de Nélio Dias-PP), foi de 4.205 votos.
É interessante assinalar, nesse embate "particular", que o diferencial de Betinho Rosado foi obtido dentro da própria "casa" de Rogério Marinho: Natal.
Ao alcançar 5.331 votos, contra 36.390 de Rogério Marinho, na capital, ele deu um salto importante à vitória. Em 2006, Betinho havia alcançado apenas 2.652 votos na capital, contra 45.728 de seu oponente, o campeão de votos na cidade àquela época.
De 2006 para 2010, Betinho "engordou" votação em Natal em 2.679 votos.
Em Mossoró, Rogério teve desempenho modestÃssimo domingo passado: 1.521. Em 2006, quando se elegeu, o deputado tucano tinha obtido 7.077 na terra natal de Betinho.
Em Mossoró, Betinho saltou de 28.709 votos em 2006 para 32.245 votos. Ou seja, aumento de 3.536 votos.
P.S – Existe muito material ainda a ser analisado. No curso desta segunda e próximos dias vou abordar esses vários ângulos das eleições 2010.
O Rio Grande do Norte promoveu, através dos seus eleitores, um pequeno solavanco no mapa do poder no estado.
Elegeu a oposicionista Rosalba Ciarlini (DEM) ao Governo do Estado, renovou os mandatos dos senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB) e praticamente manteve intacta a bancada à Câmara Federal.
Além disso, deu sua contribuição para o segundo turno da eleição presidencial.
Vamo ver abaixo a lista de votos ao Governo do Estado, Senado, Assembleia Legislativa e Câmara Federal:
Governo do Estado
Rosalba Ciarlini (DEM) – 813.813 (52,46%)
Iberê Ferreira (PSB) – 526.256 (36,25%)
Carlos Eduardo (PDT) – 160.828 (10,37%)
Sandro Pimentel (PSOL) – 10.520 (0,68%)
Camarada Leto (PCB) – 2.078 (0,13%)
Bartô Moreira (PRTB) – 1.746 (0,11%)
Eleitorado apto – 2.245.153
Votos válidos – 1.551.241 (82,61%)
Abstenção – 367.434 (16.37%)
Nulo – 222.462 (11,85%)
Branco – 103.978 (5,54%)* A maioria de Rosalba sobre Iberê foi de 287.557 votos, ou seja, 16,21%. Os candidatos Roberto Ronconi (PTC) e Simone Dutra (PRTU) não tiveram registro oficial de votos.
Importante ainda observar que o número de votos perdidos com abstenções (o não-comparecimento do eleitor), nulo e branco chegou a 693.874 (33.76%).
Rosalba Ciarlini empalmou 813.813 (52,46%). Portanto, 119.939 votos a mais do que a soma de abstenções, nulo e branco.
Senado
Garibaldi Filho (PMDB) – 1.042.272 (35,03%)
José Agripino (DEM) – 958.891 (32,23%)
Wilma de Faria (PSB) – 651.358 (21,89%)
Hugo Manso (PT) – 224.125 (7,53%)
Joanilson Rego (PSDC) – 66.408 (2,23%)
Sávio Hackradt (PCdoB) – 25.783 (0,87%)
Ronaldo Garcia (PSOL)- 6.639 (0,22%)
Assembleia Legislativa
Antônio Jácome (PMN) – 54.743 votos
Ezequiel Ferreira (PTB) – 51.842
Walter Alves (PMDB) – 50.587
Ricardo Motta (PMN) – 49.881
Gustavo Carvalho (PSB) – 49.850
Tomba (PSB) – 49.832
Gilson Moura (PV) – 49.494
Nelter Queiroz (PMDB) – 49.364
Gesane Marinho (PMN) – 48.440
Getúlio Rego (DEM) – 43.697
Dibson Nasser (PSDB) – 41.883
Larissa Rosado (PSB) – 41.609
Leonardo Nogueira (DEM) – 41.133
Márcia Maia (PSB) – 38.554
Vivaldo Costa (PR) – 38.463
Gustavo Fernandes (PMDB) – 37.907
Raimundo Fernandes (PMN) – 37.158
George Soares (PR) – 36.952
Fábio Dantas (PHS) – 35.374
Hermano Morais (PMDB) – 35.294
Poti Júnior (PMDB) – 31.881
Agnelo Alves (PDT) – 30.995
José Dias (PMDB) – 30.876
Fernando Mineiro (PT) – 24.718.
