"Nós somos o que fazemos. O que não se faz não existe. Portanto, só existimos nos dias em que fazemos algo. Nos dias em que não fazemos nada, apenas duramos".
Padre Vieira
Jornalismo com Opinião
"Nós somos o que fazemos. O que não se faz não existe. Portanto, só existimos nos dias em que fazemos algo. Nos dias em que não fazemos nada, apenas duramos".
Padre Vieira
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH) informa que onze grandes reservatórios de água estão sangrando no estado.
Após o Gagalheiras em Acari, os açudes Cruzeta, em Cruzeta; e Dourado, em Currais Novos, também sangraram nesse fim de semana. Ambos são localizados na bacia Piranhas-Açu.
O Cruzeta tem capacidade para armazenar 35 milhões de metros cúbicos e o Dourado para pouco mais de 10 milhões de metros cúbicos. O Gargalheiras tem 40 milhões de metros cúbicos de capacidade.
Os onze reservatórios que chegaram a capacidade máxima são estes: Encanto, no município de Encanto, Passagem, em Rodolfo Fernandes, Beldroega, em Paraú, Novo Angicos, em Angicos, Riacho da Cruz, em Riacho da Cruz, Pataxó, localizado em Ipanguaçu, Mendubim, em Assu, Marechal Dutra (Gargalheiras), em Acari, Cruzeta, em Cruzeta e Dourado, em Currais Novos.
Até 1° de junho próximo a Câmara de Mossoró deverá estrear sua página na Internet.
A decisão e o prazo fazem parte de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com o Ministério Público.
O saite terá como uma de suas principais atrações, o fornecimento do balancete da Casa. Simplificando: seu movimento financeiro mensal.
Parece brincadeira, mas essa ferramenta de comunicação nunca tinha sido instalada pelas gestões anteriores, não obstante seu custo relativamente barato e eficiência.
Médicos integrantes do Samu (Natal) passam retrato do setor de saúde no município. Parece paradoxal, mas pedem socorro.
Eles enviam relato ao vice-presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Marcos Vale. Veja abaixo:
O presente e-mail vem colocar e alertar Vsa. Excelência para a situação dos pronto atendimentos municipais na presente data (10/04/2009):
P.S Esperança…apenas um médico, com falta de vários insumos medicamentosos. O SAMU está mandando agora para aquele P.A. Dipirona, gotas e injetável, seringa e Álcool;
P.S. Satélite…Sem médico;
P.S Rocas…sem clínico e sem pediatras, com paciente internados;
Unidade mista de Felipe Camarão: sem clínico;
P.S de Mãe Luiza…sem médico;
Maternidade Leide Morais, sem pediatra, encaminhando todos os paciente.
Senhor vice presidente, essa situação está pondo em risco e sob questionamento a possibilidade de uma regulação médica precisa, austera e eficaz por parte do Samu-Natal, sobrecarregando as portas de entrada hospitalares, traz prejuízos evidentes à saúde da população e mais, denigre e compromete o exercício pleno da medicina.
Estamos sempre na alça de mira da opinião pública, somos sempre os vilões, os mercenários que só pensam em dinheiro, em remunerações elevadíssimas. Não é possível aceitar mais esse tipo de aviltamento da dignidade do profissional médico.
O CRM é nossa certeza, e única esperança de um movimento ordenado que culmine com a condição plena do exercício da medicina, aliada a uma remuneração que nós permita viver com dignidade e ofertar dignidade a quem de nós depende.
Por favor, não feche os olhos para essa situação, nós médicos e toda a população desse município depende do vosso olhar.
Cordialmente,
Médicos reguladores do SAMU Natal.
O crime praticado contra Mossoró, com milhões anualmente gastos na malha viária, sem o mínimo de perenidade do trabalho feito, recebe uma explicação técnica muito coerente. Leia abaixo:
Carlos, Não tenho dúvidas que o problema dos buracos é um problema de gestão.
