quarta-feira - 12/08/2026 - 16:38h
Eleições 2026

Nomes a governador iniciam campanha domingo em Natal e Mossoró

Allyson, Álvaro, Cadu e Robério: vai ser dada a largada (Fotomontagem da Web)

Allyson, Álvaro, Cadu e Robério: vai ser dada a largada (Fotomontagem da Web)

Do Blog Saulo Vale

Os quatro principais candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte iniciam oficialmente a campanha eleitoral no próximo domingo (16), data a partir da qual a legislação eleitoral autoriza a realização de atos de campanha.

As primeiras agendas estarão concentradas em Natal e Mossoró. A capital potiguar é o maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte, enquanto Mossoró ocupa a segunda posição entre os municípios com maior número de eleitores no estado.

Cadu Xavier (PT) inicia a programação no domingo pela manhã, em Natal. À tarde e à noite, a previsão é de que o candidato esteja em Mossoró.

Allyson Bezerra (União Brasil) também terá agenda em Natal já na manhã do primeiro dia oficial de campanha.

Álvaro Dias (PL) começa a agenda em Natal e tem previsão de seguir para Mossoró no período da noite. A expectativa é de que ele participe da programação da Festa do Bode.

Já Robério Paulino (PSOL) terá compromisso às 9h da manhã, na Avenida Roberto Freire, em Natal.

Além das agendas dos candidatos, as campanhas articulam adesivaços em municípios do estado. Algumas cidades deverão contar com mobilizações de apoiadores já no domingo, mesmo sem a presença dos candidatos.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 12/08/2026 - 13:28h
Decisão

Servidores da Fundase devem começar greve na sexta-feira

Servidores devem começar greve na sexta-feira, dia 14 (Foto: Márcio Franco)

Servidores devem começar greve na sexta-feira, dia 14 (Foto: Márcio Franco)

Os servidores da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Rio Grande do Norte (FUNDASE/RN) aprovaram, nesta terça-feira (11), em assembleia conjunta do Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do RN (SINAI/RN) e do Sindicato dos Agentes Socioeducativos do RN (SINDASERN), a deflagração de greve por tempo indeterminado. A assembleia contou com a participação da Intersindical.

As entidades vão encaminhar ofício ao Governo do Estado comunicando a decisão da categoria para que o movimento seja iniciado na sexta-feira (14). O principal ponto de mobilização será em frente à Governadoria, em Natal.

A greve ocorre diante da falta de cumprimento dos compromissos relacionados ao auxílio-alimentação e ao auxílio-fardamento, benefícios previstos em acordo firmado com a categoria e homologado judicialmente em 2025. O pleito ainda inclui promoções dos novos servidores.

Segundo as informações apresentadas, os processos administrativos dos trabalhadores que concluíram o estágio probatório em julho já estão na Secretaria de Estado da Administração (SEAD) para implantação em folha. O Sinai também vai acompanhar os processos dos servidores que concluíram o estágio em agosto.

Para o coordenador-geral do Sinai-RN, Geraldo Lamartine, o Governo do Estado precisa apresentar uma resposta efetiva. “O Sinai-RN apoia suas categorias de base e, com a Fundase, não é diferente. A decisão de entrar em greve é resultado do descumprimento dos compromissos assumidos pelo Governo. A categoria cansou de esperar e precisa de uma resposta concreta. É necessário que o Governo cumpra os compromissos firmados e atenda às reivindicações dos trabalhadores da Fundase”, afirmou.

Após a deliberação da assembleia, os sindicatos foram recebidos pelo Gabinete Civil no início desta tarde. Ficou definido que haverá uma resposta, até a quarta-feira (12) à noite, sobre o pagamento do auxílio-alimentação e as promoções. Em relação ao fardamento, o Governo fará uma nova consulta à PGE-RN para verificar a possibilidade de concessão do benefício mesmo durante o período eleitoral. A resposta deve ser repassada aos sindicatos com resposta até a manhã de sexta-feira (14), quando haverá nova assembleia, às 9h30, para deliberação sobre continuidade do movimento paredista.

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  • Art&C - PMM - Refis - Agosto de 2026 - 06-08-2026
quarta-feira - 12/08/2026 - 12:24h
Economia

IBGE aponta recuo na atividade turística do RN pelo terceiro mês

Evento vai ocorrer num cenário deslumbrante do litoral do RN (Foto: Ciro J. Costa)

Praia de Pipa, uma das atrações do RN, de janeiro a janeiro (Foto: Ciro J. Costa/Arquivo)

O volume de atividades turísticas do Rio Grande do Norte recuou 3,0% na passagem de maio para junho. Esse foi o terceiro mês consecutivo que o indicador ficou negativo no estado, na série com ajuste sazonal. As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em todo o Brasil, 16 dos 17 estados pesquisados registraram números negativos em junho, na comparação com maio. Alagoas foi a única unidade da federação com avanço (1,8%). Com o resultado, o País teve queda de 3,4%.

Em relação a junho do ano passado, a queda foi de 4,4% no volume de atividades turísticas do RN. No acumulado do ano, o turismo potiguar ficou estável (0,0%), na comparação ao mesmo período de 2025. Já a variação acumulada em 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, foi de 1,2% no estado.

Serviços

Em junho, o índice de volume de serviços do Rio Grande do Norte teve variação negativa de 0,7%, na comparação com o mês de maio, terceiro mês seguido de queda. A série tem ajuste sazonal. Na comparação com junho de 2025, o recuo foi de 3,3%.

A nível nacional, o setor ficou estabilizado em junho (0,0%) e 16 estados ficaram com números negativos. Na região Nordeste, apenas Alagoas (1,7%), Sergipe (1,6%) e Piauí (1,5%) tiveram altas no período. Bahia (0,2%) também estabilizou. No índice acumulado de janeiro a junho de 2026, frente a igual período do ano anterior, o setor de serviços potiguar variou 0,7%, menor crescimento da região.

A variação acumulada em 12 meses, em relação ao período anterior de 12 meses, foi de 0,4% no estado.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 12/08/2026 - 11:44h
Campanha

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Arte do Nordestão

Arte do Nordestão

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
quarta-feira - 12/08/2026 - 11:24h
Política

Inter TV Cabugi divulgará três pesquisas no primeiro turno

Logomarca da Inter TV Cabugi

Logomarca da Inter TV Cabugi

A Inter TV Cabugi vai divulgar pelo menos três pesquisas eleitorais no primeiro turno das eleições no Rio Grande do Norte.