Observação: Roberto Germano (PCdoB) perdeu a eleição nos votos finais para Raimundo Fernandes (PMN). O mesmo aconteceu em relação ao novato Keps Lima (PR), ultrapasado pelo deputado José Dias (PMDB).
Nomes como José Adécio (DEM) e Luiz Almir (PV) não se reelegeram.
Suplência – José Adécio é o primeiro suplente da coligação Força da União, enquanto Chico da Prefeitura aparece em segundo; José Júlio (PT) é o primeiro suplente do PT; Salismar Correia (PHS) é o primeiro suplente da coligação PHS-PRB; Roberto Germano é o primeiro suplente da aliança PDT-PCdoB; Kelps Lima é o primeiro suplente da coligação PMDB-PR-PV e Luiz Almir o segundo; na coligação PSB-PTB, o primeiro suplente é Lauro Maia (PSB) e o segundo o médico Pio X (PSB).
Câmara Federal
Coligação PT/PTB/PPS/PSB
Fátima Bezerra(PT) – 220.355 (13,33%)
Sandra Rosado(PSB) – 92.746 (5,61%)
Suplência – Adenúbio Melo (PSB)
Coligação PMDB/PR/PV
Henrique Alves(PMDB) – 191.110 (11,56%)
João Maia(PR) – 217.854 (13,18%)
Paulo Wagner(PV) – 55.086 (3,33%)
Suplência – Rosy de Sousa (PV)
Coligação PMN/PTN/PSC/DEM/PMN/PSDB
Fábio Faria(PMN) – 156.688 (9,48%)
Felipe Maia(DEM) – 137.494 (8,32%)
Betinho Rosado(DEM) – 109.627 (6,63%)
Suplência – Rogério Marinho (PSDB).
Serão 402 deputados federais, ante os 380 de hoje e os 357 eleitos em outubro de 2006. O PT será o partido com maior número de cadeiras, com 88 parlamentares, seguido pelo PMDB, com 79.
Ou seja, se hoje o presidente Lula tem uma maioria folgada na Câmara, o eventual governo Dilma Rousseff deve ter ainda mais tranqüilidade com os deputados federais. E a eventual administração de José Serra (PSDB) terá razoáveis dificuldades com a oposição dos petistas.
É o que revela levantamento do Congresso em Foco com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), coletados até pouco depois da 0h desta segunda-feira (4).
Veja como ficará o Congresso Nacional em termos de relação de forças Governo x Oposição em hipotética eleição de Dilma Roussef, levando-se em conta as principais bancadas. Abaixo há comparativo com o que Lula pegou em sua segunda eleição em 2006:
PT – 83 deputados (2006)
– 88 deputados (2010)
PMDB – 89 deputados (2006)
– 79 deputados (2010)
PSDB – 66 deputados (2006)
– 53 deputados (2010)
DEM – 65 deputados (2006)
– 43 deputados (2010).
Veja mais detalhes clicando AQUI com a lista completa dos 513 eleitos em todo o Brasil.
