segunda-feira - 28/12/2015 - 23:08h
Assunto encerrado

Caern não está à venda, garante Robinson Faria

Não li ou ouvi sequer uma fonte oficial do Governo Robinson Faria (PSD) afirmar, mesmo superficialmente, que poderia ocorrer a privatização da Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN) em sua gestão.

Uma voz, de fora do Governo, é que apontou esse caminho para sua gestão fazer caixa: o presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), desembargador Cláudio Santos.

Enfim, alguém que apesar de influente, não é o Governo.

Hoje, em entrevista – após almoço de confraternização (veja AQUI) – com a imprensa, Robinson não tergiversou. Disse claramente que a Caern não será negociada e participa de projetos arrojados, como o completo saneamento de Natal.

– É uma empresa que está fortalecida – reforçou.

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segunda-feira - 28/12/2015 - 19:48h
Prefeitura do Natal

Carlos Eduardo garante pagamento de folha e anuncia 2016

O prefeito de Natal, Carlos Eduardo anunciou, via twitter por volta das 19 horas desta segunda-feira, dia 28, que o pagamento do mês de dezembro dos servidores municipais estará disponível na conta bancária de cada um, a partir das 17 horas de amanhã, dia 29.

Carlos: calendário (O Jornal de Hoje)

Até então, a Prefeitura do Natal estava comprometida a efetuar o pagamento do salário do mês de dezembro na próxima quarta-feira (30) para servidores ativos, inativos e aposentados, independentemente do número final da matrícula, beneficiando cerca de 21 mil servidores.

Com isso, a Prefeitura cumpre todo o calendário estabelecido para o pagamento dos seus servidores.

Em 2016

No último dia 18, a Prefeitura já havia efetuado o pagamento da segunda parcela do 13º salário, que corresponde a um percentual do 60% do benefício. A primeira parcela, correspondente a 40%, foi paga no dia 19 de junho deste ano.

A partir de janeiro, o pagamento dos salários de todos os seus funcionários, independente do final da matrícula de cada um, será efetuado até o 5º dia útil do mês subsequente ao mês trabalhado, nos moldes já adotados pelo poder executivo federal para seus servidores.

A medida deve-se à necessidade de adequar o fluxo de caixa da Prefeitura às receitas financeiras programadas para o ano de 2016.

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segunda-feira - 28/12/2015 - 18:37h
Mossoró

Partidos ampliam conversas para campanha de 2016

Josué, Genivan, Fernandinho e Tomaz: diálogo (Foto: cedida)

O presidente Estadual do PRB, Fernando Medeiros, o “Fernandinho das Padarias”; Tomaz Neto, vereador e presidente municipal do PDT; vereador e presidente municipal do Pros, Genivan Vale, além do ex-candidato a prefeito e dirigente local do PSDC,  Josué Moreira, conversam sobre formação de um bloco político para a campanha municipal mossoroense de 2016.

Eles tiveram reunião hoje à tarde.

Diálogo aberto para a possibilidade de construção de uma frente alternativa de partidos e com chapa própria à Prefeitura, em 2016.

As conversas devem ser ampliadas com outros partidos.

A primeira rodada de discussão aconteceu à semana passada, sem o PRB.

O PSDB pode ser outro partido a entrar na conversação. É encabeçado pelo vereador Tassyo Mardonny.

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segunda-feira - 28/12/2015 - 17:48h
Almoço com a imprensa

Robinson promete mais investimentos para ano de 2016

O governador Robinson Faria (PT) recebeu a imprensa hoje (28) para almoço de confraternização, no Hotel Holiday Inn, Lagoa Nova, em Natal. No evento foi apresentada a revista eletrônica “O RN no caminho do desenvolvimento – prestação de contas à sociedade”.

O Chefe do Executivo ressaltou o compromisso da gestão com o ajuste fiscal, a redução de custos e a geração de novas oportunidades, empregos, renda e negócios para o crescimento da economia e o desenvolvimento do Estado.

Robinson fez relato sobre situação em 2015, apontando ações do Governo (Foto: Rayane Mainara)

“A caminhada de 2015 foi bastante difícil, mas chegamos ao final do primeiro ano da gestão dentro da normalidade e com metas atingidas, ao contrário de outros estados que enfrentam enormes dificuldades”, afirmou o governador que agradeceu a atuação da imprensa do RN que se envolveu positivamente em ações importantes como as medidas para combater a crise hídrica e para a atração do HUB da TAM.

