segunda-feira - 25/03/2019 - 23:58h

Pensando bem…


“Ou nós nos fazemos infelizes ou nos tornamos fortes. A quantidade de trabalho é a mesma”.

Carlos Castaneda

Categoria(s): Pensando bem...
segunda-feira - 25/03/2019 - 23:52h
Em baixa

Pesquisa leva Rosalba a tentar sair da defesa pro ataque


Com pesquisa de avaliação do seu governo e de sua imagem em mãos, a prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) está com sinal de alerta ligado.

Por isso que desde a semana passada tenta sair da defesa ao ataque, com os meios disponíveis na estrutura da municipalidade e mídia.

A ordem é reagir.

A descapitalização de imagem foi acentuada nos últimos dias por pelo menos três situações:

- Embate com grevistas da Educação – veja AQUI;

- Decisão de cortar recursos para setores importantes – veja AQUI;

- Estragos na infraestrutura viária da cidade – veja AQUI.

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Categoria(s): Política
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segunda-feira - 25/03/2019 - 23:40h
Em Natal

Orquestra inicia temporada 2019 nessa terça-feira


Espetáculo é no Riachuelo (Foto: divulgação)

É nessa terça-feira (26) o início da temporada 2019 da Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte. Ela apresentará o “I Concerto do Projeto Movimento Sinfônico – Terças Clássicas”, no Teatro Riachuelo, em Natal.

Outra boa notícia: a entrada é gratuita.

O segundo lote de ingressos será distribuído nessa mesma terça-feira, a partir das 10h, no 3º piso do Shopping Midway Mall, galeria Fernando Chiriboga.

O solista do espetáculo será Daniel Wolff, primeiro doutor em violão no Brasil, com sólida nacional e internacional, repleta de prêmios.

A Orquestra Sinfônica é regida pelo maestro Linus Lerner.

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Categoria(s): Cultura
segunda-feira - 25/03/2019 - 21:22h
Opinião

Complexo de inferioridade


Por François Silvestre

É uma manifestação psicossocial do indivíduo que se pretende maior do que acha que é avaliado.

Em se achando maior do que imagina ser visto, expõe-se feito o cururu, que incha para enganar o predador, fazendo-se maior do que realmente é.

O Juiz Marcelo Bretas é um arquétipo dessa condição humana. Feio, sofre com a beleza dos outros. Inculto, esbanja-se em citações alheias. Fanático religioso, usa o credo da sua crença para fundamentar o infundamentável.

Agora, após a auto defenestração de Sérgio Moro da magistratura, negociada com Bolsonaro por uma vaga no Supremo, Bretas decidiu ocupar o vácuo.

E aí destrambelha-se, como sói acontecer com todos os complexados. Vêm à tona os recalques de quem não os trabalhou para resolvê-los.
Mandou algemar o ladrão Sérgio Cabral com algemas dos pés para as mãos, do torço, num espetáculo grotesco.

Por quê? Porque o larápio, perigoso corrupto, mas inofensivo como preso, comentou numa audiência que o juiz Bretas era filho de lojista de bijuterias. Suprema humilhação.

E na tentativa de aparecer como sucessor de Moro, que foi sucessor de Joaquim Barbosa, o arrependido, decreta prisão preventiva na mais escrachada desconsideração definidora desse tipo de prisão.

Nem um juiz de paz, do sertão antigo, cometeria tal aberração. Fruto do complexo de inferioridade.

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Categoria(s): Artigo
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segunda-feira - 25/03/2019 - 20:24h
DER/RN

Órgão sucateado e sem pessoal é um desafio enorme


Marques: desafio (Foto: Assecom)

O Departamento de Estradas e Rodagens do RN (DER/RN) tem apenas 13 engenheiros em seus quadros – lotados na capital.

Mesmo assim, remanescentes de meados dos anos 80.

Os distritos regionais localizados no interior funcionam precariamente (Mossoró, Caicó, Pau dos Ferros, João Câmara, Santana do Matos).

Em Mossoró, por exemplo, há mais de dois anos não tem sequer um engenheiro responsável.

É uma missão hercúlea revitalizar esse órgão sucateado e sem pessoal, imagine restaurar a precária malha viária do estado.

O engenheiro civil Manoel Marques Dantas, com mais de 30 anos de atuação no DER, é seu diretor geral.

Sobram-lhe conhecimento e boa vontade.

E para por aí.

