quinta-feira - 11/02/2021 - 22:28h
Eleições 2020

Justiça aprova prestação de contas de Allyson Bezerra

Allyson vence mais um obstáculo (Foto: campanha 2020)

Allyson vence mais um obstáculo (Foto: campanha 2020)

Do Justiça Potiguar e Blog Carlos Santos

O juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, da 34ª Zona Eleitoral, aprovou a prestação de contas da campanha do prefeito eleito de Mossoró, Alysson Bezerra (Solidariedade). O Partido Progressistas, da ex-prefeita Rosalba Ciarlinin(PP), apostava na impugnação e cassação do prefeito por supostas irregularidades.

Depois de uma derrota nas urnas, que era tida como improvável até boa parte da campanha do ano passado, esse era outro caminho para tentar reverter resultado das urnas.

“No caso dos autos, tem-se que o(a) Candidato(a) prestou contas no prazo previsto em lei, sendo verificado, ao final da análise técnica haver falhas e/ou irregularidades que, entretanto, no entendimento do analista do Juízo, não
comprometem a confiabilidade das contas prestadas”, diz o magistrado.

O juiz ainda ressaltou que seguiu o parecer do Ministério Público Eleitoral que opinou pela aprovação. “Assim sendo, com fundamento nas razões de fato e de direito acima delineadas, em consonância com o parecer do Ministério Público Eleitoral e Órgão Técnico do Juízo, julgo APROVADAS as contas apresentadas por ALLYSON LEANDRO BEZERRA SILVA e JOAO FERNANDES DE MELO NETO, nos termos do art. 74, caput, inciso II, da Res. TSE nº 23.607/2019, com as ressalvas apontadas no Parecer Conclusivo Complementar e nesta sentença, e, consequentemente, julgo IMPROCEDENTE a IMPUGNAÇÃO formulada.

O juiz ainda ressaltou que seguiu o parecer do Ministério Público Eleitoral que opinou pela aprovação. “Assim sendo, com fundamento nas razões de fato e de direito acima delineadas, em consonância com o parecer do Ministério Público Eleitoral e Órgão Técnico do Juízo, julgo APROVADAS as contas apresentadas por ALLYSON LEANDRO BEZERRA SILVA e JOAO FERNANDES DE MELO NETO, nos termos do art. 74, caput, inciso II, da Res. TSE nº 23.607/2019, com as ressalvas apontadas no Parecer Conclusivo Complementar e nesta sentença, e, consequentemente, julgo IMPROCEDENTE a IMPUGNAÇÃO formulada”.

Veja íntegra da decisão clicando AQUI.

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Categoria(s): Eleições 2020 / Política
quarta-feira - 06/01/2021 - 19:42h
Constatação

Rosalbista é um bicho muito esquisito

Rosalba no centro de uma RosaDo Blog da Chris

Rosalbista é um bicho muito esquisito.

Todo início de governo adversário, sangra.

Descabela-se!

Tem um troço.

Dá chilique por tudo e qualquer coisa.

Acha até estranho que o novo prefeito, não aliado, faça exoneração em massa de comissionados que trabalharam e apoiaram à Rosa.

Acredite: eles querem continuar e os que já foram exonerados acham isso um absurdo.

Esqueceram o que andaram fazendo no ano passado, achincalhando, ridicularizando e enxovalhando a honra do adversário que agora virou prefeito, com a caneta na mão: Allyson Bezerra.

Povo estranho.

Basta!

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Categoria(s): Política
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terça-feira - 05/01/2021 - 09:28h
Política e poder

A quem interessa o combate midiático entre Allyson e Rosalba?

Cá para nós e o povo da rua: a quem interessa o combate midiático e virtual entre o prefeito recém-empossado Allyson Bezerra (Solidariedade) e a ex-prefeita não reeleita Rosalba Ciarlini (PP)?

Nessa segunda-feira (4), primeiro dia útil (oficialmente) da gestão do novo prefeito, houve um disparo continuado de informações relativas à ex-gestão. Allyson e secretários, numa entrevista coletiva (veja AQUI), reforçaram a versão de que encontraram quadro de descalabro administrativo, além de incapacidade de Rosalba em promover uma transição republicana, decente e de acordo com a legislação.Horas depois, a vez foi da própria Rosalba (veja AQUI) rebobinar discurso do ‘retrovisor’ e colocar pela milésima vez o ex-prefeito Francisco José Júnior debaixo do sovaco. Desfiou enredo de que pegou gestão das mãos dele em situação extremamente precária e acusou o sucessor (Allyson) por despreparo para tocar a administração pública adiante.

Desmentiu apenas o que lhe parecia necessário e omitiu-se de falar sobre questões teoricamente mais complexas.

Essa arenga, os dois em gládio logo no início de ano e de novo governo, não é estranha à política e ainda mais na política mossoroense. É filme repetido, cansativo, mas de caso pensado de um lado ou de outro; ou por ambos.

Mas, cá para nós e o povo da rua: a quem interessa esse combate midiático e virtual?

Claramente, só é salutar à ex-prefeita. Mantém-se num patamar de notoriedade e exposição, que por mais delicado que possa ser à sua imagem, coloca-a em evidência para futuras campanhas. A máxima popular do “fale mal, mas fale de mim”, é-lhe útil o bastante nesse momento e por mais alguns longos meses.

Para o prefeito que estreia, há um tempo de vida para exercitar o foco no retrovisor. Ele, simplesmente não pode fazer de conta que pegou uma prefeitura arrumada e calar a boca, como se fosse um fiel aliado da “Rosa”. Seria burrice, além de prevaricar.

Porém, logo a opinião pública estará lhe cobrando por feitos próprios. Se não conseguir se desvencilhar rapidamente dessa armadilha, passará a ser refém de quem derrotou em campanha memorável ano passado. Botou abaixo um mito, uma figura invencível nos prélios municipais. Ela é que tem que correr atrás.

Sobre o passado administrativo de adversários, Rosalba posta-se como se detivesse o monopólio da crítica e da cobrança. Ela pode continuamente recorrer a “Silveirinha” (como gosta de desdenhar) para justificar suas eventuais fraquezas como gestora. Contudo, a Alysson não cabe, conforme seu entendimento de exclusividade, lembrar o que recebeu dela.

Talvez para um e outro personagem, tudo seja mesmo uma questão de medida. A ex-prefeita perdeu nas urnas e no uso excessivo do nome do antecessor, ano passado, ao pedir ao eleitor mais quatro anos para terminar de “arrumar a casa”. Em relação a Allyson, Rosalba pode ser coisa do passado velozmente ou um fantasma para chamar de “meu” ainda por muito tempo.

Questão de medida.

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Categoria(s): Política
domingo - 03/01/2021 - 10:50h
Política e história

Há 4 anos, Rosalba suspendia horas extras e plantões

Primeiras medidas da então prefeita, também prometia reduzir cargos comissionados; nunca cumpriu

Há exatos quatro anos, quando assumiu a Prefeitura Municipal de Mossoró pela quarta vez, a então prefeita Rosalba Ciarlini (PP) tomou medidas emergenciais para o equilíbrio financeiro e manutenção dos serviços básicos da municipalidade, além de atualização salarial. Ela herdava problemas advindos do governo Francisco José Júnior.

Na 1ª reunião, Rosalba anunciou cortes de benefícios a servidores e redução de comissionados, que não cumpriu (Foto: arquivo)

Baixou logo o decreto 5025 de 02 de janeiro de 2017, no Jornal Oficial do Município (JOM) de 3 de janeiro. Mas ao todo, três edições – 389A, 389b e 389c, dias 2, 3 e 4 – veicularam o elenco de medidas restritivas.

