Os números apontam nessa direção.
Conforme os dados levantados entre os dias 10 e 12 deste mês, a senadora Rosalba Ciarlini (DEM) abocanha 48% das intenções de votos, contra 20% de Iberê Ferreira (PSB) e 12% de Carlos Eduardo Alves (PDT).
Na soma dos adversários mais expressivos com os chamados "nanicos", só se chega a 34%.
Rosalba possui uma dianteira de 14%.
Seus concorrentes têm 49 dias para cumulativamente ultrapassar a senadora mossoroense.
A mesma pesquisa mostra, ainda, que independentemente de quem seja sua preferência, 51% dos ouvidos disseram acreditar na vitória de Rosalba, 17% em Iberê e apenas 8% em Carlos Eduardo.
Ou seja, além da maioria numérica das intenções de voto Espontânea-Estimulada e menor rejeição, a senadora tem mais essa "bolha" favorável, que produz atmosfera ainda mais otimista à sua postulação.
Sua consistência se agiganta, quando o mesmo Ibope mede a aceitação do Governo do Presidente Lula em cima de 87%. Mesmo apoiando Iberê e o próprio Carlos Eduardo, até aqui Lula não tem conseguido frear a preferência por Rosalba.
O eleitor separa a disputa presidencial da peleja paroquial. Conscientemente.
A tarefa que o governismo tem pela frente não é apenas de levar a competição para o segundo turno. A missão hercúlea é espocar essa bolha.


























