sexta-feira - 14/06/2013 - 10:19h
Operação Vulcano

Ex-prefeita e irmão são ouvidos por Federal


A Delegacia da Polícia Federal (PF), em Mossoró, teve um longo trabalho de coleta de depoimentos nas últimas semanas.

No rol de ouvidos, quem bateu recorde foi o ex-chefe de Gabinete e prefeito de fato de Mossoró – Gustavo Rosado (PV). Passou mais de três horas sendo sabatinado sobre cartel de combustíveis.

A “Operação Vulcano”, desencadeada em Maio do ano passado pela PF, também ouviu a ex-prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), “Fafá”, rmã de Gustavo. Ela esteve por cerca de uma hora e meia dando explicações e justificativas sobre suposta costura de seu governo, para favorecimento de empresários do setor.

Os vereadores Francisco José Júnior (PSD) e Genivan Vale (PR) também deram depoimentos à semana passada. Eles foram questionados sobre votações que ocorreram na Câmara Municipal, que ensejaram mudanças à instalação de novos postos de combustíveis no município.

Ambos deram depoimento por tempo inferior a uma hora e meia.

Categoria(s): Economia / Justiça/Direito/Ministério Público
quarta-feira - 15/05/2013 - 12:13h
Distância

Ex-prefeita evita participar de evento do Cidade Junina


Apesar de convidada para a festa de lançamento do projeto Mossoró Cidade Junina, 17º ano, a ex-prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, evitou o evento.

A iniciativa da Prefeitura de Mossoró, governo Cláudia Regina (DEM), aconteceu à noite passada no Teatro Municipal Dix-huit Rosado (veja postagens mais abaixo).

Quem também se manteve longe foi o deputado estadual e marido de Fafá, Leonardo Nogueira (DEM).

A propósito, o casal já começou a entoar a “canção da despedida” do DEM, partido da governadora Rosalba Ciarlini e de Cláudia Regina.

Outro sinalizador desse mal-estar no DEM, o próprio Leonardo manifestou ontem na Assembleia Legislativa, ao criticar Rosalba por não-cumprimento de promessa feita na campanha municipal do ano passado (veja mais abaixo).

Categoria(s): Política
  • Câmara de Mossoró
domingo - 05/05/2013 - 19:57h
Mossoró

Fafá não anima PMDB a tê-la como filiada


A ex-prefeita de direito de Mossoró Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, com seu esquema político-familiar, tenta prioritariamente se transferir para o PMDB. Mas não tem encontrado facilidades no intento.

As conversas, sobretudo com o senador-ministro Garibaldi Filho (PMDB), não avançaram. “Gari” não tem estimulado a mudança ou mesmo costurado para que ocorra.

Claramente o PMDB não manifesta interesse em alguém que deixou o poder após 8 anos de prefeitura, sem conseguir formar um grupo próprio. Essa tarefa é infinitamente mais complexa sem mandato.

É pouco provável que prosperem os sonhos de Fafá e seus aliados, nos termos pretendidos pela ex-prefeita e companhia.

Sua promessa de migração e garantia de filiação de pelo menos 500 pessoas (maioria advinda do PV e DEM) não entusiasmam a cúpula do PMDB.

Em troca, Fafá e seus familiares querem o controle partidário em Mossoró, atualmente nas mãos da vereadora licenciada e secretária do Desenvolvimento Econômico, Izabel Montenegro. Além disso, prioridade para fomento de candidatura a deputado federal.

Ressabiados, os líderes do PMDB, Garibaldi e o presidente da Câmara Federal Henrique Alves, não pretendem “arrendar” o partido outra vez em Mossoró.

Com Izabel, tudo fica em casa mesmo.

Categoria(s): Política
sexta-feira - 03/05/2013 - 18:22h
Alça de mira

Vereador se afasta de governo e vira alvo de linchamento


O vereador Clayton Jadson Silva Rolim, o “Soldado Jadson” (PTdoB), apenas em início do primeiro mandato como vereador em Mossoró, começa a conviver com uma perversa exposição imposta por parcela considerável da imprensa nativa: se não é governista, é inimigo do interesse público.

Jadson preferiu ficar sem cargos

Não existe meio-termo.

Por considerar asfixiante a convivência no bloco governista, para o qual migrou logo após eleito, apesar de ter sido gerado na oposição, Jadson resolveu sair das asas e benesses do governo para ter autonomia de atuação. Foi o suficiente para ser fixado na alça de mira da imprensa governista.

Jadson enfrenta uma campanha de linchamento moral parecida com a que era financiada pela própria prefeitura, nas gestões da prefeita de direito “Fafá Rosado (DEM)”.

Imagem

Pelo menos por enquanto, não mexeram com seus filhos e honra pessoal. Ainda não entraram na fase do enxovalhamento e ridicularização de imagem.

“Respeito a opinião de todos mas é importante saber que muitas vezes as informações são distorcidas. Eu fui justamente um dos vereadores que não votei a favor do projeto de Lei enviado pela prefeitura que criava vários cargos comissionados. Também não concordei com várias posturas do poder Executivo e por isso hoje prefiro ter minha consciência tranquila”, reagiu Jadson.

Ele pondera, que não aceitou o escambo entre cargos na prefeitura e “ter que obedecer cegamente às ordens emanadas. Daí tudo isso estar acontecendo”, emendou.

E concluiu: “Não quero nenhum cargo ou benefício em troca de ter que apoiar incondicionalmente isso ou aquilo. Por isso digo que é melhor ficar sem espaços no governo do que ficar eternamente amordaçado”.

Categoria(s): Política
  • WSC - W. Tower Começo em 03-08-12
terça-feira - 30/04/2013 - 08:59h
Força política

Centro de Odontologia resiste à interdição com “arranjos”


O Governo Cláudia Regina (DEM) faz acrobacias para camuflar outra “herança maldita” advinda da gestão de sua antecessora, a ex-prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”. Até aqui, Cláudia tem conseguido certa mágica.

Mas ela não deve sustentar por muito tempo o estado calamitoso do Centro de Especialidades Odontológicas (CEO). Essa repartição de saúde pública funciona à Rua Alfredo Fernandes, centro, diante da Praça Bento Praxedes, a conhecida “Praça do Codó”.