Ocorrendo segundo turno, mais duas.

A empresa Genial/Quaest terá números à publicização no dia 24 deste mês, além do dia 25 de setembro e boca de urna em 4 de outubro.

Debate

O debate da emissora com os candidatos ao Governo do Estado ocorrerá no dia 29 de setembro.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 12/08/2026 - 11:00h
Eleições 2026

Candidatos tentam emplacar “Bolsonaro” em urna; lei proíbe

Card de notícia do portal Metrópoles (Reprodução do BCS)

Card de notícia do portal Metrópoles (Reprodução do BCS)

Do Metrópoles

Dezessete pessoas já registraram suas candidaturas para as eleições de 2026 usando o nome “Bolsonaro” sem que este conste em seu registro civil, o que é proibido pela legislação eleitoral. Em São Paulo, o Ministério Público Eleitoral (MPE) tem tentado impedir os registros. Em Rondônia, um candidato a Senado está sendo acusado de fraude.

Um dos candidatos do bolsonarismo ao Senado, Bruno Scheid, registrou o nome de urna “Bruno Bolsonaro Scheid”. Nesta terça-feira (11), a procuradoria regional eleitoral pediu a impugnação do registro de candidatura com o objetivo de impedir a utilização irregular do nome de urna.

“A utilização de nome de urna nessas condições, além de comprometer a correta identificação do candidato perante o eleitorado, revela-se potencialmente geradora desinformação, induzindo o eleitorado a erro”, justificou o Ministério Público Eleitoral.

Scheid é acusado de “construir artificialmente o sobrenome Bolsonaro durante a pré-campanha”, o que já o fez ser alvo do MPE. “É fato público e notório que Bruno Scheid não tem qualquer parentesco com a família Bolsonaro, tendo se utilizado do nome para angariar proveito eleitoral. Cuida-se, em tese, de comportamento caracterizador de fraude à lei eleitoral”, apontou o órgão.

Em São Paulo, o MPE já havia pedido, na sexta (7), o indeferimento do registro de nome de urna da deputada estadual “Fabiana Bolsonaro”, por ser ele capaz de “estabelecer dúvida quanto à identidade da candidata”. O uso do sobrenome de um ex-presidente da República também poderia provocar migração de votos e causar desequilíbrio no pleito, segundo o MPE.

Fabiana, que é Barroso, já havia tentado ser candidata como “Fabiana Bolsonaro” em 2022. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em votação unânime, indeferiu a utilização do nome escolhido. Ela acabou concorrendo como “Fabiana B”. Eleita, adota o nome “Fabiana Bolsonaro” na Assembleia Legislativa.

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  • San Valle Rodape GIF
quarta-feira - 12/08/2026 - 10:28h
Nota do BCS

Pausa compulsória, mas voltamos logo

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

Um bug em nosso sistema impossibilitou atualização de nossa página por várias horas.

Estamos tangendo os problemas para longe para retomarmos o ritmo normal, alimentando também nossas demais plataformas.

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segunda-feira - 10/08/2026 - 23:50h

Pensando bem…

“O conhecimento funciona como o horizonte; quanto mais avançamos, maior ele se torna.”

Eduardo Galeano

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  • Art&C - PMM - Refis - Agosto de 2026 - 06-08-2026
segunda-feira - 10/08/2026 - 23:30h
Pesquisa Metadata/Grupo Dial Natal

Styvenson tem 27,5%, Zenaide 15,3% e Samanda 11,1% ao Senado

Gráfico de pergunta Estimulada para 1º voto ao Senado (Arte 98 FM de Natal)

Gráfico de pergunta Estimulada para 1º voto ao Senado (Arte 98 FM de Natal)

Do Portal 98 FM de Natal

Veja na pesquisa estadual Metadata/Grupo Dial, divulgada nesta segunda-feira (10), o cenário estimulado para o primeiro voto ao Senado pelo Rio Grande do Norte. Mas também está mais abaixo, o comportamento do eleitor em relação ao segundo voto e a soma dos dois votos.

Primeiro voto

Considerando os resultados apresentados aos entrevistados, Styvenson Valentim (Podemos) aparece com 27,5% das intenções de voto.

Na sequência está Zenaide Maia (PSD), com 15,3%. Samanda de Lula (PT) aparece com 11,1%, enquanto Rafael Motta (PDT) registra 10,1%.

Coronel Hélio (PL) tem 5,5% das intenções de voto. Entre os demais nomes, Sandro Pimentel (PSOL) e Tércio Tinôco (União Brasil) aparecem com 1,1% cada, seguidos por Rosália Fernandes (PSTU), com 1%.

Sonia Godeiro (PSOL) registra 0,8%, enquanto Luciana Mandu (PSTU) e Professor Guilherme (UP) aparecem com 0,5% cada.

Segundo voto

Os números mostram uma disputa mais equilibrada nas primeiras posições e um percentual maior de eleitores ainda sem uma segunda escolha definida.

Zenaide Maia (PSD) aparece numericamente à frente, com 12% das intenções de voto, seguida de perto por Styvenson Valentim (Podemos), com 11,8%. A diferença entre os dois é de apenas 0,2 ponto percentual.

Na sequência, Rafael Motta (PDT) registra 10,5%, enquanto Coronel Hélio (PL) aparece com 8,5%. Samanda de Lula (PT) tem 6,2%.

Os cinco primeiros colocados estão separados por 5,8 pontos percentuais, e os três primeiros — Zenaide, Styvenson e Rafael — aparecem em patamares numericamente próximos.

A pesquisa evidencia uma diferença importante entre a primeira e a segunda escolha para o Senado. No primeiro voto, Styvenson aparece com 27,5%, seguido por Zenaide, com 15,3%. Já na segunda escolha, há maior equilíbrio: Zenaide tem 12%, Styvenson 11,8% e Rafael 10,5%.

Também aumenta a indefinição. Enquanto 11,8% não sabem ou não respondem qual seria o primeiro voto, esse grupo chega a 21% quando a pergunta é sobre a segunda escolha.

Soma de 1º e 2º votos

Como cada eleitor poderá escolher dois candidatos em 2026, o levantamento reúne as 3.072 intenções de voto possíveis entre os 1.536 entrevistados.

