quarta-feira - 06/01/2021 - 09:20h
Exonerações

Álvaro Dias começa do ‘zero’ nova gestão municipal

Em Natal, o prefeito reeleito Álvaro Dias (PSDB) pretende fazer reforma em sua equipe em até duas semanas. Para isso, começou zerando os cargos comissionados da municipalidade.

De uma canetada, todos, todos foram exonerados – com preservação dos componentes da Companhia de Serviços Urbanos de Natal (Urbana).º

Foi seu primeiro ato administrativo, no segundo governo que começou dia 1º último.

Em seguida, começou a renomeação de alguns e nomeação de novos nomes, tanto do primeiro escalão quanto de estamentos inferiores da administração municipal.

“O novo secretariado será eminentemente técnico”, avisou. Porém, ponderou, que não significa uma negação da própria política.

Nota do Blog – Parece estranho que o prefeito reeleito zere lista de comissionados. Mas, não deve ser encarado como absurdo ou incomum. Compreensível, até, para servir de marco delimitador de nova gestão – sobretudo com sua impressão digital, haja vista que herdou o primeiro mandato da renúncia do titular em 2018, Carlos Eduardo Alves (PDT).

Existe também uma lógica maquiavélica (sob a ótica da astúcia política) na decisão de exoneração em massa: todos os nomeados, um a um, agora serão nomeados por ele. Não são da caneta do antecessor.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 02/12/2020 - 10:50h
Eleições 2020

Álvaro é prefeito por ‘voto de segurança’; Natal repete prudência

Reeleição revela fraqueza da oposição e habilidade do vitorioso em convencer eleitor a não se arriscar

Os números finais das eleições em Natal (veja AQUI), logo no primeiro turno, dia 15 de novembro, mostraram o que as pesquisas em sua maioria vinham antecipando: vitória avassaladora do prefeito Álvaro Dias (PSDB). Resolveu tudo sem precisar ir para o sacrifício do segundo turno.

Absolutamente sem adversário à altura entre os 13 que se postaram à oposição, Álvaro ganhou de “lavagem”, como dimensiona uma expressão popular que procura dar ideia de muita sobra. E, de fato, assim ocorreu. Foram 194.764 votos (56,58%) dos votos válidos e o concorrente mais próximo, senador Jean-Paul Prates (PT), não passou de 49.494 votos (14,38%).

Aila e Álvaro ganharam com folga dos adversários que se acumularam em busca do segundo turno (Foto: Juliane Bezerra)

Numa análise fria e sem maior rebuscamento, muitos atribuem o resultado das urnas à forma como o prefeito lidou com os estresses da pandemia da Covid-19, num contraponto à postura da governadora Fátima Bezerra (PT). Enquanto ele revelou vigor em decisões até questionáveis, ela foi titubeante todo esse tempo.

Eleitor desconfiado

Soube melhor trabalhar o marketing no caos, atraindo o “voto de segurança” do eleitor mais desconfiado. E olhe que não faltam senões à própria atuação da municipalidade, colocada sob suspeição na contratação de empresa (veja AQUI) e hospital de campanha, por exemplo. Álvaro foi questionado até por seu secretário municipal de Saúde, George Antunes, que pediu exoneração (veja AQUI e AQUI) e depois foi convencido a ficar, chateado com certas medidas do executivo.

O prefeito foi beneficiado, também, pelo esfacelamento de uma oposição sem referências, que sequer cumulativamente (13 candidaturas) conseguiu o elementar, ou seja, levar a contenda ao segundo turno. Natal está sem nada de novo, diferenciado ou pujante na política e optou – como em eleições mais recentes, por quem seja hipoteticamente menos danoso ou mais seguro.

Assim aconteceu com o antecessor Carlos Eduardo Alves (PDT) em 2016, sempre carregando o fantasma de Micarla de Sousa (pior governante do país em todos os tempos) debaixo do braço. Foi ungido como a solução perfeita à capital. De novo (quarta vez).  Álvaro foi seu vice.

A votação do prefeito reeleito em 2020, é de quem poderia ser visto como um populista e popular aos olhos do eleitor. Não é uma coisa nem outra. Em toda sua trajetória politica, esse caicoense de 61 anos nunca fez o tipo bonachão nem teve cheiro de povo. É, em verdade, antítese disso.

Conservadorismo

Formado em medicina, aos 24 anos foi vice-prefeito de Manoel Torres (PMDB) em sua terra no Seridó. Paralelamente, ele assumiu a Secretaria Municipal de Saúde para alavancar carreira estadual, sendo eleito deputado estadual quatro vezes, além de deputado federal e vice-prefeito de Carlos Eduardo Alves em 2016. Com a renúncia desse no início de 2018, virou prefeito.

Álvaro e Carlos: pragmatismo sem cheiro de povo (Foto: arquivo)

Ao manter Carlos Eduardo ao seu lado, cedendo à indicação de Aila Cortez (PDT) para vice, atrair a fina flor do conservadorismo e forças tradicionais (Alves, Ferreira de Souza, Maias, Faria etc.) e carregar na imagem de gestor operoso, ele fechou a porta para surpresas. A pulverização de adversários sem maior densidade eleitoral só complementou esse quadro vitorioso.