O Ceo está em escombros. Sustenta-se em gambiarras, improvisos e na boa vontade de boa parte de seus servidores. Graças a manobras e arranjos de bastidores, com uso de influência política, continua aberto.

Recebeu visita da Covisa no ano de 2011 e depois de uma inspeção detalhada a instrução era clara para reparos, ou seria fechado. Continua aberto. Mais recentemente, o Ceo recebeu novo laudo e determinação de fechamento. Segue aberto.

Foram constatados graves problemas no sistema hidráulico (isto inclui os sanitários que estão interditados há muitos anos, as torneira enferrujadas, pias entupidas etc.). O sistema elétrico é uma ameaça à vida. Simples tomadas comprometem uso de equipamentos delicados, como também as condições precárias das paredes, teto, portas e até as divisórias – corroidas pelo cupim inclusive a sala do diretor.

Passados os 2 (dois) anos da pressão da Covisa, nada avançou. A blindagem da proteção política para evitar desgastes administrativos e eleitoreiros mantém o Ceo em desmanche acentuado.

Houve um prazo adicional para que algo fosse feito até setembro do ano passado, em plena campanha eleitoral. Balela. Outra vez a determinação entrou por um ouvido e saiu pelo o outro do governo Fafá Rosado, que manteve o faz-de-conta.

Na sexta-feira (dia 19.04 .2013) a Covisa em sua teimosia e ineficácia deu mais um ultimato. Ameaçou fazer interdição do imóvel. O que aconteceu? Nada.

Humilhação

Um agravante que passa quase despercebido da sociedade, é o convênio “Brasil Sorridente”, programa voltado  para a população carente. Uma lástima, levado com pouco caso pela prefeitura há considerável tempo, penalizando o povo pobre e sofrido.

A garantia de prótese dentária proporciona melhores condições de saúde e até auto-estima. Assegura até prótese dupla para os beneficiados.

O Ceo disponibiliza equipe com dois protesistas concursados, um laboratório equipado e um quadro de funcionários visto como qualificado e satisfatório à demanda. Até aí, tudo bem.

Mas  infelizmente essa estrutura não funciona a contento. Os protesistas estão em outras funções; os protéticos não constumam dar expediente no laboratório (quando fazem algum trabalho, o fazem em casa ou no próprio laboratório particular).

Os beneficiados pelo programa, geralmente pessoas idosas, são maltratadas com incontáveis visitas ao Ceo, na expectativa do tratamento. Há situações absurdas, com mais de um ano para se entregar prótese.

Incrível, é que os recursos do programa ganharam “engorda” federal, mas a agilidade no atendimento a essas pessoas necessitadas teve resultado inversamente proporcional.

Até quando o Ceo vai ficar aberto, sem estar em condições adequadas de atendimento à população, é uma incógnita.

Categoria(s): Administração Pública / Saúde
segunda-feira - 29/04/2013 - 08:33h
Eleições 2014

Fafá Rosado tenta sobrevida política sem prefeitura

Ex-prefeita encontra portas fechadas no DEM e PMDB e poderá pegar um atalho com PR de João Maia

A ex-prefeita de direito de Mossoró Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, está com um pé no PR. As portas estão abertas. O presidente da sigla no Rio Grande do Norte, deputado federal João Maia, não esconde entusiasmo nem se furta de colocá-la à vontade para definir quando quer fazer o registro.

Fafá e Leonardo: João Maia é uma saída com seu PR (Foto Blog de Thaisa Galvão)

A ex-prefeita recebeu-o em sua mansão no bairro Santo Antônio em Mossoró, na sexta-feira (26), em jantar com a presença de outros convidados, como o secretário estadual do Turismo Renato Fernandes e empresária Ceiça Praxedes, casal dirigente da sigla em Mossoró.

Fafá e seu esquema tentam sobrevida e maior longevidade na atividade política, pós-Prefeitura de Mossoró.

O PR não é uma opção, mas um atalho, depois que ela costurou meios até aqui frustrados para se viabilizar no PMDB e no próprio DEM, como postulante à Câmara Federal nas eleições do próximo ano.

Historicamente, Fafá tinha laços com o PMDB, pelo qual foi candidata pela primeira vez a prefeito em 2000, ainda sob a batuta da hoje deputada federal Sandra Rosado (PSB).

Sandra

Mas em 2002, ela rompeu com a prima Sandra e o PMDB, saltando no PFL (hoje, DEM), de onde foi catapultada duas vezes à prefeitura e seu marido Leonardo Nogueira (DEM) para dois mandatos à Assembleia Legislativa. Tudo sob as bençãos da sua adversária de 2000, Rosalba Ciarlini (DEM), ex-prefeita por três vezes de Mossoró e atual governadora do Estado.

Fafá e seu agrupamento familiar querem mais.

Procuram manutenção de espaço na Assembleia Legislativa e vaga na Câmara Federal. Esses são seus sonhos.

A ex-prefeita não recebeu sinal verde do senador-ministro Garibaldi Filho (PMDB) para migrar do DEM para o partido. Desencorajou-a até, insinuando que seria mais justo que ficasse no DEM, a quem ela “devia muito”.

No DEM, o senador José Agripino (DEM) também não lançou ponte para Fafá ser candidata preferencial à Câmara Federal. Outro desapontamento para ela.

O deputado federal Felipe Maia (DEM), filho de José Agripino, é candidato preferencial à reeleição em 2014, mas oscila com possibilidade de retornar à vida empresarial. Aí Fafá e seu esquema cresceram os olhos, acreditando que a ex-prefeita seria o nome do partido para substitui-lo.

Felipe Maia deve ser mesmo candidato à reeleição. Sem ele, outro nome pensado como candidato em 2014 é do ex-prefeito de Pau dos Ferros Leonardo Rêgo (DEM), atual secretário estadual de Recursos Hídricos. Fafá, pois, estaria no rabo da fila, com chances remotíssimas de eleição.

É preciso lembrar que nesse enredo carregado de interesses, conflitos e frustrações, ainda existe o nome do atual deputado federal e ex-secretário da Agricultura do Estado Betinho Rosado (DEM), cunhado de Rosalba.

Recordações

Ele deverá tentar se manter na Câmara Federal e Mossoró é seu principal colégio eleitoral. Betinho, a propósito, não tem boas recordações da prima Fafá na prefeitura em suas campanhas.

