O vice-governador dissidente Robinson Faria (PSD) flutua, sem rumo, no atual instante da pré-campanha eleitoral 2014. Previsível.
Há tempos e tempos este Blog “canta a pedra” do esvaziamento e isolamento da postulação dele ao Governo do Estado.
Nem mesmo alguns arroubos recentes, como resmungar que pode sair candidato a governador, contra “acordão” de alguns caciques, rendeu maior desdobramento. No máximo, notas e manchetes em páginas virtuais.
Robinson foi o primeiro protagonista dessa intrincada política contemporânea potiguar, a preconizar que a nau-capitânia de Rosalba Ciarlini (DEM) e o todo-poderoso “governador de fato” Carlos Augusto Rosado (DEM) iria a pique.
Vanguarda
Pavimentou o próprio caminho à Governadoria repetindo o ramerrame de sempre, com agenda de velórios, aniversários, festa de padroeiros, entrevistas etc. E daí?
E daí, nada!
As pesquisas revelam que ele não inflou a própria imagem e não se revela como alternativa às forças tradicionais. E é bom que se diga: não tem nada de novo nem apresenta diferenciais de vanguarda, mesmo que conhecido como homem de compromisso e correto nas relações políticas.
Por isso que as perspectivas para Robinson em 2014 vão se fechando, encurralando-o em opções mais restritas e modestas. Ao mesmo tempo, dependente de caciques de maior graduação, como Wilma de Faria (PSB) – que execrou na campanha passada – e dos Alves.
O que o espera adiante?
Talvez o retorno às veredas que levam à Assembleia Legislativa ou, numa reviravolta, lugar numa chapa com Wilma ao Governo do Estado. Enfim, muito pouco para quem enxergou o futuro como vice de Rosalba e novamente antecipou o que viria adiante, largando-a lá atrás.




































