O governador Robinson Faria (PSD) chegará ao Governo do Estado com poucos compromissos políticos, diferentemente do que aconteceu com Rosalba Ciarlini (DEM) em 2011.
Tem oportunidade, portanto, de fazer muito do que ela não pode ou não teve coragem (ou competência) de fazer no campo administrativo.
Auditorias na folha de pessoal e na Saúde, enxugamento da máquina, nomeação prioritariamente técnica para secretariado e quebra de ciclos de privilégios podem ser adotados.
Se for diferente disso, será igual à Rosalba.
































