domingo - 10/04/2011 - 23:56h

‘Um lugar chamado Notting Hill’ e ‘O gene egoísta’ no domingo


Vez por outra preciso pedir licença para certas digressões ou, como costumo dizer na rede de microblogs Twitter (www.twitter.com/bcarlossantos), fazer minha "terapia desocupacional".

É o caso agora.

Transpiro pela boa leitura, o cinema, a prosa enriquecedora, meu time vitorioso no futebol, a música leve, as boas companhias. Tudo que não interessa ao webleitor, reconheço.

Vida dadivosa. Simples. Paz de criança dormindo à espera do que virá amanhã, depois e depois… Domingo que se vai.

Divago nesta noitinha gélida, inspirado pela fina neblina que aparece na janela, em "Mossorótima", sob um lençol acolhedor. Corpo que flutua.

Baterias recarregadas para o que vem por aí. Pronto para navegar. Navegar é preciso e, viver, mais ainda.

Há tempos queria assistir outra vez "Um lugar chamado Notting Hill", comédia romântica com Julia Roberts e Hugh Grants. Filme divertido e meio nonsense. "She" (Ela), na voz inconfundível de Charles Aznavour, faz parte da trilha sonora. De arrepiar.

"O gene egoísta" do neodarwinista Richard Dawkins passou a ser minha leitura dominante. Devoro suas folhas – como traça – desde sexta (8), entre um compromisso e outro.

Já lera "Deus – um delïrio" do mesmo autor, mas esse título é muito superior. Na defesa de sua tese, Dawkins argumenta que do ponto de vista biológico, não podemos acreditar num ser humano piedoso e generoso. É possível melhorarmos – ou não – pela cultura e na companhia de outros seres humanos em sociedade. Amém!

Deu para cerrar os punhos com vigor diante da TV: Fluminense 5 x 1 Americano. Estávamos precisando de uma vitória grandiloquente.

Bem antes, meu amigo Francisco Eudson "vitimou-me" com um almoço caprichado. Passou no teste: já pode casar novamente.

De sua cozinha saiu um impecável frango, numa receita que me garantiu ser sua. A boa prosa estava incluída, além daquela sua estrondosa gargalhada saudando esses bons tempos.

Até essa hora estou vivinho da silva e farto, o que me recomenda voltar à mesa. Brincadeirinha, ora.

Dê-me licença outra vez. Depois de mais duas postagens nesta página, a "baladeira" espichada aguarda por meu físico de canário-belga para merecido descanso.

Sonhos e realidade misturam-se entre a vida neste mundão de meu webDeus e o corre-corre de "mermo e mermo" lá fora.

Fui!

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domingo - 10/04/2011 - 23:37h

Letra & Música – 133


Hoje faz 41 anos do anúncio do fim da maior banda musical de todos os tempos. O fim dos "Beatles".

Nenhum fã comemora a data, mas o registro fica para a história. Eles estão eternizados.

Escolher uma música para assinalar o sucesso dos quatro rapazes de Liverpool, é muito difícil.

Mas resolvi – com enorme esforço – pinçar Let it be (Deixe Estar), de Paul McCartney e John Lennon.

(…) E nas minhas horas de escuridão
Ela está em pé bem na minha frente
Falando sábias palavras:
Deixe estar
.

Tenha uma ótima semana.

A minha, outra vez, será vitoriosa.

Veja a letra AQUI;
Veja o vídeo AQUI.

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domingo - 10/04/2011 - 22:37h

Pensando bem…


"Existem verdades que só podemos dizer depois de ter conquistado o direito de dizê-las."

Jean Cocteau

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domingo - 10/04/2011 - 20:23h

Médicos recorrem à polícia em defesa da Saúde


Sem condições de atender à demanda, médicos da Maternidade Divino Amor, em Parnamirim, tomaram uma medida quase extrema: recorreram à polícia.

O episódio ocorreu nesse sábado (9).

Foram à Delegacia de Polícia afim de registrar a insuficiência do Hospital. A maternidade com capacidade para 6 mulheres em pré parto, permanecia com cerca de 20 mulheres à espera do parto. E sem espaço para receber as pacientes, as gestantes aguardavam à hora de dar à luz em cadeiras no corredor do hospital.

Um exemplo: Janaina Silvestre, 20 anos, chegou ao hospital às 8h e somente às 17h o hospital teve condições de examiná-la e transferi-la para o pré parto. Janaína mora em Barra do Cunhaú, que não conta com maternidade e antes de chegar a Divino Amor, na ambulância de sua cidade, passou pelas cidades de Canguaretama e São José que também não tiveram condições de realizar seu parto.

