terça-feira - 07/09/2021 - 10:52h
Pesquisa

Garibaldi desponta ao Senado; Fábio é o preferido do bolsonarismo

Entre os nomes que despontam como pré-candidatos ao Senado, quem tem melhor performance no Rio Grande do Norte é o ex-senador Garibaldi Filho (MDB), que não se reelegeu em 2018. Pesquisa do Instituto Agorasei, sob encomenda do Blog do BG, mostra esse cenário.

A pesquisa foi apresentada publicamente nessa segunda-feira (6), também revelando o desempenho dos pré-candidatos do bolsonarismo que lutam pela indicação, os ministros Fábio Faria (PSD) e Rogério Marinho (sem partido). Fábio está bem à frente de Rogério.

Outro detalhe é o fraco desempenho do atual senador Jean-Paul Prates (PT) e o fôlego do ex-prefeito natalense e ex-candidato a governador em 2018 Carlos Eduardo Alves (PDT), que tem empate técnico com o primo Garibaldi.

Simulação 1Pesquisa Agorasei - Blog do BG - Senado - Simulação 1 - Garibaldi em primeiro - 06-09-21

Simulação 2Pesquisa Agorasei - Blog do BG - Senado - Simulação 2 - Garibaldi em primeiro - 06-09-21

Para a realização do estudo, o instituto AgoraSei! entrevistou 1800 eleitores de todas as regiões do estado entre os dias 28 e 31 de agosto. Os resultados foram calculados com intervalo de confiança de 95% e com margem de erro de de 2,3% para mais ou para menos.

Leia também: Números dão vitória de Fátima hoje contra qualquer adversário;

Leia também: Lula aparece em primeiro lugar; Bolsonaro dispara em rejeição;

Leia tambémGoverno Fátima é aprovado por 45,5% e reprovado por 37,9%;

Leia tambémPrefeitos de Mossoró e Pau dos Ferros são campeões de aprovação;

Leia tambémNatália lidera disputa à Câmara Federal; Nelter a deputado estadual.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 06/09/2021 - 17:24h
Pesquisa

Números dão vitória de Fátima, hoje, contra qualquer adversário

A governadora Fátima Bezerra (PT) não tem folga em simulações à sua sucessão, conforme pesquisa do Instituto Agorasei. Entretanto, a sondagem feita por essa empresa e divulgada nessa segunda-feira (6) pelo Blog do BG, mostra que se o pleito fosse hoje ela venceria qualquer adversário.

Mesmo assim, segue com a maior rejeição entre os citados.

EstimuladaPesquisa Agorasei - Blog do BG - Governo do Estado Estimulada - Fátima em primeiro - 06-09-21

RejeiçãoPesquisa Agorasei - Blog do BG - Rejeição ao governo - Fátima em primeiro - 06-09-21

Vence todos

O Agorasei simulou confronto direto num segundo turno com todos os principais nomes citados até o momento como hipotéticos concorrentes da governadora. Ela derrotaria qualquer um:

Fátima x Carlos Eduardo (PDT) – 39,3% – 29,9%

Fátima x Álvaro Dias (PSDB) – 41,2% a 26,4%

Fátima x Senador Styvenson (Podemos) – 43,2% – 24,2%

Fátima x Benes Leocádio (Republicanos) – 45,9% – 15,2%

Fátima x Rogério Marinho (Sem partido) – 44,6% – 18,8%

Para a realização do estudo, o instituto AgoraSei! entrevistou 1800 eleitores de todas as regiões do estado entre os dias 28 e 31 de agosto. Os resultados foram calculados com intervalo de confiança de 95% e com margem de erro de de 2,3% para mais ou para menos.

Leia também: Lula aparece em primeiro lugar; Bolsonaro dispara em rejeição;

Leia tambémGoverno Fátima é aprovado por 45,5% e reprovado por 37,9%;

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 25/08/2021 - 19:35h
Operação Lectus

‘Adversário’ de Fátima, Carlos Eduardo é solidário em vez de incendiário

Informado através da imprensa sobre a “Operação Lectus” (veja AQUI), que apura supostos crimes cometidos no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP/RN), com recursos Covid-19, o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) pronunciou-se.Carlos Eduardo defende Cipriano Vasconcelos Maia da Sesap-RN, seu ex-auxiliar, Operação Lectus, 25-08-21

E não foi para botar mais lenha na fogueira. Surpreendeu, de chofre, defendendo a honra do titular da pasta, Cipriano Vasconcelos Maia.

“Minha solidariedade ao secretário de saúde do Estado, Cipriano Maia. Foi nosso secretário de Saúde de Natal, conheço sua honestidade, honradez e espírito público”, declarou Carlos.

Postura

O ex-prefeito é potencial adversário do governismo estadual, encabeçado pela governadora Fátima Bezerra (PT). Porém, sua postura nesse episódio pode ser vista por dois ângulos, pelo menos: como gesto de civilidade política acima dos interesses pessoais, mas também como um sinalizador de boa vontade como o próprio governo. Um aceno à comunhão de proejtos.

Ninguém pode descartar hipótese e, o próprio Carlos Eduardo não o faz (veja AQUI), de que os dois adversários de 2018, ao governo, possam estar juntos em 2022.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 19/08/2021 - 13:38h
História

Memória viva da política, Anchieta Alves recebe Carlos Eduardo

Em sua estada em Mossoró desde o dia passado, para encontros políticos, entrevistas e contatos com interlocutores diversos da sociedade, o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) reservou tempo especial para o professor e ex-dirigente pedetista histórico Anchieta Alves.

Anchieta recebeu Carlos Eduardo Alves em sua casa, em Mossoró, num bate-papo recheado de história (Foto: cedida)

Anchieta recebeu Carlos Eduardo Alves em sua casa, em Mossoró, num bate-papo recheado de história (Foto: cedida)

O bate-papo foi na casa de Anchieta à manhã dessa quinta-feira (19).

Loquaz, de memória privilegiadíssima e profundo conhecimento da política nativa, estado e país, Alves botou à mesa para Carlos um retrospecto do pedetismo-trabalhismo, campanhas históricas em Mossoró, RN e país, além de impressões da conjuntura atual.

– Espere aí só mais dez minutos – ponderou algumas vezes Carlos Eduardo, quando cobrado por um assessor para ir embora, em face de outros compromissos já agendados.

Prometeu voltar em no máximo duas semanas, para dar sequência à resenha. O tempo foi pouco, constatou.