Candidato, com ela na prefeitura, sempre teve apoio meia-boca. Em 2010, por exemplo, a prefeitura foi aparelhada para dar votos a Rosy de Sousa (PV), irmã da então prefeita natalense Micarla de Sousa (PV), concorrente à Câmara Federal.

Um terceiro nome Rosado candidato a deputado federal, em 2014, pode causar sérios prejuízos ao clã Rosado. Dividido, é pouco provável que o trio possa se eleger, ou seja, Betinho, Sandra Rosado e Fafá Rosado. Fafá, claramente, com menores chances, numa avaliação feita agora e se observando um cenário repleto de dificuldades.

Betinho foi prejudicado por Fafá

A peleja de Fafá é extremamente difícil e arriscada. Tem outro agravante.

A atual prefeita apoiada por Fafá, Cláudia Regina (DEM), priorizará a reeleição de Felipe Maia (DEM). Seu “compadre” José Agripino já contou com sua boa articulação e força de trabalho na primeira campanha de Felipe em 2006, quando coordenou conquista de votos para ele em Mossoró.

O caso, inclusive, gerou uma queixa de Rosalba e do seu marido Carlos Augusto Rosado (DEM), até hoje engolida à força, desiludidos porque Cláudia não apoiara Betinho (irmão de Carlos).

Esse era o principal argumento que os dois usavam para o desinteresse pela postulação de Cláudia à Prefeitura de Mossoró no ano passado. Só a engoliram porque não conseguiram viabilizar Ruth Ciarlini (DEM), vice-prefeita e irmã de Rosalba, à sucessão de Fafá Rosado.

Há considerável possibilidade que Fafá termine por fazer um “arranjo” dentro de sua própria casa. Mesmo inscrita no PR, é remota suas chances de ser candidata e de ser eleita.

A saída mais razoável, numa leitura fria dos fatos e conjuntura, é que seja candidata a deputado estadual, em substituição ao marido Leonardo Nogueira. O terceiro mandato consecutivo do parlamentar deve ser ainda mais difícil do que a reeleição em 2010, quando tinha a mulher na prefeitura.

Fafá não está acabada para a política. Tem carisma pessoal, é um nome  leve. Mas tem diante de si uma missão hercúlea. Com a prefeitura nas mãos não conseguiu implementar o elementar para quem aspira ser líder: criar um grupo próprio, com luz própria e força própria.

Sem a prefeitura e com sequelas de uma convivência difícil com o sistema de Rosalba e Carlos, essa sobrevida é muito complicada. Bastante complicada.

Categoria(s): Reportagem Especial
  • Farmafórmula 24-07-12
sábado - 27/04/2013 - 16:57h
Eleições 2014

PR abre portas para Fafá Rosado


Por Laurita Arruda

Fafá Rosado (DEM)  tem jantar marcado para o final de semana com o presidente do PR, deputado federal João Maia.

Xadrez de 2014 na mesa. A ex-prefeita de Mossoró tem admitido disputar uma cadeira na Câmara Federal e o Partido de Maia, o João, pode ser o caminho mais viável.

Até para que seus votos não ajudem ao também Democrata Betinho Rosado. Distaciamento com o DEM oestano é fato.

DO TL: Mossoró pode até não comportar três federais, mas a entrada de Fafá nesse apertado pode trazer reflexos imprevisíveis para a sucessão do próximo ano.

Categoria(s): Política
domingo - 21/04/2013 - 01:08h
Cena patética

Se a canoa não virar – “A missão”


Durante o inverno rigoroso de 2008, chuvas torrenciais e transbordamento do rio Mossoró provocaram muitos transtornos na periferia da cidade e bairros ribeirinhos. Foi um pandemônio.

À ocasião, a então senadora Rosalba Ciarlini (DEM) e a prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, protagonizaram uma das cenas mais patéticas da política provinciana.

Resolveram navegar por ruas inundadas, a bordo de um barco. Nele, um canoeiro, um cachorro vira-lata e as duas.

Rosalba, quase em pânico; Fafá, simulando que era timoneira da embarcação, “socando” a água em vez de remar. Eis (foto) a cena mostrada pela fotografia de Carlos Costa. É uma peça rocambolesca da história e do folclore político mossoroense.

Veja abaixo a íntegra de postagem sobre o assunto, que o Blog publicou no dia 8 de abril de 2008 (foto tirada no dia anterior). E torçamos para que essa papagaiada não se repita por esses dias, em que chuvas geram cenário parecido para novas aventuras “náuticas” de políticos.

O "almirante" Totó era o único personagem sereno na canoa (Carlos Costa)

Se a canoa não virar

Uma foto fala mais do que mil palavras. O chavão cai como uma luva nesta postagem.

No instantâneo acima do repórter fotográfico Carlos Costa, uma canoa singra as águas barrentas do rio Mossoró. A bordo, uma tripulação heterogênea em moldura singular.

Em cena, um pacato e introspectivo canoeiro anônimo, seu cãozinho rabugento, a senadora Rosalba Ciarlini (DEM) com ar apreensivo e a prefeita Fafá Rosado (DEM), remo à mão, “guiando” a belonave.

Parecem exploradores de um novo mundo. Mistura de sobreviventes da série Lost com representação surreal de uma campanha política nos igarapés amazônicos. Estamos em Mossoró, acredite. A foto não me deixa mentir.

As duas senhoras poderiam ser poupadas desse excesso, em meio à enchente do rio Mossoró. É exagerado o marketing para mostrá-las apreensivas com o problema.  Em seus papéis políticos e num habitat menos insalubre e caudaloso, seriam mais úteis.

Quem parece mais natural é o cachorro, assim mesmo com pose de almirante. Sente-se, diria, como um orgulhoso oficial plebeu do “Encouraçado Potemkin.” Talvez cheio de soberba e pensando que é o tal. Afinal de contas, no convés estão uma senadora e uma prefeita sob seu comando. Começa a revolta.

Grande, totó!

Esta terra ainda vai cumprir seu ideal.

Categoria(s): Folclore Político / Política
  • Farmafórmula 24-07-12
sábado - 20/04/2013 - 08:25h
Crime de estelionato

Prefeita tenta botar UPA para funcionar, mas não tem previsão


A Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro Belo Horizonte, inaugurada no dia 28 de dezembro do ano passado, mas fechada – sem qualquer serventia – até hoje, ainda não tem data para entrar em funcionamento.