“Às vezes, as mães precisam aguardar até 12h num corredor para serem transferidas para um leito com seus bebês”, conta o obstetra do hospital, Uraquitan Lopes.

A maternidade que recebe pacientes de 45 municípios do estado e chega a realizar até 20 partos por dia, conta com apenas 3 obstetras por plantão, e 2 salas de operação.

Para a demanda nem se quer o número de enfermeiras e técnicos de enfermagem é suficiente para um atendimento adequado. Uraquitan, conta que os profissionais de plantão chegam a passar o turno inteiro sem nenhuma pausa.

“O médico não tem condições de parar, pois a fila de mulheres no corredor só aumenta e até aqui os gestores estão de olhos fechados para isso”, desabafa.

O obstetra explica que a pressão aliada ao cansaço acumulado em um plantão traz riscos aos pacientes e ao próprio profissional.

O Sindicato dos Médicos do RN esteve com representantes no hospital, ainda no sábado.

Para a próxima semana o sindicato deverá agendar reuniões com os responsáveis pela administração do hospital e Secretaria Estadual da Saúde Pública (SESAP).

Com informações do Sindicato dos Mèdicos do RN.

Nota do Blog – Esse cenário vai continuar.

Como tem ocorrido há anos, é pouco provável que melhore nos próximos meses ou anos.

Enquanto isso, nos hospitais privados, as "buchudinhas" das classes média e rica têm tratamento cinco estrelas. Possuem meios à garantia de chegada de seus filhos sem maiores percalços estruturais.

Procure saber se a filha ou nora de algum figurão da política tem filho na Maternidade Divino Amor ou outra unidade de saúde pública.

Só a ralé e o rebotalho social são jogados nessas condições desumanas.

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domingo - 10/04/2011 - 20:21h

Nem todos são iguais perante a lei


O nepotismo cruzado prospera solto no Rio Grande do Norte.

Os três poderes e órgãos técnicos, da capital ao anterior, empilham parentes e aderentes de poderosos, tudo com a maior naturalidade.

É como se fosse um direito adquirido, mesmo que escamoteado.

Enquanto isso, o cidadão comum precisa provar que é sério, ter ficha limpa, se submeter ao estresse de concursos para ganhar um lugar ao sol no serviço público.

E ainda dizem que "todos são iguais perante a lei". Risível.

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domingo - 10/04/2011 - 11:29h

Um fim para não se justificar o Meios


“O que devíamos do convênio nós já pagamos. O Meios é uma organização não governamental, não é do Estado, é uma Ong como tantas outras que temos no Estado.”

Essas afirmações foram feitas pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM) em sua primeira entrevista coletiva como governante, nesse sábado (9), em Natal.

Será que ela teria coragem de afirmar, em plena campanha eleitoral, que o Meios "é uma ONG como tantas outras"?

Du-vi-do!

O comportamento do seu governo em relação ao Meios, em 100 dias de gestão, é titubeante, oscilante, às vezes até mesmo covarde. Desrespeitoso com milhares de servidores desse órgão que se transformou num apêndice do Estado. Agride a memória e os fatos pretéritos.

O próprio histórico do Meios denuncia que Rosalba escamoteia a verdade, lava as mãos e pune servidores e assistidos pelo órgão, após décadas de comportamento diametralmente oposto em relação à instituição.

O Meios é uma Organização Não-governamental (ONG), sem fins econômicos e reconhecida por sua utilidade pública nas esferas municipal, estadual e federal. Foi fundado em julho de 1979, inicialmente como coordenação da Legião Brasileira de Assistência (LBA), ligada ao Programa Nacional de Voluntariado (PRONAVE).

Uma de suas características, desde o início, foi sempre ter a primeira-dama do estado como presidente. Sempre.

Essas senhoras estavam sempre na ilegalidade, surrupiando dinheiro do Estado?

Bom perguntar às ex-primeiras damas como Denise Alves (mulher do senador e ex-governador Garibaldi Filho-PMDB) e Anita Catalão Maia (mulher do senador e ex-governador José Agripino-DEM) o que elas acham dessas declarações da governadora.

Quer dizer que agora o Meios não existe, não tem qualquer relação com o Estado e é uma institituição como outra qualquer?

Francamente!

Num primeiro momento desse caso, o governo avisou que não devia nada ao Meios, não tinha nada com sua crise. Depois, em face das pressões e péssima repercussão, avisou que poderia sanar as dívidas com pessoal, mas sob o manto da legalidade. Ou seja, contrariou suas primeiras assertivas.