Anchieta Alves mantinha há vários anos um encontro político diário, em fins de tarde, à sua calçada no bairro Nova Betânia, onde recebia amigos e visitantes de todos os matizes políticos. A pandemia interrompeu essas reuniões, num espaço que os interlocutores batizaram por “Senadinho”.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 18/08/2021 - 19:18h
Análise

Pesquisas dão sinais do que se desenha a Governo e Senado

Jogo do poder, xadrez, poder político, vencedor, vitória, políticaAs várias pesquisas que começam a formar um cabedal de informações sobre a pré-campanha eleitoral do próximo ano, no RN, por mais que sejam contestadas aqui e acolá – o que é normal e recorrente -, já deixam bom manancial para análise. E dizem muito do que temos hoje.

Algumas conclusões podem ser tiradas – sobre esse momento – do elenco de números e manifestações do eleitor, em pesquisas:

Governo do Estado

1 – Fátima Bezerra (PT) tem visível dianteira em relação a potenciais adversários;

2 – Antagônico do PT no plano nacional, o bolsonarismo praticamente inexiste no RN e como opção ao governo estadual, não devendo incomodar favoritismo petista com nome próprio. Talvez abrace algum adversário mais viável do conservadorismo lá na frente. Por enquanto, empina o balão de ensaio Benes Leocádio (Republicanos);

3 – A vantagem que a atual governadora revela é boa, mas não é confortável ou segura. Não tem “gordura” para perder na campanha ou mesmo ganhar logo no primeiro turno. Terá que se distanciar mais dos antagonistas visíveis e invisíveis;

4 – Por enquanto, apenas o ex-prefeito natalense e ex-candidato ao governo estadual em 2018, Carlos Eduardo Alves (PDT), derrotado pela própria Fátima, demonstra potencial para enfrentá-la nas urnas;

5 – Nomes como do senador Styvenson Valentim (Podemos) podem pesar para empurrar disputa ao segundo turno. Contudo, ele em especial, com seu estilo atrabiliário, dificilmente prosperará para patamar de polarização com a governadora. O senador é um caos ambulante;

Senado 

1 – Carlos Eduardo Alves é o nome que se apresenta com maior musculatura até o momento, para chegar ao topo e arrebatar a única vaga disponível em 2018. Pode ser um nome em faixa própria ou até mesmo numa composição com o governismo estadual. Duvida? Não duvide;

2 – O atual senador Jean-Paul Prates (PT) não dá demonstrações de vigor para concorrer de verdade à reeleição e tende a ser substituído, numa negociação decisiva da chapa majoritária governista, que capitalize mais o nome de Fátima;

3 – Os “bolsonaristas” de ocasião, ministros Fábio Faria (PSD) e Rogério Marinho (sem partido), lutam para uma viabilização que até o momento não se consagra para nenhum deles. Porém, o discurso provocativo e por vezes grosseiro de Fábio (à semelhança do perfil presidencial), tende a criar maior empatia com a corrente bolsonarista;

4 – Nomes “novos” até o momento não aparecem em condições de se tornarem fenômeno, como o foi Styvenson em 2018. Daí a compreensão de que velhos conhecidos da política potiguar até apareçam em citações generosas.

5 – Pode surgir alguma novidade, sim. Contudo, não será nada parecida com o que vingou no pleito passado. Os tempos pedem moderação, meio termo, menos aventura, mais razoabilidade e confiabilidade.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política
quarta-feira - 18/08/2021 - 11:32h
Band Natal/Instituto Seta

Carlos Eduardo e Fábio Faria têm empate técnico ao Senado

Do Saiba Mais

A pesquisa divulgada pela Band Natal e realizada pelo Instituto Seta mostra empate técnico para o Senado, com Carlos Eduardo Alves (PDT) e Fábio Faria (PSD). O ex-prefeito de Natal teria 14,6%, enquanto o ministro das Comunicações de Bolsonaro aparece com 14,1%.

Fábio Faria e Carlos Eduardo tiveram recente encontro político (Foto: divulgação)

Fábio Faria e Carlos Eduardo tiveram recente encontro político (Foto: divulgação)

Um pouco atrás aparecem, também empatados, Rogério Marinho (sem partido) e a ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP), ambos com 8,8%.

O atual senador Jean Paul Prates (PT) teria 7,3%, tecnicamente empatado com Marinho e Ciarlini.

O empresário Haroldo Azevedo (sem partido) foi citado por 3% dos entrevistados. Ao todo 17% das pessoas consultados ainda não decidiram o voto enquanto 29,1% votariam em branco ou nulo.

A pergunta foi na modalidade Estimulada, quando as opções de nomes são apresentadas pelo entrevistador.

O Instituto SETA ouviu 1.500 pessoas entre os dias 8 e 10 de agosto no Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,9% para mais ou para menos.

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Categoria(s): Política
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quarta-feira - 18/08/2021 - 10:30h
Band Natal/Instituto Seta

Pesquisa dá Fátima com 32,8% e Carlos Eduardo com 20,07%

Fátima ostenta vantagem de pouco mais de 12%(Foto: Assecom)

Fátima ostenta vantagem de pouco mais de 12%(Foto: Assecom)

Do Saiba Mais

A governadora do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra (PT) lidera as intenções de voto e segue favorita à reeleição. De acordo com nova pesquisa realizada pelo Instituto SETA em parceria com a Band Natal, a petista atingiu 32,8%.

O segundo colocado é o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT), com 20,7% das intenções, seguido do senador Styvenson Valentim (Podemos), que aparece com 14,9%. Em 4º lugar, bem atrás, está Benes Leocádio (Republicanos), com 3,8%. Segundo a pesquisa, 11,1% dos entrevistas seguem indecisos e 16,8% anunciaram que votarão em branco ou anularão o voto.

Num eventual 2º turno, Fátima Bezerra venceria todos os concorrentes. Num hipotético embate com Styvenson Valentim, a petista aparece com 36,2%, enquanto o senador chegaria a 20,5%. Se o opositor fosse o atual prefeito de Natal Álvaro Dias (PSDB), Fátima alcançaria 35,5%, contra 12,9% do tucano.

Em caso de novo embate com Carlos Eduardo, Fátima venceria novamente o rival. A petista teria 34,8% contra 24,1% do candidato do PDT.

A pesquisa também testou um hipotético embate entre Fátima e Rogério Marinho. A petista venceria por 37% contra 8% do ministro de Bolsonaro. Nesse caso, chama a atenção o número de pessoas que disseram não votar em nenhum dos dois: 39,8%.

O Instituto SETA ouviu 1.500 pessoas entre os dias 8 e 10 de agosto no Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 2,9% para mais ou para menos.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 17/08/2021 - 09:26h
Mossoró

Pré-candidato, sem cargo definido, Carlos Eduardo define agenda

O ex-prefeito natalense e ex-candidato a governador Carlos Eduardo Alves (PDT) cumprirá agenda política em Mossoró. Será quarta (18) e quinta-feira (19) próximas.

