segunda-feira - 22/03/2010 - 11:39h

Retórica e sofisma no PMDB do RN – Eleições 2010

A engenharia que o PMDB do G (Garibaldi Filho) e do H (Henrique Alves) promove, para se dividir em dois, na campanha potiguar deste ano, pode ter graves consequências. O redemoinho é intenso até aqui.

É pouco provável que, em qualquer das hipóteses, saia uma sigla inteira e afinada com seus líderes, os primos senador Garibaldi e deputado federal Henrique.

Henrique tem dito em entrevistas, que "a prioridade é a reeleição de Garibaldi". Não é bem assim.

Se não formalizar coligação do PMDB com o PR e outras siglas na proporcional, o partido certamente não reelegerá o próprio Henrique para o 11º mandato federal. Isso é lógico.

O quociente eleitoral para federal deverá estar acima dos 205 mil votos, talvez chegue a 210 mil. Significa dizer que atuando numa faixa própria, Henrique sozinho – ou com alguns nomes de menor expressão na legenda – terá de obter esse quantitativo sozinho.

Na campanha de 2006, o quociente eleitoral ficou pouco acima dos 202 mil votos. A votação mais expressiva foi Fábio Faria (PMN) em sua primeira eleição, conquistando 195.148 votos (12,02%). Mesmo assim, não seria eleito com essa montanha de votos. Precisou da complementação de outros somaram com ele na coligação governista.

O PMDB marcha mesmo para se aliar com PR e outras legendas da base do presidente Lula (PT) e da governadora Wilma de Faria (PSB). O senador Garibaldi Filho que faça sua escolha: seguir o partido ou debandar para um suicídio político, na direção do DEM.

À luz do entendimento majoritário que se tem da legislação eleitoral, não é possível Garibaldi estar em dois palanques ao mesmo tempo. Sequer o direito de pedir votos para outro candidato, que não esteja no rol das siglas de coalizão do peemedebismo.

Com base nessas observações, não é difícil ser identificada qual a prioridade do PMDB do Rio Grande do Norte. Óbvio: Henrique Alves.

O resto é pura retórica e sofisma. 

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segunda-feira - 22/03/2010 - 09:09h

Ambulância põe trânsito em perigo, diz webleitor

Caro jornalista,

Ontem a tarde dia 21/03/2010 por volta das 16h15 no sinal da entrada pro Santa Delmira, estava eu chegando de viagem esperando o sinal verde para entrar pro referido conjunto.

Quando o mesmo abriu (sempre tenho o cuidado de olhar novamente) e fui acelerar para passar o sinal, uma ambulância passou a toda velocidade no sinal vermelho; parecia mais um carro de F 1.

A questão é a seguinte: será que o motorista dela pensa que pode ulltrapassar o sinal e acabar causando um acidente ainda maior, mesmo que ele va socorrer alguem?

Sou leigo no assunto mas acho que ele deveria parar no sinal e aí sim, com cuidado, passar o mesmo.

Mesmo vindo com a sirene ligada, o motorista tem que saber que numa BR com movimento intenso eu que estava de motocicleta não da pra ouvir a sirene de longe e tinha carros parados ao meu lado.

É uma loucura esse mundo.!!

Grato pela atenção.

Marcellus Luiz – Webleitor

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segunda-feira - 22/03/2010 - 09:05h

Advogado esclarece dúvidas sobre legislação eleitoral

O tema da entrevista de hoje no programa Cenário Político, ao meio-dia na TV Cabo Mossoró (TCM-Canal 10), é muito quente: formação de coligações partidárias em 2010.

O entrevistado é o especialista em Direito Eleitoral, advogado Wladimir Capistrano, que será ouvido sobre as principais dúvidas quanto à legislação em vigor.

O "xis" da questão é o sistema de coligações. O que pode e o que não pode?

O Cenário é apresentado por Dantas Júnior e Joyce Moura, tendo o jornalista Nilo Santos como âncora.

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segunda-feira - 22/03/2010 - 08:48h

Assassino frio volta ao crime graças à liberdade inaceitável

O espanhol Anxo Anton Valiño González, acusado de matar o empresário Paulo Ubarana, em setembro de 2004, em Natal, foi preso de novo. Anton havia sido liberado em dezembro de 2008, depois de ter sido condenado há 19 anos de prisão, junto com a mulher, pela morte cruel de Ubarana.

Pois num é que Anton quando saiu da prisão já saiu com quadrilha formada. Foi preso em Macau neste final de semana com assaltante, um homicida e um PM. Com a quadrilha, a policia apreendeu três pistolas PONTO 40, uma Pistola 9 Milímetros e um revólver calibre 38.

Este revílver deve ser pra disfarçar.