“Tivemos parcerias muito importantes neste momento novo que vive o nosso Estado. A imprensa fez o seu papel sem ser uma imprensa oficial, mas exercendo sua verdadeira função de informar e discutir os problemas e soluções para conjunto da sociedade”, externou, convidando às novas lutas que serão travadas para desenvolver o Rio Grande do Norte em 2016. “Esperamos manter essa parceria em defesa do nosso Estado. Temos investimentos previstos como o Pró-gás, Pró-transporte, e enormes perspectivas nas áreas da habitação, hídrica, mineral, turística, saneamento, agro-industrial e fomento aos pequenos negócios”, explicou.

Robinson Faria disse da sua confiança de que o ano de 2016 será melhor que 2015.

“Estamos ajustando a estrutura do Estado, corrigindo irregularidades e ampliando a capacidade de investimentos. Na crise o Rio Grande do Norte cresce. Vencemos no primeiro ano, vai ser melhor no segundo. Temos muito que fazer e temos uma equipe técnica preparada, competente. Temos fé, ousadia e coragem. Quero contar com aqueles que têm sentimento, que querem fazer o melhor para o Rio Grande do Norte se desenvolver”, encerrou.

Ao evento compareceram profissionais da imprensa de TV, rádios, jornais impressos, blogs e sites.

Pelo Governo do Estado, estavam o vice-governador Fábio Dantas (PCdoB) e as secretárias de Trabalho, Habitação e Ação Social (SETHAS) Julianne Faria, e de Comunicação, Juliska Azevedo.

Também compareceram o deputado estadual Fernando Mineiro e o presidente da Câmara Municipal de Mossoró e presidente da Federação das Câmaras Municipais do RN (FECAM/RN), Jório Nogueira (PSD).

Com informações da Assecom do Governo do Estado.

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segunda-feira - 28/12/2015 - 17:34h
Água como bem coletivo

Privatização da Caern é refutada por argumentos em outro viés

A ideia de privatização da Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN), levantada no final de semana pelo presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), desembargador Cláudio Santos, como um dos caminhos para recomposição de Fundo Previdenciário e reequilíbrio das contas do Estado, não tem eco positivo em muitos segmentos.

José Procópio alerta para debate (Foto: divulgação)

Uma voz que se levanta contra, por exemplo, é do presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica Piancó-Piranhas-Açu (CBH-PPA), Engenheiro Agrônomo José Procópio de Lucena. Ele emitiu nota sobre o assunto.

Lucena entra no debate por outro viés, o da importância da água e a sua valorização como bem comum, coletivo, que não pode ser mercadejado como um produto qualquer.

“Este assunto de privatização da Caern já surgiu em outros momentos e parecia ter saído da agenda do Estado e da sociedade; no entanto, a proposta do desembargador, infelizmente, mostra que o debate não está superado. Pela expressão política e significado que tem o presidente do Tribunal de Justiça do RN é estranho e preocupante esse posicionamento público de propor e defender a privatização da Caern”, diz ele na nota.

Água-mercadoria

“Em que interesses está assentada esta proposta? Neste contexto, é fundamental o aprofundamento da discussão em torno dos paradigmas que sustentam o atual modelo de gestão dos serviços de água e saneamento no RN, como também sobre a concepção da água-mercadoria que está na base desta proposta”, acrescentou.

“Consequentemente, a sociedade deve se posicionar contra a privatização da Caern, afirmando que o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos”, ponderou na mesma nota.

“Vender a Caern é privar principalmente os pobres do acesso à água e isto significa negar-lhes o direito à vida radicada na sua dignidade inalienável”, disse.

José Procópio de Lucena reiterou que se faz necessária “uma ampla campanha na defesa da Caern como serviço público estatal, fundamentado na gestão pública transparente, participativa e a serviço da dignidade humana e do bem comum”.

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segunda-feira - 28/12/2015 - 16:46h
Chuá

E tome chuva em Mossoró

Trecho de viaduto mostra visibilidade ruim com chuva (Foto: Ana Paula Araújo)

Eu não vi. Já estava longe, a caminho de Natal, quando me contaram. Ela chegou de mansinho; nem dava para animar muito.