Veja abaixo boxe com definição de compromissos:Programação de Carlos Eduardo Alves em Mossoró - 18 e 19 de Agosto de 2021

Carlos Eduardo movimenta-se com vistas à campanha eleitoral do próximo ano, sem definir previamente se será candidato a governador ou ao Senado.

“Amigos e amigas da Capital do Oeste! Estaremos em Mossoró nesta quarta e quinta-feira para visitar o município e cumprir agenda de entrevistas e encontros. Vamos juntos!”, manifesta-se o pré-candidato em suas redes sociais.

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Categoria(s): Política
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sexta-feira - 13/08/2021 - 14:00h
Agora RN/Perfil

Governadora lidera pesquisa ao governo estadual

Do Agora RN

Pesquisa Agora RN/Instituto Perfil na Estimulada aponta que se as eleições para governador fossem hoje, a atual governadora, Fátima Bezerra (PT), teria 26,58% das intenções de voto, e encontraria no ex-governador Garibaldi Alves Filho (MDB) seu mais forte oponente, com 11,50% das intenções de voto, embora empatado, tecnicamente, com o senador Styvenson Valentin (Podemos), com 11,42%, e com o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT), com 10,25%.Pesquisa Agora RN-Instituto Perfil para governador - Estimulada - divulgada dia 12 de Agosto de 2021, feita entre 3 e 6 de agosto

O prefeito Álvaro Dias (PSDB) teria 7,75% das intenções de voto e o deputado estadual Benes Leocádio (Republicanos), 2,08%. Votos brancos e nulos somariam 15,25% das intenções, e os indecisos, 15,25%.

Cenários

A Perfil levantou um segundo cenário para o governo, sem Garibaldi. Nesse, Fátima teria 30,42% das intenções de voto, contra 19,75% de Carlos Eduardo e 13,58% do senador Styvenson. Brancos e nulos somariam 19,75% e indecisos, 17,25%.

Um terceiro cenário foi levantado pelo instituto, desta feita sem Carlos Eduardo na corrida. Nesse quadro, Fátima tem 31,33% das intenções de voto, Garibaldi 18,75% e Styvenson, 15,25%. Brancos e nulos totalizam 18,75% e indecisos, 16,50%.

Rejeição

No quesito rejeição, a governadora lidera, com 17,58% das citações. Styvenson aparece em segundo, com 9,50%, Garibaldi em terceiro, com 7,25%, e Benes Leocádio em quarto, com 4,42. Eles são seguidos por Carlos Eduardo e Álvaro Dias, com 3,67% e 2,58% de rejeição, respectivamente.

Espontânea

Na sondagem espontânea para governador, Fátima lidera com 17,33% das citações, seguida por Carlos Eduardo (3,33%), Álvaro Dias (2,42%), Styvenson (1,25%), Garibaldi (0,83%), José Agripino (0,33%), Robinson Faria (0,25%), Benes Leocádio (0,25%), Tomba (0,17%), Rogério Marinho (0,17%, Walter Alves (0,08%), José Dias (0,08%), Haroldo Azevedo (0,08%), George Soares (0,08%) e Rosalba Ciarlini (0,08%).

Indecisos somaram 62,10% e Brancos e Nulos, 11,17%.

A pesquisa do instituto Perfil foi realizada nos dias 3 a 6 de agosto, com 1200 entrevistados, em todas as regiões do Rio Grande do Norte. A margem de erro da pesquisa é de 2,82% para mais ou para menos e o intervalor de confiança é de 95%.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 10/08/2021 - 19:16h
Política

A conversa de Carlos Eduardo Alves agora será com Mossoró

Carlos Eduardo Alves recebeu hoje o professor e escritor mossoroense David Leite, em Natal (Foto: rede social)

Carlos Eduardo Alves recebeu hoje o professor e escritor mossoroense David Leite, em Natal (Foto: rede social)

Do Blog da Chris

Na próxima semana Carlos Eduardo Alves (PDT) virá à Terra de Santa Luzia: Mossoró.

Na agenda, visitas a órgãos de comunicação, lideranças políticas e amigos.

O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves esteve reunido na tarde desta terça-feira (10) com o professor universitário David de Medeiros Leite.

Na pauta, gestão pública e, claro, Mossoró.

David conhece como poucos a geografia humana da cidade e a política local.

Nota do Blog Carlos Santos – Mês passado, Carlos esteve no Seridó (veja AQUI).

Já na última semana, ele colecionou números interessantes para governo estadual e Senado, em pesquisa do Instituto Consult – veja AQUI, AQUI e AQUI).

Leia também: Tudo é muito frágil nas disputas ao Governo e Senado.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 03/08/2021 - 20:52h
Pesquisa

Carlos Eduardo tem vantagem boa em corrida à vaga ao Senado

Veja também na pesquisa jornal Tribuna do Norte/Instituto Consult, o pensamento do eleitor potiguar em relação à corrida ao Senado em 2022, quando será disputada uma vaga.

O ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) aparece em situação confortável em termos de intenções de voto e quanto à rejeição.

Em 2022, também teremos eleições para Senador do RN. Se a eleição fosse hoje, em qual desses nomes citados, o(a) sr.(a) (você) votaria? (Pergunta Estimulada/ Nomes Citados em Rodízio)Pesquisa Tribuna do Norte-Consult - Julho de 2021 - Senado com Carlos Eduardo à frente

Em outras simulações de confrontos diretos, Carlos Eduardo leva vantagem sobre todos hipotéticos adversários, o caso, por exemplo, do embate contra o petista Jean-Paul Prates com 47,65% contra 6,71% do atual senador.

Rejeição

Entre esses nomes citados, QUAIS DELES, o(a) sr.(a) (você) NÃO VOTARIA DE MANEIRA ALGUMA para Senador do RN? (Pergunta Estimulada/ Nomes Citados em Rodízio)Pesquisa Tribuna do Norte-Consult - Julho de 2021 - Rejeição ao Senado com Jean-Paul Prates em primeiro lugarO Consult ouviu 1.700 pessoas entre 23 e 26 de julho em todo o estado. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos, tendo 95% de intervalo de confiança.

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terça-feira - 03/08/2021 - 19:50h
Pesquisa

Num segundo turno, simulação mostra que Fátima está a perigo

Em simulações de segundo turno ao governo estadual, a pesquisa do Instituto Consult para o jornal Tribuna do Norte, publicada nessa terça-feira (3), mostra que a governadora Fátima Bezerra (PT) está a perigo.