A notícia foi dada pela prefeita mossoroense Cláudia Regina (DEM), em entrevista coletiva nessa sexta-feira (19).

Em sua estada esta semana, em Brasília, Cláudia Regina (DEM) teve a companhia da governadora Rosalba Ciarlini (DEM); presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB); senador José Agripino (DEM) e alguns auxiliares do município.

A oportunidade serviu para conversa diretamente com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Na reunião, a prefeita pediu o apoio do Governo Federal para o custeio da UPA do Belo Horizonte.

A proposta é reconhecer a Unidade como sendo do Tipo III, que recebe pacientes de Mossoró e região. Com a regionalização, o investimento mensal de R$ 800 mil na UPA deverá ser dividido entre o Governo Municipal e Federal.

O ministro pediu um prazo de 30 dias para apresentar seu parecer sobre o assunto.

Nota do Blog - A inauguração sem condições de funcionamento da  UPA foi mais um estelionato promovido contra a população, que a nova prefeita tenta sanear.

Em função de suas ligações políticas com o esquema da ex-prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, ela não pode detalhar todos os bastidores e fatos visíveis desse lamentável episódio.

Foi entregue um equipamento público, à população, apenas para servir de peça de propaganda e culto à personalidade.

Governo Federal enviou recursos e prefeitura deveria complementar investimentos na UPA.

Mesmo sabendo que não haveria funcionamento da UPA, o governo anterior gastou com propaganda e festa, para exaltar a imagem pessoal da prefeita de ocasião.

Pobre Mossoró!

Categoria(s): Administração Pública / Saúde
segunda-feira - 15/04/2013 - 09:05h
Cerco

PMDB não tem interesse em mudar comando em Mossoró


Os líderes estaduais do PMDB, deputado Henrique Alves e ministro Garibaldi Filho, estão sendo cercados há tempos para que haja mudança no comando partidário em Mossoró. Outra banda Rosado quer a primazia do controle partidário provinciano.

Mas é pouco provável que a secretária do Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, vereadora licenciada Izabel Montenegro, seja ejetada da direção do partido.

Os Alves estão ressabiados e sabem o preço que pagam até hoje por terem “arrendado” a sigla durante cerca de 20 anos ao rosadismo, banda então controlada pelo deputado federal Vingt Rosado (já felecido).

Os principais interessados no PMDB, agora, é a o subgrupo da ex-prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”. Tenta – de novo – “descolar” do comando da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e do ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), atual chefe de Gabinete Civil do Estado.

Nas primeiras abordagens, em especial ao ministro Garibaldi, ele não acenou de forma animadora para qualquer alteração no PMDB em Mossoró.

 

Categoria(s): Política
  • Câmara de Mossoró
sábado - 13/04/2013 - 08:20h
Noite de autógrafo

Enredo de filho pródigo em livro e na política


Na dedicatória de seu livro à ex-prefeita de direito de Mossoró, Fátima Rosado (DEM), “Fafá”, em evento ocorrido ontem na Estação das Artes Eliseu Ventania em Mossoró, o presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB), grifou enunciado com ligação ao enredo do filho pródigo:

- (…) O bom filho à casa torna.

Fafá andou saçaricando para voltar ao PMDB, depois que saiu da prefeitura.

Em recente encontro com a ex0prefeita, o senador-ministro e primo de Henrique, Garibaldi Filho (PMDB), ouvindo-a atentamente, não a estimulou ao pretendido salto do DEM ao PMDB, que fora seu berço político até início de 2002.

Categoria(s): Política
sexta-feira - 12/04/2013 - 09:55h
Fidelidade

Secretário pode virar conselheiro do TCE


O professor e atual controlador-geral do Estado, José Anselmo de Carvalho Júnior, passou a ter seu nome muito comentado para ocupar vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE), aberta há mais de um ano e seis meses.

Anselmo e Rosalba: relação fidagal

Carvalho faz parte da “tropa de choque” do casal governadora Rosalba Ciarlini (DEM)-chefe de Gabinete Civil do Estado Carlos Augusto Rosado (DEM). Nos intramuros do poder, ele é a “bola da vez”.

Integra a “República Mossoroense” que compõe o governismo.

No atual governo, já passou pela pasta da Administração e Recursos Humanos, além do próprio Gabinete Civil.

Sua colaboração com os dois remonta ao período em que Rosalba foi prefeita, quando esteve na titularidade do Planejamento. Mas deu sua colaboração também em cargos estratégicos na era da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.

Ainda na Administração e Recursos Humanos do Estado, terminou se envolvendo num episódio de enredo desgastante para o governo: a contratação da Associação Marca, para gerir o Hospital Materno-Infantil Parteira Maria Correia (Hospital da Mulher).

Versão Lula

Todo o processo passou por sua pasta.

O pior não é isso. O agravante é que ele alugou uma casa de sua propriedade à Marca, por preços acima do mercado imobiliário.

Quando “descoberto”, saiu-se com uma versão à la Lula: “Eu não sabia”.

José Anselmo de Carvalho Júnior garantiu que desconhecia que seu imóvel tinha relação direta com a Marca e com a fonte pagadora: o próprio Governo do Estado. A Marca foi ejetada da administração do hospital devido uma série de denúncias de corrupção, com prejuízo milionário para o cofre público.

Cabe à governadora Rosalba Ciarlini (DEM) fazer a indicação, que ela vem postergando durante todo esse tempo.

A vaga – em alguns momentos – chegou a ser oferecida como moeda de barganha política para montagem de chapa eleitoral em Mossoró, na campanha do ano passado. Não vingou porque a então prefeita Fafá Rosado não aceitou ser indicada, em troca de renúncia.

Sua saída do governo favoreceria à irmã da governadora, ex-deputada estadual e vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM), trabalhada à ocasião para ser a candidata governista à prefeitura.

Categoria(s): Administração Pública / Política
  • Câmara de Mossoró
quarta-feira - 10/04/2013 - 09:14h
Prefeitura de Mossoró

Cláudia atinge 100 dias de gestão gerindo dívida milionária

Herança maldita da "Era Fafá Rosado" é principal problema da prefeita que tem se saído bem no poder

A prefeita Cláudia Regina (DEM) chega aos seus primeiros 100 dias de gestão à frente da Prefeitura de Mossoró. Esse tempo costuma ser emblemático à avaliação de governos, coisa de nossa cultura política.

