terça-feira - 17/05/2022 - 20:08h
Deputado federal

Carlos Augusto arregaça as mangas para nova campanha

Carlos: nova campanha e novos desafios (Foto: arquivo)

Carlos: nova campanha e novos desafios (Foto: arquivo)

Líder do rosalbismo, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado começou a chamar para conversas nomes de apoio ao projeto de reeleição do deputado federal Beto Rosado (PP), seu sobrinho.

O trabalho é para organizar a campanha que vem pela frente.

Mãos à obra.

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segunda-feira - 16/05/2022 - 23:58h

Pensando bem…

“É necessário sair da ilha para ver a ilha. Não nos vemos se não saímos de nós.”

José Saramago

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segunda-feira - 16/05/2022 - 18:35h
Eleições 2022

96 FM divulgará a segunda pesquisa AgoraSei nessa quarta-feira

Pesquisa 96 FM - AgoraSei, segunda pesquisa eleitoral de 2022O Jornal das Seis, da 96 FM de Natal, divulga nesta quarta-feira (18) a segunda Pesquisa Estadual AgoraSei nas Eleições 2022.

Será divulgada a corrida eleitoral para o Governo do Estado, Senado e Presidência da República, além da avaliação das gestões Fátima Bezerra e Jair Bolsonaro.

A pesquisa ouviu 1.200 eleitores em todas as 19 microrregiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 11 e 14 deste mês.

O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 2.8 pontos percentuais, para mais ou para menos sobre os resultados totais da amostra.

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segunda-feira - 16/05/2022 - 18:00h
Alto Oeste

Conselho de Arquitetura e Urbanismo fará encontro com prefeitos

Lei da Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social - ATHISNa quinta e sexta-feira próximas (19 e 20), o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Norte (CAU/RN) vai realizar, no município de Pau dos Ferros, o I Fórum de Prefeitos do Alto Oeste, onde pretende reunir mais de 30 prefeituras da região. Começará às 8h na Ufersa.

O evento visa disseminar junto às prefeituras a Lei federal nº 11.888/2008, a Lei da Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social – ATHIS. Tal lei garante que famílias, com renda de até 3 salários-mínimos, recebam assistência técnica pública e gratuita para a elaboração de projetos, acompanhamento e execução dos projetos. Os serviços de assistência técnica previs­tos por essa Lei devem ser custeados por recur­sos de fundos federais, estaduais e municipais direcionados à habitação de interesse social, por recursos públicos orça­mentários ou por recursos privados.

O evento vai mostrar aos prefeitos e suas equipes (secretários e corpo técnico) como fazer para pôr em prática essa lei e beneficiar a população de baixa renda, apresentando o caminho a ser trilhado de maneira didática para implantação do ATHIS.

Outra pauta deste evento é o momento sobre plano diretor, mobilidade e acessibilidade nas cidades. Será evidenciada a importância do planejamento urbanístico. O crescimento ordenado, garantindo um desenvolvimento seguro em vários aspectos, inclusive para a economia.

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segunda-feira - 16/05/2022 - 17:20h
Drama

Em dez anos, RN perde 34% dos leitos pediátricos

Por Felipe Salustino (Do Tribuna do Norte)

O Rio Grande do Norte fechou 432 leitos pediátricos em 10 anos, de acordo com dados da plataforma Datasus, do Ministério da Saúde. Os números se referem aos leitos clínicos e cirúrgicos do próprio Sistema Único de Saúde (SUS) e da rede privada, mantidos com recursos do SUS. A redução em uma década é de 34,58% – eram 1.249 leitos em 2012 e em 2022 são 817. O quantitativo atual foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap/RN).

Hospitais têm fechado nos últimos anos (Foto: Magnus Nascimento Repórter Felipe Salustino

Hospitais têm fechado nos últimos anos (Foto: Magnus Nascimento
Repórter Felipe Salustino

As estatísticas sobre a quantidade de leitos para tratamento infantil no RN indicam uma redução quase que progressiva ao longo dos últimos 10 anos. Se em 2012 o Estado registrava  1.249 instalações, em 2013, o número caiu para 1.171. Em 2014, a quantidade reduziu para 1.128; para 1.076 em 2015; e para 960 em 2016. Em 2017, o número caiu para 948. Em 2018, 2019 e 2020, os leitos pediátricos do RN eram 895, 854 e 855, respectivamente. Em 2021, o número foi a 886, mas voltou a cair e hoje são 817 leitos pediátricos no Estado.

Na contramão do quantitativo de leitos, o número de pediatras no Rio Grande do Norte cresceu em quase 10 anos. Dados da última edição da pesquisa Demografia Médica no Brasil (DMB) apontam que o Estado registrava 472 profissionais da área em 2020. Em 2011 eram 197; em 2013 o número cresceu para 214; em 2015 e 2018, os dados apontavam para 318 e 412 pediatras, respectivamente.

Leitos pediátricos no RN em 10 anos 

2012: 1.249
2013: 1.171
2014: 1.128
2015: 1.076
2016: 960
2017: 948
2018: 895
2019: 854
2020: 855
2021: 886
2022:  817

Fonte: Datasus /Ministério da Saúde

A professora do Departamento de Pediatria/UFRN, Jussara Melo de Cerqueira, afirma que não considera haver excesso ou déficit de profissionais no Estado. Para ela, o que existe é uma má distribuição, com maior concentração na capital e escassez de pediatras no interior.

Veja matéria na íntegra AQUI.

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segunda-feira - 16/05/2022 - 16:30h
RN

MPF recorre para que Caixa reforce fiscalização de obras públicas

MPF recorre a segundo grau sobre decisão judicial (Foto ilustrativa)

MPF recorre a segundo grau sobre decisão judicial (Foto ilustrativa)

O Ministério Público Federal (MPF) recorreu da decisão que indeferiu os pedidos feitos em uma ação civil pública (ACP) movida contra a Caixa Econômica Federal (CEF) e a União. Nessa ACP, o MPF cobra a devida fiscalização das obras realizadas com recursos públicos no estado do Rio Grande do Norte, cujos contratos tenham sido intermediados pelo banco. Falhas nessa vistoria vêm permitindo o desvio de verbas e servindo de argumento para a defesa de maus gestores, já que a CEF acaba atestando obras superfaturadas, incompletas e até mesmo serviços que não foram executados.

O recurso do MPF deverá ser analisado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) e reforça que aproximadamente 15% dos procedimentos que apuravam possíveis casos de corrupção – entre os que tramitavam na Procuradoria da República no Rio Grande do Norte em 2020 – estão relacionados a contratos nos quais a Caixa é interveniente e tutora e que, se somados, representam milhões de reais em recursos públicos.

Ao negar os pedidos do MPF em primeira instância, o magistrado entendeu que “não compete ao Judiciário definir a forma como os órgãos públicos devem proceder à fiscalização dos recursos que eles destinam para outros órgãos públicos ou a pessoas jurídicas de direito privado para a consecução de obras públicas”.