Perderia, hoje, para o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) e para o senador Styvenson Valentim (Podemos-RN). E teria empate técnico com o prefeito de Natal Álvaro Dias (PSDB).

Veja abaixo:

Se na eleição para Governador(a) do RN, EM 2022, a disputa no segundo turno for entre esses dois candidatos citados, em qual deles o(a) sr.(a) (você) votaria? (Pergunta Estimulada/ Nomes Citados em Rodízio)Pesquisa Tribuna do Norte-Consult - Julho de 2021 - Segundo Turno - Carlos Eduardo na frente

Se na eleição para Governador(a) do RN, EM 2022, a disputa no segundo turno for entre esses dois candidatos citados, em qual deles o(a) sr.(a) (você) votaria? (Pergunta Estimulada/ Nomes Citados em Rodízio)Pesquisa Tribuna do Norte-Consult - Julho de 2021 - Segundo Turno - Styvenson à frente de Fátima

Se na eleição para Governador(a) do RN, EM 2022, a disputa no segundo turno for entre esses dois candidatos citados, em qual deles o(a) sr.(a) (você) votaria? (Pergunta Estimulada/ Nomes Citados em Rodízio)Pesquisa Tribuna do Norte-Consult - Julho de 2021 - Segundo Turno - Fátima na frente de Álvaro Dias

Rejeição

Veja também a rejeição dos principais nomes apresentados ao Governo do RN. A governadora Fátima Bezerra da mesma forma que aparece com maior pontuação (veja AQUI) para disputa, é campeã de rejeição. Veja:Pesquisa Tribuna do Norte-Consult - Julho de 2021 - Rejeição ao Governo do RNO Consult ouviu 1.700 pessoas entre 23 e 26 de julho em todo o estado. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos, tendo 95% de intervalo de confiança.

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terça-feira - 03/08/2021 - 18:40h
Pesquisa

Fátima está em 1º lugar ao governo, mas Carlos Eduardo se aproxima

Segundo pesquisa do Instituto Consult, publicada no jornal Tribuna do Norte nessa terça-feira (3), a disputa ao governo estadual em 2022 colocaria a governadora Fátima Bezerra (PT) na frente de hipotéticos adversários. Porém, não é vantagem confortável.

Nesse quadro abaixo, o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) tem pontuação que incomoda.

Se os candidatos para Governador(a) do RN, EM 2022, forem esses citados, em qual desses nomes citados, o(a) sr.(a) (você) votaria? (Pergunta Estimulada/ Nomes Citados em Rodízio).Pesquisa Tribuna do Norte-Consult - Julho de 2021 - Governo do Estado Fátima em primeiro lugarO Consult ouviu 1.700 pessoas entre 23 e 26 de julho em todo o estado. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos, tendo 95% de intervalo de confiança.

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segunda-feira - 19/07/2021 - 14:48h
Aliança 2022

Carlos Eduardo abre canal para entendimento com Fátima Bezerra

Em entrevista a Rádio Cabugi do Seridó em Jardim do Seridó, nesse sábado (17), ouvido pelos entrevistadores Rodrigo Fernandes e Jenully Cristiano, o ex-prefeito do Natal e ex-candidato a governador em 2016 Carlos Eduardo Alves (PDT) deixou clara sua flexibilidade no diálogo político para 2022. E mais: o canal está aberto para composição com a atual governadora Fátima Bezerra (PT), sua adversária no pleito anterior.

Rodrigo, Jenully e Carlos Eduardo no estúdio da emissora seridoense (Foto: cedida)

Rodrigo, Jenully e Carlos Eduardo no estúdio da emissora seridoense (Foto: cedida)

“Eu quero dizer a você o seguinte: estou aberto a conversar, inclusive com a governadora Fátima Bezerra e o PT”, avisou.

“Fátima votou em mim duas vezes pra prefeito de Natal, e eu apoiei ela na minha sucessão. Em 2004 eu disputei a eleição e Fátima perdeu. Aí eu fui pro segundo turno, ela não foi e ela votou em mim no segundo turno. Votou, declarou e tal. Em 2012, o PT não foi para o segundo turno e Fátima me apoiou para Prefeito de Natal. Em 2008 estava terminando um dos meus mandatos e apoiei ela para prefeita de Natal. Infelizmente perdemos naquela época”, relembrou.

“Então eu dizer o seguinte: que não tenho nenhum ressentimento. Eu acho que você não pode ficar olhando pra trás e ser magoado disso, não”, reforçou.

Já tem já tem algum projeto definido?

– O meu partido decidiu que eu devo disputar a eleição majoritária ao governo ou ao Senado. Na realidade, eu sou candidato pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte. Agora, também eu não descarto a possibilidade de disputar o Senado.

Isso seria possível numa aliança com a Governadora Fatima Bezerra?

– O meu partido não conversou com o PT, nem houve nenhuma iniciativa minha, nem dos partidos, não há absolutamente nenhuma conversa, ninguém procurou. Evidentemente que esse entendimento pode acontecer. Ainda tem muito tempo para a eleição. Não é que você seja um oportunista. A atividade política é dinâmica, desde que você não perca a vergonha na cara. Porque eu encontrei Fátima quinze dias depois da eleição e falei com ela. Conversamos e tal. Em 2004, quando eu disputei contra ela e ganhei a Prefeitura de Natal, ela também teve o mesmo comportamento de naturalidade de conversar comigo. Então, até me ensinou isso. E eu apenas repeti o gesto dela lá atrás.

A previsão de Carlos Eduardo é de que “até abril, maio do ano que vem, as candidaturas estarão colocado com toda a transparência para o eleitor do Rio Grande do Norte fazer fazer a sua escolha”.

Aventura, nem pensar

No momento, disse o ex-prefeito natalense, “eu sou pré-candidato ao governo e eu vou tentar viabilizar minha candidatura ao Governo”. Porém, entretanto, mas, contudo, todavia… “porque num pode também ser uma cruzada irresponsável, ? Quixotesca, ? Num pode ser uma cruzada quixotesca, ou seja, aquela coisa de aventura”.

Na ótica de Carlos Eduardo, assim exprimiu, é imprescindível se construir as alianças. “Nesse processo cabe também uma conversa com a com o PT. Não tem nenhum problema”, repetiu.

Entendeu, Fátima Bezerra?

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sexta-feira - 28/05/2021 - 19:42h
Pesquisa

Fátima e Lula disparam à frente; ao Senado ninguém se sobressai

Veja ainda pensamento do eleitor de Assu sobre a Assembleia Legislativa e Câmara Federal

Do Blog Carol Ribeiro

A pesquisa TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom) divulgada nessa quinta-feira (27), com apoio da Rádio Princesa FM (Assu), mostrou o pensamento da população assuense sobre disputas ao Governo do RN, Presidência da República, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa.