O triunfo de Álvaro repete Carlos Eduardo, seu padrinho político na prefeitura e até bem pouco tempo alguém capaz de lhe causar problemas, na sucessão, se apoiasse algum nome competitivo.

Carlos, o Táta para amigos e familiares, não teve adversário também em 2016. Foi um passei no primeiro turno. Empalmou 225.741 votos (63,42%), contra 47.576 votos (13,37%) de Kelps Lima (Solidariedade).

Nem de longe, ambos têm identidade popular, repita-se.

Natal fez uma escolha pragmática nas duas ocasiões. Voto de segurança. Preferiu não se arriscar.

Análise das eleições

* Essa postagem é a segunda de uma série que estamos produzindo sobre as eleições 2020. Veja a primeira clicando no link abaixo.

Leia também: Polarização continua, apesar de números mostrarem que não.

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Categoria(s): Eleições 2020 / Política
  • Repet
domingo - 08/11/2020 - 05:40h

Rosalbismo faz a campanha mais delicada de sua trajetória

Por João Paulo Jales dos Santos

Rosalba Ciarlini (PP) construiu, inegavelmente, uma carreira política exitosa. Com a exceção de sua derrota na condição de vice na disputa para o governo do estado em 1994, todas as outras disputas em que participou, disputando sempre como cabeça de chapa, saiu-se vitoriosa.

De derrotas que se possa falar, há aquelas de candidaturas que ela apoiou, mas não conseguiram triunfo eleitoral, como a derrota de Luiz Pinto, em 1992, a não reeleição de sua irmã Ruth Ciarlini, em 2006, e a recente derrota de Carlos Eduardo Alves ao Governo do RN.

Das quatro vezes que disputou a prefeitura, com a exceção do pleito de 1996, enfrentou oponentes que tiveram relativo grau de competitividade. Coincidentemente, tanto Laíre Rosado (em 1988), como Fafá Rosado (em 2000) e Tião Couto (em 2016) ficaram na casa, ou próximo, dos 40% dos votos.

Contraste bastante diferente das eleições de 2006 e 2010 (Senado e Governo do RN), em que chegou a tirar mais de 80% dos sufrágios nas urnas.

Rosalba chega à campanha com imagem desgastada e um culpado de plantão: Francisco José Júnior (Foto: assessoria)

Tendo edificado uma carreira política bem-sucedida, baseada no populismo carismático, com cooptação agressiva de aliados, tendo habilidade em movimentar o tabuleiro político, com a máquina pública como ampliadora de sua base político-eleitoral e um portfólio de obras que lhe serviram de vitrine administrativa, o Rosalbismo fez de Rosalba uma das maiores lideranças da história moderna mossoroense.

Com um histórico desses, é de se estranhar que a prefeita esteja numa delicada situação de reeleição. O que mudou, então?

A fórmula populista do projeto já não atende às expectativas da Mossoró da segunda década do século XXI. O projeto que outrora conseguiu soar como moderna, agora escancara o atraso em suas raízes mais profundas. E o humor social nutrido em admiração a figura da líder carismática se transformou em cizânia popular.

Não é de se estranhar que uma líder que até pouco tempo praticamente não era contestada em seu território de mando, apresente um comportamento desestabilizado, quando em seu 4º mandato, enxerga que não mais é a política onipotente que sempre se acostumou a ser. A forte contestação social que encara nesse momento mostra que os limites do Rosalbismo chegaram a seu ponto de entrave. E os germes da provável derrota daquela que imaginou ser a líder suprema de sua urbe, remonta há bem pouco tempo.

A imagem de Rosalba em sua desastrosa passagem pelo governo do estado teve reflexos em Mossoró. Na eleição de 2012, com fartas provam que evidenciam o abuso do poder econômico e político daquele pleito, a candidata amparada pelo grupo venceu com a menor margem das candidaturas já pertences as hostes do Rosalbismo. Após a prematura saída de Cláudia Regina da prefeitura, o Rosalbismo não conseguiu delinear os passos que viriam a seguir.

Um alerta para a oligarquia, tão acostumada a mexer, a seu sabor, nas peças do xadrez da política mossoroense. Tiveram que engolir a seco a candidatura de Francisco José Junior, tendo que apoiá-lo nos bastidores.

Cláudia e Francisco, a despeito das diferenças de seus estilos político, marcaram um fato importante. Eles foram, em décadas, e consecutivamente, os mais recentes políticos não Rosado, a ocuparem o Palácio da Resistência. Nem seus vices carregavam o sobrenome Rosado.

Em 2014, fatos relevantes teriam reflexos que seriam sentidos 2 anos depois. O Sandrismo não reelegeu Larissa e Sandra. Para a Assembleia Legislativa, nenhum Rosado foi eleito. A família ficou com apenas um assento na Câmara dos Deputados. Já em 2016, após quase 3 décadas de intensa rivalidade, Rosalbismo e Sandrismo se uniram.

O empresário e novato na política, Tião Couto, cresceu na reta final daquela campanha, ficando em 2º lugar, sem ter o apoio expressivo de alguma das alas da oligarquia. Tião conseguiu canalizar, em sua postulação, a insatisfação popular, já crescente, contra a família. Os Não Rosado somaram 65.114 votos, incluindo a votação da candidatura do desistente Francisco José Junior.

