Por François Silvestre
Passadas as eleições, todo mundo detesta políticos e política. Ninguém quer saber de política. Tudo que acontece de ruim é culpa dos políticos. E os políticos nem aí.
Nem precisam mudar de atitude ou comportamento. Por quê?
Porque eles sabem o “povo” que têm.
Nas primeiras pesquisas ninguém vota em ninguém. Aí começa a campanha, com os mesmo candidatos antes detestados. Com o mesmo comportamento de sempre, as mesmas caras e mesmas atitudes. Aí os números vão mudando.
Quando chega perto das eleições, o mesmo “povo” que detestava a política começa a se descabelar, brigar e esfolar em favor dos seus.
Ninguém mais acha ninguém ruim, ou melhor, são ruins só os adversários. Cada lado com seus santos a combaterem os diabos do lado oposto. Até que passe um ano, e aí os políticos voltarão ao estágio de satanás.
Para serem canonizados no próximo pleito.
Ah!…vão catar piolho em cu de macaco.
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A serpente ofendida – Este tipo é um dos mais perigosos de manter junto a si. Você nunca sabe quando ele se ofende ou se decepciona. Ele guarda a mágoa escondida de todos e a cultiva no seu interior. Aparentemente tudo parece estar bem com ele. Mas é calculista, frio, e sabe esperar. Na hora certa, quando você menos espera, ele dá o “bote” e se vinga da “ofensa” sofrida, sem ter dado a você a oportunidade de repará-la. É também um dos tipos mais difíceis de identificar. Como toda serpente, já terá mordido alguém no passado.



