Entre outras medidas tomadas por ela (veja AQUI), havia a suspensão de pagamento de horas extras, gratificações, plantões e viagens, redução de no mínimo 50% do número de cargos comissionados por cada órgão, revisão e cancelamento de contratos e locações. Em campanha tinha prometido auditoria, revisão de contratos e outras medidas – mas que acabou evitando.

O art. 11 do Decreto N. 5025/2017, por exemplo, determinava que o secretário municipal de Administração e Finanças fizesse um estudo acerca do quadro de pessoal, e que, durante esse estudo, não fosse nomeado mais de 50% dos cargos em comissão previstos em lei.

Infelizmente, esse estudo nunca foi publicado nem ocorreu redução de contratações. O agravante, é que Rosalba Ciarlini concluiu seu mandato sem saber informar o total de cargos de comissionados do seu governo.  Na Sabatina da Rádio Rural com candidatos a prefeito, no dia 13 de outubro de 2020, ao ser perguntada sobre o assunto ela se esquivou. Desconversou. Não disse.

Um minucioso trabalho do Blog Tio Colorau no fim do primeiro ano de gestão de Rosalba, 2017, apontava que até a primeira quinzena de dezembro já tinham sido nomeadas 555 pessoas (veja AQUI). Se o decreto que a própria prefeita editou, fosse obedecido, os comissionados não deveriam passar de cerca de 351.

Lei Complementar 122/2016 (gestão Francisco José Júnior) que teria sido a base para o decreto de enxugamento “em até 50%”, estabelecia que a municipalidade deveria ter no máximo 702 cargos em comissão disponíveis, tratando minuciosamente dos seus perfis e números. Mas a prefeita encontrou 638 nomeados – herança do antecessor. Exonerou a grande maioria deles.

Transição sabotada

Mas, hoje, a administração do prefeito recém-empossado Allyson Bezerra (Solidariedade) não tem dados exatos sobre essa questão. As informações são conflitantes e precisará de tempo para chegar a um número exato e confiável.

Nem decisão judicial (veja AQUI) obrigando a então prefeita Rosalba Ciarlini a apresentar documentos solicitados, pela equipe de transição de Allyson, foi capaz de facilitar o início de governo. Os últimos foram entregues quase às 18h do dia 31 de dezembro. Chaves e senhas para acessos à sistema virtual e sede da prefeitura chegaram às mãos de pessoal do novo prefeito à tarde do dia 1º, horas antes de sua posse.

Outras medidas adotadas por ele procuram arrumar primariamente “a casa”, para que a situação não fique completamente ingovernável, haja vista que não houve transição de governo na prática. Ela foi sabotada pela prefeita que não se reelegeu. Dificultou repasse de dados e sua equipe chegou a ponto de marcar reunião com grupo de trabalho do então prefeito eleito, mas sequer compareceu ou disse o porquê da ausência (veja AQUI).

Leia também: Prefeitura decreta estado de calamidade financeira e administrativa.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
  • Repet
sexta-feira - 01/01/2021 - 18:19h
Perfil

Quem é Allyson Bezerra, novo prefeito de Mossoró?

Allyson Bezerra, 28 anos, casado, é engenheiro civil e servidor público federal licenciado da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA). Mossoroense, nascido em 12 de maio de 1992, filho mais velho de José Américo e Maria das Neves, Allyson agora é prefeito empossado de Mossoró – após vitória histórica (veja AQUI) no dia 15 de novembro do ano passado.

Com sua infância fincada na comunidade rural do Sítio Chafariz, a 33 quilômetros da área urbana de Mossoró, dividiu seu tempo entre estudos, o lado lúdico de uma criança pobre e tarefas colaborativas na roça, ajudando o pai.

Estudando sempre em escola pública, durante o último semestre do curso técnico em edificações no Instituto Federal do RN (IFRN), ele foi aprovado no concurso para servidor da Ufersa, aos 20 anos. Porém, antes disso, também dava aulas a colegas, exercendo a docência com espírito colaborativo.

Em 2013, na mesma universidade, conclui o bacharelado em ciência e tecnologia, sendo o primeiro da família a ter um diploma de nível superior. Em 2016, cola grau como engenheiro civil e em 2017 conclui o mestrado em Manejo de Solo e Água.

Na universidade, desenvolve pesquisas na área de engenharia civil, chegando a publicar mais de vinte artigos científicos em congressos por todo o país.

Duas eleições surpreendentes

Decide cursar direito e se torna estudante na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Aos 23 anos é eleito presidente do sindicato dos servidores da Ufersa, sendo o mais jovem a ocupar o cargo entre as 67 instituições similares no país.

Em 2017, é eleito para o Conselho Superior da Ufersa, sendo o servidor mais votado para o cargo em toda a história da instituição.

Em 2018 foi escolhido pela Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (RAPS), instituição de alcance nacional, entre mais de mil inscritos, tornando-se uma das 100 lideranças emergentes no Brasil, segundo essa organização de renovação política do país.

Mesmo sem nunca ter sido filiado a um partido, aos 25 anos aceita o convite para ser pré-candidato a deputado estadual e inicia a “Rota da Mudança” por todas as regiões do estado, já inscrito no Solidariedade. Mesmo sem fazer parte das famílias tradicionais, sem maiores meios financeiros ou apoio de grupos/lideranças políticas, acabou eleito em 2018 como um dos 24 deputados estaduais do RN. Nesse poder, foca suas ações em questões delicadas como segurança pública e saúde, atuando na bancada oposicionista.

Em 2020, o maior desafio: candidatura a prefeito de Mossoró. Encarou a prefeita e candidata à reeleição Rosalba Ciarlini (PP), com toda sua trajetória de vitórias e estrutura municipal, empresarial e expertise em resolver eleição no vale tudo. O resultado final apontou maioria para Allyson de 6.263 votos, ou seja, 4,56 pontos percentuais.Venceu não apenas a ‘Rosa’ e seu grupo que domina a política local há mais de 70 anos, mas também um estranho consórcio entre outras duas adversárias, Cláudia Regina (DEM) e deputada estadual Isolda Dantas (PT), que resolveram atacá-lo, em vez de fustigarem a ‘favorita’ e ‘adversária’ Rosalba Ciarlini.

Foram hostilidades em redes sociais e nas ruas, guias eleitorais e até com militantes rosnando à porta de debates (veja AQUI) ou mesmo invadindo emissora de televisão.

Agora, enfrentará o grande desafio de pegar uma herança maldita deixada por uma antecessora raivosa, que criou todas as dificuldades possíveis para embaraçar sua gestão. Incapaz, por exemplo, de fazer a transição de governo de forma elevada e republicana, optando pela sabotagem.

*Vídeo constante nessa postagem é de do fim de setembro do ano passado, rumo à campanha a prefeito de Mossoró.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 30/12/2020 - 16:12h
Transição sabotada

Equipe de Rosalba evita reunião com representantes de Allyson

As equipes de transição do prefeito eleito e diplomado de Mossoró, deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade), e da prefeita não reeleita Rosalba Ciarlini (PP), não se reuniram à tarde dessa quarta-feira (30) – como estava programado. Nenhum integrante do grupo de trabalho de Rosalba compareceu ao local definido para esse encontro.

Equipe aguardou no local definido por quase duas horas, sendo ignorada pelos representantes da prefeita (Foto: cedida)

Os membros da equipe (conheça-os AQUI) de Allyson aguardaram pacientemente por uma hora e 40 minutos, que pelo menos alguém comparecesse à sede da Secretaria Municipal do Desenvolvimento, à Rua Rui Barbosa, 282, centro, local do compromisso. Mas, foi em vão. Ninguém deu as caras nem foi dada qualquer justificativa à ausência.

