O Palácio da Resistência tem uma estratégia de ações integradas e, sistêmicas, para virar o jogo a seu favor na Câmara Municipal.
A articulação começa com o presidente da Casa, Claudionor dos Santos (PDT), segurando o requerimento que pede para ele botar o plenário para decidir pelo endosso ou não da eleição da mesa diretora, ocorrido dia 2 de julho último. Isso Claudionor tem conseguido (veja postagem um pouco mais abaixo).
Noutra frente, o governismo tenta desmanchar a maioria de um voto da oposição. O alvo preferencial agora é Jório Nogueira (PDT). Ele tem sido assediado incisivamente nos últimos dias, com caudalosas vantagens.
Conseguindo maioria, entra em pauta outra operação até mais fácil: realizar outra eleição para a mesa diretora, fazendo uma composição que agrade ao Palácio da Resistência.
Nos intramuros, o nome trabalhado para ser presidente seria o de Manoel Bezerra de Maria (DEM), ex-vereador que assumiu a titularidade há pouco mais de um mês, com a morte da vereadora Niná Rebouças (DEM).
Como se vê, a costura aberta pelo prefeito de fato, agitador cultural Gustavo Rosado (PV), é complexa. Entretanto é factível.
As tentações são enormes.
Volto em poucos minutos com outra novidade sobre esse caso.























vc e o cara
vc e o cara