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Categoria(s): Administração Pública
segunda-feira - 25/03/2019 - 19:22h
Operação Lavat

Juiz nega pedido de Henrique Alves e Eduardo Cunha


Henrique e Eduardo: decisão desfavorável (Foto: arquivo)

O Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães, titular da 14ª Vara Federal, negou o pedido formulado pela defesa de Eduardo Cunha (MDB) e Henrique Alves (MDB), ex-presidentes da Câmara Federal, que pediram nos autos do processo 0812330-44.2017.4.05.8400, conhecido como Operação Lavat, para que essa demanda siga para a Justiça Eleitoral.

“Apesar de mais estes esforços das defesas dos réus Henrique Alves e Eduardo Cunha no intuito de levar para a Justiça Eleitoral a apuração dos delitos aqui denunciados, buscando apoio em recente decisão emanada da Suprema Corte do país, entendo que a situação presente neste processo não se amolda aos parâmetros delineados naquele caso. Antes que tudo, é preciso deixar bem claro que o instituto da conexão não se presta à definição originária de competência, como parecem crer as defesas dos requerentes”, escreveu o Juiz Federal Francisco Eduardo Guimarães.

Delitos

As defesas de Henrique Alves e Eduardo Cunha justificavam que os fatos trazidos nos autos teriam, supostamente, semelhança com entendimento do Supremo Tribunal Federal, no sentido de que se encontra corroborada a tese de que há indícios de delitos eleitorais.

O magistrado Francisco Eduardo observou ainda na sua decisão: “De início, quanto à possível existência de crimes eleitorais, constato que a denúncia, em momento algum, descreve a prática de fatos tipificados nas leis eleitorais nem, muito menos, imputa aos denunciados tais tipos de delitos. É bem verdade que trechos da denúncia fazem referência a “doações eleitorais oficiais e não oficiais”, mas em momento algum se vê no texto da denúncia que tais doações teriam sido omitidas por Henrique Alves na sua prestação de contas eleitorais”.

Os depoimentos das testemunhas de defesa no âmbito da Operação Lavat serão retomados nessa terça-feira (26), a partir das 9h, na sala de audiência da 14ª Vara Justiça Federal no Rio Grande do Norte, em Natal.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
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segunda-feira - 25/03/2019 - 16:02h
Inverno

Martins tem chuvas de 172,5 milímetros no fim de semana


O último fim de semana foi o mais chuvoso de 2019. O monitoramento da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN), realizado de sexta (22) até hoje (25), mostra que choveu mais forte nas regiões Oeste e Central do Estado, mas também, foram registradas chuvas nas regiões Agreste e Litoral Leste.

Na região Oeste choveu com mais intensidade em Martins, 172,5 milímetros e João Dias onde choveu 120mm. Na região Central choveu 145mm em São João do Sabugi e 77mm em Florânia. Esse volume mais intenso nas regiões Oeste e Central, é uma característica do principal sistema.

que provoca chuva no semiárido nordestino nesta época do ano, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).

Em Martins, que registrou 172,5 milímetros só neste fim de semana, a média para o mês de março inteiro é de 302 milímetros, com esse volume do fim de semana já choveu.

em março deste ano, 336 milímetros, ou seja, já choveu acima da média do município para o mês de março.A previsão para o restante da semana é de mais chuva em todas as regiões potiguares.Mas deve chover com menos intensidade no litoral Leste e região Agreste.

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Categoria(s): Gerais
segunda-feira - 25/03/2019 - 15:32h
Partido

Deputado Allyson assumirá Solidariedade em Mossoró


Allyson (centro) assumirá partido (Foto: Solidariedade)

O partido Solidariedade fará Encontro Municipal no próximo dia 4 de abril na cidade de Mossoró. Será no hotel Vila Oeste, às 19h, com presença também de liderança histórica que colaborou na formação da legenda no município: ex-vereador Soldado Jadson.

Na ocasião, o deputado estadual Allyson Bezerra será empossado como presidente municipal do partido, “dando início a um processo contínuo de novas filiações na cidade, que será realizada ao lado do suplente de deputado federal, Lawrence Amorim”, informa o Solidariedade.

O interesse de legenda, segundo seu comando estadual, é abrir paulatinamente a discussão interna e com outras legendas e segmentos da cidade, com vistas a campanha municipal do próximo ano.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Solidariedade/RN.

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Categoria(s): Política
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segunda-feira - 25/03/2019 - 15:10h
Hoje

Desembargador determina liberdade de Michel Temer


Temer: prisão quinta-feira (Foto: arquivo)

Do G1RJ

A Justiça determinou nesta segunda-feira (25) a soltura do ex-presidente Michel Temer, preso quinta-feira (veja AQUI) em São Paulo pela Força-Tarefa da Lava Jato no Rio.

A decisão é do desembargador Antonio Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.

