Como carro velho, o Governo "Da Gente" só pega no tranco. Sem pressão, não arranca.
Desconhece o que é ser democrático. É incapaz de ouvir. Sem o Ministério Público, escassos setores da mídia e a própria Justiça, já tinha transformado Mossoró num enorme campo de concentração.
E se as questões em epígrafe são transparência e respeito aos direitos de servidores e cidadãos, ninguém pode esperar iniciativa própria.
Senão vejamos:
– Criou o Jornal do Município (JOM) por pressão de setores escassos da mídia, como o Jornal Página Certa e recomendação do Ministério Público;
– Voltou a pagar o vale-transporte em dinheiro aos servidores, porque a Justiça tomou decisão apontando a irregularidade em contrário;
– Convocou agentes de trânsito concursados que estavam na "geladeira", após decisão da Justiça para um caso isolado em que ocorrera provocação de uma aprovada não convocada;
– Implantou o Portal da Transparência, em função de legislação federal que obriga tal procedimento;
– Há poucos dias foi advertido pelo Ministério Público para tornar mais transparente o processo licitatório, com divulgação de editais e resultados em órgãos de imprensa e não apenas no restrito Jom (que muitas vezes é veiculado em sábados e com tiragem claramente reduzida);
– Demitiu uma leva de parentes da prefeita e secretários, após pressão legal advinda da Lei Antinepotismo;
– Foi obrigado a engavetar Lei Complementar que criava regime militar para agentes de trânsito, em face de sentença da Justiça;
– Só liberou dirigentes do Sindicato dos Agentes de Trânsito à atividade sindical, um direito mais do que claro na legislação brasileira, após decisão obtida pela entidade no campo judicial;
– Manteve unidades de saúde aberta por pressão popular e intervenção do Ministério Público;
– E muito mais. Puxe pela memória e colabore com a história contemporânea da administração pública mossoroense, para que a própria história não se repita mais.

