CGU

Servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) reforçaram à Justiça os prejuízos causados pela fiscalização ineficiente. Eles alertam que diversos gestores usam os dados superficiais da fiscalização da Caixa para rebater os relatórios da CGU.

O Relatório de Acompanhamento de Empreendimento – RAE – usado pelo banco, descreveram os representantes da controladoria, é “apenas uma folha onde se marca ‘x’ e diz se a obra está atrasada, uma análise bem superficial (…) não há fotos, laudos, pareceres, só o RAE e por ele não tem como ter ideia se vistoria atendeu aos requisitos; (…) esse método favorece o desvio de recursos”.

Veja matéria completa clicando  AQUI.

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segunda-feira - 16/05/2022 - 15:40h
Segunda etapa

TRE/RN promove campanha para doação de sangue

A segunda etapa da campanha  “Confirme Vida. Doe Sangue” começou nessa segunda-feira (16), em Mossoró. A ação realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), em parceria com o Hemonorte,  tem como objetivo incentivar a doação e aumentar o número de bolsas de sangue disponíveis no Estado.Confirme-a-Vida---Quando-e-Onde-doar---Mossoró_02

A campanha faz parte das comemorações dos 90 anos da Justiça Eleitoral.

“Doar sangue é ter a possibilidade de compartilhar o que temos de mais valioso: a vida. E para reforçar a importância da doação de sangue, sensibilizar novos doadores e fidelizar os que já existem, o TRE-RN está promovendo a campanha “Confirme Vida. Doe Sangue. Queremos incentivar não só os servidores da Justiça Eleitoral, mas também toda a população do Rio Grande do Norte”, disse o presidente do TRE-RN, desembargador Gilson Barbosa.

A campanha não é destinada apenas para os servidores do TRE-RN. A ideia é que toda a população, desde que cumpra os requisitos determinados, participe desta ação solidária. Haverá mobilização em cinco polos do estado em diferentes datas. Em Mossoró, as doações podem ser feitas de 16 a 20 de maio no Hemocentro Regional  (Rua Projetada, s/n. Bairro Aeroporto – Mossoró / RN. CEP: 59.611-100).

Quem pode doar?

Para ser um doador de sangue é preciso: ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos de idade precisam de consentimento do responsável legal), estar saudável; pesar acima de 50 kg; ter dormido seis horas na noite anterior; evitar alimentos gordurosos antes da doação; não ter ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores e apresentar um documento oficial com foto.

Mais informações sobre os critérios para ser um doador de sangue, acesse o site do Hemonorte: //bit.ly/Hemonorte.

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segunda-feira - 16/05/2022 - 08:28h
Eleições 2022

Ezequiel, que ‘seria’ candidato ao governo, vai conversar com Fátima

Em agenda que cumpriu em Apodi na sexta-feira (13) – veja AQUI, o presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira (PSDB), falou sobre sua posição em relação à disputa ao governo estadual 2022.

– O senhor vai apoiar à reeleição de Fátima?, questionou o jornalista Cézar Alves, do portal Mossoró Hoje e Rádio Difusora de Mossoró.

“Nós vamos conversar. Eu fiquei de conversar com a governadora, mas ainda não tive oportunidade. O PSDB é um partido que discute democraticamente essas alianças. Temos 12 deputados e iremos escutá-los também sobre isso”, respondeu o deputado.

A base parlamentar do PSDB está rachada ao meio. Seis ficarão com Fátima e igual número com Fábio Dantas (Solidariedade), concorrente dela.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Cá para nós e o povo da rua: vai estar com a governadora Fátima Bezerra (PT), com quem se afinou desde o segundo turno das eleições de 2018.

Pode mudar? Pode. Para isso, é imprescindível que Fábio avance como um fenômeno e em condições de vitória. Aí valerá o voto útil.

Apesar de especulado durante muitos e muitos meses como “candidato certo” a governador, Ferreira nunca acenou minimamente para esse projeto e decidiu o que cantamos em prosa e verso há bastante tempo: concorrerá à reeleição.

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segunda-feira - 16/05/2022 - 07:38h
Legislativo

Tese de inconstitucionalidade deve alongar polêmica de projeto

Objeto de polêmica na Câmara Municipal de Mossoró, nessa última semana, o Projeto de Lei do Legislativo nº 9/22, que cria o Fundo Municipal de Combate à Fome, promete continuar gerando celeuma dentro e fora desse poder. A matéria é vista como relevante, de autoria do vereador e pré-candidato a deputado estadual Isaac da Casca (MDB), mas isso não basta.

Plenário teve sessão bastante controvertida (Foto: Edilberto Barros/Arquivo)

Plenário teve sessão bastante controvertida (Foto: Edilberto Barros/Arquivo)

O projeto do Fundo Municipal de Combate à Fome teria quer ser enviado à Câmara pela Prefeitura, como fez o Executivo para criação do Fundo Municipal de Políticas Penais (Projeto de Lei Complementar nº 5/2022), cuja redação final o Legislativo aprovou quarta-feira (11). Ambos têm a mesma natureza jurídica, é o entendimento dominante.

A proposta do vereador possui vício de iniciativa e seria inconstitucional, pois afronta a alínea e, § 1º, do art. 61 da Constituição Federal. Esses dispositivos reservam ao Executivo a prerrogativa da criação de fundos públicos.

A iniciativa também contraria os incisos III e IV, do art. 57 da Lei Orgânica Municipal, os quais estabelecem que somente o Executivo Municipal pode criar estrutura na administração pública – e não somente secretarias ou diretorias, mas também órgão equivalentes na Prefeitura.

Estresse político

Até então desconhecido, o Fundo Municipal de Combate à Fome ganhou repercussão em razão de fato incomum. Na rejeição do pedido de urgência ao projeto, na sessão de quarta-feira (11), coube ao presidente da Câmara, Lawrence Amorim (Solidariedade), desempatar o placar de 9 x 9. Sua posição contrária à urgência, e não ao projeto, como deixou claro no ato do voto, desencadeou ataques ao vereador na mídia digital.

Pré-candidato a deputado federal, com apoio do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), Lawrence é um dos alvo preferenciais de adversários políticos do prefeito, em Mossoró.

Senado

“Sobre essa questão, aliás, o Senado já decidiu, no parecer n° 2, de 2019, da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), serem ilegais projetos de lei de parlamentares que instituam fundos orçamentários, cujos recursos estejam sob a responsabilidade dos órgãos do Executivo e do Judiciário”, comenta um jurista consultado em Natal, por nossa página, que pede para preservar seu nome, haja vista não ter relação de interesse no assunto e tenta não ser outra vítima de infantarias digitais.

Vale salientar que a vedação se aplica a casos dessa natureza. Nos demais poderes, é constitucional a criação de fundos. É o caso do Fundo Rotativo da Câmara do Deputados, gerido pelo Legislativo, e o Fundo Partidário, transferido aos partidos políticos pela Justiça Eleitoral.