Em seguida, topou pagar tudo.

Agora, outra vez, avisa que quem quiser que pegue essa "bomba".

Certamente, Rosalba vai carregar essa chaga em seu currículo. Poderia ter uma saída mais honrosa. Negar o passado do Meios com base em aspectos legalistas "descobertos" quase 32 anos depois, é um insulto à inteligência alheia.

O Meios tem cumprido papel de uma unidade da administração pública indireta – com finalidade especial – para fim específico de assistência social.

Claro que tem personalidade jurídica própria e sempre, sempre mesmo, foi utilizado como ferramenta eleitoreira por todos, todos mesmos, governantes do Rio Grande do Norte. Sem exceção. E em convênios diversos, que alcançaram gestões municipais em parcerias, como da própria Rosalba como prefeita de Mossoró.

Se o Meios precisa morrer, que o façam com exéquias mais dignas e não meias-verdades, sofismas chulos e retórica com odor de ressentimentos. E cada um dos que se aproveitaram da instituição, para benefício político, tenha a dignidade de assumir isso de público ou levantar a voz à sua manutenção.

O resto é conversa fiada. Não merece crédito.

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domingo - 10/04/2011 - 11:23h

Tempo rei


"Não se iludam/ não me iludo/ Tudo agora mesmo pode estar por um segundo…" (Gilberto Gil)

O tempo não para! Cazuza nos alertou; Renato Russo, idem: “Todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou…”.

Tempo, que Santo Agostinho dizia que sabia o que era, mas se alguém lhe perguntasse e ele tivesse que explicar, aí ele já não sabia do que se tratava. Tempo, que é o maior professor de todos: “O tempo é escola dos sábios”. Por isso, há professores de vários tipos: “Há tempo de tudo debaixo do sol; há tempo de plantar, há tempo de colher…”.

Há tempo em que é preciso entender que “viver é negocio muito perigoso”. Pois é no homem, este ser cambiante e multiforme, que reside o mal. Mal capaz de entrar numa escola e disparar várias vezes contra crianças inocentes… Pobre homem que não sabe valorizar o seu livre arbítrio! Pobre mundo! Pobre de nós…

Há tempo de entender que não basta apenas ir para as ruas, protestar, cruzar os braços por 24 horas, contra os absurdos e desmantelos que somos submetidos na nossa labuta, se este protesto não vier acompanhado de uma profunda e enorme mudança ética nas nossas ações…

Há tempo de entender que a amizade tem o seu preço e a cobrança vem através da lealdade, honestidade, parceria… de olhar, não um para o outro, mas sim, de olhar na mesma direção, como queria Saint-Exupéry.

Há tempo de entender que a ingratidão é o mais certo prêmio da dedicação… Você é 100% fiel ao individuo, mas é só dar-lhes as costas para ser apunhalado: “Até tu, Brutus?!”.

No entanto, há tempo de entender que se desculpar, não é um sentimento de inferioridade, mas sim de nobreza… e que somente nas verdadeiras amizades é que cresceremos, que nos tornaremos melhores pessoas…

Há tempo de entender que a inveja faz parte da condição humana. E que aquele cara, que você acredita que tem tudo – dinheiro, posição social, mulher famosa, etc. etc.-, na verdade ele não tem nada, a não ser uma enorme e profunda inveja. Sua alma é infinitamente menor do que o seu tamanho…

Há tempo em que é preciso entender que o silêncio é um barulho muito maior do que qualquer grito. Que o calar e a falta de palavras não representam um consentimento, mas sim, uma enorme e grandiosa dor, que talvez nem o tempo – o maior cicatrizante de todos -, seja capaz de curar…

Há tempo de entender que é preciso se libertar do passado. Seguir os ensinamentos do maior poeta português de todos os tempos: “Há tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo… e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares… É o tempo da travessia… E se não ousarmos fazê-la, teremos ficado para sempre à margem de nós mesmos…”.

Há tempo de entender que tudo acaba. Tudo passa. E que isso é bom, pois senão ficaríamos nos lamentando como Fernando Pessoa: “Tenho dó das estrelas luzindo há tanto tempo; tenho dó delas. Não há um cansaço das coisas? Um cansaço de existir?”… Mas, é preciso lembrar de que “só o que passa, permanece…”

Há tempo que é preciso entender que a maior característica do ser humano é a sua capacidade de recomeçar. Afinal se a coisa não me mata; imediatamente ela me fortalece, sentenciou Nietzsche. É preciso entender, portanto, que o caminhar é sempre em frente: “Não temos tempo a perder. Nosso suor sagrado é bem mais belo que esse sangue amargo”…

Há tempo de entender que “sem a música, a vida seria um erro”. Por isso, vou terminar – por hora apenas, pois compreendi que a dor é território sagrado da poesia… -, cantando a canção de Guilherme Arantes: “Amanhã! Mesmo que uns não queiram, será de outros que esperam ver o dia raiar. Amanhã! Ódios aplacados, temores abrandados,/ Será pleno! Será pleno!”