E 2016 deu à oligarquia uma forte mensagem que desaguou 2 anos depois, no pleito de 2018, de forma muito expressiva.

É em 2018 que os germes do desgaste que vinham batendo à porta se concretizam. Os maiores representantes da cidade na assembleia estadual seriam uma vereadora de um partido que pouco de representatividade teve no histórico político mossoroense, Isolda Dantas; e um nome que causou imensa surpresa nas urnas, Allyson Bezerra. A isso soma-se a vitória de Fátima Bezerra, numa candidatura que em Mossoró pouca tinha de estrutura político-partidária, contra a imensa estrutura que a prefeitura disponibilizou para Carlos Eduardo.

Carlos Eduardo, Rosalba e Kadu: derrota (Foto: arquivo/2018)

A prefeita Rosalba era incisiva em dizer que votar na chapa Carlos-Kadu (seu filho que nunca fora candidato a qualquer cargo eletivo), era o mesmo que votar nela. Os nomes da oligarquia tiveram aquém do esperado à Assembleia Legislativa e Câmara Federal, tendo que enfrentar uma avalanche de candidatos que caíram na graça da população e amealharam expressivas votações.

A família só não passou maior sufoco porque numa decisão dúbia, que ainda se arrasta nas entranhas jurídicas, o deputado federal Beto Rosado conseguiu a vaga de Fernando Mineiro (PT) e ser reeleito à Câmara.

Os Rosados já não mais ditavam sozinhos as regras da política local.

Chegando em 2020, com um cenário de enormes dificuldades econômica, social, de saúde e infraestrutura, Rosalba encara a eleição que pode por fim à sua aura de invencível. A população avalia a gestão a partir do momento que a prefeita foi eleita em 2016. De nada adianta usar o nome de Francisco José Junior como mantra para todas as dificuldades enfrentadas no município.

Rosalba foi eleita com o mote de que iria “reconstruir” a cidade, “fazer acontecer”. Está na sua cota a responsabilidade da condução da cidade, é assim que a população avalia seu governo.

Mesmo estando fracionada, a oposição encontrou sua candidatura consistente. Allyson Bezerra saltou e deixou para trás as postulações de Isolda Dantas e Cláudia Regina. A primeira porque mesmo tendo a estrutura do governo do estado a sua disponibilidade, é uma candidata que atrai fácil rejeição.

Diante de uma rápida queda já na largada da campanha, Isolda restringiu sua candidatura ao lulopetismo, mas sem nem ao menos contar com o apoio dos lulistas, que não necessariamente são petistas. Acabou ficando restrita àquele campo que as outras candidaturas do PT tiveram em Mossoró, os simpatizantes que solidamente votam na legenda.

Já Cláudia, evocou 2012 em 2020, e soou como obsoleta. O saudosismo que trouxe à sua campanha fez com que tivesse o apoio apenas daqueles que são seus seguidores sólidos, e que representam pequena fatia do eleitorado que em 2012 lhe deu 50,90% dos votos.

Vale lembrarmos que 2012 foi uma campanha controversa, em que Cláudia venceu por pouco, e atraiu a rejeição de quase metade do eleitorado. Além do erro estratégico, neste 2020, Cláudia não pode contar com o apoio do Rosalbismo, a base de sustentação que lhe alçou à prefeitura.

Tanto Cláudia, como Isolda, piamente chegaram a pensar que suas candidaturas seriam o nome a polarizar com Rosalba. A brutal retração que sofreram causou efeitos psicológicos em suas militâncias, que enxergaram em Allyson um adversário até mais perigoso do que o Rosalbismo. O sentimento na militância da petista e da demista foi de que o candidato do Solidariedade tomou o lugar que seria de uma das candidatas.

O superlativo crescimento de Allyson se dá por um elenco de fatores que convergiram para seu nome. Não bastava tão somente o desgaste popular da prefeita, era necessária uma postulação que canalizasse essa insatisfação, e Allyson conseguiu tal feito, tendo ainda desidratado Isolda e Cláudia.

O candidato conseguiu sair da zona do que poderia ser uma candidatura vista pela população como meramente oposicionista, para adentrar no seio de uma parcela do eleitorado que até recentemente era rosalbista. Seu nome é aceito da esquerda à direita, de bolsonaristas a lulistas, tendo se acomodado nas classes média baixa e mediana, conseguindo ainda fazer incursões nas altas camadas da sociedade, que estão majoritariamente com Rosalba.

Sua coligação conta somente com seu partido (Solidariedade) e o PSD, o que a princípio poderia ser um fator que prejudicaria a estrutura de campanha de sua postulação, mas se tornou um ponto favorável. Por serem dois partidos que não tem uma identificação construída junto ao eleitorado, não causando sentimentos mistos, acabou tornando ainda mais fácil o trânsito de sua candidatura junto a diferentes segmentos sociais.

Allyson comanda uma campanha focada tão somente no local, não tem o apoio de grupos políticos de expressividade regional ou nacional, o que acabou por trazer uma espécie de neutralidade em torno de si. Conseguiu montar uma estrutura de campanha, que mesmo não sendo do mesmo porte de sua principal adversária, se mostrou organizada, hábil e articulada. Sua candidatura tem uma estratégia político-eleitoral com muitos acertos e pouquíssimos erros.