Nesse recorte, Styvenson Valentim (Podemos) aparece com 19,6% das intenções de voto, seguido por Zenaide Maia (PSD), com 13,6%.

Na sequência, Rafael Motta (PDT) registra 10,3%, enquanto Samanda de Lula (PT) aparece com 8,7%. Coronel Hélio (PL) tem 7%.

Entre os demais nomes, Tércio Tinôco (União Brasil) registra 1,9%; Sandro Pimentel (PSOL), 1,6%; Professor Guilherme (UP), 1,3%; Rosália Fernandes (PSTU), 1,1%; Sonia Godeiro (PSOL), 1%; e Luciana Mandu (PSTU), 0,9%.

O cenário agregado permite observar de maneira conjunta a distribuição das duas escolhas para o Senado. Styvenson tem vantagem numérica de 6 pontos percentuais sobre Zenaide, enquanto a diferença entre Zenaide e Rafael é de 3,3 pontos.

Rafael e Samanda aparecem separados por 1,6 ponto percentual, e Samanda tem 1,7 ponto de vantagem numérica sobre Coronel Hélio.

O resultado agregado, porém, não deve ser interpretado da mesma maneira que uma pesquisa para cargos de voto único, como presidente ou governador. Os percentuais têm como base o conjunto das duas intenções de voto de cada entrevistado. Por isso, o levantamento também apresenta separadamente os cenários de primeiro e segundo votos ao Senado.

Nas eleições de 2026, o Rio Grande do Norte escolherá dois senadores, já que estarão em disputa simultaneamente duas das três cadeiras do estado no Senado Federal.

Metodologia

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-03682/2026 e BR-05736/2026, realizada pela Metadata Soluções Inteligentes LTDA com recursos próprios. Foram entrevistados 1.536 eleitores, de forma presencial, em 63 municípios do Rio Grande do Norte, com distribuição proporcional ao eleitorado das 3 regiões geográficas intermediárias e das 12 regiões imediatas definidas pelo IBGE (correspondentes às 4 mesorregiões e 19 microrregiões), entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026. O nível de confiança é de 95%, com uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais.

Leia tambémAllyson tem 34,2%, Álvaro 24% e Cadu com 17,01% na Estimulada

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segunda-feira - 10/08/2026 - 22:50h
Pesquisa Metadata/Grupo Dial Natal

Allyson tem 34,2%, Álvaro 24% e Cadu com 17,01% na Estimulada

Gráfico de pergunta Estimulada ao Governo do RN (Arte 98 FM de Natal)

Gráfico de pergunta Estimulada ao Governo do RN (Arte 98 FM de Natal)

Portal 98 FM de Natal

A pesquisa Metadata/Grupo Dial Natal de abrangência estadual mostra que, no cenário estimulado para o governo estadual, o candidato Allyson Bezerra (União) lidera com 34,2%, seguido por Álvaro Dias (PL) que aparece com 24% e Cadu de Lula (PT) com 17,01%.

Ainda de acordo com a pesquisa, Rodrigo Bolsonaro (Agir) tem 1,8%, Professor Robério Paulino (PSOL) 1,6%, Dário Barbosa (PSTU) 0,3%, Arinalda do MLB (UP) 0,3%.

Já não sabe/Não respondeu (NS/NR) somam 11,1% e branco/nulo/nenhum atinge 9,6%.

Este levantamento é o primeiro realizado após as convenções partidárias, período que definiu oficialmente as chapas para as Eleições 2026.

Segundo Turno

A terceira pesquisa estadual Metadata/Grupo Dial, divulgada nesta segunda-feira (10), testou três possíveis cenários de segundo turno para o Governo do Rio Grande do Norte. As simulações colocam frente a frente Allyson Bezerra (União Brasil), Álvaro Dias (PL) e Cadu de Lula (PT).

Allyson x Álvaro Dias

Em um eventual segundo turno entre Allyson Bezerra e Álvaro Dias, Allyson registra 49,6% das intenções de voto, enquanto Álvaro aparece com 33,5%.

A diferença entre os dois é de 16,1 pontos percentuais. Outros 10,7% afirmam que votariam em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, enquanto 6,2% não sabem ou não responderam.

Allyson x Cadu de Lula

A maior diferença entre candidatos nos três cenários testados aparece no confronto entre Allyson Bezerra e Cadu de Lula.

Allyson alcança 51,4% das intenções de voto, enquanto Cadu registra 27,4%, uma distância de 24 pontos percentuais.

Nesse cenário, 12,1% votariam em branco, nulo ou em nenhum dos dois, e 9,1% não sabem ou não responderam.

Álvaro Dias x Cadu de Lula

O terceiro cenário apresenta um confronto entre Álvaro Dias e Cadu de Lula. Álvaro aparece com 41,6%, enquanto Cadu registra 35%.

A vantagem numérica de Álvaro é de 6,6 pontos percentuais.

É também o confronto com o maior percentual de eleitores que afirmam votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos: 15,6%. Outros 7,8% não sabem ou não responderam.

Metodologia

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RN-03682/2026 e BR-05736/2026, realizada pela Metadata Soluções Inteligentes LTDA com recursos próprios. Foram entrevistados 1.536 eleitores, de forma presencial, em 63 municípios do Rio Grande do Norte, com distribuição proporcional ao eleitorado das 3 regiões geográficas intermediárias e das 12 regiões imediatas definidas pelo IBGE (correspondentes às 4 mesorregiões e 19 microrregiões), entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026. O nível de confiança é de 95%, com uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais.

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segunda-feira - 10/08/2026 - 22:40h
Tênis de Mesa

Mossoró conquista mais de 60 medalhas e reassume liderança Estadual

Disputas foram no Ginásio da Ufersa (Foto: Divulgação)

Disputas foram no Ginásio da Ufersa (Foto: Divulgação)

A realização da 4ª Etapa do Campeonato Potiguar de Tênis de Mesa 2026, ocorrida no Ginásio da Ufersa Mossoró nesse fim de semana, alterou mais uma vez a liderança da competição estadual. Com os resultados das quatro primeiras etapas, a Associação Mossoroense de Tênis de Mesa (AMTM) passou a ocupar a primeira colocação geral do campeonato.