Francisco Edilson Leite Pinto Junior é professor, médico e escritor

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domingo - 10/04/2011 - 10:45h

Uma ausência considerável


Deselegante, muito deselegante, a ausência do vice-governador Robinson Faria (PMN) da entrevista coletiva da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) neste sábado (9).

O vice preferiu fazer viagem de lazer aos Estados Unidos, em vez de ouvir o ramerrame protocolar na Governadoria.

Consequências disso?

Na prática, nenhuma.

Robinson tem o "cangote" rígido e o grupo da "Rosa" faz de conta que compreendeu tudo.

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domingo - 10/04/2011 - 10:33h

Canção do Tamoio


I

Não chores, meu filho;
Não chores, que a vida
É luta renhida:
Viver é lutar.
A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar.

II

Um dia vivemos!
O homem que é forte
Não teme da morte;
Só teme fugir;
No arco que entesa
Tem certa uma presa,
Quer seja tapuia,
Condor ou tapir.

III

O forte, o cobarde
Seus feitos inveja
De o ver na peleja
Garboso e feroz;
E os tímidos velhos
Nos graves concelhos,
Curvadas as frontes,
Escutam-lhe a voz!

IV

Domina, se vive;
Se morre, descansa
Dos seus na lembrança,
Na voz do porvir.
Não cures da vida!
Sê bravo, sê forte!
Não fujas da morte,
Que a morte há de vir!

V

E pois que és meu filho,
Meus brios reveste;
Tamoio nasceste,
Valente serás.
Sê duro guerreiro,
Robusto, fragueiro,
Brasão dos tamoios
Na guerra e na paz.

VI

Teu grito de guerra
Retumbe aos ouvidos
D’inimigos transidos
Por vil comoção;
E tremam d’ouvi-lo
Pior que o sibilo
Das setas ligeiras,
Pior que o trovão.

VII

E a mão nessas tabas,
Querendo calados
Os filhos criados
Na lei do terror;
Teu nome lhes diga,
Que a gente inimiga
Talvez não escute
Sem pranto, sem dor!

VIII

Porém se a fortuna,
Traindo teus passos,
Te arroja nos laços
Do inimigo falaz!
Na última hora
Teus feitos memora,
Tranqüilo nos gestos,
Impávido, audaz.

IX

E cai como o tronco
Do raio tocado,
Partido, rojado
Por larga extensão;
Assim morre o forte!
No passo da morte
Triunfa, conquista
Mais alto brasão.

X

As armas ensaia,
Penetra na vida:
Pesada ou querida,
Viver é lutar.
Se o duro combate
Os fracos abate,
Aos fortes, aos bravos,
Só pode exaltar.

Gonçalves Dias (1823-1845 a 1864) – Poeta maranhanse

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domingo - 10/04/2011 - 10:28h

O que Cláudio Humberto não viu


Deu na coluna de Cláudio Humberto:

Sonho partidário

A governadora potiguar Rosalba Ciarlini sonha trocar o DEM pelo PSD. Seu vice Robinson Faria já correu para o abraço em Gilberto Kassab.

Nota do Blog – O jornalista atirou no que viu, mas não acertou o alvo.

Na verdade, a articulação de Robinson Faria (PMN) tem conotação particular e voltada para seus interesses futuros e não do grupo da governadora, do qual não pretende ser um simples apêndice.

Veja clicando AQUI, o que o Blog publicou anteriormente sobre o assunto, que o explica bem.

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domingo - 10/04/2011 - 09:56h

Só Rindo (Folclore Político)


Colchão de pau duro

José Mecena virou figura folclórica em Angicos, sertão do Rio Grande do Norte. Sua forma espirituosa e espontânea de se manifestar, além do jeito tipicamente nordestino, o faziam o cidadão diferenciado.

Vinculado até à medula à família Alves, não aceitava calado nada que pudesse arranhar a imagem de seus líderes políticos. Nada.

Numa roda de discussão política, ele esgrima com outros interlocutores em defesa do ex-prefeito Expedito Alves. Escuda-o lealmente.