“Portanto, no caso de fundos orçamentários cujos recursos estejam sob a responsabilidade dos órgãos do Poder Executivo, há doutrina e jurisprudência que atestam o PL nº 9/2022 como inconstitucional por vício de iniciativa e que, em razão disso, deve ser arquivado pela Câmara”, acrescenta.

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segunda-feira - 16/05/2022 - 06:42h
Série D

América vence Globo e sobe para a quarta colocação

O América foi até Ceará-Mirim nesse domingo (15) e venceu o Globo pela Série D do Campeonato Brasileiro 2022.

Araújo fez 1 x 0 de bicicleta aos 41 minutos e, antes do término do primeiro tempo, ampliou com William Marcílio. Vitória por 2 x 0.

Os dois times do RN estão no Grupo 3 da competição. O alvirrubro de Natal com oito pontos e quarta colocação, enquanto o adversário é penúltimo colocado com a penas um ponto.

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domingo - 15/05/2022 - 23:54h

Pensando bem…

“Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você.”

Friedrich Nietzsche

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domingo - 15/05/2022 - 12:20h

Negócio rural e o ser humano como grande investimento social

Por Josivan Barbosa

O comércio mundial de frutos tem um verdadeiro impacto nas comunidades e nas crianças, além da geração de postos de trabalho. Isto pode ser visto no exemplo do Peru onde os produtores levam a sério as suas responsabilidades sociais.

Hortifruti Peru (Nuevo Chao e Valle de Dios) trabalha com 600 crianças no Programa Anemia Zero (Foto: reprodução)

Hortifruti Peru (Nuevo Chao e Valle de Dios) trabalha com 600 crianças no Programa Anemia Zero (Foto: reprodução)

Eles organizam programas de impacto social destinados a melhoras as comunidades desde as crianças e idade pré-escolar e escolar até os adultos em comunidades rurais às vezes remotas.

Os trabalhos são realizados com a participação da Associação para o Desenvolvimento Agropecuário Sustentável (ADAS). É uma associação de empresas agrícolas que buscam influenciar na comunidade através de um trabalho conjunto entre a população, o Estado e as empresas privadas. Vejamos abaixo as principais atividades que pelas características das comunidades rurais do Semiárido poderiam também ser aplicadas pelas nossas empresas exportadoras de frutos tropicais.

  • Agropecuária Don Ricardo (Ica – Peru) – trabalha com 250 crianças (3 – 5 anos) espetáculos infantis para fomentar as práticas de bioseguridade e hábitos saudáveis.
  • Hortifruti Peru (Nuevo Chao e Valle de Dios) – trabalha com 600 crianças no Programa Anemia Zero.
  • Camposol – Programa Anemia Zero e oficinas para crianças
  • Grupo Cerro Prieto – Programa Anemia Zero
  • Complexo Agroindustrial S.A. – serviços médicos em geral: odontologia, obstetrícia, psicologia e nutrição em diferentes comunidades.

Exportação de castanha de caju para a China

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) realizou na última quinta-feira uma importante webinar sobre a exportação de castanhas para a China. O evento foi realizado pelo escritório da APEX – Brasil na China e teve a participação de algumas empresas interessadas no negócio.

A castanha de um modo geral é um produto muito desejado pelos chineses e o mercado está em evolução, principalmente porque a Covid – 19 impulsionou o consumo de produtos naturais e saudáveis. A castanha de caju está entre os 10 principais tipos de castanha demandados pela China.

No período 2000-2020 houve um considerável aumento na importação de castanha pela China. O Brasil está em vigésimo lugar na exportação de castanhas para o mercado chinês.

O impacto dos preços dos adubos no negócio do melão

Após ultrapassar com muita dificuldade o aumento dos custos de produção de melão e melancia  em função da pandemia, dos preços dos fretes marítimos  e das embalagens, agora o produtor desses frutos do Polo de Agricultura Irrigada RN –  CE, principal região produtora e exportadora de melão e melancia do país, vive o desafio do aumento dos custos de produção devido ao aumento dos preços dos adubos, que na sua maioria é adquirida no mercado internacional.

Os reflexos da nova alta das cotações de nitrogenados, fosfatados e potássicos em 2022, que já tinham subido de 100% a 200% no ano passado, começam a ganhar contornos concretos no dia a dia do campo em um momento importante da temporada. No segundo trimestre, há concentração de compras de insumos, agora tendo em vista a safra 2022/23.

O Brasil comprou 8% menos de fertilizantes químicos do que no intervalo de janeiro a março de 2021 e gastou 109% mais, segundo dados da Secex.

O aumento de preços dos adubos, forçará o produtor de melão e melancia na safra 2022/23 a buscar alternativas para manter a produtividade por hectare e a margem de seus negócios. Uma saída para amenizar o impacto dos preços tem sido escolher nutrientes com menos tecnologia embarcada. Se o produtor usava uma fórmula ‘premium’, ele escolhe agora uma menos concentrada.

Biocombustíveis

Produtores de biocombustíveis, como etanol e biodiesel, temem que o novo ministro de Minas e Energia (MME), Adolfo Sachsida, use a Pasta para avançar na proposta de redução de mistura de bicombustíveis aos fósseis para controlar a alta dos combustíveis aos motoristas.

Desde que os preços dos combustíveis começaram a subir e a pressionar a inflação, o Ministério da Economia vem defendendo a redução das misturas.

Os produtores argumentam que o Brasil poderia reduzir sua dependência de importação de diesel fóssil, que hoje é de 25%, com a elevação da mistura de biodiesel, o que também garantiria geração de empregos e aumento das compras de matéria-prima de cerca de 70 mil agricultores familiares pelo programa do Selo Biocombustível Social.

Outro justificativa apresentada pelos produtores é que o biodiesel pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 90% em comparação com as do diesel e diminuir a emissão de particulados, atenuando problemas respiratórios. Para cada ponto percentual de aumento da mistura de biodiesel, o benefício para a sociedade sobe R$ 30 bilhões ao ano, considerando externalidades de saúde, emprego, tributos e o PIB.

Serra do Mel

O vizinho município de Serra do Mel após vivenciar uma verdadeira revolução com os parques eólicos, agora poderá aproveitar melhor suas áreas e negociar a instalação de parques híbridos (eólica e solar). Os parques híbridos maximizam o rendimento das áreas de terra, pois o vento é melhor aproveitado a noite.

Energia Eólica offshore

O Rio Grande do Norte ainda vai esperar um pouco para o desenvolvimento da energia eólica offshore (mar). O país ainda possui grandes áreas de terra, o que não acontece em outros países, e potencial para usinas onshore.