Veio gotejante, quase imperceptível. Aqui e acolá, nada que animasse.

Simples neblina, digamos.

Logo se tornou uma chuva para nos alegrar e encher nossos olhos de esperança.

Em determinados momentos até ganhou maior volume, a ponto de dificultar o trânsito de carro com melhor visibilidade e segurança.

Fez chuá.

Que volte amanhã e depois.

Que seja nossa companhia regular em 2016.

Estamos precisando, deusa Iara – nossa ‘Mãe-dágua”.

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segunda-feira - 28/12/2015 - 16:10h
Cultura

Antes que 2016 amanheça, “O Galo” vai cantar

Antes que termine 2016 amanheça, ele vai encantar. Vai ser amanhã (terça-feira, 29), às 18h, o lançamento de outro número do Jornal “O Galo”. Acontecerá na Galeria de Artes da Fundação José Augusto, em Natal.

Quem me passa o aviso e convite, pessoalmente, é o jornalista Aílton Medeiros.

Combinado.

A publicação procura fomentar o mundo literário potiguar, numa iniciativa do Núcleo do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas da Fundação José Augusto – coordenado por Medeiros.

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segunda-feira - 28/12/2015 - 15:34h
Hoje

Morre diretora da FM 96 de Natal, Michelle Sinedino

Michelle: FM 96 (Foto: Web)

Morreu hoje Michelle Sinedino, de 42 anos, a herdeira e diretora da 96 FM (Natal). O óbito aconteceu em Brasília.

Ela era filha do publicitário e fundador da emissora e da agência Dumbo Publicidade, Silvino Sinedino.

Há algum tempo Michelle vinha fazendo tratamento de ‘Lúpus’.

Hoje cedo sofreu uma embolia pulmonar e não resistiu.

Michelle deixa marido e duas filhas.

Com informações do Blog Ponto de Vista.

Nota do Blog – Nossa solidariedade. Que descanse em paz.

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segunda-feira - 28/12/2015 - 15:13h
Blitz

Operação natalina recolhe 27 carteiras de habilitação

Policiais do Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE) realizaram, no período de 21 à 27 de dezembro, a Operação Natalina 2015 com a intensificação da fiscalização nas principais rodovias estaduais do RN.

Diariamente, cinquenta policiais de trânsito estiveram atuando na operação.

Durante a ação foram abordados 783 veículos, o que resultou na remoção ao pátio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de 24 veículos, na realização de 356 teste etílicos, confecção de 89 autos de infrações de trânsito e no recolhimento de 27 carteiras de habilitação nacional.

Dez condutores foram detidos em flagrante por estarem dirigindo sob o efeito de bebidas alcoólicas e três foram autuados por estarem portando drogas ilícitas.

Dois acidentes com vitimas fatais foram registrados, durante a semana, na área de atuação do CPRE. Sendo um próximo à Cerro Corrá, na RN 087, envolvendo um motociclista sem capacete e o outro próximo a Parelhas, na RN 086, onde houve a colisão de dois veículos frontalmente.

Com informações da Assecom do Estado.

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domingo - 27/12/2015 - 23:29h

Pensando bem…

“Quando adestramos a nossa consciência, ela beija-nos ao mesmo tempo que nos morde.”

Friedrich Nietzsche

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domingo - 27/12/2015 - 20:42h
Mossoró

Humilhação na busca por um lugar na creche

“Desde o início da manhã deste domingo (27) que vários pais estão concentrados na calçada da Creche do bairro Nova Vida para garantir vaga a seus filhos”.

Várias mulheres e homens fazem plantão durante o dia e avançam pela noite e madrugada (Foto: Magnos Alves)

Postagem do jornalista Magnos Alves, em seu endereço próprio no Twitter, à noite de hoje.

Nota do Blog – É um quadro que se repete há muitos anos.

Não está restrito ao Governo Francisco José Júnior (PSD).

Lamentável.

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domingo - 27/12/2015 - 20:33h
PMDB de Mossoró

Ala histórica pensa em apontar o vice para Rosalba em 2016

Se depender da fina flor do aluizismo mossoroense, incrustada historicamente no PMDB, a chapa para a campanha municipal de Mossoró no próximo ano tem nome e sobrenome.

Aldo: preferência influente (Foto: OAB)

PP e PMDB juntos.