Mostrou ser um candidato carismático, em que o eleitor facilmente se identifica. Sua trajetória de vida, a narrativa consistente e bastante popular, de quem supera todos os obstáculos para ascender socialmente, caiu no gosto das massas. E pode fazer com que um grupo que historicamente é pouco interessado, os jovens, compareça em peso nas urnas para apoiar o seu nome.

Allyson conseguiu o mais importante para sua campanha: adentrar as periferias da classe popular, os grotões da imensa massa de excluídos. Sua campanha nessa reta final cresce sobremodo. Se em 2018, o Rosalbismo viu o voto silencioso conduzir a vitória de Fátima Bezerra, Allyson pode chegar ao Palácio da Resistência juntando um eleitor energizado com um o voto de silêncio do eleitorado menos engajado.

Independente do resultado das urnas do domingo de 15 de novembro, Allyson já fez história. Mesmo que sofra uma derrota, se dará por uma margem pequena. Caso perca, projeta seu nome para ser o campeão de votos em 2022, podendo chegar como favorito em 2024. Caso vença, assumirá uma cidade em calamidade pública. Terá que gerir a bancarrota que a gestão Rosalba Ciarlni lhe entregará.

O ‘menino pobrezinho’, vencendo a eleição, terá em suas mãos a chance de melhorar os indicadores sociais e econômicos de Mossoró, e abrir uma nova página na história política da cidade. Se vencer, que assim seja.

João Paulo Jales dos Santos é graduado em Ciências Sociais pela Uern

Categoria(s): Artigo / Política
quinta-feira - 27/08/2020 - 19:08h
Velho truque índio

Carlos e Rosalba são pouco convincentes com pesquisa

O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado e a prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) andaram circulando por alguns endereços em Natal, com uma pesquisa eleitoral debaixo do sovaco.

Foram pouco convincentes.

Houve quem lembrasse que em 2018, para levar o sistema Alves a colocar o filho Kadu Ciarlini (PP) como vice de Carlos Eduardo Alves (PDT) ao governo estadual, Carlos usou o velho ‘truque índio’ da pesquisa, com supostos 74% de aprovação administrativa da “Rosa”.

Depois de fechada a chapa Carlos-Kadu, a primeira pesquisa encomendada pelos Alves constatou o ‘conto do vigário’.

A prefeita Rosalba Ciarlini tinha perto de 60% de reprovação.

Aí já era tarde demais.

A besteira já estava feita.

A chapa Carlos-Kadu foi derrotada nos dois turnos em Mossoró por Fátima Bezerra (PT)-Antenor Roberto (PCdoB), que quase não fez campanha no município nos dois períodos de campanha.

Como se diz lá no meu sertão, “cachorro picado por cobra tem medo de linguiça”.

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quinta-feira - 27/08/2020 - 15:44h
Natal

Prefeito acata indicação de Carlos Eduardo e anuncia vice

Do Blog Território Livre

O prefeito de Natal Álvaro Dias (PSDB) acaba de anunciar sua pré-candidatura à reeleição nas eleições de novembro.

Acontece neste momento no escritório do PSDB, amiga sede do PDT na rua Abdon Nunes.

Álvaro (de pé), ladeado por Carlos e Aíla, fez o anúncio (Foto: cedida)

Dias falou na importância de dar seguimento aos projetos iniciados e registrou a importância do apoio do PDT, que indicou a vice Aíla Ramalho Cortez.

“É muito bem-vinda por ser mulher, pela história que tem em setores importantes da administração de Natal e por ser indicada pelo principal partido de nossa capital. Seja muito bem-vinda! – declarou.

Nota do Blog Carlos Santos – A chapa com Aíla Ramalho Cortez como vice é uma vitória pessoal do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT, que estava presente ao evento.

Depois de muito disse-me-disse e bastidores tensos, emplacou quem desejava como vice.

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segunda-feira - 03/08/2020 - 21:30h
Eleições

Rosadismo avalia quadro político e incertezas em 2020

O grupo político liderado pela vereadora Sandra Rosado (PSDB) andou discutindo internamente nessa última semana, o cenário político de Mossoró.

De certo, certo mesmo, hoje, seu projeto de se reeleger à Câmara Municipal.

Nutre sonho – não correspondido – de que sua filha e ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) possa ser vice da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), em substituição à odontóloga Nayara Gadelha (PP).

Em 2016, já existia essa esperança, que foi descartada e compensada de outra forma. Foi viabilizada a volta de Larissa à Assembleia Legislativa, com a costura da chapa em Natal que teve o então deputado estadual Álvaro Dias (MDB, hoje no PSDB) como vice de Carlos Eduardo Alves (PDT) – veja AQUI.

Larissa era suplente imediata dele.

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sábado - 04/04/2020 - 16:48h
Política

PDT força saída de Júlia Arruda e diz que ela “já vai tarde

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) do RN fez postagem em tom triunfalista e transpirando alívio, à saída da vereadora natalense Júlia Arruda, ‘convidada’ a se retirar de seus quadros.Na publicação no Twitter da própria legenda no RN, à tarde deste sábado (4), o comando partidário engrossa abertamente:

– Já vai tarde!

E complementa ao final do texto: “Está certo em o Diretório Municipal de Natal em não aceitá-la mais”.