Opositores levantam censuras, imputando a Expedito um padrão de vida que seria incompatível para o governante de um município pobre. Provocam-no, só esperando a reação.

Com sua conhecida desavença com as palavras, mas permanente vigilância em defesa do ex-prefeito, Mecena apela e faz um comparativo para provar que o amigo possui uma vida franciscana:

– Expedito é um homem simples. Nâo é daqueles  que dormem em colchão de mola. Ele só deita em colchão de pau duro!   

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domingo - 10/04/2011 - 01:53h

Pensando bem…

"Não ame por beleza, pois um dia ela acaba, não ame por admiração, pois um dia posso me decepcionar. Ame apenas, pois o tempo nunca poderá apagar um amor sem explicação."

Madre Tereza de Calcutá

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sábado - 09/04/2011 - 20:21h

Crise no petróleo afeta economia local


Os investimentos à exploração do petróleo em terra, nos últimos anos, têm sido prioritariamente para o estado de Sergipe.

A região do Rio Grande do Norte/Ceará está em baixa em igual espaço de tempo, com quase nada de novo em termos de descobertas.

O foco da Petrobras, qualquer criança sabe, é mesmo o pré-sal.

Em parte, é assim que se explica a onda de desempregos, falências e insolvência de empresas que prestam serviços à estatal.

Em Mossoró, o "efeito dominó" começa a afetar sobremodo a economia local.

Aos poucos o ciclo do petróleo vai cumprindo seu tempo, com quase nada ficando de concreto à cidade e estado.

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sábado - 09/04/2011 - 19:49h

Uma reforma muito longe do Rio Grande do Norte


Há poucas semanas, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) andou sondando, por orientação do seu marketing governamental, o modelo de gestão pública adotado há anos em Minas Gerais. Por lá, o ex-governador Aécio Neves (PSDB) promoveu um efetivo choque de gestão e reforma de Estado.

No Rio Grande do Norte, essa "reviravolta" em termos de administração pública ganha contornos de pura utopia. Sempre é objeto de discurso de campanha, para se adequar aos velhos costumes na hora de se governar, no "vamos ver".

O Projeto Agenda de Melhorias – Caminhos para Inovar na Gestão Pública foi uma iniciativa do Governo de Minas Gerais, viabilizada pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e pelo Movimento Brasil Competitivo (MBC), com a parceria estratégica das consultorias Mckinsey & Company, Macroplan, e Fundação Dom Cabral (FDC).

Para a construção desse projeto criou-se uma governança, que envolveu uma Rede por uma Gestão Pública Inovadora (RGPI). Criou-se um grupo representativo de diversos segmentos da sociedade, formado por mineiros e brasileiros com atuação destacada.

A partir daí surgiu um Comitê Gestor composto por instituições como Banco Mundial, BDMG, MBC, FDC, Fundação Brava, e Fundação João Pinheiro. Deram endosso ao trabalho de Estado que o novo governo se propôs desenvolver.

Do ponto de vista da execução do trabalho, contou-se com o apoio de uma Rede de Facilitadores – servidores públicos de diversos órgãos do Governo do Estado de Minas Gerais que apoiaram o registro e proposição das diversas frentes analisadas – além dos especialistas envolvidos pelas consultorias parceiras. 

Resultados

A origem do Projeto Agenda de Melhorias se deu com a perspectiva de mudança de gestão, decorrente do final do ciclo de gestão estadual 2007-2010. A realidade para Minas Gerais, de um processo de transformação desde 2003, dado a reeleição do governo em 2006, era de criação de dois ciclos bem-sucedidos: “Choque de Gestão” e “Estado para Resultados”.

Privilegiou-se o mérito e a meta, ou seja, levou-se à administração pública um rol de conceitos próprios da iniciativa privada, para que o Estado realmente fosse transformado num fomentador do bem-estar social, com eficiência orgânica.

O Rio Grande do Norte de Rosalba está disposto a copiar esse modelo?

Para isso, é  preciso romper com o que está aí há décadas, quebrar o cerco do compadrio, do "caciquismo", da vassalagem remunerada, do toma-lá-dá-cá promíscuo.

Terá que apostar nos melhores e estabelecer metas, com cobrança de resultados, com a devida transparência.

E não basta apenas o governo estadual ser movido nessa direção. Os outros poderes precisam se engajar, partilhando da proposta de formatação de uma outra ordem gestora, social, econômica e política. O Estado é uno, um monobloco. Legislativo e Judiciário não são corpos estranhos. 