Essa reunião foi marcada para as 14h00 de hoje, nesse local, precisamente há um mês, dia 30 de novembro. Foi quando ambas estiveram reunidas pela primeira vez. Trataram de cronograma para transferência de informações, dados e documentos que facilitassem o conhecimento dos novos gestores à administração municipal.

Dificuldades para novo governo

Coordenador da equipe de transição de Allyson Bezerra, o futuro procurador geral do município, advogado Raul Santos, lamenta esse comportamento indelicado e de desrespeito pela coisa pública. O embaraço criado para o início do governo é enorme.

– No relatório que vamos fazer e entregar ao TCE (Tribunal de Contas do Estado), nós vamos informar tudo isso que está ocorrendo – antecipa Raul.

Na última sexta-feira (25), o juiz de plantão da Região IV do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), sediada em Mossoró, Cláudio Mendes Júnior, determinou (veja AQUI) que a prefeita entregasse uma série de documentos solicitados pela equipe de transição de Allyson Bezerra. Deu 72 horas para cumprimento da decisão.

Até aqui, mesmo intimada, Rosalba estica até o último dia de seu governo (amanhã, quinta-feira, 31), a hipótese de atender à determinação.

Dia passado, em entrevista ao Jornal do Meio-dia da Rádio Rural de Mossoró, o coordenador da equipe de transição da “Rosa” e consultor geral do município, Anselmo Carvalho, afirmou que tudo estava sendo atendido. Ironizou o que era noticiado sobre o caso, tratando por ‘factoide’, e estimou que dia 31 apresentaria as informações.

A posse do prefeito eleito e diplomado é no dia seguinte. Que consiga pelo menos as chaves dos prédios públicos.

Nota do Blog – Nada como ter a certeza da impunidade para ser escroque sem medo e em qualquer ocasião. Ao mesmo tempo, é lamentável que pessoas com bom conceito social, do mesmo universo de convivência da equipe de Allyson Bezerra, aceitem participar dessa deselegância.

Pobre Mossoró!

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Categoria(s): Política
  • Repet
quarta-feira - 30/12/2020 - 11:06h
Quem diria, hein!?

Rosalba termina gestão como cópia fiel de “Silveirinha”

Prefeita não reeleita deixa trilha de problemas para sucessor, apesar do delírio da 'casa arrumada'

Meme da campanha de 2016, quando Rosalba se elegeu prefeita, está valendo agora (Reprodução BCS)

Despejando sobre o sucessor Allyson Bezerra (Solidariedade) uma trilha de problemas, como rombo previdenciário que poderá chegar aos R$ 180 milhões, atrasos ainda não dimensionados em pagamentos a fornecedores e prestadores de serviços, além de não pagamento de 13º e férias a parte dos servidores, a prefeita não reeleita Rosalba Ciarlini (PP) sairá da Prefeitura Municipal de Mossoró pela porta dos fundos.

É o mesmo atalho que utilizou quando deixou o governo estadual no final de 2014, com problemas muito semelhantes.

Com ela, vai embora um discurso personalista e delirante, carregado de inverdades, com a ideia de “casa arrumada”.

Na prática, deixa para atrás o maior passivo da história administrativa de Mossoró, que só mais adiante será possível sabermos exatamente o tamanho. São números que podem ultrapassar a casa dos 360 milhões, incluindo-se compromisso de pagamento de R$ 147 milhões de financiamento de obras com aposta prioritariamente eleitoreira (veja AQUI). Repete o que já tinha feito em outras gestões municipais e no Governo do RN, priorizando o continuísmo no poder, em vez de iniciativas em prol do bem-estar social.

Transição dificultada por má-fé

Até aqui, faltando um dia para deixar o Palácio da Resistência, Rosalba não permitiu (veja AQUI) que fossem entregues documentos imprescindíveis à transição de governo, para facilitar o início de administração do sucessor. Decisão baseada na má-fé. O rito adotado é do quanto pior, melhor.

O que se vê é desabastecimento nas unidades de saúde, concessões de férias e licenças de servidores desse setor (em plena pandemia e proximidade de endemias do período invernoso), aposentadoria cavilosa para auxiliar de confiança (veja AQUI), agilização em obras viárias para pagamentos a construtoras; aditivos, dispensas de licitações e novos contratos milionários para terceirizadas.

Registre-se também, a decisão de não editar decreto que regulamentasse o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), que vai impedir o novo governo de dispor de algo em torno de R$ 14 milhões logo em janeiro/2021. Também se esquivou de fazer reforma previdenciária, ignorou a necessidade de alterar o Plano Diretor do município e deixa uma máquina pública lerda, tecnicamente ultrapassada e azeitada para servir a poucos, em detrimento do cidadão.

Que situação irônica: Rosalba termina do jeito que sempre condenou e usou imagem do seu antecessor, a quem jocosamente sempre tratou por “Silveirinha” (ex-prefeito Francisco José Júnior). Ela é a sua reprodução mais atual e fiel, apesar de ter passado toda campanha eleitoral tentando impingir ao adversário, Allyson Bezerra, a pecha de ‘cópia’ do ex-governante.

Ao final do seu primeiro ano de governo (2017), essa página já descrevia essa semelhança entre os dois gestores (Leia: Rosalba copia Francisco José Júnior com gestão ‘xing ling’). Ao fim do mandato, tudo se confirma e amplia-se. Não faltam casos de empreguismo, nepotismo, denúncias de corrupção (incluindo visita da Polícia Federal – veja AQUI) e favorecimentos à corriola de aliados.

Quem diria, hein?!

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Categoria(s): Política
terça-feira - 29/12/2020 - 17:58h
Entrevista

Falando ‘sinceramente’, Rosalba admite atraso salarial

Rosalba sincera: um fenômeno (Foto: campanha 2020)

Do Blog Tio Colorau

Em entrevista ao Meio-Dia Mossoró, na 95 FM, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) confessou que provavelmente “mil e tantos” servidores efetivos não receberão o 13º.

“Tenho que ser sincera”, disse.

Em seguida, se lamuriou da falta de recursos.

Nota do Blog – A “sinceridade” de Rosalba é sempre suspeita e seletiva.

Há poucos dias, ela afirmou categoricamente ao Jornal de Fato que o sucessor, prefeito eleito e diplomado Allyson Bezerra (Solidariedade), iria pegar a “casa arrumada”. Se está arrumada, como justificar o não pagamento de dezenas de compromissos com terceirizadas, prestadores de serviços e centenas de servidores municipais?

Contas da prefeitura foram bloqueadas para pagamento a hospitais, recursos que foram retidos indevidamente por sua gestão.

Outra lorota é afirmar à mesma FM 95, que deixará o sucessor com 180 milhões de reais. Grossa e deslavada mentira. Se tem sobra, por que falta dinheiro para pagar o básico?

Só um idiota, absolutamente demente, pode acreditar em suas palavras.

Leia também: Rosalba e um pequeno histórico do seu cacoete da mitomania.

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Categoria(s): Política
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domingo - 27/12/2020 - 08:56h

O predestinado e uma vitória histórica

Por Marcos Pinto

Dentre  o  processo  de  similaridades  históricas, há  que  se  concentrar  em  escoimar  e  compulsar  notas  e  efemérides  dos  fatos  relacionados   à  predestinação.   Nos  Anais   Históricos,  sobressaem-se,  com  acentuada   relevância, as  exponenciais  figuras  do   bíblico  José  do  Egito  e  o  célebre    Abraham  Lincoln.

José  do  Egito   foi  o  décimo-primeiro  filho  de  Jacó, nascido   de  Raquel, citado  no  antigo  Testamento,, em  Gênesis, 37. Considerado  o  fundador  da  Tribo de  José, constituída  por  sua  vez, da  tribo  de  Efraim  e  da  tribo  de  Manassés (Seus  filhos. A  figura  de  José  inspirou  vários  autores  e  artistas  ao   longo  da  história. Minudências  históricas  instigantes.