Um detalhe a mais é que Andréa Ramalho Alves curtiu a publicação, ou seja, deu-lhe aval. Ela é mulher do ex-prefeito e ex-candidato a governador Carlos Eduardo Alves (PDT), atual presidente do PDT-RN.

Júlia, no terceiro mandato como vereadora, há tempos vinha colidindo em opiniões e rumos com o pedetismo local. Ela mudou para o PCdoB, para poder ser novamente candidata à vereança.

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quarta-feira - 08/01/2020 - 14:18h
RN

Partido de ex-candidato ao governo segue ignorado

Carlos no segundo turno (Foto: arquivo/2018)

Após as eleições de 2018 e mais de um ano e dois meses do pleito em segundo turno daquele ano, Carlos Eduardo Alves (PDT) não fez uma única visita às bases interioranas do seu partido.

Queixas à sua postura estão sobrando. São fáceis de serem captadas aqui e ali.

Candidato àquele ano a governador do RN pela segunda vez (a primeira foi em 2010), Carlos tem tido conversas pontuais em Natal com integrantes da legenda ou grupos interessados na legenda. Nada mais.

Ano passado, chegou a ficar ameaçado de perder o controle partidário, devido incursões de gente que até lhe fora fiel na política quando era prefeito da capital.  Sobreviveu.

As eleições deste ano devem colocar o PDT em situação desconfortável de Natal ao interior, com escassos sinalizadores de protagonismo.

Sem poder ser candidato por restrições legais, o ex-prefeito segue em composição com seu sucessor e atual prefeito Álvaro Dias. Com ele deverá continuar, pelo menos até as eleições próximas.

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sexta-feira - 03/01/2020 - 09:00h
Sucessão natalense

Um espaço para o PT em Natal

Um pouquinho lá atrás, houve aceno do prefeito natalense Álvaro Dias (MDB) para contar com o PT em seu arco de apoios.

A própria governadora Fátima Bezerra (PT) não gostou da ideia.

Porém é bom lembrar que existe a possibilidade iminente (quase certa) de segundo turno em Natal. E se não estiver lá, o PT pode fazer uma escolha pelo “mal menor”.

Bom lembrar: o lugar de vice está em aberto à futura chapa à reeleição de Álvaro Dias.

Vice-prefeito não está definido nem existe no atual momento, haja vista que Álvaro era vice de Carlos Eduardo Alves (PDT), que renunciou ano passado para concorrer ao governo estadual.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 31/12/2019 - 20:04h
Natal

A junção tática de Carlos Eduardo e Álvaro Dias

Carlos e Álvaro: desenlace esteve perto (Foto: arquivo)

Alguns interesses que se consorciam e falta de coragem impediram o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) de romper com o sucessor e pré-candidato à reeleição natalense – Álvaro Dias (MDB).

Motivos não faltaram para o desenlace, num duelo surdo com episódios nada edificantes, sobretudo quanto ao controle do PDT no RN.

Agora é tudo ou nada em 2020.

Se Álvaro Dias não se reeleger, Carlos atrofiará sobremodo politicamente.

Mesmo que o prefeito ganhe, não será possível esperar muito dele para o futuro.

A afinação é de fachada, a junção é tática.

Anote, por favor.

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segunda-feira - 30/12/2019 - 16:42h
Sucessão natalense

PSB apresenta o deputado Hermano Morais para 2020

Do Blog Saulo Vale

Pré-candidato a prefeito de Natal, o deputado estadual Hermano Morais (sem partido) confirmou que vai se filiar ao Partido Socialista Brasileiro (PSB).

O anúncio foi feito pelo presidente estadual da legenda, deputado federal Rafael Motta, por meio de suas redes sociais.

A postagem aconteceu nesta segunda-feira (30).

“Estamos certo de que ele [Hermano] está preparado para colaborar ainda mais com a nossa capital”, afirmou.

Nota do Blog Carlos Santos – Se efetivamente entrar no jogo sucessório, Hermano Morais (ex-MDB) tornará o projeto de reeleição do atual prefeito Álvaro Dias (MDB) ainda mais delicado.

Num segundo turno, então…

Leia também: Prefeito Álvaro Dias que se cuide

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quinta-feira - 26/12/2019 - 05:56h
Sucessão natalense

Prefeito Álvaro Dias que se cuide

Dias: sem "gordura" (Foto: Web)

A reeleição do prefeito Álvaro Dias (MDB) do Natal está seriamente ameaçada. Seu capital cumulativo em intenções de voto, segundo pesquisa do Blog O Potiguar/Instituto Seta (veja AQUI), não passa de 23.8%. Nas quatro simulações com diferentes confrontos, é esse o seu topo.

Simplificando: não tem gordura alguma para vencer direto no primeiro turno, como ocorreu com seu antecessor Carlos Eduardo Alves (PDT) em 2016. Se não melhorar (muito), é difícil que sobreviva num segundo turno à avalanche oposicionista e aparente reprovação antissistema do eleitor.

Por esses e números anteriores de pesquisas publicadas em Natal em 2019, ele está decaindo na preferência, mesmo que tenha folga em relação a hipotéticos adversários. Outro dado interessante: é campeão de rejeição.