Tive a oportunidade de ler no Correio da Tarde (11/04/2009) a opinião do colunista Pedro Carlos a respeito do assunto e discordo em parte de sua análise. Peço que leiam essa coluna para poderem entender o meu ponto de vista.
Primeiro, é dever do município manter as ruas em bom estado de conservação, pois fazemos os pagamentos dos nossos impostos;
Segundo, não tenho dúvida que o CBUQ (Composto Betuminoso Usinado a Quente) é caro e que pode chegar a R$ 150 mil por KM, porém não é caso para as ruas de Mossoró, haja vista que não será construída sub-base e base, ou seja, o valor acima é contabilizado para uma área nova levando-se em conta toda construção do leito de rodagem;
Terceiro, as chuvas podem causar problemas de ordem estrutural nas ruas, mas em Mossoró o que se vê é a falta de qualidade do material utilizado para o recapeamento e, sobretudo, a falta de manutenção;
Quarto, é dever do cidadão denunciar e se fazer ser ouvido pelos governantes, pois eles nada mais são que nos representantes, ou seja, só são prefeitos, governadores, vereadores, deputados etc por que o povo os elegeram;
Quinto, concordo que a prefeitura só deve iniciar o recapeamento quando passar o período de chuvas (a obra é grande!!!), mas é necessário iniciar a operação tapa buraco com o asfalto de baixa qualidade para dar o mínimo de conforto ao cidadão quando estiver trafegando nas ruas de Mossoró.
Por fim, viva a democracia que nos deu o direito de protestar contra aquilo que consideramos estar ferindo o nosso direito.
Gutemberg Dias – ghdias@terra.com.br
Percorri centenas de quilômetros pela região Oeste e serrana do Rio Grande do Norte, durante dois dias. Vi um inverno abundante.
Mas também me chamou a atenção, as estradas estaduais de ótima qualidade. Contei nos dedos a quantidade escassa de buracos. Estimula sair por aí, vendo tanta beleza.
Nas cidades, calçamentos e asfaltos impecáveis. Escassas exceções.
Daí reforçar minha interpretação de que algo de muito estranho ocorre em Mossoró. Muito mesmo.
A prefeitura anuncia com pompa que vai enterrar cerca de R$ 8 milhões na restauração da malha viária. Pavimentação asfáltica e a paralelepípedos será recomposta.
Não creio em resultados de médio ou longo prazos. Quem se atreve a dar uma cusparada no piso da cidade, corre o perigo de fazer um buraco.
A explicação para tamanho crime contra o cidadão, o contribuinte, talvez esteja na lista de "novas" empreiteiras que trabalham para a prefeitura. Várias delas surgiram há poucos anos e só possuem um cliente: a Prefeitura de Mossoró.
Fiscalização, é lógico, inexiste na medida dos interesses da sociedade.
A justificativa para ruas e avenidas destroçadas chega a ser hilariante: é o inverno.
Engraçado que passei por município onde chuvas, num único dia, chegaram a mais de 180 milímetros e o asfalto está intacto. A intensidade pluviométrica de Mossoró deve ser acrescida de algum produto ácido.
Pobre Mossoró!
O deputado Robinson Faria (PMN), presidente da Assembléia Legislativa, integra a partir de amanhã (quarta, 14) a comitiva da União Nacional dos Legislativos Estaduais (UNAVALE) em viagem internacional.
Ele e os demais integrantes do colegiado visitará o Parlamento Europeu em missão internacional, entre os dias 14 e 24 de abril.
Robinson foi convidado pela presidência da Unale.
Para integrar a Missão Internacional da Unale, Robinson Faria apresentou requerimento solicitando à Assembléia Legislativa autorização para se licenciar da Casa, como determina o Regimento Interno do Poder legislativo.
Em sua lugar fica a vice-presidente, Márcia Maia (PSB).