O  fenomenal  Abraham Lincoln  (12.02.1809- 15.04.1865)  tem sido  estudado  e  cultuado  por  todos  aqueles  que  interagem  com  a  história  dos  grandes nomes  que  marcaram  a    humanidade. Criado  em uma  família  carente  da  zona  rural,   na  fronteira  Oeste  dos  Estados  Unidos, exerceu  árduos   trabalhos – como  lenhador.Conta-se  que,   certo  dia,  cumprindo  o  seu   cansativo  trabalho   em  uma  fazenda   pertencente  a  opulento  comerciante, fora   interpelado  pelo  mesmo  nos  seguintes  termos: Como  o  senhor   vê  o  seu  futuro   sendo  um  simples  lenhador?

Revestido  de  sublime  postura  de  um  iluminado, o  jovem  lenhador  respondeu-lhe  fazendo  uma  emblemática  e  intuitiva  observação:  “Recomendo-lhe  que  guarde  e  zele  com  muito  cuidado  estas  toras  que  acabei  de   cortá-las, pois  no futuro  poderás  apontá-las  como  fruto  do  suor  de  um   pobre  lenhador  que  chegou  a  ser  eleito presidente da República dos Estados Unidos.

Dito  e  feito. A  história  universal  registra.  Autodidata, Lincoln lia  intensamente  nas  horas  vagas.  Predestinado  a  vencer,  abandonou  o  ofício  de  lenhador  e  mudou-se  para  a  cidade, onde  ingressou  nos  estudos  e  tonou-se  advogado.  Líder  de  Partido,  Deputado  Estadual   por  Illinois  durante  os  anos  de  1830  e  Membro  do  Câmara  dos  Representantes  por  um  mandato  durante  a  década  de  1840.

Sendo  um  moderado  de  um  Swing State  (Estado  decisivo), garantiu  a  postulação  para  a    candidatura presidencial  de  1860  pelo  Partido  Republicano.  Com  quase  nenhum  apoio  do  Sul,  ele  percorreu  o Norte  e  foi  eleito  Presidente.  Sua  brilhante  trajetória  política   foi  brutalmente  interrompida com  o  seu  assassinato  ocorrido   em   Whasington  D.C.   a  15  de  Abril de  1865, aos  56  anos  de  idade.

De  forma   emoldurada  em  paradigmas,  a  história  tem  evidenciado  fatos  análogos   que  se  repetem  ao  longo  do  tempo.

Heródoto  já  afirmara  que  “A  História  é  a  Mestra  da   vida”.  Guardadas  as  devidas  proporções, observo  no  jovem  Allyson  Bezerra  um aureolado  espírito  predestinado  à   bem-aventurança.  Alguém  já  disse  que  “O  homem  é  a  sua  história”.  A  exemplo  do  grande  Lincoln, o  jovem  Allyson  tem  a  sua  história  de  vida  vinculada  de  forma intrínseca  à  humilde  família  da  zona  rural.

É  certo que  todo o  conhecimento  do  passado  não  pode   ser  completo  ao  conhecimento  do  presente  de  modo  a  autorizar   a  dedução do futuro. O que  interessa   às  gerações  futuras, na  apreciação  dos  fatos  do  passado, é  menos  o  seu  conteúdo  material  do que os  motivos  de  sua superveniência, que  dão  aos  testemunhos  deixados  o  caráter   de  documento  marcado.

As  biografias  destes  três predestinados interrelacionam-se com  outros  fatos  históricos,  a  serem   minuciosamente  evocados  em  um  futuro relativamente  próximo, quando  for  estudada e elaborada a biografia do jovem Allyson  Bezerra.  O  terreno  é   fértil e o futuro é  alvissareiro  e  promissor.

Das variadas  expressões da curiosidade do homem pelo  que  há  de  humano, nas  suas  realizações, tem sido possível penetrar  na  razão de  ser de movimentos aparentemente explosivos e  subitâneos, de  iminente derrocada   política de uma família  oligárquica, que  há  cerca  de  70  anos comandava  os  destinos  políticos  e  administrativos  de  Mossoró.  Na  realidade,  precisava-se  de  um  jovem  predestinado  para  alavancar   uma  realidade  de  necessidade  de  mudança  que  vinha  sedimentada e avolumada na imperceptibilidade de um crescimento  ininterrupto.

As  hostes  governistas  lideradas  pelo  Carlus  Augustus  Rosadus tentaram   de  todas  as  formas    macular  a  imagem  do  jovem   predestinado, com o  intuito  exclusivo  de  abafar e  evitar a  expansão  do  perigo  iminente  de  uma  avassaladora  vitória  do  candidato  Allyson.

No tocante  à Rosalba  Rosadus, havia   superlativos  referenciais  em  profusão, destacando-se  a   rubrica  da  mesma  ser  considerada  ‘imbatível’.  E  faziam  questão  de  frisar  que ela  havia  tido  uma vertiginosa  ascensão   política, à  nível  de  estado,  saindo  da  prefeitura  de   Mossoró para  ser  eleita senadora e   logo  a  seguir  governadora.

Olvidaram  que  existia  um  jovem   arrojado  construtor  do  futuro, respaldado  em  seu  popularíssimo  mandato  de   deputado  estadual,  eleito que  fora, enfrentando  poderosas  estruturas  econômicas da  oligarquia  político-familiar  numerada  de  Mossoró.  O  novel  político  trazia  consigo  um  discurso  coerente  traduzido  em  linguagem  clara  e  precisa.

Com  o  desenrolar  da  campanha  política,  constatou-se  estranho  acirramento  no  acampamento   rosadista.  Os  mandatários  do   poder  municipal  pensavam  e  agiam   como  semideuses,  espécies  iluminadas  à  força  dos  cifrões  de  origem   duvidosa.  Alardeavam   nos  quatro  cantos  da  cidade  que  a   prefeita  seria  reeleita,  não  com   grande  maioria, mas  que  seria  a  vencedora  do  pleito. Isto  tudo  com  objetivo  único  de  desencadear  um  processo  de  descrença  na  vitória  do  ‘Menino pobrezinho’.

Havia  um  elemento-base  e  eivado  de  surpresa  a  ser  configurado  pelas  asas  do  destino,  durante  o  segundo  grande  debate  televiso   entre  os  candidatos  a  prefeito  de  Mossoró.  Há  um  ditado  popular  que  diz  que o  uso  do   costume  faz  a  boca  torta.  Pois  bem.

Durante  o  tão  esperado debate, o  candidato  Allyson  formulou  uma  pergunta  à  candidata  Rosalba  Rosadus  a  respeito  da  malversação  de  12  milhões  de  Reais, do período em que ela era a governadora  do  Estado, respondendo a demandas judiciais.

Surpresa  com  a  pergunta  sobre  a   destinação  dos  tais  12  milhões,  a prefeita  sapecou  uma  humilhante  frase  voltada  ao   candidato  Allyson:  “O  candidato  é  tão  pobrezinho…”

Como  os  componentes  das  classes  sociais  mais  humildes  sentem-se  como  “pobrezinhos”, revoltaram-se  com  o  humilhante  tratamento  ao  candidato  Allyson e passaram a manifestarem o voto  no  já  famoso ‘Menino Pobrezinho’.   Até  hoje  a  oligarquia  político-familiar  não  se  conforma  com  tão   retumbante  vitória  deste  menino  egresso  da  zona  rural  mossoroense.

Inté mais ver.