O novo Senado a partir de janeiro de 2011 tem outra cara. Veja quem se elegeu, quem está no meio do mandato e quem ainda pode assumir uma cadeira na Casa, estado a estado:
Acre
Jorge Viana (PT) – eleito
Sérgio Petecão (PMN) – eleito
AnÃbal Diniz (PT-AC), suplente do governador eleito Tião Viana (PT-AC) – mandato até 2015
Alagoas
Benedito de Lira (PP) – eleito
Renan Calheiros (PMDB) – reeleito
Fernando Collor (PTB) – mandato até 2015
Amapá
Randolfe (Psol) – eleito
Gilvam Borges (PMDB)*
José Sarney (PMDB) – mandato até 2015
*Reeleição sub judice. Não foram computados os votos de João Capiberibe (PSB), barrado pela Lei da Ficha Limpa
Amazonas
Eduardo Braga (PMDB) – eleito
Vanessa Grazziotin (PCdoB) – eleita
Alfredo Nascimento (PR) – mandato até 2015
Bahia
Walter Pinheiro (PT) – eleito
LÃdice da Mata (PSB) – eleita
João Durval (PDT) – mandato até 2015
Ceará
EunÃcio Oliveira (PMDB) – eleito
José Pimentel (PT) – eleito
Inácio Arruda (PCdoB) – mandato até 2015
Distrito Federal
Cristovam Buarque (PDT) – reeleito
Rodrigo Rollemberg (DF) – eleito
Gim Argello (PTB) – mandato até 2015
EspÃrito Santo
Magno Malta (PR) – reeleito
Ricardo Ferraço (PMDB) – eleito
Ana Rita Esgário (PT), suplente do governador eleito Renato Casagrande (PSB-ES) – mandato até 2015
Goiás
Demóstenes Torres (DEM) – reeleito
Lúcia Vânia (PSDB) – reeleita
Marconi Perillo (PSDB) – mandato até 2015**
**disputa o segundo turno em Goiás, seu primeiro suplente é Cyro Miranda (PSDB)
Maranhão
Edison Lobão (PMDB) – reeleito
João Alberto (PMDB) – eleito
Epitácio Cafeteira (PTB) – mandato até 2015
Minas Gerais
Aécio Neves (PSDB) – eleito
Itamar Franco (PPS) – eleito
Eliseu Rezende (DEM) – mandato até 2015
Mato Grosso
Blairo Maggi (PR) – eleito
Pedro Taques (PDT) – eleito
Jayme Campos (DEM) – mandato até 2015
Mato Grosso do Sul
DelcÃdio Amaral (MS) – reeleito
Valdemir Moka (PMDB) – eleito
Marisa Serrano (PSDB) – mandato até 2015
ParaÃba
Vitalzinho (PMDB) – eleito
Wilson Santiago (PMDB)*
CÃcero Lucena (PSDB) – mandato até 2015
*Eleição sub judice. Não foram computados os votos de Cássio Cunha Lima (PSDB), barrado pela Ficha Limpa
Pernambuco
Humberto Costa (PT) – eleito
Armando Monteiro (PTB) – eleito
Jarbas Vasconcelos (PMDB) – mandato até 2015
Rio de Janeiro
Lindberg Farias (PT) – eleito
Marcelo Crivella (PRB) – reeleito
Francisco Dorneles (PP) – mandato até 2015
Rio Grande do Norte
José Agripino (DEM) – reeleito
Garibaldi Alves Filho (PMDB) – reeleito
Garibaldi Alves (PMDB), suplente que assume no lugar de Rosalba Ciarlini (DEM), governadora eleita – mandato até 2015
Rondônia
Valdir Raupp (PMDB) – reeleito
Ivo Cassol (PP)*
Acir Gurgacz (PDT) até 2015
*Eleição sub judice.O ex-governador Cassol conseguiu liminar suspendendo os efeitos da Lei da Ficha Limpa. A terceira colocada na disputa foi a senadora Fátima Cleide (PT).
Roraima
Romero Jucá (PMDB) – reeleito
Ângela Portela (PT) – eleita
Mozarildo Cavalcanti (PTB) – mandato até 2015
Rio Grande do Sul
Paulo Paim (PT) – reeleito
Ana Amélia Lemos (PP) – eleita
Pedro Simon (PMDB) até 2015
São Paulo
Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) – eleito
Marta Suplicy (PT) – eleita
Eduardo Suplicy (PT) – mandato até 2015
Sergipe
Antonio Carlos Valadares (PSB) – reeleito
Eduardo Amorim (PSC) – eleito
Maria do Carmo (DEM-SE) – mandato até 2015
Santa Catarina
Luiz Henrique (PMDB) – eleito
Paulo Bauer (PSDB) – eleito
Niúra Demarchi (PSDB), suplente do governador eleito Raimundo Colombo (DEM) – mandato até 2015
Tocantins
João Ribeiro (PR) – reeleito
Marcelo Miranda (PMDB) – eleito
Kátia Abreu (DEM) – mandato até 2015
Com informações do portal Congresso em Foco.