Os primeiros 100 dias de Cláudia são majoritariamente positivos, sobretudo em face das dificuldades político-judiciais enfrentadas, além de apreensivas barricadas administrativo-financeiras.

Saúde é dificuldade e um marco, para Cláudia, em ação emergencial sobre UTI

A “herança maldita” recebida da antecessora Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, é aterradora. Entretanto, superável, se for enfrentada com destemor.

Cláudia Regina convive com um rombo da ordem de R$ 70 milhões. São débitos com propaganda, previdência própria, aluguel de imoveis/veículos, contratações financeiras, fornecedores etc.

Proporcionalmente, a prefeita é obrigada a conviver com um sobrepeso de dívidas bem superior aos noticiados R$ 800 milhões que teriam sido recebidos pela governadora Rosalba Ciarlini (DEM), na administração estadual.

Em face desse número aflitivo, que ela por conveniência político-partidária não pode confessar ou censurar, Cláudia é obrigada a promover verdadeiras acrobacias na gestão municipal, batendo de frente com setores do próprio esquema de poder e aliados numerosos.

Na arrumação de governo, que com habilidade começou a trabalhar ainda no período pós-eleitoral, conseguiu convencer o Governo Fafá a aprovar uma reforma administrativa para lhe servir de amparo, imediato, à gestão. E aí está parte do “pulo do gato” à tentativa de domar a tsunami que enfrentaria.

Ela teve esmero na montagem de uma equipe ao seu pleno comando, que pode ser subdividida em dois grupos: um, com preparo técnico e confiança; outro, que é gente escolhida para satisfazer a exigências políticas, lhe garantindo arrimo de grupo. Não significa que esse segundo lote não possua também competência e lealdade, que se diga.

Em postos chaves tratou de botar verdadeiros “capatazes”, vigiando o erário e freando excessos que fizeram a riqueza de algumas figuras na era Fafá Rosado.

Folha de pessoal

Para outros, nomeou quem atendesse à sua visão de unidade política em torno da gestão, deixando apoiadores como a própria governadora e a família de Fafá como avalistas compulsórios do governo.

Cláudia enfrenta bolsões de insatisfeitos que minam o governo. Estão na Câmara de Vereadores, onde um grupo faz defesa “meia-boca” da administração e tenta ser “prestigiado” nos intramuros da prefeitura.

Também convive com aflição de uma manada de colaboradores do governo antecessor, ainda à espera de empregos. Querem superlotar repartições públicas, muitas vezes apenas inchando a folha de pessoal.

Nesse contexto, não deve ser ignorada a asfixia emocional imposta por uma série de processos que desaba sobre seu mandato e do vice Wellington Filho (PMDB). Os desdobramentos das eleições, no campo judicial, mexem com o ânimo da prefeita.

Cláudia evita desabafar sobre 'herança' de Fafá

A prioridade até aqui não é a saúde, educação ou suporte à segurança pública (obrigação do Estado). O fomento ao emprego e renda, mobilidade urbana e infra-estrutura não puxam as preocupações da governante.

O foco é “arrumar a casa”, enxugar custo, sanear dívidas e impedir que o Município perca credenciais a convênios e relações de parcerias com União, Estado e organismos de fomento nacional e até internacional.

Exemplo desse esforço está no campo da saúde pública, um gargalo capaz de provocar muitos sobressaltos no Palácio da Resistência (sede do governo), mas paralelamente e paradoxalmente, vitória à imagem de gestora com perfil proativo – diferente das antecessoras Rosalba Ciarlini e Fafá Rosado.

Cláudia Regina convive com unidades de saúde fechadas, mesmo que inauguradas por Fafá Rosado, desabastecimento de remédios e falta de médicos, filas para atendimento de usuários do sistema, cobrança por convocação de concursados etc.

Mesmo no epicentro desse redemoinho, conseguiu demonstrar que vontade política e iniciativa podem fazer a diferença. É o caso da instalação hoje de dez leitos de UTI pediátrica no Hospital Wilson Rosado, após morte de criança por falta desse equipamento, cobrança da sociedade e campanha eficiente de alguns vereadores.

Ex-secretária municipal (duas vezes), ex-vereadora e ex-vice-prefeita de Mossoró, Cláudia Regina conhece como poucos a máquina municipal. Da mesma forma, consegue percorrer avenidas, ruas, praças, lugarejos rurais e os escaninhos da cidade com rara destreza. É a prefeita de fato e de direito, com boa retaguarda técnica e política.

O que resultará de seu trabalho adiante, não dependerá tão-somente desses primeiros 100 dias. É muito mais uma questão de perfil, de capacidade de detectar e se antecipar aos problemas.

O caso da UTI pediátrica é emblemático. Admitiu que existiam falhas, agiu até mesmo quando aliados defendiam a morosidade e a letargia e deu resposta instantânea a uma necessidade basilar: a vida.

Ser humana, parecer humana e demonstrar ser humana, em vez de empinar o nariz como um mito infalível, deificado, faz uma diferença enorme à prefeita – até o momento.

O que mais simboliza a atual conjuntura é uma certeira jogada de marketing pessoal, que transfere resultados pro campo institucional: sem alardes, diariamente Cláudia Regina faz visitas surpresas a repartições municipais e obras.

Ouve servidores, dialoga diariamente com o contribuinte e procura ali mesmo provocar auxiliares a solução de problemas.

Faz lembrar o então prefeito Jerônimo Dix-sept Rosado Maia na Prefeitura de Mossoró, no final dos anos 40. Ele saía do gabinete para ver diretamente obras de pavimentação, chafariz; sentava à calçada com o cidadão simples e era intransigente no zelo ao erário de então, com parcos recursos.

Pouco tempo depois, Dix-sept virou governador. Saiu aclamado de Mossoró para governar o Estado.

P.S – O Blog não identificou o autor da foto principal que ilustra essa matéria especial. Por favor, o fotógrafo que a fez, se possível entre em contato, para que possamos legitimar a autoria, o que é não apenas uma obrigação, mas um prazer.

Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Reportagem Especial
terça-feira - 09/04/2013 - 22:32h
Vergonha que segue

UPA do Belo Horizonte não tem data para ser aberta


A princípio, a Prefeitura de Mossoró não tem qualquer previsão para finalmente colocar em funcionamento a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro Belo Horizonte. O equipamento foi inaugurado com pompa e farta propaganda, no dia 28 de dezembro do ano passado.