O PM que estava com o homicida Anton é: Josivan Silva Barbosa.

O homicida companheiro de Anton é: Fábio Guimarães da Silva.

O assaltante companheiro de Anton é: Valmir Soares dos Santos.

Nota do Blog do Evânio: Eis um sistema penitenciário falido, que não recupera, que faz o contrário, permite a união de bandidos perigosos.

Extraído do Blog do Evânio AQUI.

Nota do Blog – Ubarana era conhecido em Natal pela polidez, enorme círculo de amizades e decência. Teve morte cruel e fria.

O autor é premiado com facilidades de um Còdigo Penal caduco, que protege o marginal de perfil psicótico como esse espanhol.

Triste, mas é a pura realidade.

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segunda-feira - 22/03/2010 - 06:33h

América bate Alecrim e Potiguar goleia o Baraúnas

Veja os resultados da rodada de sábado (20) e domingo (21) do Campeonato Estadual de Futebol do RN:

ABC 3 x 1 Centenário; América 1 x 0 Alecrim; Potiguar 3 x 0 Baraúnas (Veja AQUI); Potyguar 2 x 1 Assu e Coríntians 3 x 0 Santa Cruz.

Classificação:

ABC está em lugar com 9 pontos; Potiguar é o com 7; Centenário o com 6; Assu o com 4; América o com 4 pontos; Alecrim o com 3; Coríntians o com 3; Santa Cruz o com 3; Potyguar o com 3 pontos e o Baraúnas o último com apenas 1.

P. S – No plano nacional, destaques para empate em 2 x 2 entre Botafogo e Flamengo no Carioca (AQUI) e a goleada por 9 x 1 do Santos no Ituano.

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domingo - 21/03/2010 - 10:46h

O “embargador geral”, história de um cidadão exemplar

Alan Zaborski, um paulistano de 36 anos, descendente de poloneses e lituanos, costumava ser um especialista em síntese de fármacos. Formado em química, há três anos abandonou o estudo das moléculas para se dedicar a uma área que, embora igualmente complexa, nada tem a ver com sua especialização: as entrelinhas de editais de licitação.

Em pouco tempo, Zaborski, com sua estampa de nerd e mais de 2 metros de altura, virou um per so na gem conhecido – e temido – na administração pública do estado de São Paulo. Seu nome passou a aparecer sistematicamente nos pedidos de exame prévio de editais – etapa que precede a abertura dos envelopes com as propostas dos concorrentes.

Ninguém o supera em número de embargos de licitações em órgãos estatais paulistas: desde 2007, soma quase 400 pedidos de análise. Daí seu apelido nos corredores do governo: o embargador geral.

Zaborski questiona todo tipo de licitação – desde a compra de combustível para carros da Secretaria de Saúde até à contratação de serviços de arqueólogos para pesquisas nas escavações do metrô. "Ele tentou parar a maioria das licitações que fizemos em 2009", diz José Luiz Portella, secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo. "É um transtorno, pois, se a licitação atrasa, a conclusão da obra também é postergada."

O embargador, porém, não faz nada de ilegal – ao contrário. A Constituição federal e a Lei no 8.666, que rege o processo de compras e contratações públicas, garantem que qualquer cidadão possa impugnar um edital de licitação se houver indício de irregularidade.

A medida foi criada para evitar favorecimentos nas relações entre empresas e governos, mas criou um campo para que tudo seja questionado – implicando uma demora adicional em obras e contratações de serviços. Zaborski se apega a detalhes técnicos dos processos, normalmente negligenciados pelos funcionários dos órgãos públicos.

"Os editais são muito malfeitos. Têm até erros gramaticais grosseiros", diz ele, que se gaba de ter parado a licitação do Expresso Aeroporto, projeto de 1,4 bilhão de reais para ligar o aeroporto internacional de Guarulhos ao centro de São Paulo.

A Secretaria de Transportes Metropolitanos paulista admite apenas que o edital está sendo revisado por razões técnicas.

Saiba mais AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública
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domingo - 21/03/2010 - 10:25h

Pensando bem…

"Ame profunda e passionalmente. Você pode se machucar, mas é a única forma de viver o amor completamente."

Dalai Lama

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domingo - 21/03/2010 - 10:20h

Queria…


Queria ser somente pura
de argumentos, de palavras,
pensamentos e controvérsias.

Nada quero ser além de um
rio e suas correntes,
nada de mar, de profundezas…
Ou que nascesse em mim
humildade, uma adolescente
mansa, flor sem espinho.

Essa ânsia das coisas simples…
Queria profundamente não ser
tão desigual,
tão absurda no meu perfume,
no meu capricho,
tão errante…
Queria mais liberdade no acordar,
mais privacidade na madrugada,
queria não ser “eu” por enquanto.