Nesta etapa do sábado (8) e domingo (9), a AMTM sagrou-se campeã, alcançando 4950 pontos, que, somados aos 7.510 pontos obtidos nas 3 etapas anteriores, totalizam 12.460 pontos na classificação geral. O agora segundo colocado, que antes liderava após a terceira etapa realizada em Parnamirim, possui 11630 pontos, ocupando o segundo lugar. A diferença entre as equipes é de 830 pontos. Outras quatro agremiações disputam a competição.

Nesta última etapa realizada em Mossoró, a AMTM registrou 14 medalhas de ouro, 21 de prata e 29 de bronze, conforme o quadro de medalhas da competição. São mais de 60 medalhas conquistadas pelo time mossoroense, composto aproximadamente por 40 atletas.

A 5ª e última etapa deste ano está marcada para os dias 21 e 22 de novembro. O clube mossoroense busca apoio para ter condições de defender o título e buscar o bicampeonato estadual.

Todos os resultados da 4ª Etapa do Campeonato Potiguar de Tênis de Mesa 2026 podem ser conferidos através da página oficial do evento, no endereço: //www.cbtm.org.br/evento/detalhe/63250.

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segunda-feira - 10/08/2026 - 17:26h
Natal

Fiern e Midiacom/RN sabatinam candidatos ao Governo e ao Senado

Banner de divulgação

Banner de divulgação

Quatro candidatos ao Governo do RN e sete ao Senado Federal confirmaram participação no Fórum Caminhos do RN – Eleições 2026, que acontece terça-feira (11) e quarta-feira (12), na Casa da Indústria, sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN), em Natal.

O evento é promovido pela Fiern e pelo Sindicato das Empresas de Rádio, Televisão, Jornais e Revistas do Rio Grande do Norte (MIDIACOM/RN), com objetivo de contribuir para o debate público qualificado e ouvir candidatos ao Governo e ao Senado sobre suas propostas e sua visão de futuro para o estado.

Na terça-feira, dia 11 de agosto, das 8h30 às 12h45, o Fórum será dedicado às sabatinas com os candidatos ao Governo: Robério Paulino, Allyson Bezerra, Cadu de Lula e Álvaro Dias.

Já na quarta-feira (12), serão ouvidos os candidatos ao Senado Federal: Rafael Motta, Sandro Pimentel e Tércio Tinoco; e das 13h30 às 17h15, segue com as sabatinas de Styvenson Valentim, Sônia Godeiro, Samanda Alves e Coronel Hélio.

Os candidatos receberão a Agenda Caminhos do RN, elaborada pela FIERN, e a Carta de Compromisso do MIDIACOM/RN.

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
segunda-feira - 10/08/2026 - 13:50h
Disputa ao governo

Debate da Band tem papéis claros e um vencedor para cada militante

Allyson, Robério, Anna Ruth, Cadu e Álvaro: Band RN (Foto: Band RN)

Allyson, Robério, Anna Ruth, Cadu e Álvaro: Band RN (Foto: Band RN)

O primeiro debate entre quatro dos sete candidatos ao Governo do RN, ocorrido neste domingo (9) em Natal, no estúdio da TV Band RN, não deu sinais de que causará qualquer mudança abrupta no cenário formado na pré-campanha, dias antes do início oficial da disputa. Inaugura, porém, uma nova etapa do pleito.

É pouco provável que tenhamos, de imediato, alguma migração em massa de intenções de voto. O conteúdo, com infindáveis recortes e interpretações, é farto material para propaganda dos marketings em redes sociais, com um vencedor para cada militante.

Mais do que forjar um vencedor, o debate serviu para mostrar a estratégia de cada um e seus objetivos no programa mediado com energia e equilíbrio pela jornalista Anna Ruth Dantas.

Allyson Bezerra (UB) foi bombardeado pelos três oponentes, confirmando o que mais de 30 pesquisas apontaram até o momento: é o primeiro colocado, favorito e o nome a ser confrontado. Cerco esperado. A postura dos adversários endossa essa avalanche de números em favor dele. Precisava atuar na defensiva para não sofrer perdas e assim o fez, mas ainda reagiu com estocadas contra os oponentes que pareciam “combinados”, como julgou. Cumpriu sua estratégia relativamente bem.

Robério Paulino (Psol) ocupou o papel de força auxiliar, ou esteira, do candidato Cadu Xavier (PT) — o “Cadu de Lula”, codinome político que o ex-secretário da Fazenda do Estado adotou para a campanha. Foi “Tigrão” para cima de Allyson Bezerra e Álvaro Dias (PL), repetindo acusações e juízos de valor. Com Xavier, o tratamento foi diametralmente oposto: suavizou nas perguntas e até no tom de voz, além de repetir algumas vezes que votava em Lula (PT) a presidente, para não desagradar os companheiros petistas. Versão “Tchutchuca”. Paz e amor.

Álvaro Dias foi recorrente em não conseguir completar qualquer raciocínio, acusação ou defesa dentro do tempo regrado pelo programa. Parecia impaciente e focou obsessivamente sua presença em tentar encurralar Allyson Bezerra. Não percebeu que por enquanto, ao olhar pelo “retrovisor”, o seu problema é Cadu Xavier, e não Allyson Bezerra.

Cadu  Xavier tabelou com Álvaro Dias quando foi oportuno para ambos. Repetiu que era honesto, reiterou que daria continuidade ao Governo Fátima Bezerra (PT), chegou a criminalizar o empresariado e tentou colar em Allyson Bezerra, de forma implícita e direta, o conceito de desonesto. Foi seu alvo prioritário do começo ao fim.

Porém, irritou-se quando foi confrontado pelo adversário do União Brasil, que mostrou às câmeras cópia de documento de um processo no Tribunal de Contas do Estado do RN (TCE-RN).  Cadu é investigado – disse – por ter assinado uma resolução em 2021, no âmbito da gestão estadual, que teria inflado indevidamente os seus próprios ganhos remuneratórios.

O debate deixou claro que a tese da polarização nacional como pauta local, não se confirma nem vai vingar, como durante meses têm pregado Álvaro Dias e Cadu Xavier. Nesse primeiro grande laboratório, o experimento não prosperou.