A fonte pode fazer sentido no futuro, mas o ideal seria deixar que outros países avancem no desenvolvimento da fonte offshore, até para reduzir custos de implantação. Neste momento, não faz sentido investir, no Brasil, em uma tecnologia que é mais cara.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Ufersa

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Categoria(s): Artigo / Economia
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domingo - 15/05/2022 - 11:38h

Imaginação

Por Inácio Augusto de Almeida 

Viajar na máquina do tempo é um sonho acalentado pelo ser humano há muitos e muitos anos. E este desejo tem sido alimentado cada dia de maneira mais intensa por religiões e pela indústria cinematográfica.

Desconhece o homem que tem dentro de si a máquina do tempo?a-maquina-do-tempo-h-g-wells-livro-resumo-resenha-1895-700x361

Se é possível voltar no tempo, visitar o passado?

Basta fechar os olhos, ativar a memória, e o transporte à época desejada acontece instantaneamente. Nossa memória é a passagem para o passado.

Imagine-se criança, com seu primeiro brinquedo. Brinquedo que agora vê e que Papai Noel trouxe. Depois você viaja e está frente a frente com sua primeira professora, aprendendo o ABC e a contar nos dedinhos da mão.

Viu como é possível voltar ao passado?

Mas nunca cometa a loucura de querer voltar, fisicamente, para reencontrar as pessoas e as coisas que fizeram parte do seu passado.

Tudo vai lhe parecer muito diferente, mesmo sem nada ter mudado.

Fiz essa experiência revisitando locais da minha infância e juventude. A única coisa que consegui foi destruir ilusões que acalentei por tantos anos. Já não encontrei a professora que me ensinou as primeiras letras. Apenas vi fotos que me foram mostradas por um neto dela. A enorme sala onde ficava, com os coleguinhas, ainda estava lá. Só que de enorme não tinha nada. Era apenas um pequeno cômodo da casa que meus olhos infantis viram como uma enorme sala.

Procurei a casa onde morei e constatei que a alta calçada onde eu andava de velocípede, na verdade não passava de uma calçada de pequena altura. Ri do medo que sentia de cair da calçada com meu velocípede.

Todos as fantasias iam desabando, mas a decepção maior aconteceu quando procurei e encontrei a primeira namorada.

Na minha imaginação estava muito viva a menina de olhos negros, tranças longas de cabelos castanho claro e riso bem aberto na janela todas as tardes. E vi-me frente a frente a uma esbelta e risonha senhora, com grossos óculos, cabelos curtos, brancos e com um bisneto no braço. Rindo nos abraçamos. E eu a me perguntar em que estrela estava a minha namorada…

Saí arrependido de ter voltado.

Voltado para quê?

Para destruir a bela imagem que carreguei por tantos anos? Para me convencer que nossos destinos eram paralelos?

Não sei. Sei que de tudo ficou a certeza que tinha cometido a loucura de destruir a mais bela fantasia da minha vida.

O presente está aqui e agora. Basta abrir os olhos e o coração. Dispensável qualquer máquina. Por que além de abrir os olhos, abrir também o coração?

Os olhos enxergam tão pouco… O essencial só conseguimos ver com o coração.

Se virarmos a máquina do tempo para o futuro, podemos sonhar, dar asas à nossa imaginação. E, mesmo juntando desilusões, são os sonhos que nos motivam a continuar vivendo. Você pode encontrar um homem sem dinheiro, mas você jamais encontrará um homem que não acalenta sonhos.

A máquina do tempo existe!

Ela está dentro de nós.

Inácio Augusto de Almeida é escritor e Jornalista

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Categoria(s): Crônica
domingo - 15/05/2022 - 10:28h

Direito ao esquecimento

Por Odemirton Filho 

No mundo contemporâneo a internet é uma realidade. Os nossos dados pessoais estão arquivados em um sem número de cadastros. Fatos que tiveram repercussão social podem ser, facilmente, relembrados com uma simples pesquisa no mundo virtual, sobretudo, se os envolvidos forem pessoas públicas.

Segundo o livro Os Engenheiros do Caos, graças à internet e às redes sociais, nossos hábitos, nossas preferencias, opiniões e mesmo emoções passaram a ser mensuráveis. Hoje, cada um de nós se desloca voluntariamente com sua própria “gaiola de bolso”, um instrumento que nos torna rastreáveis e mobilizáveis a todo momento. direito ao esquecimento, memória, apagar lembranças, cérebro,

Entretanto, são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação, conforme diz a Constituição Federal.

Nesse contexto, a discussão sobre o direito ao esquecimento tem ganhado espaço.

Um dos primeiros casos que trata sobre o direito ao esquecimento aconteceu em 1918, nos Estados Unidos. O caso Melvin versus Reid. Gabrielle Darley era envolvida com prostituição, tendo sido acusada pela prática de um homicídio.

Entretanto, Gabrielle foi julgada inocente pela prática do crime. A discussão ocorreu no Tribunal da Califórnia, quando Doroty Davenport Reid resolveu produzir um filme sobre a vida de Gabrielle. Esta recorreu à justiça e obteve uma reparação pelos danos à sua imagem.

No Brasil, alguns casos podem ser citados, como o da apresentadora Xuxa Meneghel e a Chacina da Candelária. Além deles, um caso que ganhou repercussão foi o de Aída Curi. Ela foi vítima de um crime sexual ocorrido em 1958, tendo a Rede Globo de Televisão exibido a história do crime no Programa Linha Direta. Os familiares de Aída ajuizaram uma ação contra a Rede de Televisão, pleiteando uma indenização por danos morais.

O julgamento do caso chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). Na decisão, a Corte Maior entendeu, por maioria, que é incompatível com a Constituição Federal a ideia de um direito ao esquecimento que possibilite impedir, em razão da passagem do tempo, a divulgação de fatos ou dados verídicos em meios de comunicação.

Eventuais excessos ou abusos no exercício da liberdade de expressão e de informação devem ser analisados caso a caso, com base na Constituição Federal e na legislação penal e civil.

Em seu voto, a ministra Cármen Lúcia asseverou: “Quem vai saber da escravidão, da violência contra mulher, contra índios, contra gays, senão pelo relato e pela exibição de exemplos específicos para comprovar a existência da agressão, da tortura e do feminicídio”?

Por outro lado, o ministro Gilmar Mendes acompanhou a divergência suscitada pelo ministro Nunes Marques. Fundamentando-se no direito à intimidade e à vida privada, Gilmar Mendes entendeu que a exposição humilhante ou vexatória de dados, da imagem e do nome de pessoas é indenizável, ainda que haja interesse público, histórico e social, devendo o tribunal de origem apreciar o pedido de indenização.

A tese de repercussão geral firmada no referido julgamento foi a seguinte:

“É incompatível com a Constituição Federal a ideia de um direito ao esquecimento, assim entendido como o poder de obstar, em razão da passagem do tempo, a divulgação de fatos ou dados verídicos e licitamente obtidos e publicados em meios de comunicação social – analógicos ou digitais. Eventuais excessos ou abusos no exercício da liberdade de expressão e de informação devem ser analisados caso a caso, a partir dos parâmetros constitucionais, especialmente os relativos à proteção da honra, da imagem, da privacidade e da personalidade em geral, e as expressas e específicas previsões legais nos âmbitos penal e cível”.