Sulla Mino é poetisa e contista (Veja AQUI)

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domingo - 21/03/2010 - 10:07h

A arte de ter razão no debate sobre o Presídio Federal

À medida que chega mais um "lote" de presos de alta periculosidade ao Presídio Federal de Segurança Máxima de Mossoró, é amplificado o debate sobre esse equipamento. É duelo entre as turmas do contra e a favor.

Mas poucos levantam a voz sem envolvimento passional e politiqueiro. Por isso que a discussão não chega a um ponto comum, de consenso, ou razoável afinação.

Parece um duelo exemplificador de "A arte de ter razão", de Arthur Schopenhauer. Nessa obra póstuma do grande filósofo alemão, ele trata do que denomina de dialética erística, já conhecida na antiguidade pelos gregos.

Não importa que o duelista esteja certo: fundamental é que imponha sua "verdade" a qualquer custo.

Até o momento, não vi nem li qualquer estudo científico que comprove – ou não – a expansão do crime em área com presença de uma penitenciária com tal espectro. Portanto há uma mistura de medo, paixões e desconhecimento nesse bate-boca.

Constantemente, a conversa se inclina de um lado para outro, entre extremidades de grupos políticos, como se fosse um pêndulo. A culpa é de fulano. Outro lado diz que é de sicrano.

Particularmente não tenho uma opinião formada. Não possuo elementos para tanto. Tenho temores como um cidadão comum, num país e numa cidade tomados pela violência. O Presídio Federal não se fixou na minha lista de cuidados especiais.

Creio, sim, que é mais assustadora a banalização do mal aqui fora do que o prontuário aterrorizante dos hóspedes do presídio. Não me causam pânico.

O crime é um negócio como outro qualquer, com a "pequena" diferença de funcionar à margem da sociedade e da lei. Em relação à hipotética migração de bandos criminosos para Mossoró, não acredito que isso aconteça apenas pela fixação de líderes no Presídio Federal.

A bandidagem vai para lugares em que seus negócios possam ser mais prósperos. É assim no Brasil, China ou qualquer parte do mundo.

Será que se houvesse construção de uma penitenciária em Bodó, Encanto, Pedro Velho etc., cidades de porte minúsculo, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) mudariam o foco de operações do eixo Rio-São Paulo para o sertão potiguar? Raciocine?  

Volto a frisar, porém, que minha opinião não possui maior valor porque é desprovida de elementos técnicos. É à base do "achismo" e avaliações empíricas, leitura superficial sobre o tema e coleta de observações de amigos da área de segurança pública.

Outro detalhe: o fato é irreversível.

Esse nhenhenhém de agora era para ter acontecido antes. Ele vai durar enquanto estiver em evidência a campanha política de 2010. Depois sairá da pauta do dia. Anote.

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domingo - 21/03/2010 - 09:47h

Conversando com… Jair Queiroz – 18

Nascido em São Francisco do Oeste, Jair Queiroz com apenas seis meses de idade aportou em Mossoró. O ex-seminarista que pensava em seguir a carreira clerical converteu-se em empresário vitorioso do setor supermercadista.

Hoje ele lidera grupo familiar no setor, que detém 12 lojas em Mossoró e região, além de ofertar mais de 550 empregos diretos.

Em nossa série "Conversando com…", ele fala sobre temas relativos ao seu negócio, envolvimento com entidades associativas, esporte e até política. Confira abaixo o nosso bate-papo:

Blog do Carlos Santos – O senhor notabiliza-se pelo arrojo nos empreendimentos na área supermercadista. O Grupo Queiroz é resultado de sua mentalidade ou a fusão de ousadia com oportunidade conjuntural? 

Jair Queiroz – A historia da rede Supermercado Queiroz  tem início  coincidentemente com o fim da inflação e o início do Plano Real. Os supermercados da cidade tinham uma política de preços inflacionados, começamos a praticar algo contrário, preços sem altas taxas de remarcação, pela qual fomos conquistando mercado, aliado a uma política arrojada de publicidade (televisão, jornal, encartes, rádios e campanhas de premiação). O conjunto dessas ações que nos impulsionou  a ser hoje a maior rede de supermercado da cidade, contando também com o pioneirismo de termos construído o primeiro Hipermercado da cidade. 

BCS – Nos últimos meses, Mossoró tem sido “invadida” por poderosos grupos que atuam no varejo, como os transnacionais Hiper Bom Preço (Grupo Wal-Mart) e Atakadão (Grupo Carrefour). Essa ocupação de espaço torna a sobrevivência das empresas nativas insustentável ou há capacidade de enfrentamento e competitividade? 