Eles mesmos e o coadjuvante Robério Paulino optaram por satanizar Allyson Bezerra em vez de lapidar a ladainha do “nós contra eles”, que petistas e bolsonaristas tabelam desde 2018. Faz sentido: Dias já afirmou que não era bolsonarista e Xavier é petista noviço, filiado há poucos meses.

O desenho que se forma é o de uma campanha triplamente plebiscitária. Em julgamento, as gestões municipais de Álvaro e Allyson, além do governo estadual de Fátima Bezerra. Em torno delas, como no debate, vão se desenvolver o duelo pelo voto.

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segunda-feira - 10/08/2026 - 10:02h
Assembleia geral

Servidores da Fundase/RN podem decidir por indicativo de greve

Assembleia será de frente à Governadoria (Foto: ilustrativa/Reprodução)

Assembleia será de frente à Governadoria (Foto: ilustrativa/Reprodução)

O Sindicato dos Servidores Públicos da Administração Indireta do Estado do Rio Grande do Norte (SINAI-RN) e o Sindicato dos Agentes Socioeducativos do Estado do Rio Grande do Norte (SINDASERN) organizam assembleia geral com os servidores da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Rio Grande do Norte (FUNDASE/RN).

Será nessa terça-feira (11), às 9h30, em frente à Governadoria, no Centro Administrativo, em Natal.

Há possibilidade que seja definido um indicativo de greve.

“A mobilização reunirá servidores para discutir demandas da categoria e definir os próximos encaminhamentos da luta por valorização profissional”, salientam as entidades sindicais em convocação conjunta.

Pauta da assembleia:

auxílio-alimentação;
auxílio-fardamento;
promoções;
indicativo de greve;
informes;
encaminhamentos e deliberações da categoria.

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segunda-feira - 10/08/2026 - 09:30h
"Palanque eletrônico"

Candidato com mais tempo de TV venceu 5 de 8 eleições desde 1994

Arte produzida pelo Poder 360

Arte produzida pelo Poder 360

Do Poder 360

Desde as eleições de 1994, 5 dos 8 candidatos que tiveram maior tempo de propaganda eleitoral venceram a disputa ao Planalto. Dilma Rousseff (PT), Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram os eleitos que tiveram a maior exibição.

Em 2026, Lula será o candidato com mais tempo de propaganda. Deve ter cerca de 5 minutos e 32 segundos disponíveis por bloco. É o único com apoio de outras siglas na corrida pelo Planalto.

O Poder360 faz a comparação de 1994 para cá, pois foi naquele ano que as disputas para presidente, governador, senador e deputados passaram a ser realizadas simultaneamente. Veja gráfico acima) e mais detalhes abaixo:

1994 – FHC disputava o Planalto com o horário eleitoral de 7 minutos e 53 segundos. Venceu no 1º turno com 52% dos votos;

1998 – FHC venceu novamente em 1º turno, desta vez com 53% dos votos. Tinha 11 minutos e 48 segundos de propaganda eleitoral;

2002 – Lula venceu, em 2º turno, a eleição presidencial pela 1ª vez. Tinha 5 minutos e 19 segundos de tempo de rádio e TV, 5 minutos e 4 segundos a menos que José Serra (PSDB), que liderava o horário eleitoral no ano;

2006 – Geraldo Alckmin (PSB, à época PSDB) liderava o horário eleitoral com 10 minutos e 22 segundos. Perdeu para Lula no 2º turno. O petista tinha 7 minutos e 21 segundos;

2010 – Dilma Rousseff disputou o Planalto contra José Serra. Comandava o tempo de TV e rádio com 10 minutos 38 segundos no 1º turno. No 2º turno, foi eleita com 55% de votos;

2014 – Dilma venceu Aécio Neves (PSDB) no 2º turno, com 51% dos votos. A petista também liderou o tempo de TV e rádio, 11 minutos e 24 segundos;

2018 – Jair Bolsonaro (PL, à época no PSL) venceu só com 8 segundos de TV e rádio. Quebrou a série de vitórias do PT derrotando Fernando Haddad (PT) no 2º turno com 55% dos votos. Alckmin liderava o horário eleitoral com 5 minutos e 32 segundos;

2022 – Lula liderou pela 1ª vez o tempo de propagandas eleitorais, com 3 minutos e 39 segundos por bloco. Venceu Jair Bolsonaro no 2º turno, com 50,9% dos votos.

2026

Somados, os 2 primeiros colocados na corrida eleitoral devem ter 9 minutos e 52 segundos –79% do total de 12 minutos e 30 segundos disponíveis por bloco de propaganda. Lula lidera o tempo de TV e rádio. Ao final do período de propaganda eleitoral, o petista terá cerca de 332 minutos de exibição por emissora.

Tempo de Rádio e TV em 2026, nas eleições presidenciais Arte: IA, BCS e Poder 360)

Tempo de Rádio e TV em 2026, nas eleições presidenciais Arte: IA, BCS e Poder 360)

Como funciona a distribuição

A lei eleitoral distribui o tempo para as propagandas e inserções da seguinte maneira:

10% do tempo total – distribuídos igualmente entre todos os partidos ou federações que atingiram a cláusula de desempenho;

90% do tempo total – distribuídos proporcionalmente ao tamanho das bancadas de deputados federais eleitos pela coligação. As estimativas foram calculadas pelo Poder360 com base na tabela de representatividade publicada pelo TSE em 3 de agosto. O Tribunal ainda não divulgou o tempo exato de cada candidato.

O TSE sorteará, em 20 de agosto, a ordem de veiculação da propaganda em rede de cada partido, federação ou coligação para o 1º dia do horário eleitoral.

Apesar do nome, o horário eleitoral não é gratuito para os cofres públicos. Partidos e candidatos não pagam pela veiculação, mas as emissoras de rádio e TV recebem compensação fiscal pelo espaço cedido. Na prática, o custo é bancado pelos pagadores de impostos por meio da renúncia de receita da União.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 10/08/2026 - 08:44h
Campanha 2026

MP Eleitoral alerta Segurança no RN sobre neutralidade política

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

O Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) expediu recomendação para reforçar o dever de neutralidade política das forças de segurança públicas federais e estaduais que atuarão no período eleitoral de 2026 no Rio Grande do Norte. A medida tem caráter preventivo e busca evitar o uso da estrutura estatal em benefício de candidaturas.