UPA fechada vai se deteriorando com o tempo (Wilson Moreno)

A informação foi passada agora à noite pela secretária da Saúde do Município, contabilista Jaqueline Amaral. Ela deu a informação no programa Cenário Político da TV Cabo Mossoró (TCM).

A secretária admitiu – com fisionomia embaraçada – que o governo anterior sabia que mesmo inaugurado, a UPA não poderia funcionar, devido falta de equipamentos e de pessoal.

Comentou que é muito “alto” o custo para fazer a UBS funcionar. A prefeitura aguarda mais recursos federais e meios próprios para tornar essa unidade sanitária uma realidade.

Fafá e sua “vontade”

Inquerida quanto à decisão de se inaugurar algo para não funcionar, ponderou que a ex-prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, lutara muito pela obra e “tinha muita vontade de entregá-la”, mesmo sem funcionar.

Quanto à promessa da atual prefeita Cláudia Regina (DEM), de criar um Hospital Municipal, ela também foi reticente. “Um hospital municipal precisa ser muito bem pensado e planejado…”, ponderou.

Em sua ótica, o empreendimento terminará por ser feito – pois “todas as promessas da prefeita serão cumpridas” -, mas nada pode ser adiantado quanto a início de processo licitatório ou mesmo um simples projeto arquitetônico.

Preferiu lembrar que um Hospital Municipal será um equipamento regional e não apenas de Mossoró, pago “por você”, o contribuinte-cidadão de Mossoró.

Nota do Blog – Quando finalmente a UPA for funcionar, teremos outra inauguração, mais gastos enormes com propaganda e por aí vai.

Quanta irresponsabilidade e desdém com o dinheiro público. Saúde para milhares de pessoas carentes não é prioridade.

A vontade pessoal de alguém transforma o dinheiro público num bem particular, à sua promoção, sem que ninguém seja punido. Eis a prioridade verdadeira.

Bacana.

Categoria(s): Saúde
  • WSC - W. Tower Começo em 03-08-12
sexta-feira - 05/04/2013 - 18:27h
Desdém com saúde

Unidade de saúde, inaugurada, também não funciona


As vísceras do Governo Fátima Rosado (DEM), “Fafá”, continuam aparecendo, quase 100 dias após ela deixar a administração municipal.

Além da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro Belo Horizonte, que continua fechada após ser inaugurada no dia 28 de dezembro, há mais exemplos de “herança maldita”.

Na comunidade de Bom Pastor, às margens da BR-405, saída para Apodi, temos outra situação criminosa de desdém com dinheiro público e pouco caso com as necessidades do cidadão pobre.

A Unidade Básica de Saúde (UBS) Francisco Nazareno Pereira Gurgel está fechada. Foi inaugurada em outubro de 2012, mas apesar de grande festa e gasto com propaganda, não funciona.

Quem faz a denúncia é o vereador Tomaz Neto (PDT), que visitou a comunidade hoje à tarde, constatando o problema e a indignação dos moradores.

- Lamentável o que estamos testemunhando aqui. A prefeitura tem obrigação de colocar essa UBS para funcionar – arguiu.

Categoria(s): Política / Saúde
sexta-feira - 05/04/2013 - 07:53h
Eleições 2014

Uma candidatura possível e um financiamento…


Depois de ter seu nome sussurado ou cantado em prosa e verso como possível candidata a deputado federal em 2014, a ex-prefeita de direito de Mossoró, enfermeira Fátima Rosado (DEM), “Fafá”, é agora objeto de balão-de-ensaio como nome a deputado estadual.

É uma missão mais modesta, porém com certo grau de dificuldade.

Substituiria ao marido, médico Leonardo Nogueira (DEM), que está no segundo mandato consecutivo e sente que um terceiro mandato - sem a mulher na prefeitura - é tarefa hercúlea.

Sua reeleição em 2010 foi extremamente cara e difícil, com queda considerável de votação em seu principal reduto, Mossoró, mesmo com ampliação considerável no número de eleitores no município.

Sem dúvidas, Fafá é um nome mais leve do que o de Leonardo.

Entretanto é fundamental se fazer uma pergunta:

- Quem financiará essa hipotética campanha?

 

Categoria(s): Política
  • Farmafórmula 24-07-12
quarta-feira - 03/04/2013 - 09:14h
Mossoró

“Herança maldita” pressiona início de Governo Cláudia


Cláudia e Fafá: contas que não batem (Carlos Costa)

Sucessora da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, a ex-vereadora e ex-vice-prefeita Cláudia Regina (DEM) tem uma “herança maldita” em mãos. Só que não pode externar publicamente isso.

Resmunga para poucos interlocutores.

Como foi apoiada por Fafá, fez parte de sua base de apoio e é do mesmo sistema político, tem que engolir tudo a seco. Paga o ônus.

Cortes em vantagens salariais de servidores, retração em custo da máquina pública (como limitação de combustível para veículos automotivos), contratação de cargos comissionados abaixo do que é cobrado por correligionários e dívidas enormes deixadas pela antecessora revelam pressão do início da gestão de Cláudia.

O “buraco” é impossível de ser medido a distância, de fora para dentro e sem dados confiáveis que só mesmo o governo possui. Politicamente, a prefeita sabe que não é prudente olhar pelo “retrovisor”, culpando o que passou para explicar e justificar o presente.

Propaganda

Sabe-se que só em relação à propaganda, a dívida com agências quatro agências seria superior a R$ 2,5 milhões.

Houve atraso também nos repasses da prefeitura à Previ-Mossoró (previdência própria da municipalidade), no final da administração passada.

Muitos servidores comissionados e outros que atuavam em empresas terceirizadas, durante o Governo Fafá Rosado, continuam aguardando o novo emprego. Alguns passam situação aflitiva. Centenas deles vão continuar desempregados, pois Cláudia Regina não quer perder controle das contas.

Uma obra de enorme importância estratégica para a saúde pública do município, como a Unidade de Pronto-Atendimento do bairro Belo Horizonte (UPA), inaugurada no dia 28 de dezembro do ano passado, três dias antes de Fafá entregar o governo, continua fechada. É um monumento à irresponsabilidade e desdenha a lei.