Rosalba Ciarlini (PP) a prefeito e o advogado Aldo Fernandes, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Seccional de Mossoró, a vice.

Mas… muita água ainda vai rolar até as convenções, campanha e eleições em si.

O próprio PMDB não está pacificado. Não faltam interesses conflitantes e nomes divergentes.

Lá em cima é que parece praticamente certo, se não houver qualquer situação inesperada. A composição PP-PMDB deve prevalescer.

Mas o vice dependerá de variados fatores.

Influência

O nome de Aldo é uma preferência, principalmente, de Rose Cantídio – nome histórico do PMDB e do aluizismo local, com forte influência sobre o presidente estadual do partido, ministro do Turismo Henrique Alves. Aldo Fernandes é filho de uma sobrinha dela.

Aldo tem escassa vivência política. Nunca foi candidato a qualquer cargo eletivo partidário.

Em 2012, chegou a gravitar em torno da possibilidade de ser o vice de Cláudia Regina (DEM), depois de recuo do médico hematologista Cure de Medeiros. O lugar acabou caindo “de graça” no colo do advogado Wellington Filho (PMDB), nome praticamente desconhecido no meio.

Nas eleições estaduais do ano passado, Aldo foi entronizado como coordenador da campanha de Henrique Alves ao Governo do Estado, em Mossoró.

O resultado foi catastrófico por diversos motivos. O principal: a insanável arenga interna entre a ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB), então deputada federal Sandra Rosado (PSB) e a prefeita cassada e afastada Cláudia Regina (DEM), que destroçou a majoritária.

Veja bastidores políticos em primeira mão em nosso Twitter clicando AQUI.

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domingo - 27/12/2015 - 19:54h
Nessa segunda-feira, 28

Governador recebe imprensa e cumprimentos de final de ano

O governador Robinson Faria (PSD) recebe a imprensa ao meio-dia dessa segunda-feira (28), em Natal, no hotel Holiday Inn, da Avenida Salgado Filho.

Será confraternização em almoço.

Às 16h, será a vez de receber cumprimento de final de ano na Escola de Governo.

Servidores públicos e políticos devem comparecer.

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domingo - 27/12/2015 - 19:35h

A Constituição não é o que a sociedade quer; é o que o Supremo Tribunal Federal (STF) diz que a sociedade deve querer

Por Honório de Medeiros

Uma das lições a ser extraída do julgamento do Mensalão diz respeito ao Direito, mais especificamente ao Ordenamento Jurídico brasileiro e à forma de interpretar as normas que o constituem.

A lição é simples: a interpretação de uma norma jurídica, ou de um conjunto de normas jurídicas, poderá ter qualquer feitio, seja qual seja ele. Em linguagem coloquial: uma norma jurídica está para uma nota musical assim como um conjunto de normas jurídicas está para uma partitura.

Imaginemos, então, uma mesma composição musical sendo interpretada de infinitas formas por infinitos músicos. É assim que funciona.

Isso lembra, por exemplo, um show antológico de Sivuca, interpretando o frevo “Vassourinhas”, a música “oficial” do carnaval pernambucano, de acordo com o “padrão” musical japonês, chinês, russo, francês, sueco.

Ou o carro que vende bujões de gás alertando a vizinhança com acordes da Quinta Sinfonia em ritmo de forró. Ou seja, a interpretação da Constituição Federal Brasileira, por exemplo, vai depender, sempre, da correlação de forças entre os ministro do STF, e dos interesses que os manietam.

Nada impede que com as próximas escolhas de Ministros a serem feitas pelo Executivo, assuntos até então considerados “pacificados” tenham o entendimento da Corte radicalmente modificado. Como aconteceu logo depois da entrada em vigor da Constituição com o conceito de “direito adquirido”, violentado, apesar de “cláusula pétrea”, para permitir a cobrança de contribuição previdenciária aos aposentados.

Outra lição a ser extraída diz respeito à conduta dos Ministros e é, praticamente, um corolário da anterior. A lição é a seguinte: é impossível discernir, FORMALMENTE, se e quando fatores extrajurídicos preponderam na interpretação a ser realizada. Trocando em miúdos: o intérprete escolhe o resultado que almeja e usa a interpretação, dando-lhe a roupagem técnica adequada ao caso, para alcançá-lo.