JQ – As grandes redes de supermercados da Europa e Estados Unidos a partir da década de oitenta invadiram a América Latina, consequentemente sabíamos que chegariam ao Nordeste do Brasil, consequentemente Mossoró. As pequenas redes de supermercados regionais começaram a se organizar para competir com os concorrentes estrangeiros, estudamos case de sucesso (grupo Nordestão). Percebemos que o conhecimento dos hábitos de compra dos consumidores locais fazia a diferença aos grandes grupos internacionais, juntamente a uma política de apelo a defender as empresas da terra. A partir daí definimos nossa política de enfrentamento a esses grandes grupos.

BCS – Depois de não conseguir uma rede nacional ou internacional de peso para ocupar um espaço em sua estrutura, o Mossoró West Shopping convenceu seu grupo a tal investimento. A olho nu, a impressão é de que o senhor fez uma cartada alta, apostando numa consolidação bem adiante. É assim ou os números falam diferente da imagem?

JQ – Há seis anos decidimos que em cada região da cidade de Mossoró que tivesse um potencial econômico viável, teria uma loja do Supermercado Queiroz. Com o advento do crescimento da região do Mossoró West Shopping, procuramos uma área para instalar uma nova loja, esperamos para ver que empresa iria ocupar a loja do shopping destinada ao  supermercado. Com o decorrer do tempo percebemos a vacância deste espaço e decidimos construir nossa loja, para marcarmos espaços. É verdade que não contávamos com a abertura do Bom Preço ainda no ano de 2009; projetávamos um concorrente na região apenas para o final de 2010, pois teríamos um ano para trabalharmos a clientela  da loja. Nosso projeto de solidificação da loja  é de 5 anos.

BCS – O Grupo Pão de Açucar, gigante nacional do setor, começa a diversificar seus negócios para a aquisição e gestão de postos de combustíveis. A pulverização será ainda mais ampliada. E o Grupo Queiroz? É verdade que se aposta em resort (turismo) e outros investimentos? 

JQ – A diversificação dos nossos negócios começou em 2006 com a exportação de mel (Mel Potiguar) e alguns investimentos na área imobiliária, mas ainda muito incipiente. Temos alguns planos para o futuro. O nosso foco é sobretudo a área de Supermercado em Mossoró e região.

BCS – Como tem sido a política de gestão de pessoal, questão nevrálgica em qualquer corporação empresarial, ainda mais quando se exige crescimento com competitividade? O foco é formação ou “comprar feito” o empregado com larga experiência?

JQ – Procuramos sempre valorizar a prata da casa, investimos muito em cursos de capacitação e treinamentos. Confesso que neste último ano, nossa empresa procurou trazer profissionais  na área de gerência de fora nossa cidade, principalmente profissionais que tivessem  experiências com as concorrências das grandes empresas multinacionais do nosso ramo, para com isso aprendermos  a cultura de atuação delas e consequentemente aumentar nosso poder de competitividade.

BCS – O senhor mantém discreta presença em organizações associativas do empresariado, gestão esportiva (chegou a vice-presidente do Baraúnas) e certa equidistância da política partidária. Falta-lhe tempo ou apetite para emprestar a um desses setores seu perfil empreendedor?

JQ – A minha relação com o Baraúnas é uma relação de amor e paixão, tentei muito ajudá-lo ano passado, mas a maneira como o futebol é feito em Mossoró me decepcionou muito. Preferi ficar ausente este ano, mas nunca omisso a minhas obrigações de vice-presidente. Tenho um  grande desafio neste ano de 2010 que é o fortalecimento do Sindivarejo (como presidente empossado no final de semana), pois o comércio varejista de Mossoró precisa se organizar para enfrentar grandes questões como a falta de segurança, estacionamento no centro da cidade, representatividade nas decisões comerciais e problemas que atingem a classe comercial de Mossoró. Já a questão política partidária não me atrai muito.

BCS – O senhor não observa que a iniciativa privada mossoroense tem se esquivado e deixado de lado maior participação nas decisões políticas, fugindo ao debate e à responsabilidade no trato de temas como Plano Diretor, Lei Ambiental e até o banimento da ornamentação natalina? Por que essa letargia?

JQ – Acho que qualquer questão que envolva o empresário mossoroense deve ter discussão ativa e participativa da nossa classe. Muitas vezes as ligações partidárias fazem com que a omissão seja a melhor saída. Luto e lutarei frente ao Sindivarejo para que isso mude, sempre provocando o debate e defendendo os interesses do comércio varejista  de Mossoró.

BCS – Diante de uma campanha presidencial que se avizinha, o que o setor produtivo mais espera, cobra e deseja do próximo governo?

