Por Inácio Augusto de Almeida
Não creio na força
De quem bajula os fortes
De quem humilha os fracos.
Não creio na força
De quem vive só para si
De quem esquece que somos irmãos.
Não creio na força
De quem julga sem conhecer
De quem condena sem convicção.
Não creio na força
De quem acredita
Ser possível felicidade sozinho.
Não creio na força
De quem não sorri
Ao ver crianças brincando.
Não creio na força
De quem não tem tempo para a beleza.
Não creio na força
De quem não tem tempo para o AMOR.
Inácio Augusto de Almeida é jornalista e escritor











