Como quando queremos tocar a mesma Quinta Sinfonia de Beethoven em ritmo de rock, e não de forró, e fazemos a adaptação.

Essa lição também deixa, por sua vez, uma consequência: fica claro que a suposta cientificidade do Direito é um discurso ideológico; e fica claro que a interpretação da norma jurídica é sempre conjuntural.Nada que Pierre Bourdieu não tenha dito, em seu “O Poder Simbólico”.

Como superar esses obstáculos em termos de democratização do processo? Mobilizando a Sociedade contra o Estado. Atualmente o Estado subjuga a Sociedade.

É preciso que a Sociedade se imponha ao Estado. E denunciando a suposta supremacia técnica dos intérpretes pagos pelo Estado.

Em uma Sociedade organizada, os intérpretes das normas jurídicas não serão mais supostos detentores de pseudo-verdades que eles criam e nos apresentam como sendo apreendidas a partir de essências inatingíveis pelos mortais comuns, tais quais o “Justo”, o “Certo”, o “Bom”.

Como a realidade é cambiante, evanescente, principalmente e mais que nunca hoje em dia, qualquer veleidade quanto a uma interpretação “correta” que fira os interesses da Sociedade deve ser vigorosamente rejeitada.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Estado do RN

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domingo - 27/12/2015 - 19:11h
Prefeitura de Mossoró

Comissão de Inquérito vai apurar ‘possíveis irregularidades’

O prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD), instituiu Comissão de Inquérito Administrativo para apurar “possíveis irregularidades” no âmbito da Secretaria Municipal da Mobilidade Urbana (SEMOB).

Charlejandro: investigado duplamente (Foto: PMM)

O Jornal Oficial do Município (JOM) do último dia 25 trouxe a publicação.

Vão ser investigadas preliminarmente 13 pessoas, num procedimento provocado a partir de investigação aberta pelo Ministério Público do RN (MPRN), deflagrado na “Operação Desmob” (veja AQUI).

O trabalho da comissão é paralelo ao do MPRN e chega com atraso de meses, haja vista que muito do que será apurado já tinha sido denunciado até na Câmara Municipal.

A comissão é formada por Edmar Vieira (procurador do Município), Cláudio Fernandes Coelho (assessor jurídico) e Fernanda Lucena de Albuquerque (procuradora do Município).

Os investigados são estes servidores:

Charlejandro Rustayne Marcelino Pontes, matrícula nº 507358-8, Secretário Municipal de Mobilidade Urbana;

2. Charldson Rerycles Marcelino Pontes, matrícula nº 13686-7, Agente de Trânsito e Transportes, lotado na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana;

3. Alice Jales Rodrigues, matrícula nº 506301-0, Diretor de Unidade, lotado na Secretaria Municipal de Serviços Urbanos;

4. Islani Kalini de Araújo Santos, matrícula nº 506935-1, Chefe de Divisão de Trânsito, lotada na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana;

5. Érika Katiusia de Sousa, matrícula nº 506889-4, Chefe de Gabinete, lotada na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana;

6. Luís Eciraldo Correia, matrícula nº 13646-8, Agente de Trânsito e Transportes, lotado na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana;

7. Marcondes Antonio da Silva, matrícula nº 14075-9, Agente de Trânsito e Transportes, lotado na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana;

8. Bruno Figueiredo Caetano de Lima, matrícula nº 13683-2, Diretor de Unidade de Trânsito, lotado na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana;

9. Arthur Geovanny Pereira Izidro e Silva, matrícula nº 13684-0, Agente de Trânsito e Transportes, lotado na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana;

10. Wiglainy Samira Dantas Fonseca Pontes, matrícula nº 13661-1, Agente de Trânsito e Transportes, lotado na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana;

11. Valdemir Cosme Júnior, matrícula nº 13833-9, Agente de Trânsito e Transportes, lotado na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana;

12. Isaias Rodrigues da silva, matrícula nº 13680-8, Agente de Trânsito e Transportes, lotado na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana;

13. Claudécio Pereira da Rocha, matrícula nº 13650-6, Agente de Trânsito e Transportes, lotado na Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana.

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Categoria(s): Administração Pública
domingo - 27/12/2015 - 17:22h
Robinson Faria

Governo convive com decisões que causam controvérsia

Há controvérsia. Mas fato é fato. Fatos, que se diga.