A recomendação alerta que policiais e demais agentes de segurança não podem permitir a participação de candidatos ou agentes políticos em operações e diligências para fins de promoção eleitoral. Também enfatiza a proibição do uso de viaturas, fardamentos, equipamentos e da imagem institucional das corporações para favorecer candidaturas ou legendas.

As corporações devem, ainda, divulgar as orientações internamente, reforçar a fiscalização pelas corregedorias e registrar contatos institucionais com candidatos ou representantes partidários durante o período eleitoral.

O documento foi encaminhado à Polícia Federal, à Polícia Rodoviária Federal, à Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), à Polícia Militar, à Polícia Civil, ao Corpo de Bombeiros Militar e aos comandos das forças federais e de cooperação no Rio Grande do Norte que atuarão durante a campanha e nos dias de votação.

Segundo o procurador regional eleitoral, Fernando Rocha, a atuação das forças de segurança deve observar os princípios constitucionais da legalidade, da impessoalidade e da neutralidade. “As forças policiais são instituições de Estado e não de governo, devendo manter absoluta neutralidade político-ideológica, não podendo o aparato repressor servir para proteger ou promover determinado grupo ou perseguir outros”.

MP Eleitoral

O Ministério Público Eleitoral é formado por integrantes do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público do RN (MPRN). A Procuradoria Regional Eleitoral, por meio do MPF, atua perante o Tribunal Regional Eleitoral do RN e coordena a atuação eleitoral no estado. Já os promotores de Justiça do MPRN são designados para atuar como promotores eleitorais perante os juízes e as zonas eleitorais dos municípios.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política / Segurança Pública/Polícia
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domingo - 09/08/2026 - 23:34h

Pensando bem…

“Quanto maior for a sensibilidade do ser humano, maior será a sua evolução.”

Nelson Barh

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Categoria(s): Pensando bem...
domingo - 09/08/2026 - 08:28h

Nem pacífico nem ordeiro

Por François Silvestre

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

A maior fraude antropológica sobre a natureza humana do brasileiro foi a consagração dessa bobagem de que somos um povo ordeiro e pacífico.

Pra começo de conversa nem somos um povo. Somos um pré-povo, em permanente debandada, socialmente desnutrido e culturalmente embotado.

Quem pensou sobre a nossa identidade, não se arriscou ao apontamento do nosso destino. Sérgio Buarque, Gilberto Freire, Darcy Ribeiro, Rui Facó, Câmara Cascudo, Caio Prado, Josué de Castro, Manoel Correia de Andrade, Werneck Sodré e tantos outros só mostraram a nossa face. Às vezes deformada.

Somos violentos e desordeiros. Porém, a “valentia” da nossa índole é de natureza individual. Intrassocial. Em matéria política e de organização coletiva somos cordeiros. Arrebanhados. Valentes no varejo e covardes no atacado.

Todas as ditaduras aqui estabelecidas tiveram o amparo da nossa covardia. Pelo medo ou pela colaboração. E todas elas só caíram após a exaustão da sua própria superação. Nenhuma foi derrubada.

Nunca fizemos uma revolução. Só golpes. Nem reformas nós fazemos. Nossa organização partidária é uma quadrilha cartorial. Cada um em torno de uma legenda que nega o próprio nome e de um programa prostituído de adjetivos.

“A índole pacífica do nosso povo” é uma fraude antropológica. Verso de um poema de vaselina. A entrar no traseiro da incultura.

Fomos descobertos porque estávamos no caminho da ganância dos impérios e da aventura dos corsários. Num entreposto à disposição da ladroagem.

E nunca mais nos libertamos dessa sina. Roubados por portugueses, franceses, holandeses, ingleses e corsários de todos os mares. Depois, dependentes do império americano.

Mas não fica por aí. Os nossos representantes não se prestam à defesa da nossa terra. Pelo contrário, roubam-nos o que sobrou da roubalheira imperial.

Um pré-povo disponível ao saque. Assaltado pelos donos do poder econômico. Pacífico ante os mandões, mas violentos entre si. Ninguém está seguro na pátria da bandidagem. E no falso combate, os fascistas e seus holofotes assinalados.

A criminalidade crescente, sem controle, confirma a negação intrínseca da nossa falsa índole mansa. E quem deveria combater, colabora; na inutilidade festiva da mídia. As ruas são dos bandidos. Encurralados estamos entre a bandidagem e o controle de faz de conta.

Em política, no Brasil, não há correligionários. Há cúmplices. Conchavos eleitorais. Compra e venda. “Eleitos e eleitores” no mesmo forno de assar patifaria. Exuberância de geografia num país de pífia história.

Dizia Darcy Ribeiro que a naturalidade do índio, a tecnologia do europeu e a espiritualidade do africano formariam um grande povo. Resta esperar o futuro.

Constituinte Originária agora ou oportunidade perdida.

Té mais.

François Silvestre é escritor

* Texto originalmente publicado nem 10 de abril de 20-16, há mais de 10 anos.

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Categoria(s): Artigo
  • Art&C - PMM - Refis - Agosto de 2026 - 06-08-2026
domingo - 09/08/2026 - 07:16h

O que leva os jovens ao crime

Por Honório de Medeiros

Alba Zaluar faleceu em 2019 (Foto: Folha)

Alba Zaluar faleceu em 2019 (Foto: Folha)

Em 13 de outubro de 2012 escrevi, e postei, em meu blog (honoriodemedeiros.blogspot.com), um artigo cujo título é “O que leva o jovem ao crime?”

Nele eu dizia o seguinte:

“Uma das consequências possíveis relacionadas com a teoria da Antropóloga Alba Zaluar, Coordenadora do Núcleo de Pesquisa das Violências (NUPEVI), ligado ao Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), de que apenas a pobreza e a desigualdade social não explicam a ida de jovens para a criminalidade, é dar razão ao senso comum do povo quando clama pelo endurecimento da legislação penal.

A teoria, exposta em matéria assinada pelo jornalista Antônio Góis, da sucursal da Folha de São Paulo no Rio de Janeiro, apresenta como uma das causas do envolvimento de jovens com a violência a estrutura cultural que induz o surgimento do que ela chamou de ‘etos da hipermasculinidade’, ou seja, trocando em miúdos, ‘a busca do reconhecimento por meio da imposição do medo’.