A governadora Fátima Bezerra (PT) e o ex-presidente Lula da Silva (PT) têm folga em suas respectivas faixas de concorrência para 2022. Ela com 15,13% na Espontânea e 25,21% na Estimulada.

Na Espontânea, o prefeito natalense Álvaro Dias (PSDB), com 2,69%, é o mais próximo contendor. Em relação à pergunta Estimulada, é o senador Styvenson Valentim, com 7,90%.

Lula com 54,12% na Espontânea e 61,18% na Estimulada. O adversário mais próximo é o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com 15,29% na Espontânea e 16,13% na Estimulada.

Na luta ao Senado, Carlos Eduardo Alves (PDT) e ministro Fábio Faria (PSD) surgem empatados na Espontânea com 1,85% e na Estimulada o segundo leva a melhor com 5,55%.

Na corrida à Câmara Federal, o melhor desempenho é do atual deputado federal João Maia (PL), com 2,35% e à Assembleia Legislativa o primeiro lugar é do deputado estadual George Soares (PL), com 15,13%.

Veja os resultados abaixo:

Governo do RNPesquisa TCM-TS2 - Assu - Disputa ao Governo do Estado - 27-05-21

Rejeição ao Governo do RNPesquisa TCM-TS2 - Assu - Disputa ao Governo do Estado-Rejeição - 27-05-21

Presidência da RepúblicaPesquisa TCM-TS2 - Assu - Disputa a Presidente - 27-05-21

Rejeição à Presidência da RepúblicaPesquisa TCM-TS2 - Assu - Disputa a Presidente-Rejeição - 27-05-21

SenadoPesquisa TCM-TS2 - Assu - Disputa ao Senado - 27-05-21

Assembleia e Câmara FederalPesquisa TCM-TS2 - Assu - Assembleia Legislativa e Câmara Federal - 27-05-21A pesquisa, encomendada pelo Grupo TCM, foi realizada nos dias 24 e 25  de maio ouvindo 595 eleitores de Assu/RN.

A margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 27/05/2021 - 15:38h
Eleições 2022

Carlos Eduardo é ignorado por ala bolsonarista, mas não está boiando

Fátima e Carlos: por que não? (Foto: arquivo/Web)

Fátima e Carlos: por que não? (Foto: arquivo/Web)

Posso estar me precipitando na análise, mas vamos lá!

Pelo que posso observar e tenho colhido nos intramuros da política potiguar, a ala oposicionista mais conservadora e bolsonarista escanteia o ex-prefeito natalense e ex-candidato a governador Carlos Eduardo Alves (PDT).

Veem-no como um fardo ou rebotalho mesmo.

Personagens como o prefeito natalense Álvaro Dias (PSDB), ministros Rogério Marinho (sem partido) e Fábio Faria (PSD) e o presidente da Assembléia Legislativa do RN, deputado Ezequiel Ferreira, não o querem por perto.

Mas, Carlos Eduardo não está boiando.

Talvez estejam o empurrando para o palanque da governadora Fátima Bezerra (PT), como seu candidato ao Senado.

Num passado mais remoto eles estiveram juntos. Foram adversários em 2018.

Em 2020, um pode ser muito útil ao outro.

Veremos.

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Categoria(s): Política
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quarta-feira - 26/05/2021 - 19:30h
Mistério

Prefeitura abre processo para recuperar terreno doado à Porcellanati

Documentação sumiu e apenas parte dele foi localizado, comprometendo o interesse público
Indústria se transformou num símbolo da picaretagem empresarial e política em Mossoró (Foto: reprodução)

Indústria se transformou num símbolo da picaretagem empresarial e política em Mossoró (Foto: reprodução)

Do Diário de Mossoró

A Prefeitura de Mossoró determinou a restauração de autos do processo administrativo de n° 2015/035, que trata da “reversão da doação” de terreno à empresa Porcellanati Revestimentos Cerâmicos (Grupo Itagrês).

O procedimento havia sido aberto em gestão anterior a do prefeito Allyson Bezerra (SD). Trata da situação que ocorre quando a administração pública constata que terrenos doados não são utilizados para o fim que foram pleiteados. Assim, retornam ao patrimônio municipal para novo fim.

Em portaria publicada dia 25 de maio de 2021 pela Secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo, consta a informação de que durante realização de inspeção na passagem do comando político 2017-2020, foi constatada a ausência do processo administrativo que trata da reversão da doação de terreno à empresa Porcellanati. Só foram localizadas cópias de parte do processo original, das páginas 02 a 58.

A portaria informa que apesar das buscas, não foi possível localizá-lo integralmente e que após o exaurimento (esgotamento) de todos os meios de buscas, sem obtenção de sucesso, constatou-se que foi extraviado. Sumiu por desleixo ou de forma intencional.

Eleições e farsa

A empresa Porcellanati Revestimentos Cerâmicos, originária de Tubarão em Santa Catarina, começou suas atividades em Mossoró em dezembro de 2009, foi fechada de vez em 2014, deixando dívidas com centenas de trabalhadores em Mossoró, fornecedores, instituições de crédito e prestadores de serviços.

Centenas de pessoas foram enganadas com promessa de seleção para emprego em 2018 (Foto: arquivo/reprodução)

Centenas de pessoas foram enganadas com promessa de seleção para emprego em 2018 (Foto: arquivo/reprodução)

Fato marcante e negativo que mistura a empresa com a política de Mossoró envolve a ex-prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP). Oorreu na campanha eleitoral de 2018, quando o filho dela, Kadu Ciarlini (PP), concorreu como vice-governador de Carlos Eduardo Alves (PDT). Na eleição, Rosalba usou vários meios para tentar alavancar a chapa, mas terminou perdendo as eleições nos dois turnos em Mossoró.

Um desses artifícios foi ter prometido criar cerca de 500 empregos na empresa, que iria reabrir, segundo ela, por esforços de sua gestão.

Na época, quando a Porcellanati já estava com as atividades completamente paralisadas em Mossoró. Mas, o governo rosalbista conseguiu botar cerca de 2 mil e 400 pessoas inocentes à fila, em vão, sob sol forte, no centro da cidade para entregar currículos à prefeitura. A promessa era de emprego na Porcellanati.

Leia também: Indústria tem máquinas removidas para pagar credores.