O ano vai terminando com o Governo Robinson Faria (PSD) tendo promovido três afastamentos sumários de servidores em cargos de destaque, na administração estadual.

Decisões derivadas de insubordinações ou um traço autocrático?

Há controvérsia.

O Governo exonerou a professora Socorro Batista (PT), adjunta da Educação, por ela ter se postado numa ponderação em defesa de grevistas da Universidade do Estado (UERN);

O delegado Fábio Rogério da Delegacia de Homicídios da capital a Dehom, foi transferido para delegacia em Parnamirim após falar em entrevistas das condições precárias de trabalho;

A tenente-coronel Margarida Brandão foi afastada do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) para ser subdiretora do Centro de Estudos Superiores (CES) da PM. Queixou-se publicamente do esvaziamento do programa.

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domingo - 27/12/2015 - 12:34h
RN

Conheça a trajetória do Grupo 3 Corações de São Miguel-RN

Pedro Lima: foco (Globo News)

Veja que entrevista interessante no programa Conta Corrente da Globo News.

O nome em destaque é do grupo Três Corações, maior empresa do ramo de café, através de entrevista com o empresário Pedro Lima, nascido em São Miguel (RN).

Pedro Lima e seu grupo são um símbolo de empreendedorismo, num setor muito competitivo.

O Três Corações é líder no segmento do café torrado e moído.

Mais emprego

O Brasil é o maior produtor e maior exportador de café e o produto está em mais de 98 por cento dos lares nacionais.

Tem mais de 350 mil pontos de vendas e 17 marcas no Brasil. Segundo ele, 88 por cento de sua produção estão  no mercado interno.

Pedro Lima fala da origem do grupo, na década de 50.

É entrevistado pela jornalista Juliana Rosa.

Ele diz que a indústria pode agregar maior valor e ampliar a margem de emprego no país.

Veja a entrevista na íntegra clicando AQUI.

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Categoria(s): Economia
domingo - 27/12/2015 - 10:26h
Beija-mão

Triste herança colonial

Com todo respeito às pessoas envolvidas, mas fila de cumprimento de final de ano a presidente, governador ou prefeito, é herança colonial.

Não nos cabe mais.

Francamente!

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domingo - 27/12/2015 - 09:38h
Saúde em Mossoró

Dias mais complicados no Tarcísio Maia

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), sediado em Mossoró, passa final de semana e avança para o fim de ano sem especialidades importantes.

Começou pela ortopedia.

Mas também há denúncia de falta de pediatra, anestesista e neurologista.

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Categoria(s): Saúde
domingo - 27/12/2015 - 09:04h

Noite de Festa

Por François Silvestre

Era assim que se chamava a Noite de Natal, aqui nessa chã de serra. A Praça Almino Afonso virava extensão da igreja matriz, em cujos canteiros dona Agá Lemos plantava rosas e seu irmão Pelópidas fazia o pastoramento.

Os altares da igreja eram enfeitados com flores do jardim da casa da minha avó, da casa de Santa de Quincó e do jardim da casa paroquial.

A sala da casa de dona Agá, que também era diretora do Grupo Escolar, virava um presépio imenso. Para as dimensões que veem os olhos de uma criança. Tudo muito iluminado, entre luzes e cores. Ao som triste e suave das músicas natalinas.

A tristeza dessa música é uma catarse da relação com a criança nascida. Pobremente nascida e festejada por reis distantes, de cujos reinos não se têm notícias.  Se agora o embalamos, três meses depois o penduramos na cruz.

Noite feliz, no dizer das canções. Uma felicidade tristonha, embalada pela sílfide toada dos sinos. Media-se a festa pela luminosidade.

Hoje, mede-se pela dimensão das compras. E se o tempo é de restrição aquisitiva, o brilho da festa esmorece. Cá pra essas bandas, onde os Reis Magos perderam o incenso, o clima é de apreensão e escassez de senso.

O comércio investe pouco na atração luminosa. A escassez de água produz um ambiente de quase esquizofrenia. Cada nuvem mais escura que surge ao Sul ou ao Nascente atrai olhares de esperança.

A seca repetida e assustadora deixa o Menino de Nazaré no esquecimento e antecipa as orações para o seu pai adotivo, o bondoso e donzelo carpinteiro. E o santo pede ajuda ao equinócio.