Cláudia tenta administrar calada essa relação com quem a apoiou. É provável que leve vários meses para botar os números em dia.

Mesmo assim, é impossível que consiga o milagre de deixar todos os insatisfeitos felizes.

Tem que suportar calada. Porém não significa que tenha que se submeter a todas as pressões e eventuais chantagens de aliados.

É, enfim, uma relação que deixará sequelas – algo comum no poder.

Perto de completar 100 dias de gestão, Cláudia Regina prioriza a arrumação da “casa”. Assim, não pode e não deve fazer certas concessões, que podem se transformar em permissividade.

Categoria(s): Política
terça-feira - 26/03/2013 - 12:07h
Mossoró real

UPA inaugurada há quase 3 meses não funciona


Fafá entregou UPA sem nenhuma condição de funcionamento

Inaugurada com toda pompa à noite do dia 28 de dezembro do ano passado, três dias antes do fim do mandato da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) “Dr Raimundo Benjamin Franco”, no Bairro Belo Horizonte, continua sem funcionar.

São quase três meses sem funcionar, apesar da propaganda e da festa de inauguração “provarem” o contrário.

Mas agora, o estágio entra no campo do retrocesso. A Prefeitura de Mossoró cercou o imóvel com tapumes e a população da área que seria atendida por esse equipamento público está sem esperança de vê-lo funcionando, conforme a propaganda oficial.

Hoje, na Câmara Municipal, o vereador Tomaz Neto (PDT) cobrou a ativação da UPA.

Lamentou que essa unidade de saúde tenha sido inaugurada sem a mínima condição de funcionamento, apenas para exaltação pessoal da então prefeita Fafá.

Suas palavras não sofreram qualquer questionamento da bancada governista. O silêncio deixou o antigo governo sem defesa e o atual, idem.

- A população está cobrando, quer ser atendida e se sente enganada – comenta Tomaz Neto.

Nota do Blog – O uso de tapumes para proteção do prédio é até compreensível. A municipalidade tenta proteger o imóvel e alguns equipamentos colocados no local, de possível depredação.

Agora e inaceitável que esse modelo político-administrativo sobreviva incólume em pleno século XXI.

O agente público usa dinheiro do erário para sua autopromoção e não é punido.

Complementa a ópera bufa o comportamento de boa parcela da imprensa, que não denuncia o abuso e acha natural o engodo.

Se fosse outra situação, certamente haveria publicação do lugar-comum de que a prefeita Cláudia Regina (DEM) herdou “herança maldita”.

Categoria(s): Política / Saúde
  • WSC - W. Tower Começo em 03-08-12
sexta-feira - 15/03/2013 - 19:54h
"Fatura" de campanha

Cláudia é pressionada, mas segura cobrança por empregos

Prefeita convive com relações difícies com vereador Chico Carlos e outras forças de apoio ao governo

Azedaram de vez as relações entre o ex-secretário da Cidadania de Mossoró e atual vereador Francisco Carlos (PV), com o Governo Municipal. Convivência está difícil.

Ele e a nova inquilina do Palácio da Resistência, prefeita de fato e de direito Cláudia Regina (DEM), coabitam o mesmo sistema político, mas separados por largo e profundo fosso de conceitos quanto ao uso da administração pública.

Chico tem sofrido insultos (Arquivo do Blog)

“Chico” sente-se prejudicado por Cláudia, no processo de seleção de pessoal para cargos comissionados na administração. Tem remungado que as poucas admissões de pessoas que trabalharam para ele, na campanha passada, não suprem os compromissos que firmou para se eleger.

Admite que pode até mesmo orientar sua tia, Maria José, diretora da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro Santo Antônio, além de outros detentores de cargos de confiança, a entregarem pedido de demissão.

No governismo, Cláudia e seu núcleo duro de poder contra-argumentam que não querem repetir o modelo de gestão encetado durante oito anos pela ex-prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.

Existem setores – principalmente em equipamentos de Saúde – em que havia necessidade de pouco mais de cinco pessoas, mas a gestão anterior tinha amontoado quase 20, todos sob indicação de Chico Carlos. Cláudia reduziu drasticamente os números.

O enxugamento natural ocorreu na própria transição de governo. Aos poucos, a prefeita tem realizado nomeações seguindo critérios técnicos e políticos, para contemplar as forças que a apoiaram. Contudo, precisa pensar em contenção de gastos e eficiência da máquina estatal.

No caso do vereador Chico Carlos, a demanda de pedidos é bem maior do que as portarias concedidas por Cláudia Regina.

Desde o início de governo que ele é sitiado por colaboradores de sua campanha e ex-candidatos do PV, partido que organizou ao lado do ex-chefe de Gabinete Gustavo Rosado (PV) – atual titular da Cultura no Município.

As pressões sofridas por Chico vão desde cobranças públicas, através de nota de integrantes do partido, a cerco físico e verbal na Câmara e em locais diversos da cidade. Tem passado maus bocados: de insultos inflamados e ameaças veladas.

Cláudia não recua

Por seu lado, Cláudia Regina não parece disposta a ceder e recuar.

Cláudia promove enxugamento

Ela sabe que se ampliar as conceções para Chico, automaticamente conviverá com um “efeito cascata”, provocando cobranças isonômicas de outros vereadores governistas, partidos e gente excluída até o momento do empreguismo na Prefeitura de Mossoró.

Uma das saídas apontadas para atenuar essa pressão, é a contratação de dezenas e centenas de insatisfeitos pela “janela” da terceirização. Mesmo assim, com remunerações modestas.

A terceirização fez a alegria do governismo e de seus candidatos preferenciais na campanha eleitoral do ano passado. Mas é um ambiente de terreno pantanoso e minado.

Se não houver uma “certa” parcimônia em contratações terceirizadas, a gestão Cláudia Regina poderá se complicar consideravelmente.

A barafunda pode ser ainda maior. Outros vereadores do PV e demais governistas não se sentem prestigiados à altura do apoio que começam a ofertar na Câmara Municipal. E, sem uma base sólida, articulada e satisfeita, o governo terá dificuldades de materializar suas promessas.

O grande pacto, entretanto, é com o povo e a sociedade em geral – eleitores ou não da prefeita.

A crise está apenas começando. Não tem dia nem hora para ser estancada. Mas pode ser pelo menos minimizada, dependendo do remédio a ser empregado.