Marcos Pinto é advogado e escritor

Categoria(s): Política
sexta-feira - 25/12/2020 - 22:48h
Transição difícil

Juiz obriga Rosalba a passar documentos municipais a Allyson

Em processo por desvio de milhões do Hospital da Mulher, ela ficou mais de um ano sumida da Justiça

O juiz Cláudio Mendes Júnior, plantonista da Região IV do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), determinou nessa sexta-feira (25) que a prefeita não reeleita Rosalba Ciarlini (PP) entregue, em até 72h, uma série de documentos e informações solicitadas pela equipe de transição do prefeito eleito Allyson Bezerra (Solidariedade).

Rosalba, como atesta o juiz, dificulta o fornecimento de informações obrigatórias (Foto: arquivo)

Até aqui, quase nada que foi solicitado há semanas foi entregue pela administração de Rosalba. Daí, a iniciativa do prefeito eleito em entrar com mandado de segurança com pedido de liminar, atendido pelo magistrado. Cláudio Mendes Júnior foi convencido do prejuízo causado pelo governismo ao processo de mudança de gestão.

No mandato é relatada a dificuldade encontrada pela equipe de transição de Allyson Bezerra, comandada pelo advogado Raul Santos: “(…) Foram feitas duas reuniões (30 de novembro e 14 de dezembro) entre ambas as equipes de transição e enviados diversos ofícios solicitando os documentos e informações cujo acesso já estão normativamente garantidos por meio da Resolução nº 034/2016 do TCE/RN. Todavia, a equipe de transição da atual gestão municipal não vem cumprido com a sua obrigação legalmente imposta e reiteradamente solicitada pelo autor, o que vem prejudicando sobremaneira a transição da gestão municipal, atingindo reflexamente caros princípios da Administração Pública e, por conseguinte, a própria população.”

Em sua decisão, Cláudia Mendes Júnior atendeu plenamente o que é requisitado por Allyson Bezerra, sob amparo legal.

Em caso de descumprimento, Rosalba terá que pagar multa diária de R$ 10 mil.

Antecedente

Faltando seis dias apenas para posse do novo prefeito, o cabedal de informações solicitadas provavelmente não será entregue. Semanas passaram-se e praticamente nada foi atendido. E existem casos em que houve fornecimento de dados, mas não se apresentou senha para acesso (veja no boxe abaixo).

Relação de documentos e informações que juiz acatou, mas que devem chegar (se chegarem) com atraso (reprodução BCS)

Para que a ordem do magistrado possa começar a ser cumprida, a prefeita precisa ser intimada. A partir daí, três dias para fornecer tudo que é solicitado. Não haverá tempo hábil para que equipe do prefeito eleito consiga estudar todo o material, preparando meios à tomada de medidas mais urgentes pelo prefeito eleito e diplomado, após empossado.

Em seu histórico de dribles sincronizados na Justiça, em meio a dezenas de processos, Rosalba Ciarlini chegou a ficar mais de um ano ‘desaparecida’, em uma das demandas que trata do desvio de mais de R$ 12 milhões do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia. Os oficiais de Justiça não conseguiam localizar seu endereço em Natal, Mossoró ou Tibau. Era como se tivesse sido abduzida por alguma nave intergaláctica.

Dessa feita precisará de bem menos tempo. Na verdade, se a intenção era dificultar a transição, embaraçando o sucessor logo nos primeiros dias e semanas de governo, a meta já foi plenamente atingida.

Allyson Bezerra que se vire! O problema é dele.

Nota do Blog – Aguardamos manifestação do governo municipal quanto à decisão judicial. O espaço está aberto para esse fim.

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Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público / Política
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sexta-feira - 25/12/2020 - 15:54h
Carlos Augusto

Bem longe do Palácio da Resistência

Carlos Augusto: bye! (Foto: arquivo)

Do Blog da Chris

O líder rosalbista Carlos Augusto Rosado parece que surtou.

Tomou abuso do Palácio da Resistência, onde sempre teve uma sala contígua à de Rosalba Ciarlini (PP), sua mulher e prefeita até 31 de dezembro próximo.

Desde o fim das eleições em 15 de novembro, que Carlos não passa mais por lá.

Já se despediu do lugar bem antes do fim oficial.

Bye!

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 24/12/2020 - 23:30h
Primeiro os meus...

Prefeita gosta de garantir aposentadoria aos mais próximos

Em 2014, fim de governo estadual do RN, Rosalba apressou aposentadoria da sua irmã Ruth Ciarlini

Rosalba e Ruth: braço curto para ajudar irmã (Foto: arquivo)

Rosalba Ciarlini (PP) tem histórico de preocupação visceral com a previdência de quem lhe é próximo. Mas, é diametralmente oposta em relação às contas previdenciárias públicas – no Governo do RN e Prefeitura de Mossoró.

Além da ‘aposentadoria por invalidez (veja AQUI) concedida ao fiel auxiliar Yuri Tasso Duarte Queiroz Pinto, nesses últimos dias de administração municipal, entra para seu currículo o recorde no processo de aposentadoria da irmã e ex-deputada estadual Ruth Ciarlini.

Em 2014, últimos meses de sua gestão como governadora, ela garantiu proventos vitalícios da mana em ritmo burocrático ultrarrápido. Processos semelhantes de servidores comuns chegavam a durar até anos.

O requerimento à aposentadoria de Ruth Ciarlini tramitou em regime de urgência-mais-do-que-urgente, correndo-avexado na Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) e outros setores.

Nesse mesmo ano, Ruth foi agraciada com uma licença prêmio de três meses por assiduidade (veja AQUI), mesmo com o benefício sendo proibido por decreto da própria governadora.

Rosalba saiu do Governo do RN implodindo o Fundo Previdenciário com saques em poucos dias de dezembro, de 2014, que passaram de 234 milhões. Daí em diante, nunca mais aprumaram as contas dessa autarquia.

Previdência pública que se lasque

Na Prefeitura de Mossoró, a herança para o sucessor a partir de janeiro de 2021, é o Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (PREVI-MOSSORÓ) com débitos a perder de vista, em anos. Durante quase todo o ano de 2020, o Previ-Mossoró sequer recebeu a parte patronal da prefeitura, para equilíbrio e garantia de proventos dos pensionistas e aposentados.

A bomba está armada para o futuro prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade). Problema dele.

Já os amigos mais chegados e familiares da “Rosa”, não têm do que reclamar.

A prefeita não reeleita é o encaixe perfeito para uma assertiva de Ignazio Silone (escritor e político italiano):

– “O governo tem um braço comprido e outro curto: o comprido serve para apanhar e chega à toda a parte; o braço curto serve para dar e só alcança os mais chegados.”

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Categoria(s): Política
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quinta-feira - 24/12/2020 - 21:50h
Fim de governo

Rosalba garante ‘aposentadoria por invalidez’ para auxiliar fiel

Previ-Mossoró vai pagar mais de R$ 13 mil por mês para Yuri Tasso, que é investigado pelo MP do RN

Yuri Tasso acompanha Rosalba em suas várias gestões, inclusive no Governo do Estado (Foto: Agora RN)

A menos de uma semana de deixar o cargo, a prefeita não reeleita Rosalba Ciarlini (PP), através do Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores de Mossoró (PREVI-MOSSORÓ), garante “aposentadoria por invalidez” a um de seus mais longevos e fiéis auxiliares: engenheiro civil Yuri Tasso Duarte Queiroz Pinto. Está no Jornal Oficial do Município – edição 593C (veja AQUI).

Ele vai receber mensalmente R$ 13.362,88 (treze mil, trezentos e sessenta e dois reais e oitenta e oito centavos) de proventos.