A Assembleia Legislativa vai promover audiência pública sobre segurança no RN. Está definida para quarta (15), às 9h.
O debate envolverá parlamentares e vários convidados, no Auditório Robinson Faria (PMN).
Entidades como Ministério Público, OAB, Polícia Federal, governo do Estado etc. devem enviar representantes.
Faleceu à manhã de ontem (domingo, 12), em Mossoró, o comerciante Zé Porquinho, proprietário de um bar/restaurante que leva seu nome. Localiza-se no bairro Boa Vista.
Há vários meses enfermo, Zé Porquinho costumava não seguir as orientações médicas nem ouvia os conselhos de seus fregueses e amigos. Seu pai, o também comerciante Severino Caçador, morreu há aproximadamente um mês, na cidade de Severiano Melo, o que, de certa forma, agravou o seu estado de saúde.
O corpo foi velado no seu restaurante, localizado a rua Professor Manoel João, Boa Vista.
Com informações do Blog do Tio Colorau (AQUI).
A Universidade do Estado do RN (UERN) vai passar por inspeção. O trabalho será realizado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).
O colegiado entende que a instituição deve muitas explicações quanto à contratação de servidores nos últimos dez anos.
A proposição foi do conselheiro Tarcísio Costa, acatada à unanimidade pelo plenário.
Veja AQUI.
O Açude Gargalheiras em Acari, região Seridó, sangrou mais uma vez. De novo é um espetáculo para olhos e alma.
Amigos seridoenses ligam e mandam e-mail para mim. Convidam-me para testemunhar tamanha belezura (veja foto acima).
Tenho que encontrar um tempinho para aproveitar esse e tantos outros predicados do lindo Seridó.
Foto: Canindé Soares (conheça AQUI).
Num domingo de ordinária preguiça e doméstica solidão, encorajei-me a arrumar meus livros, ainda desorganizados por causa de minha mudança recente para a Cidade da Mangueiras (Pará). No fundo, senti que esse lampejo de coragem era mais a certeza de encontrar velhos amigos e velhas histórias a desejo de ver os livros bem empilhados e bem separados.
Estava certo.
Pus-me ao trabalho. Entre uma e outra pilha de livros que tentava organizar, caiu-me à mão A Montanha Mágica.
Contemplei-o por alguns segundos, mas sequer cogitei ler um parágrafo naquele instante, em especial pela foto grave e austera de Thomaz Mann, que ilustra a capa – aparentemente mais cançado e mais solitário do que eu. Mudei de estante e, com uma certa dificudade, levantei as Fábulas de La Fontaine (de 1875, edição portuguesa, em grande formato, com ilustrações de Gustave Doré, um primor!), assoprei a poeira que hereticamente o encobria, e, de imediato, lembrei-me de havê-lo comprado em São Luis (MA), em um sebo no centro histórico, que funcionava em um grande casarão colonial.
Lembrei que foi um dia aprazível, compratilhado com um grande amigo, hoje distante, em que passeamos, sorrimos, falamos da vida, do futuro, tiramos fotos…
Mais a frente, deparei-me com Ulisses, de James Joyce (edição razoável, capa dura, comprado em sebo, com alguns rabiscos de uma criança que soube dar melhor utilidade à obra do que eu, a quem só serviu de enfeite até hoje), estava inconvenientemente entre os livros poesia, e me perguntei sobre a necessidade de ler uma obra tão copiosa e truncada para, sabendo que não haverá muito o que entender, poder dizer que li – e até, talvéz, poder blefar, dizendo que entendi. Senti um constrangimento morno, que assim passou.
Sequer abri a contracapa. Coloquei-o em seu devido lugar. Inusitadamente, em uma estante perto da janela, encontrei a Odisséia (publicado pela Ediouro, edição simplezinha, mas com texto integral e com tradução – duvidosa – em prosa), presente que minha mãe trouxera de Fortaleza (CE).