A dificuldade era esperada. Trata-se de parte da “fatura” que todo vencedor costuma receber pós-campanha.

O problema são seus efeitos colaterais, principalmente porque a administração municipal começa convivendo com o fantasma da cassação de direitos políticos e mandato da prefeita e seu vice, advogado Wellington Filho (PMDB).

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Categoria(s): Reportagem Especial
quarta-feira - 20/02/2013 - 14:07h
Sociedade do atraso

Números e conveniências que inibem verdadeiro debate


Um webleitor cobra que o Blog divulgue quanto a gestão passada, no Estado, deixou de débito para a atual.

Resmunga, porque leu nesta página o prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) fazendo referência à administração de Micarla de Sousa (PV), que teria deixado rombo de cerca de R$ 200 milhões, fora outros compromissos.

Eis minha resposta, que serve para sedimentar a tese de que a maioria de nós – brasileiros – não debatemos política. Optamos pela discussão politiqueira e em cima de nomes, não de ideias e fatos.

Precisamos provar que um é mais sujo do que o outro e ficamos sempre com o ônus do lamaçal, enquanto cidadãos:

Meu caro, bom dia:

Quem poderia lhe dar essa informação era a atual gestão, mas não o faz. Começou dizendo que era cerca de 1,2 bilhão, depois baixou para 1 bi, em seguida falou-se em 800 milhões, mas com o passar dos meses e anos não tem números seguros.

Vale lembrar que a arrecadação não para de crescer e a receita só no primeiro ano passou de 10 bilhões.

Cada caso é um caso, mas o problema é que a maioria das pessoas não quer debater e sim, discutir. Responde à crítica com acusação a outrem, pois é a estratégia de atacar para poder se defender – muitas vezes do indefensável.

Infelizmente isso é péssimo para a sociedade. Sujos falando de maus lavados e o contribuinte levando a pior.

Você sabe, por exemplo, quanto a gestão da ex-prefeita de direito Fafá Rosado (DEM) deixou só na rubrica “propaganda” para a gestão Cláudia Regina pagar? Fonte segura: mais de R$ 2,5 milhões.

Quantas obras inacabadas?

Você sabe quantos milhões estão em aberto em compras e serviços da mesma administração?

Tens noção de quantas pessoas aguardam nomeação em cargos comissionados no novo governo, como compensação do trabalho feito na campanha eleitoral de 2012?

Alguém divulga? Claro que não.

São aliadas.

Uma não pode queimar a outra. Se fosse oposição, claro que o discurso seria outro.

Essa situação de animosidade não acontece apenas em relação a Carlos Eduardo Alves e Micarla, Rosalba Ciarlini (DEM) e Iberê Ferreira (PSB)/Wilma de Faria (PSB).

A ex-governadora Wilma de Faria (PSB) fez o mesmo em relação ao antecessor Garibaldi Filho (PMDB) e esse no tocante a Vivaldo Costa (então no PL) e José Agripino (DEM), que o antecederam. É praxe.

Rosalba afirmou – com dez meses de gestão Wilma de Faria, que ela tinha feito por Mossoró muito mais do que Garibaldi em oito anos de governo.

Agripino disse certa vez, que Garibaldi para ser honesto não devia permitir que seus aliados e compadres roubassem o Estado.

Depois, todos ficaram juntos e misturados, com o ingrediente da amnésia.

Quem fica com cara de tacho? Aqueles que compram briga por essa gente, que se aglutina ou se separa ao sabor de seus interesses pessoais e de grupos.

Nosso atraso como civilização está centrado nesse ponto: em nossa ignorância, em nossa incapacidade crítica, em nosso analfabetismo político.

É mais fácil, para a maioria, trocar insultos do que promover o entrechoque de opiniões na construção de uma dialética capaz de encontrar um ponto em comum, em favor da coletividade.

Quem fala mais alto, normalmente, é quem não possui argumento.

Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
  • Farmafórmula 24-07-12
segunda-feira - 18/02/2013 - 06:51h
Mossoró

Visita à escola de tempo integral abre ano letivo


Nesta segunda-feira (18/02) começa o ano letivo para os alunos da Rede Municipal de Ensino de Mossoró.

A prefeita Cláudia Regina (DEM) optou por marcar essa data de uma forma diferente. Ela vai conferir, pessoalmente, o início das atividades da nova Unidade de Educação Infantil (UEI) do bairro Barrocas, logo no início das aulas.

O empreendimento deriva ainda da gestão da ex-prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.

Categoria(s): Educação
sábado - 02/02/2013 - 09:29h
Cadê Fafá?

Lógica do poder e da natureza humana


Rei morto, rei posto.

É a lógica não apenas do poder, mas da natureza humana. As exceções são raras, mas existem. Ainda bem.

Fafá acena contente, em pleno governo; poucos dias depois, silêncio e ostracismo (Ricardo Lopes)

Gente, vamos convidar a ex-prefeita de direito de Mossoró Fafá Rosado (DEM) para algo. Umas fotos, chazinho de final de tarde, batizado, festa de padroeiro… sei lá.

Uma foto sequer não encontramos mais por aí com ela em primeiro plano. Ou atrás de alguém, como “papagaio de pirata”.

Como a memória de alguns e de muitos é seletiva e cruel, heim?

A mulher deixou de ser “linda”, “maravilhosa”. Sumiu aquela claque que entoava certo grito de guerra: “Arrasooooou!”

Compreendo que sem o dinheiro público dando suporte, é realmente difícil tanta afetação e ‘apreço’.

Hoje, nem o direito às fotos lhe ofertam. Bom salientar, que faz apenas um mês que deixou o governo. E se a sua sucessora Cláudia Regina (DEM) “bombar” – esse ostracismo deverá se acentuar consideravelmente. Sem meio-termo.

Porém, continuo com o mesmo pensamento sobre Fafá, apesar de sua distância do “trono”: é uma dama impecável, mãe exemplar, esposa incensurável. Como administradora, inexistiu. Passou oito anos sob controle remoto, apenas assinando papeis e posando para fotografia.

E ainda tem quem se iluda com os incensos do “sucesso” e do poder.

Como bradaria um velho locutor esportivo, Januário de Oliveira… “cruel, muito cruel…”.

Categoria(s): Política
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