Assim, existe em relação ao direito ao esquecimento, um nítido conflito entre a liberdade de informação e os direitos de personalidade. Direitos de personalidade, diga-se, são aqueles inerentes ao homem, englobando a individualidade do indivíduo, protegendo a sua vida, a sociabilidade, privacidade, honra.

Aliás, o Código Civil reza que se pode exigir que cesse a ameaça, ou a lesão, a direito da personalidade, e reclamar perdas e danos, sem prejuízo de outras sanções previstas em lei.

Por outro lado, a liberdade de expressão, garantida constitucionalmente, assegura a liberdade de informação. No caso do direito ao esquecimento, a pessoa que manter a sua privacidade, não expondo ao conhecimento de terceiros fatos que possa desaboná-la. De um lado se tem o direito à privacidade, de outro, a liberdade de informação.

Em consequência, diante do caso concreto, o magistrado deverá analisar os fatos e compatibilizar os direitos fundamentais em conflito, em uma verdadeira ponderação de valores.

Creio que, em relação ao direito ao esquecimento, o Supremo decidiu de forma acertada.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

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domingo - 15/05/2022 - 09:18h

O pensador italiano

Por Marcelo Alves

Norberto Bobbio (1909-2004) foi, na segunda metade do século passado e já entrando neste nosso século XXI, um dos mais badalados pensadores políticos – militando, portanto, para além do conjunto dos “juristas” – da sua Itália e do mundo afora, incluindo o Brasil.

Foto do Corriere Della Sera

Foto do Corriere Della Sera

Bobbio nasceu em Turim, no rico norte da Itália, em uma família de classe média alta. Teve infância confortável e adolescência culta. Estudou na sua cidade. Ensino básico, médio e superior. Foi fascista na juventude (como, de resto, quase todos da sua geração em seu país). Mas, durante a 2ª Guerra, rompeu com a turma de Mussolini (1883-1945) e chegou até a ser preso. Sua praia era a filosofia do direito e, mais amplamente, a filosofia e a ciência política. Foi aluno de Gioele Solari (1872-1952) e influenciado por Pareto (1848-1923) e Kelsen (1881-1973).

Foi professor nas universidades de Camerino, Siena, Pádua e, finalmente, na sua alma mater de Turim. Tornou-se um homem de centro-esquerda. Um socialista crítico. E também um positivista no direito, sobretudo no sentido “positivo” dessa expressão (e me desculpem o jogo de palavras), como estudioso dessa teia de conceitos e termos que formam a ciência jurídica.

Escreveu muitíssimos livros e outros riscados. E recebeu distinções mundo afora, entre prêmios e doutorados honoris causa. Foi até senador vitalício da Itália. Faleceu honrado, quase centenário, na sua Turim.

Eu sempre simpatizei com o Bobbio defensor do estado democrático de direito. Defensor de uma democracia social e liberal (é possível, sim) e crítico dos exageros à direita ou à esquerda. Aquele de “A era dos direitos”, “Liberalismo e democracia”, “A teoria das formas de Governo”, “Direita e esquerda”, “O futuro da democracia” etc.

Posso estar enganado em tema tão caro a Bobbio, mas penso que foi a partir de um verbete do seu “Dicionário de Política” (Editora Universidade de Brasília, 1986) que descobri a diferença entre um sistema de igualdade formal, em que todos os benefícios ou encargos são distribuídos em partes iguais por todos, “o princípio aristotélico da Igualdade numérica – ‘serem igual e identicamente tratados no número e volume das coisas recebidas’ (Política, 1301 b) –, aplicado a tudo quanto cada um deve receber ou renunciar”, e um sistema de igualdade material, que deve superar essa igualdade aritmética para chegar à igualdade substancial, nivelando de forma relativa os homens, por meio de uma legislação que, tratando de modo distinto situações distintas, procura aplicar medidas aptas a evitar as desigualdades naturais, em prol dos hipossuficientes, sob os pontos de vista individual e social. Entre essas duas igualdades, à moda também de um Rawls (1921-2002), fico com a segunda.

Também sou admirador do homem preocupado com as obrigações do intelectual para com a política e a sociedade, como Bobbio fez em vida e expõe no seu livro “Os intelectuais e o poder: dúvidas e opções dos homens de cultura na sociedade contemporânea” (Editora Unesp, 1997).

Todavia, o que mais me impressiona em Bobbio é outra coisa. Algo que vai além do conteúdo mesmo da sua produção escrita, que, em termos de quantidade, é enorme. Ele e seus livros foram e são muito populares na Itália e fora dela, incluindo o Brasil. E a razão é simples para mim: poucos tiveram a capacidade de tratar de temas tão complexos de forma tão clara e com um poder de síntese tão necessário como Norberto Bobbio.

Peguemos aqui o mais árido dos amores de Bobbio: o positivismo jurídico, especialmente como método analítico de estudo dos conceitos e termos que formam a ciência jurídica, como já dito. Tenho em mãos “Teoria da norma jurídica” (EDIPRO, 2005), “Teoria do ordenamento jurídico” (Editora Universidade de Brasília, 1999) e a síntese da síntese “O positivismo jurídico: lições de filosofia do direito” (Ícone Editora, 1995), livro no qual, sobretudo na sua segunda parte (a primeira é dedicada à história do positivismo jurídico), ele funde os dois primeiros.

E é deste último livro que retiro uma suma de Bobbio com a qual muito me identifico: “dos três aspectos nos quais se pode distinguir o positivismo jurídico, me disponho a acolher totalmente o método; no que diz respeito à teoria, aceitarei o positivismo em sentido amplo e repelirei o positivismo em sentido estrito; no que concerne à ideologia, embora seja contrário à versão forte do positivismo ético, sou favorável, em tempos normais, à versão fraca, ou positivismo moderado”.

Admiro tanto Bobbio que ando até fazendo umas maluquices. Os livros acima citados, já com a intenção de escrever este texto, eu os comprei dia desses em um sebo da Cidade Alta. Todos seminovos e baratinhos. Menos de dez reais cada. O problema é que eu já os tinha, até na mesma edição. E isso não é coisa de pensador, seja italiano ou brasileiro. É coisa de bibliófilo fuleiro.