JQ – Empresário sempre deseja que o governo cada vez menos interfira no setor produtivo. As mudanças de regras, leis, tributos, só atrapalham a iniciativa privada. A estabilidade econômica e a distribuição de renda (cartão bolsa família) que reina nos últimos anos têm ajudado muito ao empresário, para que ele planeje a longo prazo o seu negócio. Esperamos que o próximo governo continue com a mesma política.

Foto – Jair Queiroz e Lucineide (esposa)

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domingo - 21/03/2010 - 09:27h

Assembleia Legislativa para poucos e afortunados

Em tempos de eleição parece que vale tudo mesmo para se conquistar adesões, até mesmo descumprir leis e desrespeitar o judiciário.

Eis que, justamente de onde deveriam vir os melhores exemplos, surge uma verdadeira afronta à legislação brasileira.

Ao fato: Já faz alguns dias que circula pelos corredores da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte o casal Sérgio Cunha Lima Bezerra e Francisca Ederlinda Dias, casados e nomeados oficialmente pelos Atos Oficiais da Mesa números 066/2009 e 277/2010, respectivamente.

Apadrinhados pelo presidente Robinson Faria (PMN), ele como Chefe de Gabinete Parlamentar, ela como Coordenadora de Serviços de Saúde e Assistência Social. Juntos somam cerca de 19 mil reais em salários.

Tal aberração legal, política e moral faz suscitar uma indagação fundamental: e a lei contra o nepotismo? Ainda existe? Ainda é válida?

Com a palavra, o Ministério Público e as autoridades sensatas deste estado.

O cerne da questão: Sérgio Cunha é irmão do ex-prefeito de Macaíba, o médico Fernando Cunha Lima Bezerra. Durante os oito anos de administração do seu irmão atuou como uma espécie de "Primeiro-Ministro", já que doutor Fernando “reinava, mas não governava”.

Ederlinda Dias é irmã da atual prefeita, Marília Pereira Dias. Agentes políticos do município revelam que ela teria deixado o grupo político da prefeita porque esta não teria aceitado as mesmas práticas da gestão do seu antecessor, ou seja, ser manipulada pelo “casal de ferro”.

Fernando, Sérgio e Ederlinda já declararam apoio político aos deputados Fábio Faria (PMN) e Robinson Faria. Em troca, as nomeações.

* Extraído do Blog de Aclecivam Soares (AQUI).

Nota do Blog – Meu caro Aclecivam, a nossa valorosa AL é um poço de mistérios.

Não há força humana, legal ou paranormal que quebre os cadeados dessa "caixa-preta".

Dizem que só médicos, lotados na Casa, passam de 40. Ex-prefeitos, ex-qualquer coisa e afins são incontáveis.

Pobre Rio Grande do Norte!

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domingo - 21/03/2010 - 09:03h

Prefeitura usa “sucatão” e não faz transporte de doentes

Hà mais de 22 dias que a Prefeitura de Mossoró não transporta pessoas enfermas para a Grande Fortaleza (CE), garantindo-lhes meios à saúde. O drama de homens, mulheres, idosos e crianças é silencioso – mas torturante.

– A gente procura o Blog do Carlos Santos porque tem sido uma voz em defesa de pessoas que sofrem com tanto descaso – comenta um homem que precisa de tratamento em Messejana (CE), mas pede para ter o nome preservado. Teme perseguição.

Há anos que a Prefeitura de Mossoró assegurava transporte para que sejam realizadas consultas, exames, cirurgias, hemodiálise e outros procedimentos médicos em Messejana e Fortaleza. Entretanto não tem conseguido mais realizar o translado por falta de transporte adequado e confiável.

No último dia 10, por exemplo, por volta de 3h em plena BR-304, perto da antiga Vila Maisa, o microônibus (em péssimo estado de conservação) alugado ao preço de R$ 5 mil/mês sofreu pane quando estava quase lotado. A solução encontrada – depois de horas – foi se utilizar uma ambulância para transportá-los de volta a Mossoró.

– Estamos nos movimentando para denunciar isso ao Ministério Público, mas algumas pessoas têm medo – reforça outro reclamante.

Nota do Blog – O Governo da prefeita de direito, Fátima Rosado (DEM), tinha há poucos meses um veículo em melhores condições de tráfego, também em regime de locação.

À medida que ocorreu a mudança para o "sucatão", que envolveria acomodação de interesses políticos, quem paga a "conta" é o cidadão. Além de alguns casos com tratamentos que não podem sofrer solução de continuidade, ainda temos a humilhação e desdém com a vida alheia.

Pelo visto, só o castigo divino para punir essa récua.

Pobre Mossoró! 

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Categoria(s): Gilson Cardoso
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sábado - 20/03/2010 - 22:33h

Casa do Estudante de Mossoró aprova 5 em Medicina

A Casa do Estudante de Mossoró, que recentemente foi objeto de uma memorável campanha da sociedade civil, para sua reconstrução física, dá demonstração de vitalidade. Mais vitalidade.