Veja AQUI links de dezenas de matérias sobre a Porcellanati, uma das grandes farsas empresariais e políticas de Mossoró

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Categoria(s): Administração Pública / Economia
quinta-feira - 20/05/2021 - 10:42h
Política do RN

Ezequiel antecipa preferência, mas não define um lado para 2022

Presidente do PSDB e da AL é destaque na capa do TN de hoje (Reprodução BCS)

Presidente do PSDB e da AL é destaque na capa do TN de hoje (Reprodução BCS)

“Rogério Marinho, candidato a senador, tem meu apoio”. Declaração quentinha, na capa do Tribuna do Norte dessa quinta-feira (20), do presidente do PSDB no RN e da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira.

Na entrevista, Ezequiel não descarta o Governo Fátima Bezerra (PT). Apenas manifesta sua preferência pelo ex-tucano e atual ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho (sem partido). Segue governista.

Na verdade, Ezequiel é um dos principais sustentáculos da petista na Assembleia Legislativa e fora desse poder.

Não há razão para rompimento. Pelo menos até aqui.

Lá adiante, em 2022, ele vai tomar uma decisão com base sobretudo na conjuntura, olhando as minudências da realidade local e nacional.

Por enquanto, faz espuma. Manda recados. São sinais de fumaça que precisam de acurada leitura. E, como as nuvens, tudo pode mudar adiante.

Vale lembrar que em 2018, Ezequiel e o seu PSDB dividiram-se e cravaram 100% de acerto no segundo turno das eleições no RN. Uma banda apoiou Fátima, seu caso; outra esteve no palanque do adversário Carlos Eduardo Alves (PDT).

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Categoria(s): Política
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quarta-feira - 06/01/2021 - 09:20h
Exonerações

Álvaro Dias começa do ‘zero’ nova gestão municipal

Em Natal, o prefeito reeleito Álvaro Dias (PSDB) pretende fazer reforma em sua equipe em até duas semanas. Para isso, começou zerando os cargos comissionados da municipalidade.

De uma canetada, todos, todos foram exonerados – com preservação dos componentes da Companhia de Serviços Urbanos de Natal (Urbana).º

Foi seu primeiro ato administrativo, no segundo governo que começou dia 1º último.

Em seguida, começou a renomeação de alguns e nomeação de novos nomes, tanto do primeiro escalão quanto de estamentos inferiores da administração municipal.

“O novo secretariado será eminentemente técnico”, avisou. Porém, ponderou, que não significa uma negação da própria política.

Nota do Blog – Parece estranho que o prefeito reeleito zere lista de comissionados. Mas, não deve ser encarado como absurdo ou incomum. Compreensível, até, para servir de marco delimitador de nova gestão – sobretudo com sua impressão digital, haja vista que herdou o primeiro mandato da renúncia do titular em 2018, Carlos Eduardo Alves (PDT).

Existe também uma lógica maquiavélica (sob a ótica da astúcia política) na decisão de exoneração em massa: todos os nomeados, um a um, agora serão nomeados por ele. Não são da caneta do antecessor.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 02/12/2020 - 10:50h
Eleições 2020

Álvaro é prefeito por ‘voto de segurança’; Natal repete prudência

Reeleição revela fraqueza da oposição e habilidade do vitorioso em convencer eleitor a não se arriscar

Os números finais das eleições em Natal (veja AQUI), logo no primeiro turno, dia 15 de novembro, mostraram o que as pesquisas em sua maioria vinham antecipando: vitória avassaladora do prefeito Álvaro Dias (PSDB). Resolveu tudo sem precisar ir para o sacrifício do segundo turno.

Absolutamente sem adversário à altura entre os 13 que se postaram à oposição, Álvaro ganhou de “lavagem”, como dimensiona uma expressão popular que procura dar ideia de muita sobra. E, de fato, assim ocorreu. Foram 194.764 votos (56,58%) dos votos válidos e o concorrente mais próximo, senador Jean-Paul Prates (PT), não passou de 49.494 votos (14,38%).

Aila e Álvaro ganharam com folga dos adversários que se acumularam em busca do segundo turno (Foto: Juliane Bezerra)

Numa análise fria e sem maior rebuscamento, muitos atribuem o resultado das urnas à forma como o prefeito lidou com os estresses da pandemia da Covid-19, num contraponto à postura da governadora Fátima Bezerra (PT). Enquanto ele revelou vigor em decisões até questionáveis, ela foi titubeante todo esse tempo.

Eleitor desconfiado

Soube melhor trabalhar o marketing no caos, atraindo o “voto de segurança” do eleitor mais desconfiado. E olhe que não faltam senões à própria atuação da municipalidade, colocada sob suspeição na contratação de empresa (veja AQUI) e hospital de campanha, por exemplo. Álvaro foi questionado até por seu secretário municipal de Saúde, George Antunes, que pediu exoneração (veja AQUI e AQUI) e depois foi convencido a ficar, chateado com certas medidas do executivo.

O prefeito foi beneficiado, também, pelo esfacelamento de uma oposição sem referências, que sequer cumulativamente (13 candidaturas) conseguiu o elementar, ou seja, levar a contenda ao segundo turno. Natal está sem nada de novo, diferenciado ou pujante na política e optou – como em eleições mais recentes, por quem seja hipoteticamente menos danoso ou mais seguro.

Assim aconteceu com o antecessor Carlos Eduardo Alves (PDT) em 2016, sempre carregando o fantasma de Micarla de Sousa (pior governante do país em todos os tempos) debaixo do braço. Foi ungido como a solução perfeita à capital. De novo (quarta vez).  Álvaro foi seu vice.

A votação do prefeito reeleito em 2020, é de quem poderia ser visto como um populista e popular aos olhos do eleitor. Não é uma coisa nem outra. Em toda sua trajetória politica, esse caicoense de 61 anos nunca fez o tipo bonachão nem teve cheiro de povo. É, em verdade, antítese disso.

Conservadorismo

Formado em medicina, aos 24 anos foi vice-prefeito de Manoel Torres (PMDB) em sua terra no Seridó. Paralelamente, ele assumiu a Secretaria Municipal de Saúde para alavancar carreira estadual, sendo eleito deputado estadual quatro vezes, além de deputado federal e vice-prefeito de Carlos Eduardo Alves em 2016. Com a renúncia desse no início de 2018, virou prefeito.

Álvaro e Carlos: pragmatismo sem cheiro de povo (Foto: arquivo)

Ao manter Carlos Eduardo ao seu lado, cedendo à indicação de Aila Cortez (PDT) para vice, atrair a fina flor do conservadorismo e forças tradicionais (Alves, Ferreira de Souza, Maias, Faria etc.) e carregar na imagem de gestor operoso, ele fechou a porta para surpresas. A pulverização de adversários sem maior densidade eleitoral só complementou esse quadro vitorioso.