A decisão também determina a soltura do ex-ministro Moreira Franco, de Coronel Lima, apontado como operador financeiro do suposto esquema criminoso comandado por Temer, e de outros quatro outros alvos da Operação Descontaminação: Maria Rita Fratezi, Carlos Alberto Costa, Carlos Alberto Costa Filho e Vanderlei Di Natalie.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Leia também: Conheça as 10 investigações e os milhões que envolvem Temer.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 25/03/2019 - 13:10h
No RN

“Sistema S” fará cortes antes do governo “passar a faca”


O “Sistema S” no Rio Grande do Norte vai passar por cortes em seu orçamento.

Demissões, fusões de departamentos, diminuição de investimentos e outras medidas vêm por aí, antes que o próprio Governo Federal “passe a faca”, como prometido ainda no final do ano passado pelo atual ministro da Economia, Paulo Guedes.

Em 2018, segundo a Receita Federal, foram repassados R$ 17,08 bilhões às entidades e em 2017 os números chegaram a R$ 16,47 bilhões, em todo o país.

Leia também: “Sistema S” vive momentos de grande apreensão.

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Categoria(s): Economia / Gerais
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segunda-feira - 25/03/2019 - 11:48h
Petrobras

Juíza determina desconto de contribuição sindical


Lygia: decisão (Foto: TTR21)

Uma decisão liminar da 9ª Vara do Trabalho de Natal determinou que a Petrobras desconte da folha de pagamento dos trabalhadores, filiados ao Sindipreto/RN, valor referente ao pagamento mensal da contribuição voluntária ao sindicato.

Na decisão, a juíza do trabalho Lygia Maria de Godoy Batista Cavalcanti destaca que a medida deve ser realizada somente para os trabalhadores que tenham autorizado o desconto, nos mesmos moldes e critérios praticados ao longo do ano de 2018 e em observância às disposições das normas coletivas da categoria.

A liminar atende a um pedido de suspensão dos efeitos do art. 2º, da MP 873/2019, editada pelo Governo Federal, feito pelo Sindicato dos Petroleiros do RN (SINDIPETRO/RN).

Em sua decisão, a magistrada afirma que “uma das faces perversas dessa canhestra Reforma Trabalhista é exatamente inviabilizar o movimento sindical”.

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Categoria(s): Gerais / Justiça/Direito/Ministério Público
segunda-feira - 25/03/2019 - 08:22h
Sem veto

Fátima diz que pediu para deputados não adotarem 13º e férias


Pela primeira vez, a governadora Fátima Bezerra (PT) pronunciou-se sobre projeto de lei da Assembleia Legislativa do RN, transformada em lei no sábado (23) – veja AQUI, que garante pagamento de 13º salário e férias aos deputados estaduais. Em suas redes sociais, ele justificou por que não vetou a matéria, tendo prerrogativas para assim agir.

Fátima Bezerra evitou bater de frente com deputados em caso muito delicado (Foto: arquivo)

“A AL é formada por representantes da sociedade potiguar que conhecem a realidade do RN. Eu sempre respeitei a autonomia do Legislativo e os posicionamentos dos parlamentares e deixei a cargo deles a decisão final sobre a instituição ou não de novas remunerações para os seus membros’, disse à manha desta segunda-feira (25).

“Quando comuniquei que não sancionaria a proposta, pedi à Assembleia Legislativa que, diante da calamidade financeira do estado, o benefício somente fosse implantado após regularizada a situação salarial dos servidores e servidoras do Poder Executivo”, informou.

“À população do RN reafirmo aqui o meu compromisso e toda a minha dedicação no sentido de pagarmos os salários em dia dos nossos servidores. Não sossegarei, ao mesmo tempo, enquanto não conseguir os recursos extras necessários ao pagamento dos atrasados”, prometeu.

Leia também: Assembleia cumpre a lei sobre 13º e férias, diz Nota Oficial.

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Categoria(s): Política
  • Repet
segunda-feira - 25/03/2019 - 07:24h
O outro lado

Assembleia cumpre a lei sobre 13º e férias, diz Nota Oficial


Sérgio Freire é procurador geral (Foto: AL)

A Assembleia Legislativa emite Nota Oficial nesta segunda-feira (25), com esclarecimentos sobre a promulgação (publicação de lei) que concede aos deputados estaduais direito ao recebimento do 13º salário e abono de férias.