A boa nova para Yuri, que é subordinado na Secretaria de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos à sua mulher, engenheira Kátia Pinto, acontece também em meio à investigação aberta em agosto desse ano pela 7ª Promotoria de Justiça da Comarca de Mossoró, justamente sobre as remunerações pagas a ele. Foi aberto um inquérito civil público (veja AQUI).

No início de 2017, quando Rosalba Ciarlini assumiu a prefeitura de Mossoró, após vencer as eleições do ano anterior, a remuneração fixa de Yuri Tasso era de R$ 1.941,85. Além disso, ele recebia R$ 6.322,98, referentes a vantagens de natureza pessoal. Nesta época, ele estava no cargo de secretário executivo de Infraestrutura.

Aposentadoria garantida (Reprodução BCS)

Em maio deste ano, agora ocupando o cargo de engenheiro, o servidor recebeu R$ 8.993,40 de remuneração fixa e outros R$ 13.527,42 de vantagens.

Outros embaraços

Não é primeira vez que Yuri Tasso é citado em apuração do Ministério Público Estadual. Em março de 2017, ele foi exonerado do cargo de secretário executivo de Infraestrutura, após recomendação ministerial.

Foi caracterizado que havia nepotismo, em face de ligação dos cargos dele e da mulher (veja AQUI).

Outro imbróglio foi logo em seguida, maio do mesmo ano (veja AQUI).

O MP instruía que ele devolvesse espontaneamente, em 30 dias, os valores recebidos indevidamente da Prefeitura de Mossoró no período de novembro de 2011 a julho de 2013. Nesse período, Yuri Tasso havia sido cedido ao Governo do Estado para exercer cargo em comissão de dirigente da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN).

Nepotismo foi visto em 2017 (Reprodução BCS)

Foi içado ao cargo pela então governadora Rosalba Ciarlini (PP), hoje prefeita mossoroense pela quarta vez.

Yuri Tasso é engenheiro estatutário da Prefeitura de Mossoró desde 1988. Ele sempre ocupou cargos de confiança em gestões de Rosalba Ciarlini, tanto na prefeitura quanto no período em que ela foi governadora do Estado – entre 2011 e 2014.

Inclusive, presidiu a Caern na era Rosalba no Governo do RN.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
sexta-feira - 18/12/2020 - 08:42h
Mossoró

CDL dá posse a seus novos dirigentes eleitos em novembro

Os novos diretores da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL) foram empossados nessa quinta-feira (17), à noite, na sede da entidade, à Rua Alfredo Fernandes, Centro.

Afrânio, Stênio, Allyson, Damásio, Fernandinho e Paulo Igo (vereador diplomado) em posse (Foto: cedida)

Presidente e vice, respectivamente Stênio Max e Nicolo Damásio de Melo, vão ficar na gestão da CDL de Mossoró por período de três anos, ao lado dos demais integrantes da diretoria e Conselho Consultivo.

À solenidade de posse compareceram a prefeita Rosalba Ciarlini (PP), o prefeito eleito e diplomado Allyson Bezerra (Solidariedade), vice-prefeito diplomado Fernandinho Melo (PSD); o presidente da Federação das CDLs, Afrânio Mesquita; Jaime Calado, secretário do Desenvolvimento Econômico do Estado do RN (SEDEC); presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (MDB), vereadores eleitos e diplomados Carmem Lúcia e Paulo Igo (Solidariedade), além de diversos associados e outros convidados.

Stênio substituirá Wellington Fernandes na presidência. Damásio entrará no lugar do próprio Stênio. Eles foram eleitos em pleito realizado no último dia 5 de novembro.

Veja AQUI como foi a solenidade.

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Categoria(s): Gerais
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quinta-feira - 17/12/2020 - 11:20h
Justiça Eleitoral

Rosalba e MPE tentam anular eleição de Allyson Bezerra

Ações de Investigação Judicial eleitoral foram protocoladas ontem, data da diplomação do eleito

Allyson foi diplomado pela Justiça Eleitoral dia passado (Foto: divulgação)

Do Blog Justiça Potiguar e Blog Carlos Santos

O prefeito eleito de Mossoró, Alysson Bezerra (Solidariedade), é alvo de duas Ações de Investigação Judicial eleitoral (AIJE) movidas pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) e pela candidata derrotada no pleito municipal, Rosalba Ciarlini (PP). As ações apontam supostas condutas irregularidades durante o período da campanha eleitoral. Foram protocoladas dia passado (quarta-feira, 16), justamente quando Allyson era diplomado.

Na ação do MP Eleitoral, Alysson Bezerra é acusado de abuso de poder político. “Durante o período da “pre-campanha” eleitoral, o então candidato Allyson Leandro Bezerra da Silva efetuou diversas postagens patrocinadas, o que ensejou na propositura da representação eleitoral (processo n. 0600026-82.2020.6.20.0033) visando ao reconhecimento da propaganda eleitoral extemporânea, com a consequente imposição da multa prevista no ordenamento jurídico”, diz a peça que menciona dados de IPs de computadores do gabinete do então deputado estadual.

Ao fim, o órgão ministerial pede o “julgamento procedente da presente demanda com a imposição aos réus das sanções de cassação de registro de candidatura, bem como de inelegibilidade para as eleições que se realizarem nos 8 (oito) anos subsequentes à eleição ocorrida em novembro passado e a convocação de novas eleições, na forma do art.224, §3º, do Código Eleitoral”.

Rosalba

Já a ação movida por Rosalba Ciarlini menciona acusações de uso de servidor público na campanha eleitoral, recursos públicos para o financiamento eleitoral e doação estimável de pessoa jurídica no financiamento.

A peça assinada pelo advogado Canindé Maia aponta dados e circunstâncias, que segundo a defesa, “não restam dúvidas das irregularidades insanáveis, que macularam toda a campanha eleitoral dos representados, como demonstram os fatos narrados, configurando claro abuso de poder político e econômico”.

O outro lado

A Assessoria Jurídica do prefeito eleito Allyson Bezerra manifestou-se sobre essa notícia. Leia abaixo:

Em relação às ações ajuizadas nessa quarta-feira (16), tanto pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) como pela candidata derrotada, questionando eleição do prefeito eleito e diplomado Allyson Bezerra (Solidariedade), não há motivos para apreensões de nossa parte.

A Justiça Eleitoral de Mossoró já julgou anteriormente que não houve propaganda eleitoral irregular. Várias diligências já foram solicitadas, desde antes de iniciar a campanha eleitoral e nenhum ilícito foi encontrado, por uma razão simples: não houve qualquer ilicitude.

Quanto à outra ação, trata-se de uma demanda sem nenhum fundamento jurídico, o que será facilmente demonstrado na Justiça Eleitoral.

Confiamos na justiça, certo de que serão julgadas improcedentes.

Assessoria Jurídica do Prefeito Eleito Allyson Bezerra

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Categoria(s): Eleições 2020 / Política
quarta-feira - 16/12/2020 - 15:48h
Saúde em risco

Um jeito todo especial de ‘adorar Mossoró’

A administração Rosalba Ciarlini (PP) engata uma enxurrada de concessões de licenças de três meses e até seis meses para servidores da Saúde.

Também há estímulo para férias de médicos e enfermeiros, por exemplo, em Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) da cidade à zona rural.

Jornal Oficial do Município (JOM) há dias e dias (desde o fim das eleições em 15 de novembro) que tem muitas novidades.

Prenúncio de que se o novo prefeito – Allyson Bezerra (Solidariedade) – não cuidar, não terá quem aplique uma injeção nos primeiros meses de seu governo.

Importante ser ressaltado que o município vive momento delicado em relação ao combate incessante à Covid-19.

Essa gente realmente “adora Mossoró” (a seu modo, claro).