O triunfo de Álvaro repete Carlos Eduardo, seu padrinho político na prefeitura e até bem pouco tempo alguém capaz de lhe causar problemas, na sucessão, se apoiasse algum nome competitivo.

Carlos, o Táta para amigos e familiares, não teve adversário também em 2016. Foi um passei no primeiro turno. Empalmou 225.741 votos (63,42%), contra 47.576 votos (13,37%) de Kelps Lima (Solidariedade).

Nem de longe, ambos têm identidade popular, repita-se.

Natal fez uma escolha pragmática nas duas ocasiões. Voto de segurança. Preferiu não se arriscar.

Análise das eleições

* Essa postagem é a segunda de uma série que estamos produzindo sobre as eleições 2020. Veja a primeira clicando no link abaixo.

Leia também: Polarização continua, apesar de números mostrarem que não.

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Categoria(s): Eleições 2020 / Política
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domingo - 08/11/2020 - 05:40h

Rosalbismo faz a campanha mais delicada de sua trajetória

Por João Paulo Jales dos Santos

Rosalba Ciarlini (PP) construiu, inegavelmente, uma carreira política exitosa. Com a exceção de sua derrota na condição de vice na disputa para o governo do estado em 1994, todas as outras disputas em que participou, disputando sempre como cabeça de chapa, saiu-se vitoriosa.

De derrotas que se possa falar, há aquelas de candidaturas que ela apoiou, mas não conseguiram triunfo eleitoral, como a derrota de Luiz Pinto, em 1992, a não reeleição de sua irmã Ruth Ciarlini, em 2006, e a recente derrota de Carlos Eduardo Alves ao Governo do RN.

Das quatro vezes que disputou a prefeitura, com a exceção do pleito de 1996, enfrentou oponentes que tiveram relativo grau de competitividade. Coincidentemente, tanto Laíre Rosado (em 1988), como Fafá Rosado (em 2000) e Tião Couto (em 2016) ficaram na casa, ou próximo, dos 40% dos votos.

Contraste bastante diferente das eleições de 2006 e 2010 (Senado e Governo do RN), em que chegou a tirar mais de 80% dos sufrágios nas urnas.

Rosalba chega à campanha com imagem desgastada e um culpado de plantão: Francisco José Júnior (Foto: assessoria)

Tendo edificado uma carreira política bem-sucedida, baseada no populismo carismático, com cooptação agressiva de aliados, tendo habilidade em movimentar o tabuleiro político, com a máquina pública como ampliadora de sua base político-eleitoral e um portfólio de obras que lhe serviram de vitrine administrativa, o Rosalbismo fez de Rosalba uma das maiores lideranças da história moderna mossoroense.

Com um histórico desses, é de se estranhar que a prefeita esteja numa delicada situação de reeleição. O que mudou, então?

A fórmula populista do projeto já não atende às expectativas da Mossoró da segunda década do século XXI. O projeto que outrora conseguiu soar como moderna, agora escancara o atraso em suas raízes mais profundas. E o humor social nutrido em admiração a figura da líder carismática se transformou em cizânia popular.

Não é de se estranhar que uma líder que até pouco tempo praticamente não era contestada em seu território de mando, apresente um comportamento desestabilizado, quando em seu 4º mandato, enxerga que não mais é a política onipotente que sempre se acostumou a ser. A forte contestação social que encara nesse momento mostra que os limites do Rosalbismo chegaram a seu ponto de entrave. E os germes da provável derrota daquela que imaginou ser a líder suprema de sua urbe, remonta há bem pouco tempo.

A imagem de Rosalba em sua desastrosa passagem pelo governo do estado teve reflexos em Mossoró. Na eleição de 2012, com fartas provam que evidenciam o abuso do poder econômico e político daquele pleito, a candidata amparada pelo grupo venceu com a menor margem das candidaturas já pertences as hostes do Rosalbismo. Após a prematura saída de Cláudia Regina da prefeitura, o Rosalbismo não conseguiu delinear os passos que viriam a seguir.

Um alerta para a oligarquia, tão acostumada a mexer, a seu sabor, nas peças do xadrez da política mossoroense. Tiveram que engolir a seco a candidatura de Francisco José Junior, tendo que apoiá-lo nos bastidores.

Cláudia e Francisco, a despeito das diferenças de seus estilos político, marcaram um fato importante. Eles foram, em décadas, e consecutivamente, os mais recentes políticos não Rosado, a ocuparem o Palácio da Resistência. Nem seus vices carregavam o sobrenome Rosado.

Em 2014, fatos relevantes teriam reflexos que seriam sentidos 2 anos depois. O Sandrismo não reelegeu Larissa e Sandra. Para a Assembleia Legislativa, nenhum Rosado foi eleito. A família ficou com apenas um assento na Câmara dos Deputados. Já em 2016, após quase 3 décadas de intensa rivalidade, Rosalbismo e Sandrismo se uniram.

O empresário e novato na política, Tião Couto, cresceu na reta final daquela campanha, ficando em 2º lugar, sem ter o apoio expressivo de alguma das alas da oligarquia. Tião conseguiu canalizar, em sua postulação, a insatisfação popular, já crescente, contra a família. Os Não Rosado somaram 65.114 votos, incluindo a votação da candidatura do desistente Francisco José Junior.

E 2016 deu à oligarquia uma forte mensagem que desaguou 2 anos depois, no pleito de 2018, de forma muito expressiva.

É em 2018 que os germes do desgaste que vinham batendo à porta se concretizam. Os maiores representantes da cidade na assembleia estadual seriam uma vereadora de um partido que pouco de representatividade teve no histórico político mossoroense, Isolda Dantas; e um nome que causou imensa surpresa nas urnas, Allyson Bezerra. A isso soma-se a vitória de Fátima Bezerra, numa candidatura que em Mossoró pouca tinha de estrutura político-partidária, contra a imensa estrutura que a prefeitura disponibilizou para Carlos Eduardo.

Carlos Eduardo, Rosalba e Kadu: derrota (Foto: arquivo/2018)

A prefeita Rosalba era incisiva em dizer que votar na chapa Carlos-Kadu (seu filho que nunca fora candidato a qualquer cargo eletivo), era o mesmo que votar nela. Os nomes da oligarquia tiveram aquém do esperado à Assembleia Legislativa e Câmara Federal, tendo que enfrentar uma avalanche de candidatos que caíram na graça da população e amealharam expressivas votações.

A família só não passou maior sufoco porque numa decisão dúbia, que ainda se arrasta nas entranhas jurídicas, o deputado federal Beto Rosado conseguiu a vaga de Fernando Mineiro (PT) e ser reeleito à Câmara.