Álvaro Dias tem feito esforço sobre-humano para criar musculatura e entrar na disputa do próximo ano com alguma sobra, ou “gordura”. Mas está longe de poder ser definido como um “prefeito em férias”, apesar de timidamente poder vestir a camisa de favorito, tamanha a aridez de postulações em contraponto.

Porém preocupações não devem lhe faltar. Com razão. É nítido que o eleitor majoritariamente está de estômago embrulhado e pode continuar varrendo nomes tradicionais para fora da política, como ocorreu no pleito do ano passado. Essa onda, pelo visto, não passou ainda.

Prefeito Álvaro Dias que se cuide.

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sábado - 23/11/2019 - 10:00h
Natal

Kelps se apresenta ‘oficialmente’ como pré-candidato a prefeito

Sem rodeios ou qualquer subterfúgio, o deputado estadual Kelps Lima (Solidariedade) faz postagem neste sábado (23) em suas redes sociais, de forma muito clara.

Deputado estadual fez postagem no seu Instagram sem acrescentar qualquer outro texto (Reprodução: BCS)

“Kelps é pré-candidato a prefeito de Natal” – diz a mensagem sobre sua foto.

O deputado está em seu terceiro mandato eletivo na Assembleia Legislativa e concorreu à municipalidade natalense em 2016.

Entre os sete concorrentes, ele obteve o segundo lugar com 47.576 votos (13,37%). Carlos Eduardo Alves (PDT) foi reeleito em primeiro turno no dia 2 de outubro, com 225.741 votos (63,42%).

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segunda-feira - 11/11/2019 - 06:44h
Natal

É, Carlos Eduardo anda muito calado!

Em seu Twitter pessoal, o ex-prefeito do Natal e ex-candidato ao governo estadual Carlos Eduardo Alves (PDT) faz comentário enigmático.Nele, trata filosoficamente sobre o silêncio.

De fato, Carlos Eduardo anda muito calado.

E a sucessão municipal é bem ali.

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segunda-feira - 04/11/2019 - 11:20h
Andréa Ramalho

Emedebista diz que pré-candidatura a prefeito é “terceirizada”

Andréa é secretária em Natal, mas está com foco na vizinha Parnamirim (Foto: Potiguar Notícias)

Do Potiguar Notícias

O ex-vereador Valmir Dantas (MDB) entende que Andreia Ramalho (PDT), esposa do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT), seria uma candidatura a prefeito “terceirizada” em Parnamirim, com o objetivo de ajudar na reeleição do atual prefeito Rosano Taveira (PRB).

“Como se sabe, Taveira só ganha se houver muitos candidatos na oposição”, afirmou.

Valmir faz quatro perguntas sobre a candidatura, segundo ele, terceirizada:

– Por que três secretários de confiança de Carlos servem a Taveira?

– Por que canais como a Intertv Cabugi não fazem matérias contra Taveira?

– Por que indicações de Andreia ainda estão na Prefeitura?

Por que dona Celina (mãe de Carlos Eduardo) não entregou os cargos, se ela virou oposição a Taveira?

O ex-vereador ainda filiado ao MDB insiste que Andreia não “é oposição de verdade”.

“Acredito em oposição que vem para o palanque vai para Zap, Instagram e faz oposição, mas ficar em cima do muro e quando chegar perto da eleição dizer que é candidata à prefeita, para mim não passa de candidatura terceirizada, que está pulando de paraquedas  em Parnamirim”, opinou.

As declarações de Valmir foi postadas no Grupo de WhatasApp Avança Parnamirim.

Nota do Blog Carlos Santos – Andréa é atual secretária de Políticas Públicas para as Mulheres da Prefeitura do Natal. O ex-prefeito Carlos Eduardo também tem situção estranha em relação ao seu ex-vice-prefeito e sucessor em Natal, Álvaro Dias (MDB). Mas esse monte de interrogações vai se dissipar em 2020. Deixará de ser esfinge.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 07/10/2019 - 08:10h
Mossoró

Carlos Eduardo conversa com rosalbismo sobre destino do PDT

“Nada definitivo, tudo por recomeçar”. É assim que o ex-candidato a governador em 2018 pelo pedetismo, Carlos Eduardo Alves, avalia processo de reorganização partidária em Mossoró.

Kadu e Carlos em campanha 2018 (Foto: assessoria)

Conversas já foram desencadeadas com o grupo da prefeita e pré-candidata à reeleição, Rosalba Ciarlini (PP). Mas outras forças também têm canal aberto com Carlos Eduardo

“Em 2018 tivemos uma excelente aliança com o rosalbismo. Gostei muito da relação, que teve como base a correção e capacidade de luta na eleição”, fala Carlos Eduardo ao Blog Carlos Santos.

“Tive uma conversa preliminar com Kadu Ciarlini (PP) há 3 meses e ficamos de dar prosseguimento”, conta, referindo-se ao seu ex-candidato a vice-governador ano passado, filho de Rosalba Ciarlini.

Divergência em 2018

Ele salienta, que “outras forças políticas nos procuraram, mas foram conversas iniciais e nenhuma consequência ainda”.

Recuperado de um problema de saúde, Carlos Eduardo fala que brevemente tratará da organização do PDT “na importante cidade de Mossoró”.