Pelo menos cinco de seus integrantes, todos de origem modesta, foram aprovados em vestibulares para curso de Medicina.

Mas também ocorreram aprovações para Farmácia, Direito, História, Mtemática, Fisioterapia, Ciências Biológicas e Engenharia Elétrica.

Francisco Clítson de Sousa (UFRN), Rômulo Jácome Fonseca (UERN), Fábio Amorim de Oliveira (UFPE), Davi Cássio Fernandes (UFCG) e Hiago Francimar Jácome Sousa (UERN) foram vitoriosos em Medicina.

Jordão Vieira de Mesquisa teve aprovação em Farmácia e Engenharia Elétrica, a primeira na UFRN e a segunda na IFPB.

Jorge Vinícios Fernandes obteve êxito para Farmácia na UFRN; Iranildo Luís Pereira em Direito, Uern; Francisco de Assis S. Júnior para História, Uern; Samuray Freire de Oliveira, Ciências Biológicas, Uern; Francisco Nogueira Barbalho em Matemática, Uern e Frediano Rodrigues de Oliveira em Fisioterapia, UFRN.

Nota do Blog – Que o esforço e resultado obtidos por esses jovens sirvam de exemplo a outros que não conseguiram igual feito agora.

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Categoria(s): Terezinha Queiroz
sábado - 20/03/2010 - 21:46h

Feridas abertas que os poderosos insistem em não curar

As paisagens urbanas e rurais, através de sua geografia humana, sobretudo nas periferias do capitalismo globalizado que marca os dias atuais, vem sendo caracterizadas pelas manifestações aviltantes cada vez mais agudas do drama da fome, as quais cristalizam o significado da exclusão de grande parcela dos seres humanos, espalhada pelos quatro cantos do planeta, a qual ainda não foi beneficiada pelas conquistas tecnológicas e por sua capacidade degerar emprego e renda decentes que garantam melhores dias, formulando de forma efetiva o real sentido da cidadania.

Os donos dos meios de produção selecionam metodicamenteespaços que são e serão beneficiados pela ação do capital em suas múltiplas metamorfoses e interesses, relegando ao esquecimento àqueles que não interessam de imediato à reprodução das estruturas de poder.

São os espaços marginalizados que não servem a curto ou médio prazos, muitas vezes também a longo prazo, aos propósitos definidos em infindáveis reuniões temperadas pelo gosto refinado por dinheiro em quantidade absurdamente estratosférica.

Assim, cotidianamente milhares de pessoas são atiradas no fosso da miséria, da pobreza e da fome, pois sem perspectivas de melhores dias amargam a triste realidade do abandono e do infortúnio,sendo submetidas à escravidão da falta de interesses dos poderosos que as enxergam apenas como frios números das estatísticas que permitem absurda maximização de lucros com interessante minimização de custos para àqueles que são contemplados pelas benesses do sistema.

Citando exemplo clássico presente nas distorções inter-regionais brasileiras, indubitavelmente podemos afirmar que em consonância com o despovoamento do campo no nordeste brasileiro desponta de forma imperiosa o agrobusiness em determinados espaços rurais previamente selecionados, dotado de tecnologia de primeiro mundo. Em contrapartida, a agricultura familiar vem sendo notavelmente prejudicada e desestimulada em razão que percentual significativo dos investimentos garantidos pelas políticas públicas voltadas para o agro, viabilizadas pela ação do Estado, destina-se ao sucesso da produção agrícola concentrada em atender as exigências do mercado externo a fim de gerar divisas para fomentar a política paternalista que caracteriza a atuação do Estado em garantir os privilégios da poderosa classe que detém o poder.

Além do mais, os poucos recursos destinados ao fomento à agricultura familiar não vem acompanhado de necessária e eficaz instrução técnica que permita favorecer o sucesso da produção e da comercialização agropecuária, não esquecendo ainda que existem graves denúncias de corrupção envolvendo a destinação dos recursos para este setor produtivo que garante inúmeros benefícios para suprir o mercado interno, ao contrário do primo rico que se dedica a atender as exigências externas cada vez mais sofisticadas.

O resultado óbvio é o recrudescimento da situação de penúriados que sofrem com a intransigência da lógica do capital, avançando de forma desumana as conseqüências trágicas da desnutrição. Crianças, elos frágeis da teia maléfica montada pelo capitalismo, perdem a visão por falta de alimentos, ficando apenas no couro e no osso devido à ausência de proteínas que possam garantir a sobrevivência e engrossando dia-a-dia as estatísticas referentes à mortalidade infantil, motivada por doenças provocadas pela fome.