Leia a íntegra abaixo:

Nota Assembleia Legislativa do RN

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte torna pública a verdade sobre a percepção dos direitos dos deputados referentes ao décimo terceiro salário e 1/3 de férias:

1- Como todos os servidores públicos, os deputados estaduais recebiam, até 2015, os valores correspondentes ao décimo terceiro salário
2 – A Presidência da Assembleia Legislativa do RN, em 2016, atendendo recomendação do Ministério Público de Contas do Estado, suspendeu o pagamento e aguardou a decisão judicial definitiva

3 – Entendendo que os agentes políticos são assemelhados aos servidores públicos em geral, o Supremo Tribunal Federal consagrou, em regime de  repercussão geral, a isonomia entre todos e garantiu que os agentes políticos têm os mesmos direitos dos servidores públicos, conforme determina a Constituição Federal

4 – O pagamento do décimo terceiro salário e de 1/3 de férias aos deputados estaduais é apenas semelhante aos já pagos a todos os membros do Poder Judiciário, do Ministério Público, do Tribunal de Contas e das Casas Legislativas do Brasil, inclusive o Congresso Nacional

5 – A Assembleia Legislativa cumpre o que determina a Constituição Federal e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF)

6 – Os pagamentos são feitos com recursos do orçamento da Assembleia Legislativa, sem onerar, de nenhuma forma extraordinária, o Tesouro Estadual

7 – Sendo essa a verdade sobre os fatos, a Assembleia Legislativa do RN, norteada pelos princípios da Transparência, entende ter esclarecido à população os fundamentos jurídicos que nortearam as medidas administrativas adotadas quanto a esse tema

Dr. Sérgio Freire – Procurador Geral da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte

Leia também: Assembleia Legislativa promulga lei do 13º e férias.

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Categoria(s): Política
domingo - 24/03/2019 - 23:56h

Pensando bem…


“Todas as grandezas do mundo não valem um bom amigo.”

Voltaire

Categoria(s): Pensando bem...
  • Repet
domingo - 24/03/2019 - 19:40h
Segundo Turno

América vence e aguarda adversário para finalíssima


América-RN conta com apoio da torcida no Nazarenão (Foto: Canindé Pereira/América FC)

Do Globo Esporte e Blog Carlos Santos

O América-RN é o primeiro finalista do segundo turno do Campeonato Potiguar. O Alvirrubro goleou o Palmeira por 3 a 0, neste domingo (24), na volta ao Nazarenão, em Goianinha.

Max marcou duas vezes no primeiro tempo e Gabriel Nunes completou o placar na segunda etapa.

Com o resultado, o Mecão chegou a 15 pontos e se manteve na liderança da Copa Rio Grande do Norte. Na lanterna, com três pontos, o Verdão segue ameaçado pelo rebaixamento.

O América-RN vai encarar o Assu, fora de casa, na última rodada do returno.

O Palmeira joga contra o Globo FC em Ceará-Mirim. Os jogos estão marcados para o dia 3 de abril, mas deverão ser remarcados pela Federação.

ABC, Potiguar e Globo

Atrás do América estão Potiguar (12), Globo (11) e ABC (10 pontos).

Potiguar e ABC têm dois jogos a menos, incluindo um confronto direto marcado para a próxima quarta-feira (27) entre os dois, no Estádio Frasqueirão, em Natal.

Em seguida, o alvinegro pegará o Força e Luz no Arena das Dunas (03/04) e o alvirrubro de Mossoró joga fora de casa contra o Santa Cruz.

O Globo só enfrentará o Palmeira no próximo dia 4.

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Categoria(s): Esporte
domingo - 24/03/2019 - 18:34h
Sem rumo

‘Buracos de estimação’ colocam prefeita e governo em pânico

Rosalba e prefeitura prometem, mais uma vez, pelo terceiro ano seguido, resolver o que não podem

Do Blog Diário Político

Uma imagem compartilhada centenas de vezes pode fazer a diferença na hora de anunciar alguma melhoria na cidade de Mossoró. Bastou a imagem abaixo ser disseminada e comentada nas redes sociais negativamente que a prefeitura logo se pronunciou. O homem ‘pescando’ nos buracos da Avenida João da Escóssia fez o inimaginável: o poder executivo anunciou a obra daquela via por meio de postagem no final da tarde deste domingo, 24/03.

"O pescador e os buracos" foi postagem deste domingo em redes sociais que abalou governo (Foto: reprodução)

A Prefeitura de Mossoró anuncia o início das obras de recuperação da malha viária da cidade. A ordem de serviço já foi assinada e os trabalhos começam no dia 1° de abril, conforme informou a empresa responsável pela execução da obra – em nota oficial da municipalidade.

Os trabalhos vão iniciar pela Avenida João da Escóssia, trecho de grande fluxo na cidade e com grande desgaste devido às chuvas recentes. O investimento do Executivo Municipal é superior a R$ 3 milhões de reais para essa ação que vai contemplar vários bairros.