No dia 12 de agosto do ano passado, em plena campanha, a cúpula do PDT local pediu desligamento coletivo dos cargos (veja AQUI), queixando-se da falta de diálogo à tomada de decisões. No dia 27do mesmo mês, boa parte dos membros dessa Comissão Provisória desembarcou no palanque da chapa Robinson Faria (PSD)-Tião Couto (PL) – veja AQUI.

Leia também: Partido sem comando deve parar nas mãos do rosalbismo.

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Categoria(s): Política
  • Repet
quinta-feira - 29/08/2019 - 10:16h
Campanha

Transferência de votos e transfusão de sangue na luta de Natal

Em nossa capital, onde vivo parcialmente, discute-se o poder de transferência de votos do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT).

Que tem voto, tem. Quem duvida?

Qualquer resmungo em contrário, basta olhar a planilha de votação das eleições ao governo estadual ano passado, quando venceu em Natal com boa maioria nos dois turnos. Foram 70.478 no primeiro e 90.064 de vantagem no segundo, sobre a governadora eleita Fátima Bezerra (PT).Porém transferir para outrem, alguém à sua escolha para governar Natal, não é um fenômeno simples.

Muda, muda tudo. Ou muda muito, digamos.

Candidato ele não poderá ser. Porém tende a influir no pleito no papel de apoiador, numa medida em que nenhuma régua consegue ser precisa para dimensionar a elasticidade dessa força no palanque e nas urnas.

É imprescindível que haja, por exemplo, o mínimo de identidade entre apoiador e apoiado, um pingo de afinação. Transferência de votos é como transfusão de sangue: tem que existir compatibilidade.

O eleitor parece muito mais atento e indócil do que no passado. E, Carlos Eduardo, não é nenhum líder messiânico ou carismático em Canaã, “a terra prometida”.

A seu modo crítico, o natalense anda muito refratário à ideia de ser massa de manobra e seguir cegamente qualquer voz de comando. É de sua natureza política não querer ser vaquinha nesse presépio.

A capital pode ser esquadrinhada e subdividida entre vários nomes influentes, mas todos são microlíderes, aldeões.

O ex-prefeito pedetista é um dos escassos sobreviventes do concílio de referências políticas de Natal, onde já figuraram Aluízio Alves e Wilma de Faria, por exemplo. Eles fazem parte do passado, de uma Natal que passou também.

“Um líder é um vendedor de esperanças”, definiu Napoleão Bonaparte. Convenhamos: não está fácil transferir votos e esperanças numa embalagem só.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política
terça-feira - 27/08/2019 - 15:48h
Política

Carlos Eduardo está em “repouso obrigatório”, mas nem tanto

O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) convalesce de uma cirurgia.

Anda de molho em casa.

A recomendação médica é de “repouso obrigatório” por pelo menos mais uma semana.

Ele que não invente de fugir à limitação.

Mas mesmo assim, o ex-prefeito natalense não ensarilha as armas.

Segue dialogando. Na política.

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Categoria(s): Política
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quarta-feira - 21/08/2019 - 09:44h
Política

Partido sem comando deve parar nas mãos do rosalbismo

Genivan e Tomaz saíram de comando (Foto: montagem)

Sem comando e sem referência alguma em Mossoró desde a campanha estadual do ano passado, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) deverá ficar no arco de partidos ligados ao rosalbismo, para projeto de reeleição da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Só para lembrar: na disputa eleitoral de 2018, o seu filho Kadu Ciarlini (PP) foi candidato a vice-governador na chapa do dirigente estadual do PDT, o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves.

Anteriormente, os ex-vereadores Tomaz Neto e Genivan Vale conduziam e eram as principais referências do pedetismo mossoroense.

Mas eles se afastaram da gestão por divergência com comando estadual (veja AQUI) em agosto do ano passado. Não seguiram a candidatura de Carlos Eduardo.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 02/08/2019 - 15:40h
Eleições 2019

Uma brecha para Andréa Ramalho ser candidata

Andréa, como mulher do ex-prefeito do Natal, não poderia ser candidata em Parnamirim (Foto: Wallace Azevedo/2018)

O ex-prefeito natalense Carlos Eduardo (PDT) pensa seriamente em lançar sua mulher, Andréa Ramalho (PDT), como candidata a prefeito de Parnamirim.

Ouvi sussurros de que ele possui, em mãos, parecer jurídico para embasar a postulação.

Não custa lembrar, que julgamento do Recurso Extraordinário (RE 637485) – veja AQUI – no Supremo Tribunal Federal (STF) em 2012, com caso específico de Valença-RJ, criou barreiras legais que impedem de ser ele o candidato.

O acórdão  (decisão colegiada) da Corte produziu repercussão geral, que alcançaria a própria Andréa.

Aguardemos.

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Categoria(s): Política
  • Repet
quarta-feira - 24/07/2019 - 18:10h
Natal

Carlos Eduardo admite apoio a Hermano, sem descartar Álvaro

A princípio, não há pressa do ex-prefeito natalense (quatro vezes) Carlos Eduardo Alves (PDT) em escolher quem apoiará à Prefeitura da capital em 2020. Ponto dois: ele pode estar no mesmo palanque do atual prefeito Álvaro Dias (MDB). Ponto três: há também possibilidade de investir noutro nome, exemplo do deputado estadual Hermano Morais (ainda no MDB).

