Além de ficar em segundo plano no controle do governismo municipal, espaço que foi ocupado por seu cunhado, o agitador cultural Gustavo Rosado (DEM), Leonardo não pára de se desgastar. Mete os pés pelas mãos. Sua mulher, a prefeita Fafá Rosado (DEM), está com uma retaguarda trapalhona. Falta um mentor. Alguém do ramo.
Ele entende de política, tanto quanto a prefeita de administração pública ou física nuclear. Por isso que o chefe de Gabinete, Gustavo, instalou poder político no vácuo e se transformou no "prefeito de fato".
O ex-deputado estadual Carlos Augusto (DEM) e sua mulher, senadora Rosalba Ciarlini (DEM), líderes do rosalbismo, grupo a que Fafá-Leonardo & Família são agregados, também fazem sua parte para colocá-lo em embaraços. Acontecimentos recentes deixaram o marido da prefeita completamente sem prumo.
Nas denúncias para tentar fechar a TV Mossoró, quem se meteu na frente foi Leonardo, certo de que estava se capitalizando. Carlos e Rosalba ficaram por trás, só botando "fogo" e mantendo o verniz facial de democratas.
Nas negociações para aliança à campanha municipal, novamente o deputado aparece atabalhoadamente. Tem-se envolvido em reuniões sem oferecer o mínimo de argumentos ou conversa inteligível. "Fica difícil conversar assim", resmungou uma liderança do PR, depois de ouvir "coisa nenhuma com nada", de Leonardo.
Um colega médico de Leonardo não estranha essa faceta pachorrenta do deputado. "Ele foi diretor clínico da Casa de Saúde Dix-sept Rosado e a sua maior intervenção foi mandar instalar dois armadores numa sala, para passar o dia deitado numa rede, lendo revista e assinando dezenas de procedimentos do Sus", narra.
Esta terra um dia ainda vai cumprir seu ideal.

