Foi o primeiro clássico que li, aos 14 anos (a data e a rubrica apostas na contracapa autorizam a precisão do ano mais que a minha memória), pelo qual me apaixonei, mesmo sem saber, naquele tempo, o que significava “deleite”, “jocosa”, “entrementes”… e por aí vão-se os grifos da mão juvenil que o tempo já empresa algumas rugas. Meio providencial que meu gosto pela leitura tenha se inciado formalmente, se assim posso dizer, com essa obra, que me levaria a tantas e tantas outras odisséias… “deleitosas”, “jocosas”…
Após mais uma tentativa de por ordem nos caos, fui me deitar, com a sensação de que os livros nos servem, também, nos domingos de ócio costumeiro e doméstica solidão, mesmo sem precisar ler uma página sequer, a relembrar amigos distantes, a revisitar lugares agradáveis, a nos questionar sobre nós mesmos e a viajar, a empreender todas as odisséias impossíveis a um quarto fechado, num dia de domingo.
Belém, 5 de abril de 2009.
Carlos Henrique Harper Cox é defensor público do Estado do Pará
Nessa curtíssima folga que me autoconcedi (veja postagens mais abaixo), Martins deu-me o prazer de também conhecer Francisco Dias da Cunha, o "Professor Pichico".
Está com lucidez a mil, do alto dos seus 85 anos. Loquaz, articulado e com ótima memória. Aposta que vai chegar aos 100. Que assim seja.
Alguns internautas mais maduros devem identificá-lo como docente de latim no Colégio Diocesano Santa Luzia (Mossoró), Colégio Sagrado Coração de Maria (Mossoró) e o Cólégio Estadual Jerônimo Rosado.
Fomos apresentados em um dos mirantes martinenses. Conversa longa, em que desfiou parte de sua vida na docência, seminário e contexto social do RN.
Nos anos 80, ele chegou a comandar a Sunab em plena efervescência do governo José Sarney e da luta contra a hidra da hiperinflação.
Saúde e paz, professor.
"Uma grande tentativa é gloriosa, mesmo quando fracassa."
Thomas Edson
Além de sua beleza indizível, clima e cordialidade do seu povo, Martins premiou-me com algo mais: conheci o advogado e pesquisador Francisco Maniçoba.
Ele foi vice-prefeito na gestão do já falecido ex-prefeito Manoel Barreto.
Ex-seminarista, com passagem pelo Colégio Diocesano Santa Luzia (Mossoró), "doutor Maniçoba" guarda memória privilegiadíssima. Sua conversa é fluente e carregada de detalhismo.
Tem o apetite e esmero dos grandes estudiosos, com especial atenção à genealogia, sociologia e antropologia.
Depois reapareço por aí, doutor.
O poderoso grupo controlador da marca Lojas Americanas está entusiasmado com os resultados comerciais em Mossoró. Vem aí mais investimentos.
Além da loja que alcançou várias marcas como campeã de vendas no país, localizada no West Shopping, a Americanas se instalará na Rua Coronel Gurgel, centro.
É provável que fique onde antes funcionou a Galeria Diniz. Há vários meses que eram feitas avaliações e sondagens para implantação de mais essa loja.
Sucesso.
Compra de votos
Juiz de Direito em período eleitoral em Alexandria, Assis Amorim recebe seguidas denúncias verbais à sua mesa, que revelam o radicalismo da disputa.
– O povo dos Veras está comprando votos a dez reais – proclamam os denunciante diante do juiz.
A ladainha não para.
Já enfezado com o conhecido lengalenga da política paroquial, que conhecia bem, ele toma uma decisão salomônica, que põe fim àquele enredo.
– Já que seus adversários estão comprando voto a dez, compre a 20 – recomendou, trincando os dentes.
E assim acabou a celeuma.
Depois de pouco mais de 48 horas sem "dar as caras" por aqui, ou somente com essa carranca aí acima, no topo da página, eis-me de volta ao trabalho.