Esqueléticas e famintas desfilam suas desditas pelos espaços menos privilegiados das favelas, alagados, palafitas, pontes, camposadustos, lócus urbanos sem infra-estruturas e outros locais usados como moradias, pois sinônimos da ausência de compromissos, esses lugares se constituem nos territórios da fome e das privações.

Enquanto isso, os poderosos que mandam e desmandam não demonstram nenhuma sensibilidade, nenhuma comoção, nenhuma atitude concreta, que seja pragmática de fato, a qual possa reverter o quadro surreal que vem tomando aspecto tétrico, cada dia pintado de forma mais intensa com cores berrantes que revelam o drama da miséria e dafome, da insensibilidade de parcela intransigente da humanidade satisfeita e feliz com o esquema montado sobre privilégios.

Recantos esquecidos espalhados na imensidão nordestina abrigam populações famintas e desvalidas cujas condições de vida são iguais às apresentadas pelos grandes bolsões de carência crônica do continente africano, pois os indicadores sócio-econômicos teimam em se repetir em cada amostragem populacional que busca revelar a situação do povo brasileiro, embora saibamos que muitas foram propositalmente maquiadas para atender determinados interesses.

Mães aflitas, viúvas das secas e dos descasos, choram pelo destino que o sistema relegou aos seus filhos, aos quais tudo é negado, desde um prato de comida decente à educação de qualidade que possa garantir-lhes um futuro melhor, com esperanças e felicidades,não esquecendo ainda que saúde também é algo negado de forma injuriosa e infame. A injustiça tornou-se palavra de ordem no imaginário dos poderosos.

Historicamente a pobreza vem sendo tratada como caso depolícia, pois exemplo disso temos na forma desumana como os aparelhos repressivos do Estado trataram Canudos, como verdadeiro caso desegurança nacional, simplesmente por que a sociedade alternativa fundada no sertão baiano conseguiu superar os limites extremos da exploração desmedida capitaneada pelo draconiano latifúndio que impera desde a formação sócio-econômica brasileira.

A intensificação do drama da fome foi profetizada e alertada pelo cientista Josué Apolônio de Castro (Recife – 05/09/1908 – Paris – 24/09/1973) quando de sua magnífica campanha em prol da erradicação do maior drama da humanidade, mas desde então nada foi feito, pelo contrário, pois o problema ainda está sendo encarado como um tema proibido, o qual escancara a mesquinhez contida na manutenção e na reprodução das estruturas de poder que privilegiam poucos e humilham agrande maioria excluída do complexo processo que caracteriza os dias atuais.

A ousadia e a independência de Josué de Castro, quando denunciou a fome como flagelo fabricado pelos homens, foram responsáveis por momentos ímpares na história da humanidade, mas que infelizmente responsabilizaram-se também pelos momentos de angústia que o levaram à morte prematura em seu exílio na França, imposto pela intransigência dos militares que derrubaram o governo constitucionalde João Goulart, histórico herdeiro político de Vargas.

Refletir sobre as bases do pensamento do importante teórico nacional, reconhecendo a importância da atualidade de suas pregações edefesas, é condição sine qua non para que busquemos lutar pela superação dos aviltantes contrates que separam incluídos e excluídos,contribuindo dessa forma para a consolidação de um mundo melhor, comjustiça social e harmonia para o gênero humano.

Insistindo em nãocurar as feridas abertas com o drama da fome, os poderosos do planeta alimentam insatisfações cujas conseqüências poderão se revelar imprevisíveis, pois a partir do momento que o grito dos excluídos tornar-se mais intenso e estridente talvez a composição contida na super estrutura não surta tanto efeito a fim de abafar as reclamações que se avolumam de forma impressionante devido a ausência de amor quevem sendo observada na conjuntura em que imperam a ganância e a faltade compromissos com a sofrida realidade humana daqueles que estão à espera de olhares mais humanos e compenetrados com suas situações desesperadoras. 

José Romero Araújo Cardoso é Geógrafo (UFPB), professor-adjunto do Departamento de Geografia (DGE) da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais (FAFIC) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte(UERN).

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sábado - 20/03/2010 - 21:27h

Pensando bem…

"A pessoa que concorda com tudo o que você diz, ou é tolo, ou está se preparando para enganá-lo."

Kin Hubbard

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sábado - 20/03/2010 - 20:58h

Novo nome para o TRE está nas mãos do presidente Lula

Está nas mãos do presidente Lula (PT), a escolha do advogado que vai compor nos próximos dois anos, o colegiado do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN).

Os concorrentes são Fábio Luiz Monte de Hollanda e Jonas Sérgio do Rego Pinto, além do mossoroense Olavo Hamilton.

Eles formam a lista tríplice exigida, para que o presidente escolha um.