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador regional da República e doutor em direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL

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Categoria(s): Crônica
domingo - 15/05/2022 - 08:22h

O que muda na eleição de 2022

Por Ney Lopes

A eleição de outubro será um desafio aos partidos políticos e principalmente candidatos. O fim das coligações e a criação das federações partidárias reduzirá o número de partidos representados no legislativo. A inovação já está causando impactos negativos na condução das negociações políticas. Fatos inéditos ocorrerão. Por exemplo: os “vitoriosos” dentro dos partidos podem não conseguir vaga na Câmara dos Deputados, ou Assembleias Legislativas.partido, federações, alianças, composição, união política, partidos

Na hipótese de um partido ter votos para ocupar três lugares, mas só dois deles tenham obtido, individualmente, 10% do quociente eleitoral, esse partido ganha apenas dois lugares e a terceira vaga será redistribuída. Antes, um “puxador” de votos levava à vitória vários candidatos. Agora, não.

Em 2002, o deputado Enéas Carneiro obteve 1,5 milhão de votos em São Paulo e “puxou” cinco deputados, inclusive um com apenas 275 votos. Em eleições passadas, os partidos preferiam coligar-se e a soma dos votos quase sempre superava o quociente eleitoral, fazendo com que pequenas coligações participassem da distribuição de lugares.

O fim das coligações leva a possibilidade de federações de partidos, que, na prática, têm mostrado inúmeras dificuldades na negociação. Para ser legalizada uma federação, os partidos precisam unir-se em todos os níveis da disputa eleitoral e, nos quatro anos seguintes, atuarem em conjunto no Parlamento e participarem conjuntamente de todas as eleições que acontecerem, enquanto a federação existir

Para 2022 só há três federações registradas nacionalmente e que obrigatoriamente vão ser seguidas nos estados. São elas: Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), PSOL e Rede e PSDB e Cidadania. 

Os partidos ainda têm até 31 de maio para firmarem federações, anunciando os estatutos, composições e nome da aliança.

As coligações para candidaturas majoritárias ainda são permitidas, somente na disputa de presidente, governador, senador e prefeito, em que o voto é nominal, já que cada aliança só tem um candidato. Nas disputas proporcionais (deputados e vereadores) é cada partido por si. E se quiser formar aliança, tem que ser através de uma federação.

Ao definir apoio a um determinado candidato a governador, o partido cede seu tempo de TV e rádio para aquele candidato e seus candidatos a deputados ficam proibidos de produzirem material de campanha, apoiando outro postulante diferente.

Passada a eleição, a coligação perde valor formal, de modo que os partidos não têm mais obrigações uns com os outros. Para sobreviverem os partidos políticos terão que cumprir a cláusula de barreira. Por essa regra, nas eleições de 2022, os partidos políticos precisarão obter pelo menos 2% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, ou conseguir eleger 11 deputados federais, distribuídos em nove estados.

A cláusula de barreira é progressiva e atingirá o seu “teto” nas eleições gerais de 2030. Ela serve de parâmetro para a distribuição dos recursos do fundo partidário, fundo eleitoral, tempo de televisão para as legendas.

A eleição de 2022 traz ao debate o modelo de judicialização, iniciado com o primeiro Código Eleitoral (Decreto nº 21.076), de 24 de fevereiro de 1932. Consiste em atribuir a um órgão especializado do Poder Judiciário – Justiça Eleitoral -, a competência para dirigir, organizar, executar, controlar e julgar, com exclusividade, o processo eleitoral. Até hoje o desempenho dessa justiça especial tem sido de extrema competência.

Mesmo assim, o questionamento se refere ao fato de que na maioria dos países a organização das eleições é feita por órgãos do Poder Executivo, ou do Poder Legislativo ou, ainda, por órgãos autônomos, participação de representantes da sociedade, do governo e do parlamento, com o contencioso eleitoral atribuído aos tribunais ordinários ou constitucionais.

No Brasil tem crescido a judicialização da política, o que não é bom. Sem radicalismos e ameaças às instituições, cabe reflexão sobre a postura do STF, órgão colegiado de cúpula do sistema judiciário e de seus ministros, individualmente.

O esforço do legislador deverá orientar-se, no sentido da construção de um modelo, que, ao invés de conflitar os poderes da república, seja capaz de reforçar os alicerces democráticos.

Essa será uma missão do futuro Congresso Nacional.

Ney Lopes é jornalista, advogado e ex-deputado federal

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Categoria(s): Artigo / Eleições 2022 / Política
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domingo - 15/05/2022 - 06:44h

Apontamentos para a história dos sítios Passagem Funda e Brejo

Por Marcos Pinto

O  processo  de  colonização  e  povoamento  dos sítios Passagem Funda e Brejo  foi  efetivado  de forma  lenta  e gradual, tendo  o  rio  Apodi  como  fator  de  atração  e  fixação  do  povoador inicial  –  o conhecido  fenômeno  denominado  HIDROTROPISMO.

O  sítio  “Passagem  funda”  teve  no paraibano  DOMINGOS  ALVES  FERREIRA  CAVALCANTI   o  seu  primeiro  povoador, tendo chegado  por  volta  do  ano  de  1780, através  de  convite  que  lhe  fora  feito  pelo  seu  primo, Capitão  LEANDRO  BEZERRA  CAVALCANTI, pernambucano  do Cabo, fundador  de  Caraúbas-RN, onde  era  possuidor  da  fazenda  “Cachoeira”.

Ruínas de antigo casarão em Passagem Funda, rota importante no comércio até Mossoró durante muitas décadas (Foto: reprodução)

Ruínas de antigo casarão em Passagem Funda, rota importante no comércio até Mossoró durante muitas décadas (Foto: reprodução)

Leandro  era casado  com  Brites  Lins de Vasconcelos, falecida  a  18.12.1791,filha do Tenente-General Francisco  de  Souza  Falcão, pernambucano  do  ramo  familiar  MARINHO  FALCÃO.

Dois  irmãos de  Domingos participaram  ativamente  da  Revolução  de  1817  no  RN  –  Os  Srs. Capitão  Antonio  Alves Ferreira  Cavalcanti, comandante  do  Regimento  de  Cavalaria  da  Vila de Portalegre-RN, e Manuel  Januário  Bezerra  Cavalcanti, que  foram  presos  e  depois  anistiados em  1821.

Esses intrépidos  revolucionários  tinham  contato  direto  com  os também  revolucionários  do Apod, Capitães  Manoel  Freire da  Silveira, José  Francisco  Ferreira  Pinto  e  José  Ferreira  da  Mota. A famosa  “Data do Boqueirão” foi o centro irradiador de  todo o processo de povoamento da  “Várzea  do  Apodi”, começando  do  sítio  “Passagem  Funda”, indo  até  as  ilhargas  das  Datas de  Sesmaria  “Santa  Rosa”  e  “Santa  Cruz”.

Todos  os  que trazem  o  sobrenome  familiar Cavalcanti em  Felipe  Guerra  e  Apodi  descendem do patriarca  DOMINGOS ALVES FERREIRA CAVALCANTI,  que  faleceu  no  seu  sítio  “Passagem  Funda”  em  20  de  Outubro de 1830.