Os Rosados já não mais ditavam sozinhos as regras da política local.

Chegando em 2020, com um cenário de enormes dificuldades econômica, social, de saúde e infraestrutura, Rosalba encara a eleição que pode por fim à sua aura de invencível. A população avalia a gestão a partir do momento que a prefeita foi eleita em 2016. De nada adianta usar o nome de Francisco José Junior como mantra para todas as dificuldades enfrentadas no município.

Rosalba foi eleita com o mote de que iria “reconstruir” a cidade, “fazer acontecer”. Está na sua cota a responsabilidade da condução da cidade, é assim que a população avalia seu governo.

Mesmo estando fracionada, a oposição encontrou sua candidatura consistente. Allyson Bezerra saltou e deixou para trás as postulações de Isolda Dantas e Cláudia Regina. A primeira porque mesmo tendo a estrutura do governo do estado a sua disponibilidade, é uma candidata que atrai fácil rejeição.

Diante de uma rápida queda já na largada da campanha, Isolda restringiu sua candidatura ao lulopetismo, mas sem nem ao menos contar com o apoio dos lulistas, que não necessariamente são petistas. Acabou ficando restrita àquele campo que as outras candidaturas do PT tiveram em Mossoró, os simpatizantes que solidamente votam na legenda.

Já Cláudia, evocou 2012 em 2020, e soou como obsoleta. O saudosismo que trouxe à sua campanha fez com que tivesse o apoio apenas daqueles que são seus seguidores sólidos, e que representam pequena fatia do eleitorado que em 2012 lhe deu 50,90% dos votos.

Vale lembrarmos que 2012 foi uma campanha controversa, em que Cláudia venceu por pouco, e atraiu a rejeição de quase metade do eleitorado. Além do erro estratégico, neste 2020, Cláudia não pode contar com o apoio do Rosalbismo, a base de sustentação que lhe alçou à prefeitura.

Tanto Cláudia, como Isolda, piamente chegaram a pensar que suas candidaturas seriam o nome a polarizar com Rosalba. A brutal retração que sofreram causou efeitos psicológicos em suas militâncias, que enxergaram em Allyson um adversário até mais perigoso do que o Rosalbismo. O sentimento na militância da petista e da demista foi de que o candidato do Solidariedade tomou o lugar que seria de uma das candidatas.

O superlativo crescimento de Allyson se dá por um elenco de fatores que convergiram para seu nome. Não bastava tão somente o desgaste popular da prefeita, era necessária uma postulação que canalizasse essa insatisfação, e Allyson conseguiu tal feito, tendo ainda desidratado Isolda e Cláudia.

O candidato conseguiu sair da zona do que poderia ser uma candidatura vista pela população como meramente oposicionista, para adentrar no seio de uma parcela do eleitorado que até recentemente era rosalbista. Seu nome é aceito da esquerda à direita, de bolsonaristas a lulistas, tendo se acomodado nas classes média baixa e mediana, conseguindo ainda fazer incursões nas altas camadas da sociedade, que estão majoritariamente com Rosalba.

Sua coligação conta somente com seu partido (Solidariedade) e o PSD, o que a princípio poderia ser um fator que prejudicaria a estrutura de campanha de sua postulação, mas se tornou um ponto favorável. Por serem dois partidos que não tem uma identificação construída junto ao eleitorado, não causando sentimentos mistos, acabou tornando ainda mais fácil o trânsito de sua candidatura junto a diferentes segmentos sociais.

Allyson comanda uma campanha focada tão somente no local, não tem o apoio de grupos políticos de expressividade regional ou nacional, o que acabou por trazer uma espécie de neutralidade em torno de si. Conseguiu montar uma estrutura de campanha, que mesmo não sendo do mesmo porte de sua principal adversária, se mostrou organizada, hábil e articulada. Sua candidatura tem uma estratégia político-eleitoral com muitos acertos e pouquíssimos erros.

Mostrou ser um candidato carismático, em que o eleitor facilmente se identifica. Sua trajetória de vida, a narrativa consistente e bastante popular, de quem supera todos os obstáculos para ascender socialmente, caiu no gosto das massas. E pode fazer com que um grupo que historicamente é pouco interessado, os jovens, compareça em peso nas urnas para apoiar o seu nome.

Allyson conseguiu o mais importante para sua campanha: adentrar as periferias da classe popular, os grotões da imensa massa de excluídos. Sua campanha nessa reta final cresce sobremodo. Se em 2018, o Rosalbismo viu o voto silencioso conduzir a vitória de Fátima Bezerra, Allyson pode chegar ao Palácio da Resistência juntando um eleitor energizado com um o voto de silêncio do eleitorado menos engajado.

Independente do resultado das urnas do domingo de 15 de novembro, Allyson já fez história. Mesmo que sofra uma derrota, se dará por uma margem pequena. Caso perca, projeta seu nome para ser o campeão de votos em 2022, podendo chegar como favorito em 2024. Caso vença, assumirá uma cidade em calamidade pública. Terá que gerir a bancarrota que a gestão Rosalba Ciarlni lhe entregará.

O ‘menino pobrezinho’, vencendo a eleição, terá em suas mãos a chance de melhorar os indicadores sociais e econômicos de Mossoró, e abrir uma nova página na história política da cidade. Se vencer, que assim seja.

João Paulo Jales dos Santos é graduado em Ciências Sociais pela Uern

Categoria(s): Artigo / Política
quinta-feira - 27/08/2020 - 19:08h
Velho truque índio

Carlos e Rosalba são pouco convincentes com pesquisa

O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado e a prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) andaram circulando por alguns endereços em Natal, com uma pesquisa eleitoral debaixo do sovaco.

Foram pouco convincentes.

Houve quem lembrasse que em 2018, para levar o sistema Alves a colocar o filho Kadu Ciarlini (PP) como vice de Carlos Eduardo Alves (PDT) ao governo estadual, Carlos usou o velho ‘truque índio’ da pesquisa, com supostos 74% de aprovação administrativa da “Rosa”.

Depois de fechada a chapa Carlos-Kadu, a primeira pesquisa encomendada pelos Alves constatou o ‘conto do vigário’.

A prefeita Rosalba Ciarlini tinha perto de 60% de reprovação.

Aí já era tarde demais.

A besteira já estava feita.

A chapa Carlos-Kadu foi derrotada nos dois turnos em Mossoró por Fátima Bezerra (PT)-Antenor Roberto (PCdoB), que quase não fez campanha no município nos dois períodos de campanha.

Como se diz lá no meu sertão, “cachorro picado por cobra tem medo de linguiça”.

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Categoria(s): Política
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