É algo decorrente da chamada ‘cultura machista’: os filhos homens são criados em ambientes que reproduzem condutas herdadas de desrespeito sistemático às mulheres, aos homossexuais, aos negros, às minorias, e a valorização direta ou subliminar dos ícones da masculinidade distorcida: a música, a tradição oral, o lazer, a literatura, a própria postura passiva das minorias contribuem para a construção desse perfil medíocre e ameaçador.

A antropóloga lembra que ‘se a desigualdade explicasse a violência, todos os jovens pobres entrariam para o tráfico. Fizemos um levantamento na Cidade de Deus (conjunto habitacional favelizado na zona Oeste do Rio de Janeiro) e concluímos que apenas 2% da população de lá está envolvida com o crime’.

É outra comprovação científica que respalda o senso comum: se apenas a pobreza fosse passaporte para o crime, não haveria Sociedade da forma como conhecemos. Melhor, não haveria tantos ricos criminosos.

De posse do trabalho apresentado por Alba Zaluar talvez pudéssemos pelo menos iniciar a discussão em torno da ampliação das penas no Brasil.

Quem sabe instaurarmos a prisão perpétua: não outra punição merece uma quadrilha de assaltantes recentemente presa em São Paulo, todos na faixa dos vinte anos, especializados em condomínios, que se tornaram conhecidos por torturarem suas vítimas, fossem elas novas ou idosas.

Prisão perpétua com alimentação, saúde, lazer, tudo pago com trabalho – há tantas estradas para ajeitarmos, Brasil afora, tanta terra para ser arada…

E o maior empecilho, para aumentarmos a dosagem das penas no nosso país, para criarmos a prisão perpétua, é exatamente esse remorso social – quando não é a defesa em causa própria, como por exemplo, o caso dos nossos congressistas, grande parte respondendo algum tipo de processo – hipócrita que nos corrói a capacidade de enxergar o óbvio agora corroborado cientificamente.

Sempre achamos, segmentos da elite, que a criminalidade tinha ligação direta com a pobreza. Recusávamo-nos a perceber, com o povão, que sofre nas mãos da delinquência e nas mãos da polícia, que não era assim, afinal não se justifica que haja tortura e morte desnecessária em cada assalto realizado: a crueldade é um ritual de passagem na hierarquia do crime, dependente da admiração dos companheiros; quanto mais cruel, mais admirado, quantos mais homicídios, mais enaltecido.

Agora é tempo de ir atrás do prejuízo antes que seja tarde demais: contamos nos dedos as casas e condomínios onde não há cerca elétrica e cães, isolamento e medo.

Fazemos de conta que não há guerra civil em São Paulo e Rio de Janeiro. Iludimo-nos pensando que o Estado é soberano em algumas áreas das grandes cidades do Brasil”.

Em 13 de junho de 2014, voltei ao tema, novamente em meu blog: “Da criminalidade.”

“Diferente da corrente majoritária hoje nas análises sociológicas acerca das causas da criminalidade e suas consequências, defendo uma abordagem, acerca do tema, de caráter darwinista.

Ou seja, penso que está mais que no tempo de superar a falida postura de atribuir às condições sociais, à pobreza, por assim dizer, o surgimento da criminalidade.

A pobreza não é causa, é um dos ambientes do surgimento da criminalidade. Para o senso comum, principalmente o brasileiro, é fácil entender essa hipótese: basta acompanhar, diariamente, o noticiário acerca da corrupção.

Existe uma lógica perversa, típica, por trás da difusão e aprofundamento dessa manobra diversionista que é atribuir á pobreza o surgimento da criminalidade. É uma lógica de gueto, secessionista, da qual se apropriam os interessados em usufruir da confusão que ela origina.

Em relação ao reconhecimento desse ‘ethos da hipermasculinidade’, ou seja, trocando em miúdos, ‘a busca do reconhecimento por meio da imposição do medo’, a literatura também se manifesta, mesmo que obliquamente, no sentido de reconhecê-la como uma das causas da criminalidade.

Dezenas de corpos foram expostos por comunidade após o confronto (Foto: Fabio Teixeira/Anadolu via AFP)

Pelo menos 121 corpos perfurados à bala em em confronto entre policiais e facção no Rio de janeiro em 2025 (Foto: Fabio Teixeira/Anadolu via AFP/Arquivo)

Leiam atentamente o trecho a seguir, pinçado de ‘Maigret Hesita’, do genial Georges Simenon, escrito em 1968:

‘É provável que lá também encontrasse um pobre sujeito que havia realmente matado porque não podia agir de outro modo, ou então um jovem delinquente de Pigalle, recém-chegado de Marselha ou da Córsega, que eliminara um rival para se fazer crer que era um homem’.”

Aí está o senso comum e a literatura mais uma vez mostrando, de forma inequívoca, por qual razão podem e devem essas questões serem pontos-de-partida para o conhecimento da criminalidade.

** Antropóloga e socióloga brasileira que teve seu trabalho voltado ao estudo da violência urbana. Alba fundou em 1997 e coordenou o Núcelo de Pesquisa em Violências (NUPEVI), no Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ, com pesquisas sobre violências doméstica, policial, urbana, vinculada ao tráfico de drogas. Faleceu em 2019.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura de Natal e do Governo do RN

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Categoria(s): Artigo
domingo - 09/08/2026 - 06:46h

Tá bonita demais!

Por Odemirton Filho

Arte ilustrativa com uso de recursos de IA para o BCS

Arte ilustrativa com uso de recursos de IA para o BCS

Uma tarde dessas fui a Tibau. A última vez, creio, foi no comecinho deste ano. No entanto, pelas redes sociais, eu vi que a prefeitura iluminou um pedaço da praia das Emanuelas. Então, aguçou-me a curiosidade. E fui. Ou melhor, fomos eu e a minha mulher, Morgana.

No finalzinho da tarde pegamos o rumo da estrada; boquinha da noite chegamos à praia. E tá bonita demais. Sentamos à mesa numa das barracas, e ficamos a admirar tão bela paisagem, sentindo a brisa. Trocamos poucas palavras, já que lindeza do que estava a nossa frente, bastava-nos. Para nós, Tibau tem algo especial; lá nos conhecemos, lá começamos a namorar.

Mas, como ia dizendo, a praia tá bonita demais, a posteação clareava, refletindo no mar. Algumas pessoas estavam sentadas na areia, outras, caminhavam; crianças jogavam bola, tomavam banho de mar. Alguns casais saboreavam uma cerveja gelada com tira-gosto.