Fábio Hollanda tenta renovação de presença no TRE, visto que já obtivera anteriormente essa condição.

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sábado - 20/03/2010 - 20:54h

Iberê diz que se recupera bem de cirurgia

"Passei aqui pra dar um alô e dizer que está tudo bem".  A declaração foi dada agora à noite pelo vice-governador Iberê Ferreira (PSB), através da rede de microblogs Twitter.

"Agradeço de coração as mensagens e telefonemas. Esse carinho me dá ainda mais força", complementou ele.

Iberê passou por cirurgia em São Paulo na última quinta (18), para retirada de um nódulo incipiente no pulmão, detectado no último check-up. 
 

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sábado - 20/03/2010 - 20:49h

Gerais… Gerais… Gerais… Gerais

Djaílson "Saldanha", DJ que durante anos brilhou na FM 95 de Mossoró, despede-se da multidão de amigos que fez na cidade com sua polidez, talento e decência nos relacionamentos. Já começou a atuar na FM 89,9 de Natal, mas está na cidade providenciando mudança dos picuás. Um abraço, amigo.

Núbia Batalha informa, desde Pau dos Ferros, que colocou no ar o Blog do jornal Tribuna do Alto Oeste. A gente reforça-o assinalando o endereço para que você, internauta, o conheça. Clique AQUI.

O escritor Élder Heronildes tem um considerável número de crônicas sobre personagens diversos de Mossoró e do Rio Grande do Norte. É um trabalho veiculado durante anos na imprensa escrita da cidade. Sugeri-o que transforme esse material em livro. Ele traça perfil sobre o popular William Gurgel, Jaime Hipólito e outros tantos.

Obrigado a leitura deste Blog a Luiz Dantas Segundo do Restaurante Tábua de Carne (Mossoró), Gilvan Lira da Jodiesel (Mossoró) e Edna Albano (Natal). 

O juiz titular da Vara da Fazenda de Mossoró, Pedro Cordeiro, fumante inveterado, admite – mesmo que vagamente – parar com o vício. Pelo menos um médico amigo já o ronda, aconselhando um tipo de tratamento que seria eficaz. Entre uma tragada e outra ele está refletindo sobre o assunto.

Quem desembarca hoje em Pau dos Ferros é o casal advogada Tâmira-médico Bráulio Figueiredo. Os dois aproveitam a estada para participação no aniversário do ex-prefeito Nilton Figueiredo (PP), que ocorre amanhã (domingo, 21). Eles residem em Minas Gerais, onde vivem período de estudos.

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sábado - 20/03/2010 - 20:00h

Rádio mudará de endereço em abril

Provavelmente em meados de abril, a FM 95 (Abolição) de Mossoró estará fisicamente em outro endereço. Terá sede à Rua João Marcelino, Nova Betânia, em espaço contíguo à TV Cabo Mossoró (TCM).

Adquirida pelo grupo empresarial comandado pelo professor-médico e reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Milton Marques, a FM 95 continua instalada no centro da cidade, Avenida Alberto Maranhão.

A transferência ensejará, ainda, alterações significativas em sua grade de programação, equipe e foco.

A rádio pertencia ao grupo liderado pelo ex-deputado federal Ney Lopes.

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Categoria(s): Paulo de Tarso Fernandes
sábado - 20/03/2010 - 19:41h

Pensando bem…

"Aquele que mantém a calma diante de todas as adversidades da vida mostra simplesmente ter conhecimento de quão imensos e múltiplos são os seus possíveis males, motivo pelo qual ele considera o mal presente uma parte muito pequena daquilo que lhe poderia advir; e, inversamente, quem sabe desse fato e reflete sobre ele, nunca perderá a calma."

Arthur Schopenhauer 

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sábado - 20/03/2010 - 18:24h

Só Pra Contrariar

"Cotistas", mas nem tanto

Será que todos os vestibulandos aprovados para o Curso de Medicina da Uern, no regime de "cotistas", recentemente, estão realmente dentro da legalidade?

Existe um forte odor no ar. Pelo visto, a prosperidade das artimanhas ainda não foi sustada de vez pela instituição.

Decifra-me ou te devoro. 

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Categoria(s): Blog
sábado - 20/03/2010 - 18:20h

Iberê Ferreira fará cirurgia em São Paulo

O vice-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB) será submetido a uma pequena cirurgia hoje em São Paulo para retirada de um nódulo incipiente no pulmão, detectado no último check-up.

O procedimento será feito por laparoscopia e o prognóstico é bom, vez que o paciente não é fumante, nem apresenta histórico familiar que sugira maior gravidade.

Doutor Roberto Kalil, cardiologista do presidente Lula,  é o clínico que acompanha  Iberê.

* Extraído do Blog Território Livre (AQUI).

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