Reza  a  tradição  oral  que  a  Capela  deste  sítio  foi  edificada  no  ano  de  1800, com recursos econômicos  de  Domingos, que  tinha  também  outro  irmão  com  expressiva  atuação em Assu-RN  o  Capitão  José Joaquim Bezerra Cavalcanti, nascido  na  Paraíba (Bananeiras)  no  ano  de  1777  e  falecido  no  Assu  em  1859, onde  recebeu  concessão  de  Data  de  Sesmaria.

Domingos  e seus  irmãos  eram  filhos  legítimos  do  Capitão  André  Cavalcanti  de Albuquerque e Rosa Maria de Albuquerque. (FONTE: “Nobiliarquia  Pernambucana”  – Autor: Borges  da  Fonseca).

Enfatizando  os  liames  genealógicos, resta  comprovado  que  o  renomado e prestigiado  Coronel ANTONIO  FERREIRA  PINTO, do  Apodi,  era  casado (Em  1º núpcias) com  uma neta materna deste Capitão José Joaquim, de nome MARIA  LUÍZA  DE  SÃO  BRAZ  BELTRÃO.

Domingos  era  avô  materno  deste  Coronel  Ferreira  Pinto. A família  Cavalcanti   é  a  mais  famosa  e  numerosa  do  Brasil, principalmente  no  Nordeste, onde  foram  abastados  senhores  de engenho e detentores  dos  melhores  cargos  das  Capitanias, que  depois  passaram  a  Províncias.

A  família  Cavalcanti   da  cidade  do  Icó-CE   tem  origem  em  dois  filhos  deste  DOMINGOS CAVALCANTI, nascidos  no   sítio  “Passagem  Funda”:  Domingos  Alves  Ferreira  Cavalcanti  Jr., nascido  em  1810, que  veio  a  casar  a  08.03.1834  na  Matriz  de  N. Sra.  da  Expectação  do  Icó, dispensado  o  4º  grau  de  consanguinidade  com  a  noiva Maria Felícia de Jesus Maia, natural de  Tabuleiro  do  Norte-CE, antiga  Tabuleiro  de  Areia, filha de  José  Moreira de  Souza  e  de  Luzia  Francisca  Maia.

O outro  filho  foi  o  Sr. Antonio  Alves  de  Alcântara  Landim, nascido  no  ano  de  1814,  que casou  na  Matriz  de  N. Sra. da  Expectação  do  Icó  a  08.07.1834  com Luzia Francisca Maia Neta, natural  de  Russas-CE, filha  de  José  Moreira  de  Souza  e  de  Luzia   Fca. Maia.

Como  vê-se, casaram-se  dois  irmãos  com  duas  irmãs. (FONTE: Vide  livro “BESSA  E  MAIA” pág. 117 – Autor:  Fco. Augusto, Sócio-Correspondente  da  Academia  Apodiense  de  Letras – AAPOL).

Sítio “Brejo do Apodi”

Nasceu  como  extensão  do  feudo  territorial  da  família  OLIVEIRA  e   MARINHO, por  seu patriarca  o Tenente MANOEL JOÃO DE OLIVEIRA, natural do Assu-RN, filho  do  Capitão Manoel  da  Costa  Travassos e Leandra  Martins de  Macedo (Por sua vez  filha  do  Capitão João  Marinho  de  Carvalho  e  Ana  Martins  de  Macedo).

Manoel  João  fixou  residência  na  “Data  do  Boqueirão”  após  casar  com Antônio Maria de Jesus, filha  do  Alferes  José  Fernandes  Pimenta e de Josefa  Maria  da  Conceição.

A  fertilidade  destas  terras  proporcionaram  a  criação  extensiva  do  grande  rebanho  de  gado deste  patriarca.  As sedes  dos  sítios  “Passagem  Funda”  e  “Brejo”  situam-se  ao  longo  da estrada  que  ligava  as  regiões  do  Médio e Alto Oeste potiguar ao efervescente comércio mossoroense, permitindo  o  contato  diário  com  as  notícias  dos  grandes  centros.

Manoel  João  e  Antonia  foram  pais  de: F.01- Tenente  FRANCISCO  MARINHO  DE OLIVEIRA:Nasceu  no  sítio  “Boqueirão”  a  04.07.1794  e  faleceu  em  seu  sítio  “Joazeiro”, na várzea  do  Apodi  a  04.01.1859, deixando  a  viúva  Josefa  Maria  da  Conceição (Falecida  a 08.05.1863)  e  16  filhos, os  quais  casaram  e  tiveram  grandes  proles, sendo  hoje  a  família mais numerosa da fértil e rica “várzea” do Apodi.

Inté.

Marcos Pinto é advogado e escritor

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domingo - 15/05/2022 - 04:00h

Café novinho na casa velha

Por Marcos Ferreira

Acordo a esta hora (pouco mais de meia-noite) e não tenho expectativa alguma de retomar o sono. Parece que as substâncias prescritas pelo Dr. Dirceu Lopes se foram na “festa de espumas” de que nos fala Vinicius num de seus sonetos. É isso, dei uma baita mijada e acho que os antipsicóticos foram juntos. Até mesmo o Rivotril e o Haloperidol. Este último escalado para combater minha psicose (medo) de ir ao banheiro à noite (pois meu banheiro é fora da casa) e topar com um leão.xícaras, café

Imaginem uma coisa dessas! Doido é doido! Agora, já com as mãos devidamente lavadas, penso naquela turma do Canal BCS (Blog Carlos Santos) e no miolo de pote que alguns de nós volta e meia engordamos sobre tomarmos um café novinho nesta casa velha. Odemirton Filho promete trazer bolachas da padaria Meçalba, Carlos Santos (ex-homem dos suspensórios) empenha outras iguarias.

Por último, para a minha honra e felicidade, quem vem se balançando para visitar este humilde domicílio é ninguém mais, ninguém menos que o senhor Rocha Neto. Exato! O homem do irresistível Prato de Ouro. Imaginem vocês eu aqui em casa com uma trinca dessas de reputados extratos da sociedade mossoroense.

Primeiramente, para não passar maior embaraço, eu terei que adquirir (sem ter de onde tirar) uma grana para comprar um jogo de cadeiras X com a clássica mesinha de centro.

Para fechar o quarteto, já contanto com as cadeiras X e duas de plástico que possuo, não poderia faltar o leitor Amorim, a quem só conheço por meio das suas (dele) interações enquanto leitor comentarista. Depois disso é torcer que não seja uma tarde de chuva, tendo em vista que este meu cafofo possui duas amplas áreas de chuva — uma entre a sala única e a cozinha e outra situada num quarto.

Nesta casa velha, então, com banheiro externo e teto chuvar, piso e paredes no estilo queijo suíço, tomaríamos um café novinho e de alta qualidade sob a testemunha pendular das picumãs e ao som do passaredo no quintal.