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Categoria(s): Política
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segunda-feira - 14/12/2020 - 10:14h
O troco

Governistas evitam ligações de Carlos Augusto

Os mandatos da prefeita não reeleita Rosalba Ciarlini (PP) e dos vereadores da atual legislatura vão até o próximo dia 31. Isso é fato.

Mas, a bancada de 14 vereadores da prefeita já não pode ser contabilizada por esse total. Inclusive, pelo comportamento em plenário da Câmara Municipal e fora dele (com um smartphone à mão).

Tem vereador (reeleito ou não) que já evita atender telefonemas da cúpula do governo, sobretudo se é para votar algo do interesse do próprio governismo.

O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, marido da prefeita e mentor do grupo, não tem sido atendido por certos parlamentares do governo.

Enfim, o troco.

Essa foi uma rotina, em sentido inverso, que a maioria dos vereadores viveu nesse quarto governo da “Rosa”.

Falar com ela e com Carlos (principalmente), o chefe, foi tarefa de raro êxito.

Leia também: Fim de governo é fim de governo.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 14/12/2020 - 08:22h
Padroeira de Mossoró

Fátima é recepcionada por Igreja em Festa de Santa Luzia

A governadora Fátima Bezerra (PT) esteve em Mossoró nesse domingo (13), para participar de parte da programação de encerramento dos festejos da padroeira dos católicos locais, Santa Luzia.

Dom Mariano Manzana recepcionou a governadora Fátima Bezerra em meio a eventos (Foto: Governadoria)

Ela foi recepcionada pelo bispo Diocesano Dom Mariano Manzana e pelo pároco da Catedral de Santa Luzia, padre Flávio Augusto Melo Forte.

A governadora posou ao lado de correligionários, servidores públicos em atuação na prevenção à Covid-19 e até se encontrou em meio à movimentação com a prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

O prefeito eleito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade), não participou do último dia da programação. Ele esteve na abertura dos festejos, dia 3 de dezembro, na Catedral de Santa Luzia.

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Categoria(s): Política
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sexta-feira - 11/12/2020 - 19:10h
Herança maldita

Rosalba ‘esquece’ IPTU e compromete início de gestão Allyson

Prefeita muda estratégia de arrecadação municipal, influindo negativamente para o inicio de sucessor

Até o momento, a prefeita não reeleita Rosalba Ciarlinia (PP) evita editar decreto que regulamente o Imposto Predial e Territorial Urbano 2021. Seu alheamento pode causar impacto negativo na arrecadação direta do município no início da gestão do sucessor e adversário Allyson Bezerra (Solidariedade).

Rosalba sabe importância de ter IPTU no início do ano, mas prefere ignorar o que vinha seguindo (Foto: reprodução TCM)

O novo prefeito não poderá contar com esse tributo irrigando o erário a partir de janeiro de 2021. Talvez leve vários meses para essa medida ter resultado prático nos cofres públicos.

Assim, terá que imediatamente normatizar o processamento desse tributo para que a partir daí ocorra todo o ciclo de providências do lançamento à arrecadação, passando pelo próprio envio de carnês pelos Correios.

Se não ocorrer nenhum sobressalto, talvez em março ou abril o IPTU comece a ser arrecadado. E olhe lá.

Só em janeiro deste ano, a arrecadação do IPTU em Mossoró atingiu quase R$ 12 milhões. A providência de antecipação assegurou à municipalidade uma engorda importante em momento de profunda instabilidade econômica do país.

Para janeiro 2021 a expectativa era de que esses números ultrapassassem os R$ 14 milhões. Porém, pela vontade da ‘Rosa’, que fez, faz e sabe fazer (como dizia seu slogan de campanha em 2016), não pingará um centavo.

Em face do imobilismo ‘estranho’, da prefeita que não vai continuar no cargo, o erário terá menos recursos. O prefeito terá menor margem de manobra para cumprir compromissos basilares do município.

Cobrança feroz

Em sua administração, Rosalba foi para cima do contribuinte com apetite arrecadador em quatro anos consecutivos. Ano passado, por exemplo, no fim de novembro já publicava no Jornal Oficial do Município (JOM) um decreto que regulamentava a cobrança do imposto (veja AQUI).

Num comparativo com 2018, encolhia desconto e antecipava vencimento.

A gestão Rosalba Ciarlini ano após anos vem seguindo essa rotina de diminuir o fôlego para quem paga o IPTU, antecipando ao máximo o início da arrecadação. Em 2019, a data-limite para cota única foi de 29 de março. Em 2018, 2 de abril. No primeiro ano de gestão dela, 2017, ficou no dia 31 de maio, nos ajustes da ‘herança’ do governo Francisco José Júnior.

Em 2017, desconto foi de 30%; em 2018 – 25%;  em 2019 – 20%. Para 2020 – 20% com antecipação do vencimento.

A prefeita asfixiou continuadamente os proprietários de imóveis, talvez pelo fato de não possuir sequer uma casa em Mossoró. Não tem experiência pessoal sobre o assunto, do outro lado do balcão. Sua residência oficial é em Tibau, a 42 quilômetros de Mossoró.

Em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral, ela nunca atestou ser dona sequer de um barraco em Mossoró. O máximo que a família paga é um ínfimo Imposto Territorial Rural (ITR) pelo Sítio Cantópolis, vasto terreno com casas no centro da cidade, mas com característica de bem ruralista.

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Categoria(s): Administração Pública / Política / Reportagem Especial
quinta-feira - 10/12/2020 - 22:50h
Covid-19

Programação cultural de fim de ano vai ser suspensa

Artistas vivem com restrições (Foto: arquivo)

A partir de aconselhamento do Comitê Gestor de Enfrentamento à Covid-19, a prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) anuncia mais medidas à prevenção à segunda onda do coronavírus. Uma delas, é o cancelamento da Maratona Cultural do mês de dezembro, a partir do dia 14.

A programação estava dividida em sete polos, com atividades por todo o Corredor Cultural da Avenida Rio Branco e em alguns pontos do Centro.

“Se faz necessária a suspensão das atividades culturais. Este cancelamento é uma medida preventiva, mas nada disso vai tirar o brilho do nosso natal, que as famílias tenham um sentimento de fraternidade, de nascimento do menino Jesus”, disse a prefeita.

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Categoria(s): Política
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quinta-feira - 10/12/2020 - 15:18h
'Pacote de bondades'

Prefeita ainda não cumpriu compromissos de cirurgias eletivas

Especialidades médicas que participaram de mutirão para cobertura de dezenas de cirurgias eletivas em Mossoró, em plena campanha eleitoral, estão esperando o pagamento pelo serviço.

Nessa quarta-feira (9), no Palácio da Resistência, a prefeita não reeleita Rosalba Ciarlini (PP) passou maus bocados ao ser emparedada por um médico, que cobrou o cumprimento da palavra empenhada.

Até o momento, não pingou na conta dos profissionais o dinheiro correspondente à tarefa. Só foi renovada a promessa de que tudo estaria resolvido após as eleições.

O ‘prego’ segue pendurado.

E Rosalba não pode reclamar de médicos e hospitais a votação insuficiente para se reeleger.

Problema dela.

Quem fez sua parte espera receber.

O trabalho compôs o ‘pacote de bondades’ da prefeita para tentar se manter no cargo a qualquer custo, enfrentando profundo desgaste.

Os médicos e hospitais fizeram sua parte. Profissionalmente, que se diga.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 07/12/2020 - 06:52h
Eleições 2020

Tião e Jorge fecham ciclo após sonho de uma ‘Mossoró Melhor’

A curta carreira política de dois empresários vitoriosos mostra como é bem árduo o ambiente eleitoral

Nomes vitoriosos, com história de empreendedorismo e de vida que daria um belo filme motivacional, Tião Couto (PL) e Jorge do Rosário (PL) parecem ter fechado no ano de 2020 um ciclo curto e, de insucessos, na atividade político-partidária. Pelo visto, não são do ramo.