Os primeiros 100 dias do Governo Rosalba indicam que não há nada de muito novo ou de vanguarda à sua mesa. Sobram figurinhas repetidas, velhas ideias e um centralismo azeitado para premiar compadres, aliados e neoadesistas.

Para mudar, fazer acontecer, não basta falar. É preciso ousar. Ter a coragem de fazer diferente, custe o que custar.

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sábado - 09/04/2011 - 19:22h

Um pouco dos 1.460 dias de Rosalba Ciarlini


Bem, num universo de 1.460 dias que estão previstos para o mandato da atual governadora Rosalba Ciarlini (DEM), ou seja, quatro anos, 100 aparecem como uma ninharia.

No mínimo é preciso tolerância para ouvi-la, avaliar o inventário desse tempo e o que está posto para os dias que virão.

Os 100 dias em verdade têm uma simbologia, mas não é oficialmente um tempo para "fazer acontecer", como propagou seu slogan de campanha.

Rosalba e sua equipe insistem num discurso de transferência de culpa para o governo antecessor. Na verdade, a ladainha é comum entre adversários que se sucedem no poder. É da arte da retórica na política.

Entretanto é claro que essa estratégia tem prazo de validade. Não vai resistir por muito mais tempo e a própria governadora afirmou isso em seu discurso hoje, quando admitiu que daqui para frente será mais cobrada – com razão:

– A partir de agora, a cobrança será em cima da gente. Não podemos mais olhar pelo retrovisor.

O início de governo, nesses pouco mais de três meses, tem sido muito baseado na guerra de propaganda e contra-propaganda. Por isso que o nome do ex-governador Iberê Ferreira (PSB) é tão recorrente.

Ninguém deve esperar medidas impactantes e programas revolucionários um pouco adiante. Se a governadora confirmar o que foi sempre seu perfil gerencial, converterá os primeiros meses de dificuldade num tempo futuro de maior equilíbrio nas finanças públicas.

Esse é um ponto em que os administrados podem apostar. Ela vai fazer acontecer.

Difícil mesmo é mudar essa configuração social, política e econômica de décadas, que criou dois RN´s. Um que vai de Natal a "Reta Tabajara" na BR-304 e outro que segrega o restante do estado à condição de "primo pobre", à espera de migalhas e sobras da Grande Natal.

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sábado - 09/04/2011 - 18:36h

Sem ortopedia, hospital vive final de semana mais tenso


Proteja suas canelas, braços e costelas. O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) está sem ortopedista em seu plantão.

O próprio diretor-geral, odontólogo Ney Robson, confirma a deficiência.

Ele foi ouvido hoje à noite pelo Blog, sobre o quadro de dificuldades enfrentadas pelo HRTM. Admitiu ainda que a escala de plantão está incompleta, além da falta de "alguns ítens" de produtos básicos ao atendimento.

Mais: o diretor-técnico Tiago Abrantes está na iminência de se afastar do cargo, como noticiou o Blog em primeira-mão à manhã de hoje.

– Quanto à ortopedia, três profissionais pediram demissão. O Estado precisa negociar com a cooperativa para buscar o preenchimento dessas vagas – comentou.

Emergencialmente, ele garantiu que foi preparada uma logística com o Samu e até mesmo a possibilidade de uso do helicóptero do Estado para situações de maior gravidade, com transporte de algum paciente para Natal.

Ney Robson asseverou que com recursos diretos do HRTM, alguns ítens foram adquiridos, mas não há como suprir toda a necessidade em termos de remédios, por exemplo.  "Estamos na dependência da Unicat (Central de Distribuição de Remédios do Estado)", disse

Sobre o afastamento de Tiago Abrantes, ele titubeou quanto ao futuro do médico no hospital. "Oficialmente ele está conosco", declarou. "Mas ele deve fazer uma especialização no Sírio Libanês em São Paulo (SP). Nâo sabemos ainda como ficará sua situação", colocou.

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Categoria(s): Gilson Cardoso
  • Art&C - PMM - Abril de 2026
sábado - 09/04/2011 - 17:43h

Se eleito deputado, assassino confesso tomaria posse

"Faz mais de 10 anos que o jornalista Antonio Pimenta Neves matou a ex-namorada Sandra Gomide com uma bala nas costas e outra na cabeça. Horas depois do crime, contou tudo à polícia e se tornou réu confesso.

Em 2006, foi condenado em primeira instância a 18 anos de prisão, reduzidos a 15 pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Não cumpriu nenhum. No momento, espera em liberdade o julgamento de um recurso encaminhado ao Supremo Tribunal Federal.