Atuando em rádio e TV na cobertura analÃtica das eleições/apurações, não tive como atualizar esta página. E o corpo, também, não resistiu a mais de 7 horas contÃnuas dentro de estúdio nessa tarefa.
Apesar do vácuo, vamos postar resultado final dos números no Rio Grande do Norte, bastidores e farto material analÃtico, para tentar alimentar o debate sobre a "voz das urnas".
Uma série de recados foram proclamados pelo povo, para que polÃticos, institutos de pesquisa, marqueteiros, militantes e comunicadores façam seu próprio inventário.
Vamos lá.
Não o faço para promover nomes ou "punir" outros. Não o faço para parecer imparcial, pois não caio na armadilha dessa utopia.
Sou parcial!
Tenho opinião própria, cara limpa. Não me escondo em pseudônimos, não arrendo meu pensamento. Reprovo o anonimato covarde e jamais usei terceiros como escudo ou lança.
Entre meus defeitos não está o da hipocrisia.
Meus candidatos foram escolhidos um a um, após enormes reflexões, peso e contrapesos. Não há uma formatação simplesmente polÃtico-partidária ou pseudo-ideológica, tipo esquerda ou direita.
Mas é, claramente, uma composição dialética, em que misturo tendências, estilos e biografias.
Nenhum é santo. Nenhum merece a canonização. Cada um, hoje, ganha simplesmente meu voto.
E, meu voto, não é melhor ou pior do que o seu. É o meu voto. Igual ao seu, com mesmo poder. Respeito suas escolhas, sem questionar. Faço as minhas em permanente questionamento.
Não voto para ganhar, não voto para perder. Voto para transformar, voto para melhorar, voto para contribuir, voto para ser mais um e nunca um a menos.
Voto por acreditar neste paÃs, no seu povo. Nem otimista nem pessimista, sou realista.
Independentemente de quem vença, não torço nem trabalho em cima do "quanto pior, melhor". Quero o bem-estar social de minha cidade, do meu estado e do meu paÃs.
Viva o povo brasileiro! Deus salve o Brasil!
Eis, abaixo, meus candidatos:
Presidente da República – Marina Silva (PV);
Governo do Estado – Carlos Eduardo (PDT);
Senado – Sávio Hackradt (PCdoB);
Senado – José Agripino (DEM);
Deputado Federal – João Maia (PR);
Deputado Estadual – Gutemberg Dias (PCdoB).
P.S – Uma curiosidade que quero salientar, em relação à chapa acima: voto em cada um deles pela primeira vez.
Chapa novinha em folha, portanto.
Atendo convite para participar do fechamento da programação de cobertura eleitoral da emissora.
Mas não vou me descuidar deste espaço. É lá e cá no trabalho.
Você pode sintonizar a TCM pela Internet também, caso não esteja em Mossoró.
Clique AQUI.
Nota do Blog – Ontem à noite, ao lado da juÃza eleitoral Carla Portela, dos professores Kildare Medeiros e Lúcio Ney, jornalistas Julierme Torres e Marco Antônio, além do advogado Herbert Mota, passei cerca de 3h30 debatendo sobre eleições e polÃtica na Rádio Rural de Mossoró.
O programa foi comandado pelo padre Flávio Augusto.
Obrigado pela oportunidade da boa companhia e do bate-papo enriquecedor para eu.
Em Timor Leste, por exemplo, eis o resultado final:
Marina Silva (PV) – 40 votos
Dilma Roussef (PT) – 26 votos
José Serra (PSDB) – 9
Plinio de Arruda (PSOL) – 1
Brancos – 0
Nulos – 0.
Veja abaixo a nota:
BundõesO presidente Lula já se conformou com a reeleição quase certa de Agripino Maia (RN), a quem odeia. Mas quem paga o pato é o PT do Rio Grande do Norte, “uns bundões”, segundo Lula repete sem parar.
Nota do Blog – Não sei se é verÃdica a expressão nem julgo que seja adequada, mas é insofismável que o PT do RN marcha em sentido inverso ao partido no paÃs, na "Era Lula".
Os dois mandatos de Lula em BrasÃlia não conseguiram inflar o partido no estado, torná-lo mais representativo, renovado e influente.
Virou caudatário do wilmismo e do seu PSB.