Sem dúvida, é mais uma oportunidade para os comerciantes locais movimentarem suas barracas, gerando emprego e renda para a população. Talvez, promovam festas, luaus, dando vida nova as noites da cidade, sendo uma excelente opção de lazer. Sem esquecer que a iluminação proporcionará mais segurança aos visitantes e moradores da localidade.

Acredito que todos que ali estavam aprovaram a iniciativa do poder público municipal, pois a cidade-praia carecia desse ambiente noturno à beira-mar.

O que nos chamou atenção foi o vai e vem de veículos. Parecia com o período do veraneio. Tibau, hoje, não fica movimentada somente no mês de janeiro. A quantidade de casas e condomínios que existem, atrai muita gente nos finais de semana. Aliás, estão mais do que certos, uma vez que é inconcebível aproveitar uma praia tão linda uma vez por ano, como era costume tempos atrás.

Para nós foi uma tarde/noite bastante leve, agradável. Contudo, sentimos falta da lua. Ela se escondeu, não deu o ar da graça. Achamos que foi de propósito, um convite pra retornarmos. Convite aceito. Qualquer noite, retornaremos com todo prazer.

Odemirton Filho é oficial de justiça

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Categoria(s): Crônica
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domingo - 09/08/2026 - 05:48h

Direito, ciência e arte

Por Marcelo Alves

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA, sobre Estudo Antropométrico Criminalístico do Século XIX, para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA, sobre Estudo Antropométrico Criminalístico do Século XIX, para o BCS

É deveras comum que a arte/literatura ficcional “imite” a vida, incluindo aí a vida “forense/jurídica”. A literatura toma do direito muitos dos seus temas. E, embora não seja bem o papel da literatura explicar tecnicamente o direito (ou outro conhecimento humano/científico), sua contribuição nesse sentido, sobretudo nas dimensões antropológica e sociológica, é inegável.

Um dos temas do direito que mais “encanta” as artes, incluindo aí a literatura, é o do “criminoso nato”, o sujeito disforme, assustador até, vocacionado ao crime, que nos acostumamos também a chamar de “lombrosiano”, em homenagem ao seu idealizador, o dito pai da antropologia criminal, o italiano Cesare Lombroso (1835-1909). Lombroso teve esse mérito de dar azo à imaginação dos literatos no sentido de que os grandes delinquentes, os criminosos cruéis, possuem, para além de uma degeneração psicológica, estigmas morfológicos à moda de Lombroso e da sua antropologia criminal. Durante muito tempo essa ideia persistiu na literatura (e isso de certa forma ainda hoje perdura). As obras literárias “lombrosianas” abundam.

Vide o exemplo célebre de “A besta humana” (1890), do naturalista Émile Zola (1840-1902). Enrico Ferri (1859-1929), outro grande criminologista italiano, aluno de Lombroso, dele lembra em “Os criminosos na arte e na literatura” (Ricardo Lenz Editor, 2001): “A besta humana, esse romance em que Zola, como ele próprio declarou, foi inspirado e guiado pelo Homem criminoso de Lombroso, é um dos mais modernos documentos da solidariedade da arte e da ciência”.

Ferri, entretanto, secundando Lombroso, admoesta o artista Zola por sua representação não inteiramente científica do criminoso nato: “Desde a sua aparição, esse romance – em que falta todavia o estudo direto e pessoal do homem delinquente – torna-se objeto de numerosos artigos de crítica científica ou literária. Dá lugar, entre outros, a dois estudos, um de Lombroso – A Besta humana e a antropologia criminal inserto na Fanfulla della Domenica, de 15 de junho de 1890 – e outro de Hérocourt – A besta humana de Zola e a physiologia do criminoso, publicado pela Revue Bleue, de 7 de junho do mesmo ano. Eis o que diz, em resumo, o sábio criador da antropologia criminal [Lombroso], a quem a estrondosa homenagem prestada à sua doutrina não pode submeter a sua imparcialidade: [Zola], que tão maravilhosamente descreve a plebe envenenada pelo álcool e também a pequena burguesia das aldeias e das cidades, não estudou, na minha opinião, os criminosos de acordo com a natureza. É que, não se os encontra tão facilmente, sem dúvida, e não se pode estudá-los, mesmo nas prisões, a menos que se tenha, como Marro e Ferri, a loucura de aí os observar durante anos. Os criminosos da Besta humana dão-me a impressão de fotografias de quadros a óleo: têm qualquer coisa de delicado e de artificial”.

O problema é que eles, Ferri e sobretudo o próprio Lombroso, talvez devam também ser tachados de “anticientíficos”. Afinal, estaria Lombroso certo nessa sua imagem morfologicamente degenerada do tal criminoso nato? Como pergunta Lemos Britto, em seu “O crime e os criminosos na literatura brasileira” (Livraria José Olympio Editora, 1946): “Será mesmo que os indivíduos de mãos imensas, pesadas ou disformes, são tipos nos quais se observa uma regressão atávica ao homem primitivo, ao selvagem, e que trazem diluída no sangue a vontade mórbida de matar por estrangulamento?”.

A classificação dos professores italianos não resistiu às críticas dos estudiosos. Hoje parece claro que Lombroso exagerou, para dizer o mínimo, no que diz respeito aos caracteres morfológicos dos criminosos. Com a diferença de que, enquanto Zola pretendia fazer arte/literatura, embora de caráter naturalista, Lombroso, esse sim, gabava-se de fazer ciência.

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador Regional da República, doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL e membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

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Categoria(s): Artigo
domingo - 09/08/2026 - 05:04h
Eleições 2026

Band RN faz neste domingo primeiro debate para governador

Banner de divulgação da Band RN

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A partir das 20h, os quatro candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte se encontram pela primeira vez no 1º debate da Band Eleições 2026.

Allyson Bezerra (União Brasil), Álvaro Dias (PL), Cadu de Lula (PT) e Robério Paulino (PSOL) debatem propostas para o Estado, com mediação de Anna Ruth Dantas.

📺 18h • Prévia do debate
🔥 19h45 • Esquenta na TV
🎙️ 20h • Debate ao vivo, na tela da Band

Assista na TV ou pelo YouTube da Band RN.

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Categoria(s): Política
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