O caso está com o ministro Celso de Mello, que não sabe quando terá tempo de examiná-lo.

Tecnicamente, Pimenta Neves não é culpado de nada: graças às alquimias da legislação e às acrobacias da jurisprudência, tornou-se inconstitucional tratar um matador assumido como assassino antes que a sentença transite em julgado.

O cidadão brasileiro Antonio Marcos Pimenta Neves poderia, se quisesse, ter disputado uma vaga na Câmara dos Deputados em 2010. Não lhe faltariam simpatizantes, sobretudo entre colegas de ofício.

O público alvo seria alcançado sem muita despesa, já que a Justiça Eleitoral concentrou o público alvo de delinquentes candidatos em poucos lugares: agora, a população carcerária se vale de urnas instaladas nos presídios para cumprir o dever cívico do voto.

Com alguma lábia e um pouco de sorte, Pimenta Neves hoje estaria festejando, entre uma conversa no cafezinho da Câmara e uma reunião para tratar da reforma política, a vitória da turma do prontuário no STF ─ e os nítidos sinais de que a lei da ficha suja será pulverizada de vez até 2012.

A inovação legal torna inelegível gente condenada em duas instâncias. Isso é inconstitucional, já avisaram alguns ministros.

É preciso aguardar o julgamento do último recurso na última instância.

Sandra Gomide agonizava de costas quando levou o tiro de misericórdia. Nunca mereceu uma lágrima do seu executor.

Para pelo menos seis doutores do STF, detalhes do gênero são pieguices irrelevantes, coisa de leigos que nem imaginam as altitudes jurídicas alcançadas por uma toga. A lei só retroage em benefício do réu, declamariam em coro.

O princípio da anterioridade é sagrado, alertariam aos berros ─ mais de 10 anos depois do assassinato. E todos fingiriam ignorar que o processo dorme numa gaveta do Supremo.

Nada como um caso exemplar para encerrar a conversa fiada: caso virasse deputado, Pimenta Neves continuaria servindo à nação com as bênção do STF e sob as asas da Constituição.

Os pimentas neves que agem fantasiados de pais-da-pátria são cada vez mais números.

Há algo de muito errado com um país que torna possível tamanha afronta à justiça.

Augusto Nunes é jornalista

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Categoria(s): Fred Mercury
sábado - 09/04/2011 - 17:26h

Poder e mídia


Segundo o vereador presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Francisco José Júnior (PMN), o motivo pelo qual o poder legislativo local é mal avaliado (desacreditado), seria a falta de comunicação.

Diante dessa grande descoberta de estraordinário valor – técnico, organizacional e administrativo – o jovem vereador presidente, acha que investindo pesado na midia, vai  resgatar ou reverter a péssima imagem que os munícipes têm da nossa  Câmara Municipal.

Antes de mais nada, aconselharia ao nobre vereador, que procurasse no Orçamento Geral do Município (OGM), qual o valor/dotação, disponibilizado para comunicação e dimensionasse o seu retorno positivo para a imagem e radiografia da administração "Mossoró da Gente!?"

O investimento em comunicação, deve obrigatoriamente ser precedido de um Plano de Marketing e por um Projeto de Redimensionamento que venha  modernizar a Casa, valorizar o capital humana existente e que aponte para correção de distorções históricas.

Como já afirmei em outras postagens, não é simplesmente com  vontade, prestação de contas, transmissão de sessões por TV e outros apetrechos, que se muda o conceito de um poder, dotando-o de credibilidade, respeito e confiabilidade.

O primeiro passo para que os munícipes passem a acreditar na nossa Câmara Municipal – é que a mesma tenha plena e real consciência – que Executivo e Legislativo são poderes independentes: o poder Executivo é exercido pelo prefeito e vice-prefeito, auxiliados pelos secretários do município. Já o poder legislativo é exercido em toda sua plenitude pelos senhores vereadores.

A Câmara não é um setor ou departamento da prefeitura, na verdade, é um poder que tem o seu Regimento Interno, tendo seus funcionários, equipamentos e recurso próprio, previsto no Orçamento Anual do Município.

O segundo e mais importante passo, para se firmar enquanto poder é resgatar a credibilidade dos seus componentes – e isso obrigatoriamente – tem quer ser feito em consonância com os anseios da sociedade, coibindo os abusos do executivo (que no caso especifico de Mossoró, são muitos), simplificando a vida da população (eliminando o excesso de leis, homenagens, comendas, títulos e atos normativos), tornando mais ágil e transparente o processo legislativo, e mostrando sempre sintonia entre a vontade dos representados (o cidadão) e a ação dos representantes, no caso, os senhores vereadores.