Mesmo assim é momento de festa. Que antecipa a espera do Ano Novo. Mesmo que seja velho o tempo. No caso de Martins, a Noite de Festa precede o início da Festa da Padroeira.

A bandeira da Virgem da Conceição sobe ao mastro no dia Vinte e Sete de Dezembro e desce no dia Seis de Janeiro, exatamente a data dedicada aos Reis Magos, cujos reinos nunca foram localizados. Até o número de “três” é alvo de controvérsias.

Das experiências de chuva ou seca, nessas bandas de cá, há uma que se firma exatamente na Noite de Festa. Se houver relâmpagos na noite do dia Vinte e Quatro, o ano seguinte será de inverno. Caso contrário, é de seca ou atrapalhado.

Luiz de Lulu disse que nos últimos três anos aconteceu exatamente assim: “Não relampeou na Noite de Festa e choveu no Dia de Reis”. Duas “experiências” terríveis.

Vivamos. Pois a graça da vida é laçar e domar dificuldades. E só não envelhece quem morre novo. Que os novos não desmereçam a velhice nem os velhos invejem a mocidade. Cada um, do seu jeito, cúmplice do tempo.

E possamos repetir o epitáfio do Rei, cuja lápide se perde na estepe de um sítio persa e proclama:

“Mortal! Eu sou Ciro. Aquele que edificou o império dos persas. Não invejeis o meu túmulo”.

Té mais.

François Silvestre é escritor

* Texto originalmente publicado no Novo Jornal.

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Categoria(s): Crônica
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domingo - 27/12/2015 - 08:25h

As portas do amanhã

Por Gaudêncio Torquato

A maneira como os atores políticos jogam suas cartas no tabuleiro define o estilo de governar, podendo empurrar o País para a frente ou para trás. No caso brasileiro, o estilo é de ataque recíproco, que caracteriza o jogo de soma zero. É o que estamos assistindo. De um lado, as forças oposicionistas procuram jogar sobre o governo Dilma os desacertos da economia e as perdas sociais. De outro, as forças situacionistas, mesmo dispersas e diminuídas, tentam segurar a presidente na cadeira do Planalto. A briga de foice no escuro correrá até os idos de outubro de 2018.

“A adoção do Orçamento impositivo, pelo qual os recursos alocados pelo Parlamento serão usados nos fins destinados, sem manobras do Executivo, será uma das formas de equilíbrio de forças”.

Os contendores, em intenso conflito, procuram assumir o controle das ações de forma a ganhar os torneios (decisões do STF, julgamentos no TCU, votações parlamentares, escapadas da Operação Lava Jato) a qualquer custo. Há, porém, um modo diferente e oposto de fazer política: é a ação plural e proativa, voltada para a criação de recursos. Nesse caso, os participantes se esforçariam para melhorar os vetores da administração, buscando benefícios oriundos da educação, da cultura ou da pesquisa técnico-científica nos mais variados campos. Os países que avançam mais rapidamente são os que optam por esse modelo.

A história da ciência do planejamento registra dois exemplos clássicos para denotar visões opostas: o caso de Hitler, na 2a Guerra, típico da disputa por tirar recursos de outros para redistribuí-los (jogo de soma zero), e o do Japão pós-guerra, caso notável de estilo superior de criação de recursos e oportunidades.

Não é o caso do Brasil, onde a integração de forças suprapartidárias para superar a crise se torna a cada dia mais difícil, para não dizer impossível. Infelizmente, entre nós, o que se vê é uma feroz queda de braço, um jogo de perde-ganha. E pelas escaramuças a que já começamos a assistir, ultimamente, o jogo de soma zero deverá ganhar status oficial no tabuleiro eleitoral de 2016 e 2018.

Para escapar dessa perspectiva, impõe-se aos contendores o dever de avaliar os altos interesses da Nação, e não se deixar levar pelas baixas correntes que deságuam no oceano da mediocridade. O Brasil carece sair do ramerrão inócuo. Mas essa saída, pelo que se infere, só será possível após a tormenta da Operação Lava Jato e quando a economia der sinais de que está melhorando a vida das pessoas.

Depois disso, o que pode ser feito? Primeiro, substituir a guerra entre forças de oposição e situação por uma ação plena e rica de propósitos comuns. Há de se considerar que o país precisa fechar o ciclo da redemocratização iniciado em 1984 e abrir uma nova era.