Nenhuma dessas hipóteses é exercício de futurologia do Blog Carlos  Santos. Todas são conjecturas admitidas pelo próprio Carlos Eduardo, em entrevista exclusiva à nossa página.

Alinhamento entre Álvaro e Carlos na política municipal talvez não resista à própria sucessão (Foto: Alex Regis)

– Houve melhor entrosamento, o que não há mais – admite o ex-prefeito, numa avaliação política quanto à sua convivência com o seu ex-vice-prefeito e sucessor Álvaro Dias. Porém não lava as mãos ou se revela equidistante:

“Tenho participação no governo dele”.

Carlos Eduardo é pausado com as palavras. Parece milimetricamente medir o que fala para estabelecer o tempo como seu aliado e não um duelista a estocá-lo adiante.

É translúcido num ponto, mesmo que controverso: a princípio, a aliança com o prefeito não chegou ao fim, mesmo que não esteja as mil maravilhas. “Isso pode ter uma reconstrução”, afirma.

Em 2012, quando foi candidato e venceu o pleito municipal em dois turnos, chegando ao seu terceiro mandato na prefeitura, Carlos Eduardo teve o deputado Hermano Morais como principal contendor. Daquela época, as lembranças mais vivas para muita gente estão relacionadas a um debate que quase acabava nas vias de fato entre os dois.

Hermano e Carlos se desentenderam em 2012, mas houve reaproximação e pode existir aliança em 2020 (Foto: arquivo)

Isso é passado. Passa, passa. “Ele foi muito importante em minha campanha ao governo estadual, ano passado, se dedicando ao nosso projeto”, destaca Carlos. “Temos bom entrosamento, há afinidade”, diz.

– Hermano pode ser o seu candidato a prefeito? – provoca o BCS.

– Eu não descarto essa possibilidade.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 16/07/2019 - 11:08h
Futuro do pretérito

Sucessão testará peso de Carlos Eduardo como apoiador

Ex-prefeito já demonstrou força político-eleitoral pessoal, mas transferir votos é mais complexo

O ex-prefeito natalense (quatro vezes) Carlos Eduardo Alves (PDT) não poderá participar diretamente do pleito sucessório deste ano, em Natal, por injunção legal: estaria caracterizado o terceiro mandato consecutivo, o que a legislação veda.

Entretanto é certo que ele terá participação na campanha, até pela representatividade que seu nome tem no cenário político da capital, realçado mais ainda com as eleições do ano passado. Carlos foi candidato a governador (sem êxito), vencendo os dois turnos em Natal.

Carlos deu demonstração de força ano passado, na capital, mas transferir votos é desafio maior (Foto: arquivo)

Quem Carlos Eduardo apoiará e que peso pode ter seu apoio à campanha municipal?

A princípio, há um hiato entre ele e o seu ex-vice-prefeito e sucessor Álvaro Dias (MDB). Esse distanciamento pode se alargar ou ser tamponado, o que só os próximos meses dirão com segurança.

Em 2018, Carlos Eduardo venceu em Natal o primeiro turno ao governo estadual com 70.478 votos de maioria sobre Fátima Bezerra (PT). Teve 47,65 % dos votos válidos, contra 29,05% da petista.

No segundo turno, o a diferença foi mais esticada, chegando a 90.064 votos de dianteira. Alcançou 60,76% dos votos válidos dos natalenses, enquanto Fátima somou 39,24%.

Transferência de votos

Ninguém tem dúvidas, mesmo os mais ferrenhos adversários do ex-prefeito, que ele é individualmente o maior eleitor da capital na atualidade. Candidato, ostentaria novamente o favoritismo, deduz-se.

A força eleitoral de Carlos em favor próprio já está provada em Natal, mesmo na derrota ao governo estadual, em 2018. Transferir votos é algo bem mais delicado e sujeito a uma série de fatores.

Tê-lo como reforço é expectativa de maior capitalização de votos, sobretudo se houver sinergia entre apoiado e apoiador, o que a princípio existe – mesmo com as rusgas pós-campanha estadual – entre Carlos Eduardo e o prefeito Álvaro Dias.

Para Álvaro Dias, é muito mais prudente tê-lo ao lado e no seu palanque, do que na companhia de algum adversário competitivo. Mesmo assim, o ex-prefeito não é-lhe garantia de vitória. “Ajudaria” – cabe o futuro do pretérito.

História

Natal aqui e ali se rebela contra conchavos e alianças de ocasião, ou nomes em desacordo com seu pensamento majoritário. Em 2008, por exemplo, a deputada estadual Micarla de Sousa (PV) ganhou eleições à prefeitura logo em primeiro turno, dia 5 de outubro, com 50,84% dos votos – equivalente a 193.195 votos.

Obteve uma maioria de 53.249 votos sobre a então deputada federal Fátima Bezerra, que empalmou 139.946 votos (36,82%), apoiada pela então governadora Wilma de Faria (PSB), o prefeito Carlos Eduardo e o presidente Lula da Silva (PT). No mesmo palanque, ainda estavam o senador Garibaldi Alves (PMDB) e o deputado federal Henrique Alves (PMDB).

Natal preferiu Micarla; não teve jeito.

Em 2020 veremos a nova escolha.

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Categoria(s): Política
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