Carlos Escóssia é professor e editor do Blog do Carlos Escóssia AQUI.

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Categoria(s): Fred Mercury
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sábado - 09/04/2011 - 17:11h

Rosalba Ciarlini volta a acusar governo Iberê em coletiva

Em sua primeira entrevista coletiva no Governo do Estado, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) voltou a criticar duramente o antecessor, Iberê Ferreira (PSB).

A entrevista amarrada por regras espartanas, que impediam os repórteres credenciados de fazerem réplica, aconteceu à manhã de hoje na Governadoria.

Ela afirmou que sua gestão herdou mais de R$ 800 milhões em dívidas do governo Iberê. Negou que esteja existindo superávit em caixa.

Também afirmou que existem "mais de 100 obras paralisadas".

Acusou o ex-governador de fazer uma administração sem planejamento. Suas críticas também sobraram para os prefeitos: "primeiro os prefeitos precisam prestar contas do dinheiro que foi entregue. Agora tudo tem que ser dentro da legalidade”.

Apontou, ainda, que existiram superfaturamento em aluguel de imóveis: "O Estado pagava prédios acima do mercado. E esses imóveis não eram reparados por isso os prédios estão caindo aos pedaços."

Prometeu implantação do programa "Ronda Cidadã", como acontece no Ceará sob a denominação de "Ronda Quarteirão" e uma operação de segurança específica para o interior do estado, com uso de setor de inteligência e reforço no Batalhão de Operações Especiais.

Em relação ao Movimento de Orientação e Integração Social (MEIOS), a governadora foi incisiva. Deu tiro de misericórdia: “O que devíamos do convênio nós já pagamos. O Meios é uma organização não governamental, não é do Estado”.

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Categoria(s): Administração Pública
sábado - 09/04/2011 - 10:50h

Senado brasileiro vira uma “casa familiar”

O Senado está virando um ambiente familiar. Dois em cada três senadores têm algum parente na política. Dos 85 parlamentares que exerceram o mandato este ano, entre titulares e suplentes, 57 são filhos, netos, pais, irmãos, sobrinhos, tios, primos, cônjuges ou ex-cônjuges de políticos.

Nessa extensa lista, aparecem 17 senadores que têm familiares exercendo mandato atualmente na Casa vizinha, a Câmara.

Oito deles são pais de deputados. Outros dois deputados são pais de senadores.

Os dados fazem parte de levantamento exclusivo feito pelo Congresso em Foco sobre as relações de parentesco entre os parlamentares no Congresso. A “bancada dos parentes” engordou nas últimas eleições.

Dos 37 novos senadores eleitos em outubro, 25 têm laços de parentesco com outros políticos, condição desfrutada também por 11 dos 17 parlamentares reeleitos.

Em dez estados, todos os três senadores são familiares de políticos: Alagoas, Maranhão, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe, São Paulo e Tocantins.

Entre os partidos políticos, o PMDB é o que reúne mais parlamentares com ramificações políticas: 18 dos 22 que exerceram mandato pela legenda neste início de ano.

Veja reportagem completa clicando AQUI.

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sábado - 09/04/2011 - 09:04h

Combustíveis têm preços abusivos, afirma secretário

O secretário de Estado da Tributação, (SET), José Airton, afirma que aplicação da alíquota de 2% ICMS sobre a gasolina tipo “C” não foi o motivo para o aumento exorbitante no preço dos combustíveis no Rio Grande do Norte.

“Provavelmente, os empresários resolveram aumentar seus preços por razões mercadológicas”, disse José Airton, lembrando que o Confaz também estabeleceu em 08 de abril de 2011, R$ 2,655 como preço médio ponderado a consumidor final, sobre o qual incide o ICMS para gasolina no RN.

“Ou seja, acima deste patamar o Estado não arrecada nada é tudo lucro do dono postos. Há estado em essa base de cálculo é maior que o do RN e mesmo o preço praticado na bomba é menor do que o ofertado para o consumidor do RN”, afirmou o secretário.

"A Secretaria Estadual de Tributação e o Procon-RN estão aguardando que os representantes do setor de varejo de combustíveis apresentem a planilha e justifiquem o aumento, que, a nosso ver, é abusivo”, avisou José Airton.

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sábado - 09/04/2011 - 08:52h

Pensando bem…

"A vida é combate".

Gonçalves Dias no poema "Canção do Tamoio"

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