Concedi-me uma merecida – assim entendo – folga. Sem maiores extravagâncias.
Fui premiado com um giro por Martins e Portalegre. Umectadas por chuvas, irradiando um verde superlativo, estão ainda mais encantadoras.
Ainda foi possível perambular por Riacho da Cruz, Viçosa, Caraúbas e Governador Dix-sept. Não faltaram agradáveis contatos com figuras humanas enriquecedoras.
Pedro Alcântara Lopes, o "Pedrinho da Flama", ladeado pelo anestesiologista Fred Miranda, é que capitaneou essa excursão. Revigorou-me para o trabalho.
Então, dada as explicações – que não são justificativas ao sumiço, vamos ao trabalho.
Aguente aí.
A Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Norte (FCDL/RN) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal) realizam no próximo dia 16 de abril o lançamento oficial da 13ª Convenção do Comércio Lojista e Serviços do RN. O evento será realizado às 8h, durante café da manhã, na sede da CDL Natal (Rua Ceará mirim, 322 – Tirol).
O jornalista mossoroense Jânio Rego, que tem atuação na imprensa baiana há vários anos, resolveu fazer uma boa ação. Assume papel de mecenas. Ele doou mil livros da "Coleção Mossoroense" à biblioteca municipal de Feira de Santana (BA). Manifestou a decisão ao prefeito desse município baiano, Tarcísio Pimenta. Veja AQUI.
Obrigado à leitura deste Blog à primeira-dama de Porto do Mangue, dona Maria Clara, a Pedro Alcântara Alves Lopes, o "Pedrinho da Flama" (Mossoró) e dona Maria Lúcia Rosado (Natal).
Um dos grandes desafios em política é converter conquista em consolidação. O império dos mil anos, materializado por Roma, é uma raridade na história humana.
Na política moderna, é ainda mais complexo dilatar o poder ao longo dos anos. Não é simples vencer e enraizar essa força.
O que a facção da prefeita Fafá Rosado (DEM) ensaia é compreensível. Quer se tornar independente, libertando-se do rosalbismo.
O seu líder, agitador cultural Gustavo Rosado, apesar de inúmeros defeitos e deformidades de caráter, não pode ser destituído do rótulo da ousadia. Está ousando.
Mas como disse acima, uma coisa é conquistar – outra é consolidar. Por enquanto, o chamado "fafaísmo" não ganhou maioridade nem lastro para empinar o nariz.
Em 1º de janeiro de 2013, Fafá Rosado não será mais prefeita. Pode ser o fim desse terceiro braço político do clã Rosado, se não tiver habilidade para esticar sua existência.
Depois volto ao tema.
Há tempos não via nem conversava com o empresário Rútilo Coelho. É um empreendedor por natureza. Cuidadoso em tudo que realiza.
Esse cearense de Milagres faz jus à origem, tornando realidade o que para muitos é algo impossível. Mossoró agradece sua ousadia
Estive à manhã de ontem, por uma injunção fugaz, em sua Potyran. Uma beleza!
A concessionária da General Motors está na contramão da crise que se espraia pelo mundo. São 10 mil metros de área construída. Pelo menos dois mil ele ergueu incessantemente nos últimos dois anos.
Como disse acima, não foi possível esticar a conversa em seu gabinete de trabalho. Fica para uma próxima vez.
Sucesso. Sempre.
Mossoró continua surpreendente. Veja mais essa.
Uma loja em frente à Câmara de Vereadores, passou o dia de hoje (quinta, 9)expondo um boneco em forma de "Judas", com placa em seu peito tendo a seguinte chamada: "Vende-se".
O boneco, muito bem "trajado", estava exposto num poste e pronto para ser negociado. Não sei se foi vendido até o final do dia. Passei cedo por lá.
A cena bizarra diante da câmara, é mais do que sugestiva. Parece provocação.
Sostô!