A derrota de Rosário como candidato a vice-prefeito da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e a ausência quase absoluta de Tião, dessa campanha, dizem muito da complexidade da política.

Os dois ascenderam em pouco mais de 35 anos ao topo empresarial em Mossoró e RN, atuando em múltiplos negócios, mas em especial nos ramos do petróleo (Tião) e construção civil (Jorge). Em 2015, ao lado dos empresários Michelson Frota e Marcelo Rosado (nome sempre descartado pela elite de poder rosadista), decidiram que era hora de entrar na política diretamente.

Construíram um projeto para mudança de paradigmas na gestão pública e nos costumes políticos em Mossoró, tendo como base a experiência vitoriosa na atividade produtiva e suas vidas em si. Nasceu o movimento “Mossoró Melhor” e a chapa Tião-Jorge (veja AQUI), a prefeito e vice em 2016.

Tião e Jorge, biografias vencedoras, que não se adaptaram ao ambiente movediço da política partidária (Foto: arquivo)

Desacreditados até no meio empresarial, de onde emergiam, chegaram à campanha municipal de 2016 como azarões. Entretanto, assustaram na reta final a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP), que conseguiu vencê-los apesar de certa apreensão (veja AQUI). Mas, ficou plantada a semente. Ficou o gostinho de quero mais. Sim, era possível avançar e vencer adiante.

Porém, a partir daí, uma sucessão de erros estratégicos, péssimas escolhas e más companhias políticas levaram eles para uma descapitalização continuada dos ativos conquistados em 2016.

O ano de 2020 pode ser mesmo o fim, sobretudo pelo desestímulo que parece ter desabado sobre ambos. Tião, antes de deflagrado o processo eleitoral, avisou que não seria candidato a nada (veja AQUI). Jorge, depois do resultado das urnas, onde sua presença numa chapa favorita e dada como “imbatível”, não se confirmou, já pode pedir música no ‘Fantástico’ (quadro de programa de TV, em que jogador de futebol pede música após marcar três gols numa única partida): são três derrotas em três eleições consecutivas, no espaço de quatro anos.

Campanha de 2018 desenhou 2020

Tião (na ocasião no PSDB) e Jorge saíram das eleições de 2016 com um altíssimo capital eleitoral: 51.990 (39,39%) votos, perdendo apenas para a chapa vitoriosa de Rosalba-Nayara Gadelha (PP). Àquele tempo já se falava que com certeza chegariam às eleições estaduais de 2018 e em seguida, 2020, com fôlego e maior bagagem a vitórias.

Porém, muito do que se contabiliza nesse ano de 2020 em relação a ambos, pode ser entendido pelo o que fizeram num passado recente: em 2018.

Jorge tinha uma candidatura a deputado estadual encaminhada ao êxito. Pesquisas apontavam que seu desempenho em Mossoró acabaria por alavancá-lo à Assembleia Legislativa. Todavia, a partir do momento em que Tião inesperada e isoladamente decidiu ser candidato a vice na chapa do governador Robinson Faria (PSD), decretou a derrota do amigo. E ele próprio, passou vexame ao ser apenas o quarto colocado em votos em Mossoró, na garupa do governador.

O segundo turno acabou tendo Fátima Bezerra (PT)-Antenor Roberto (PCdoB) x Carlos Eduardo Alves-Kadu Ciarlini (PP), com a eleição da petista e seu companheiro de chapa (veja AQUI).

Tião recolheu-se e ficou equidistante da contenda municipal desse ano, enquanto Jorge acreditou que saindo do campo da oposição, onde era um nome valorizado na na soma de qualquer chapa, poderia ser vice-prefeito governista sem dificuldades. Outra vez a dupla errou nas avaliações e posições.

Mudança de opinião, piruetas com as palavras

Em 2018, Tião foi vice de Robinson após descartar sua própria candidatura à Câmara Federal veja AQUI, antecipando que não via nenhum dos candidatos a governador em condições de ter seu apoio. “São os mesmos grupos, as mesmas famílias e pessoas que há muitos anos são os grandes responsáveis pela calamidade que o Rio Grande do Norte vive hoje e agora querem se apresentar como solução para os problemas que eles criaram”, disse Tião Couto, em encontro do PR (Hoje PL), em Natal, dia 7 de julho daquele ano.

No dia 5 de agosto, menos de um mês depois, Tião era anunciado vice de Robinson, candidato à reeleição (veja AQUI).

Esse ano, Jorge é quem fez pirueta com o que tinha dito. Depois de criticar Rosalba num passado recente, topou ser vice dela, numa cooptação que tentou desmentir inicialmente (veja AQUI) e não convenceu ninguém, até se consumar o ato (veja AQUI e AQUI). Outra vez foi vice, posto que não aceitava na oposição, onde de verdade estavam seus votos. Mudou de lado e chegou ao palanque da “Rosa” sem acrescentar nada. Foi punido pelo eleitor.

Jorge e Rosalba: o certo que deu errado (Reprodução BCS)

A vitória do deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) a prefeito, derrotando o ‘mito’ Rosalba Ciarlini, consagra uma tendência do eleitor que as pesquisas quantitativas e qualitativas mostravam há muitos e muitos meses. A maioria não queria mais Rosalba e os Rosados. Estavam à espera de quem pudesse galvanizar essa expectativa.

Tião e Jorge poderiam ter sido esses nomes em 2020, prefeito e vice “em férias”, mas implodiram bem antes. Allyson soube compreender e trabalhar essa aspiração, com senso de oportunidade e talento à política.

Ativo frágil

Tratássemos do “voto” pela ótica das Ciências Econômicas, poderíamos afirmar com segurança que é o caso típico de um “ativo” frágil. Seria uma “moeda” flutuante, sujeita às volatilidades de riscos, conforme o momento ou externalidades referentes às eleições e à dinâmica da própria política.

O capital-voto dos dois empresários desmanchou-se em pouquíssimo tempo. Em 2018, já tinha encolhido drasticamente. Agora, já são devedores.

Eles não conseguiram sobreviver à raposice de alguns, à própria inabilidade e ao ambiente movediço da política de Mossoró e do RN (Leia também: O perigo do efeito Orloff no futuro de TiãoTião caminha à disputa estadual desconectado da realidade e Êeee, Tião.

Leia também: Voto se revela um ativo de alto risco na política de Mossoró.

O que o futuro reserva para Tião e Jorge em termos políticos? Mais do que pretensões pessoais e reordenamento de um grupo que nunca passou deles dois, é preciso se aquilatar a importância de ambos e da iniciativa do Mossoró Melhor para a própria política local.

Dois vencedores saíram do quadrado, da zona de conforto, deram a cara a tapas e colocaram em risco biografias vitoriosas atuando numa arena que só conheciam como satélites, de fora ou como colaboradores.

Abriram caminho para que se redesenhasse e se constituísse uma nova configuração de forças na política mossoroense, com reflexos no jogo de poder estadual.

Mas, isso é tema para outras e outras postagens adiante. É material primário para os estudiosos da ciência política, da sociologia, da história de Mossoró, lá na frente. Essa é uma contribuição residual que ofertamos à academia e ao futuro.

Análise das eleições 2020

* Essa postagem é a terceira de uma série que estamos produzindo sobre as eleições 2020. Veja as anteriores:

Leia tambémPolarização continua, apesar de números mostrarem que não;

Leia também: Álvaro é prefeito por ‘voto de segurança’; Natal repete prudência.

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Categoria(s): Eleições 2020 / Política
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