Temos ainda minha gatinha Pitucha, que no último dia 6 completou quatro meses, a assistir a tudo ressabiada, com uma ou mais pulgas atrás da orelha. Sim, vez por outra Pitucha usa das garras da patinha traseira para se coçar. Talvez seja meramente cacoete.

Outro ilustre leitor que me faria falta aqui, passando a formar um quinteto, seria o amigo e gramático (dos bons!) João Bezerra de Castro, patrimônio intelectual e afetivo que me foi presenteado pelo poeta Francisco Nolasco. A propósito, em data recente, Francisco Nolasco apareceu-me para uma rápida visita. Não podia se demorar, pois ele alegou ter deixado o menino no fogo e o leite chorando.

Nesta minha pequena cafeteira (Nolasco é testemunha) produz-se um dos melhores cafés de Mossoró. A casa é estiolada, mas a rubiácea é um luxo. De quebra, escuta-se, baixinho, um pouco de blues. Se a visita não curte blues, escuta assim mesmo.

Posso até oferecer um pouco de Chopin, Korsakov, Stravinski, Dvorak, embora, assim como o poeta Aluísio Barros em relação aos seus galos tenores, eu já tenha sido acusado de torturar meus vizinhos com esses “sons esquisitos”.

Outrora esta casa, em condições menos depauperadas, já contou com uma mesa tomada por ilustres extratos da sociedade moscovita. Desde médicos, juízes, engenheiros, músicos, jornalistas, artistas de um modo geral, políticos, sindicalistas e até um ex-vice-prefeito sangue bom, além, claro, de muitos espécimes da fauna literária. Mas, como o tempo contra tudo atenta, essa nata picou a mula.

Alguns, decorridos uma porção de anos, voltaram a me frequentar, e aqui eu os recebi e recebo com efusiva bonomia e bem-querença. Outros mais seguem carrancudos, de cara fechada, trocando de calçada quando me encontram no passeio público, entretanto lhes devoto compreensão.

São os extraviados, passam longe deste endereço periférico, contudo não os posso julgar. São pessoas de bem, tipos de coração admirável e com qualidades que não me cabe passar uma borracha.

Bom, agora é hora de jogar a toalha. O segundo Rivotril está mostrando sua força. É uma temeridade seguir redigindo. Perdoem os eventuais equívocos de ortografia, sintaxe e digitação. Meus reflexos de revisor foram para o brejo. Como eu disse outro dia ao João Bezerra de Castro, um revisor não pode se dar ao luxo de ler palavras, tem que ler silabadas. Os dedos tropeçam. As pálpebras me pesam.

Que venha o café novinho na casa velha!

Marcos Ferreira é escritor

Leia também: A hora azul da escrita de Marcos Ferreira.

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Categoria(s): Crônica
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sábado - 14/05/2022 - 23:58h

Pensando bem…

“O fanatismo e a inteligência nunca moraram na mesma casa”.

Ariano Suassuna

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sábado - 14/05/2022 - 23:50h
Mossoró

Grupo avança em investimento para nova fábrica de cimento

Representantes da empresa ABG Mineração, que vai instalar uma fábrica de cimento em Mossoró, apresentou-se nessa sexta-feira (13) ao prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade). Desde ano passado que já existe avançado investimento preliminar nesse sentido no município.

O aporte financeiro envolvido deverá alcançar algo em torno de R$ 1,5 bilhão.

Prefeito recebeu representantes da empresa que desde ano passado avança em providências à instalação em Mossoró (Foto: Célio Duarte /PMM)

Prefeito recebeu representantes da empresa que desde ano passado avança em providências à instalação em Mossoró (Foto: Célio Duarte /PMM)

Jairo Abud, Diretor Executivo da empresa ABG Mineração, afirmou que os investidores ficaram muito impressionados com o potencial de Mossoró. “Nós estamos nos instalando no município e também trouxemos investidores para possíveis ampliações de negócios aqui. Esses investidores ficaram bastante impressionados com o município. Mossoró oferece principalmente na área de energia, muitas oportunidades e, por isso, esses investidores vieram conhecer pessoalmente a cidade”, declarou.

O representante da Sinoma Brasil, Wang Long, por exemplo, destacou que a empresa tem um projeto em Mossoró com o grupo SEDU, no campo de energia, o que poderá desencadear importantes negócios.

Faturamento e impostos

O principal investidor da ABG Mineração é a espanhola Cementos La Union, que atua também no Egito, no Chile e na República Dominicana.

A empresa já tem 2.100 hectares de direitos minerais e adquiriu 800 para exploração de jazidas, com 20% de reserva legal. A área fica a 34 quilômetros de Mossoró, a 70 quilômetros da rodovia BR 304, e é desabitada, o que não demandará qualquer processo de desapropriação.

Deverão gerar cerca de 800 vagas durante a construção e 300 empregos diretos na operação, estimando ainda 1.200 indiretos.

A previsão de faturamento anual chega a R$ 700 milhões, com R$ 222 milhões de impostos pagos ao ano. A empresa europeia tem lucro anual de 350 milhões de euros. A indústria terá capacidade de produzir 10 milhões toneladas/ano e o investimento previsto é de R$ 1,5 bilhão.

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sábado - 14/05/2022 - 23:40h
Sintomas leves

Secretária municipal testa positivo para Covid-19

A professora Hubeônia informa que tem apenas sintomas leves (Foto: PMM)

A professora Hubeônia informa que tem apenas sintomas de gripe (Foto: PMM)

Do Blog Saulo Vale

A secretária municipal de Educação de Mossoró, professora Hubeônia Alencar, informa que testou positivo para a Covid-19.

“Estou bem. Apenas com sintomas de gripe”, disse.

Está isolada, sob cuidados.

Nota do Canal BCS – Saúde, professora.

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Categoria(s): Gerais
sábado - 14/05/2022 - 22:44h
Série C

ABC perde para o Botafogo de Ribeirão Preto

Do GE

O Botafogo de Ribeirão Preto (SP) venceu o ABC por 2 a 0 neste sábado (14) à noite, no estádio Santa Cruz. É a primeira vitória após três jogos de seca. Os gols saíram no segundo tempo, aos 9, Bruno Michel abriu o placar de cabeça.

Aos 20, Lucas Delgado desencantou com um chute forte de perna direita. Mas o placar poderia ter sido mais elástico, pois o Pantera teve dois gols anulados, de Gustavo Henrique e Bruno Michel.

O triunfo recoloca o Botafogo no G-4 como vice colocado, com 10 pontos, mas pode perder alguns postos com o decorrer da rodada.

Já o ABC, com os mesmos 10 pontos, cai para a terceira colocação por causa dos critérios de desempate. Mirassol é o primeiro colocado com 13 pontos e o Manaus está na segunda posição com 11.

Na sexta rodada as duas equipes vão até o Ceará. O Botafogo vai enfrentar o Ferroviári, sábado, às 15h, no Elzir Cabral. No mesmo, dia, mas às 17h, o ABC encara o Atlético-CE.

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