A bandeira desse novo marco poderia ser este: democratizar a democracia, dar vazão ao esforço, que algumas nações já vêm empreendendo, para expandir a participação social no processo decisório, por meio de núcleos e entidades, visando a aumentar a inclusão social, melhorar as condições do trabalho, qualificar as políticas públicas, proteger o meio ambiente e os direitos humanos e evitar as pandemias (a cada temporada de verão, o país padece de uma epidemia, bastando ver a onda de microcefalia que se espraia).

A estratégia tem como lume o incremento da democracia participativa. Nessa esteira, emerge outro eixo, a busca de um projeto amplo para o País, consoante com o nosso estágio civilizatório. Programas dispersos, canhestros, para atender a conveniências eleitoreiras, serão substituídos por planos essenciais, integradores de necessidades geográficas, sociais e econômicas. No lugar de obras grandiosas ou projetos com viés de marketing – PACs, Bolsas Famílias, Minhas Casas, Minhas Vidas -, é necessário aperfeiçoar a estrutura de amparo social, melhorar o que existe.

Outra vertente deve contemplar a via partidária, fonte permanente de mazelas. Os dutos das 33  legendas estão entupidos. Os costumes, viciados. As práticas, carcomidas. Na esfera política, sofremos de uma dupla patologia: o aumento dramático da desmotivação e do abstencionismo e a sensação generalizada de que os cidadãos são cada vez menos representados. Daí a baixa credibilidade dos políticos. Urge revitalizar os partidos, dando-lhes substância. O Brasil pós-Lava Jato não suporta continuar com a prostituição partidária.

Outra frente está na relação entre os Poderes. Veja-se o Judiciário, por exemplo. Está determinando o modus operandi da política. O mesmo se pode dizer do Executivo, que alicia, com verbas e favores, apoios políticos. Não é possível mais convivermos com a invasão de um poder sobre o terreno de outro.

Os vácuos precisam ser preenchidos. A área infraconstitucional está esburacada, ocasionando intervenções do Poder Judiciário (que não apenas interpreta os vazios constitucionais, mas fabrica ritos). A judicialização da política há de merecer um basta. Os ditames da harmonia e independência dos Poderes carecem sair do papel. Quanto ao presidencialismo, urge também atenuar seus super-poderes. A adoção do Orçamento impositivo, pelo qual os recursos alocados pelo Parlamento serão usados nos fins destinados, sem manobras do Executivo, será uma das formas de equilíbrio de forças.

Por fim, a composição das altas Cortes está a exigir nova abordagem.  A nomeação de ministros para o STF, por exemplo, poderia imitar a liturgia da escolha em listas tríplices ou sêxtuplas organizadas por entidades. O fato é que nenhuma dúvida deve pairar sobre os atos da Corte Suprema. Sem a arrumação dos eixos institucionais, o País abrirá as portas do futuro com as chaves do passado. E ficaria patinando no mesmo lugar.

Gaudêncio Torquato é jornalista, professor titular da USP, consultor político e de comunicação

* Publicado no Tribuna do Norte.

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Categoria(s): Artigo
domingo - 27/12/2015 - 07:37h
Prefeitura de Mossoró

Mudanças particularmente delicadas

Algumas pessoas começaram a ser afastadas de cargos estratégicos da Prefeitura de Mossoró. Alguns locais estão infestados de organizações com comportamento ao arrepio da lei.

Desde a “Operação Desmob” (veja AQUI) que o Jornal Oficial do Município (JOM) deve ser observado com maior atenção.

Existem razões distintas para as alterações. Não devemos generalizar, claro.

Algumas ocorrem por questões técnicas e políticas. Outras, por motivação particularmente delicada.

Corrupção parece ser palavra corriqueira e prática cotidiana. Impõe-se dificuldade para a venda de facilidade.

As queixas que ouvimos sobretudo de empresários e contribuintes individuais, que se sentem coagidos, são impressionantes.

Deveremos ter mais novidades adiante.

Basta o Ministério Público resolver agir também no varejo, com uma força-tarefa, sem ficar selecionando casos ou aconselhando denunciantes a fazer trabalho que é seu papel: apurar.

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Categoria(s): Administração Pública
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