Para completar o enredo, recentemente ainda teve um prefeito dos seus quadros que se bandeou justamente para apoio à senadora Rosalba Ciarlini, do DEM, na disputa ao Governo do Estado.
Veja detalhes AQUI.
Qual a pesquisa certa, afinal?
Os números do Ibope, que atestam possibilidade escassa de existir segundo turno ou a do Start, assinalando eventual disputa entre Rosalba Ciarlini (DEM) e Iberê Ferreira (PSB) em nova eleição?
Meu fone, caixa de e-mail e contatos pessoais nas ruas são objetos da mesma abordagem. A mesma interrogação.
Vamos teorizar e procurar simplificar o cientificismo dos números, sem cairmos na tentação da crÃtica passional.
Uma dos dois está certo. Pela discrepância entre os dados do Ibope e as informações do Start, eles não têm como se fundir com resultado que sairá das urnas neste dia 3.
Também, por favor, vamos abolir esse lugar-comum que diz: "O que vale é a pesquisa das urnas". Bobagem. Urna não produz pesquisa, urna recebe votos.
Pesquisa estima, avalia, cogita, identifica tendência. Urna recebe e totaliza votos. A primeira é abstrata, a segunda é fato.
O Ibope não afirma, categoricamente, que não haverá segundo turno. Por seus números, Rosalba teria 8% de maioria sobre os demais adversários, margem boa, mas longe de ser confortável e irremovÃvel.
Boca-de-urna
Já o Start, considera que o segundo turno é uma realidade palpável. Os concorrentes de Rosalba somariam 3% a mais do que suas intenções de voto.
Estudos regulares indicam que uma boca-de-urna, ou seja, o último trabalho de catequese eleitoral no dia da eleição, pode produzir até 15% da votação total de um candidato. Ou seja, o resultado das urnas pode contrariar – e muito – uma pesquisa feita dias antes.
Na série de seis pesquisas Ibope, o que se observa é uma flutuação das principais candidaturas, sem aumentos súbitos ou quedas bruscas. Na verdade, algo compatÃvel com a realidade da própria campanha, que não teve episódios marcantes em termos de escândalos, que caracterizassem o chamado "fato novo".
Quanto às rodadas do Start, no total de sete sondagens, há crescente e compreensÃvel elevação de Iberê de 26 de julho a 24 de setembro, até chegar aos 32,4% desse sábado (1º). Ele pulou de 24% no dia 26 de julho para 32,4% nesse sábado (2º). "Engorda" de 8,4% em dois meses e sete dias.
Porém Rosalba desabou 8,5% em 12 dias, do dia 20 de setembro para o dia 2, sem uma justificativa plausÃvel. Tinha 49,3% àquele dia e agora, no sábado (2), estacionou em 40,8%.
A onda de denuncismo contra ela e a presença de Lula na campanha adversária teriam produzido esse solavanco?
Essa erosão acontecera sobretudo em Natal, onde teoricamente o eleitor é mais livre da pressão do poder e avesso ao "cabresto" de lideranças.
Enfim, a pergunta persiste: qual pesquisa está certa?
Os números disponÃveis, das duas pesquisas, não me garantem uma afirmação categórica e segura. Entretanto é certo que o Start faz uma aposta de alto risco, pois contraria não apenas o Ibope, mas todos os institutos que pesquisaram e oficializaram os dados até aqui.
De hoje não passa o testemunho das urnas.
O prefeito Leonardo Rêgo (DEM) e o vereador oposicionista Antônio Avelino (PP) entraram em confronto verbal e fÃsico. Precisou a intervenção de outras pessoas para separá-los em plena rua.
O vereador foi acusado de tentar bagunçar movimentação polÃtica nas proximidades da Praça de Eventos, centro da cidade. O caso não ficou mais sério porque houve interferência de pessoas mais moderadas.
Mesmo assim, o vereador quase era linchado por alguns partidários do prefeito.
Nota do Blog – Há poucos dias, em Venha Ver, os deputados federal e estadual, respectivamente Fábio Faria (PMN) e Raimundo Fernandes (PMN), ao lado de seguranças, foram às vias de fato com partidários do prefeito Expedito Salviano (PR).
Veja mais detalhes sobre esse caso clicando AQUI.