“Já havíamos lançado a licitação e, após a finalização dos trâmites burocráticos, a empresa CLC assinou a ordem de serviço na última sexta-feira (22) e informou sobre o início das obras no próximo dia 1° de abril”, explica a secretária de Infraestrutura, Kátia Pinto.

O trabalho de recapeamento asfáltico vai ser destinado às ruas e avenidas de maior fluxo, beneficiando a população de diversas localidades de Mossoró. A ação já constava no planejamento da Infraestrutura para esse período do ano.

Nota do Blog Carlos Santos – A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e seu Governo continuam funcionando de forma reativa, sem postura proativa. Parece que não compreendem que “os tempos são outros”.

Não adianta entrevista a jornal, falar apenas o que lhe interessa a rádios amigas, pois sua maior oposição não tem sigla nem nomes, não é qualquer sindicato ou jornalista. É uma oposição social que emerge das ruas e redes sociais. As urnas ano passado já deram um aviso retumbante, mas parece que ela e seus asseclas ainda não entenderam.

O povo não aguenta mais ser enganado, conviver com tanta desfaçatez e estelionato político-eleitoral.

Outro detalhe: o dinheiro prometido para enfrentar esse problema da buraqueira é ínfimo. Eu sei, Rosalba sabe, qualquer pessoa razoavelmente bem-informada sabe, que essa é outra mentira deslavada e despudorada.

Em 2017 também houve promessa assim; em 2018, idem. Taparam uns buraquinhos que sempre reaparecem. Os da foto são de “estimação” da prefeita. Ano passado e no anterior estavam lá. Em 2020, provavelmente vão ‘visitar’ os mossoroense outra vez.

A prefeita e seu governo são mitômanos: mentem em escala industrial, de forma sistemática e por qualquer razão. É da natureza de ambos. Falta-lhes um pingo de honestidade nas relações com o contribuinte, a quem devem respeito.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
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domingo - 24/03/2019 - 10:38h

Não é Martins uma ilha?


Por Honório de Medeiros

Os olhos claros da garçonete não olhavam, ou faziam de conta que não olhavam, os seus admiradores espalhados pelas mesas do restaurante onde trabalhava.

Também não olhavam para os passantes na calçada da praça em frente, tampouco para nós outros que estávamos em restaurantes vizinhos e separados por um espaço puramente imaginário.

Mas nós sabíamos que ela sabia dos nossos olhares. Havia uma sabedoria ancestral, herdada de Eva, naquela sua reserva dissimulada à nossa admiração. Sabedoria que a Serra burilara com seu isolamento ilhéu.

Pois não é a Serra uma ilha no vale? Não é Martins com seu frio invernal de Julho, a névoa como um véu ocultando as formas das árvores centenárias nos sobrenaturais caminhos de barro que conduzem para os sítios, uma ilha no coração do Sertão?

Não sabia disso Francisco Martins Roriz quando fincou, no século XVIII, seus pés portugueses à margem da Lagoa dos Ingás e construiu uma Capela exatamente onde sua companheira, Micaela, foi encontrada morta?

Não sabia que ali estava um lugar como não havia igual em todo aquele mar de terra, sol, cinza, pó, pedra e solidão que lhe cercava?

A garçonete, vai e vem. O que pensará enquanto desliza e atende, alheada de si e da presença de sua beleza, a beleza das mulheres de Martins, a todos nós que subimos a Serra e nos entregamos ao prazer ancestral de comer, beber, amar e conversar, receber a dádiva do frio e das árvores, do céu estrelado onde a escuridão, no Vale, somente se rende às luzes trêmulas de pequeninas casas isoladas?

Talvez não pense. Talvez aja mecanicamente. Mas, ali, em Martins, não é possível que a realidade seja menor que a arte. Ao contrário. Ali, a arte imita a vida. E seu pensamento, com certeza, não desmerece todo o clima que envolve a cidade.

Há luzes, cores, música, risos, então há romances, amores, paixões que surgem, outras que desmoronam, no interminável e efervescente ciclo da vida.

Em sua cabecinha loura com certeza há a espera ansiosa pelo fim da noite ou começo da madrugada, como queiram. Decerto há alguém que a espera com palavras, carinhos, compromissos; há tudo quanto é humano e os deuses abençoam. Não pode ser de outra forma.

Talvez ela seja de um sítio vizinho ou mesmo distante. Não quis perguntar. Pode ser que eu conheça algum dos seus moradores. Alguém vivido, que conseguiu sair de Martins e voltou depois de muitos anos sem que a saída afetasse seu coração e sua alma. Alguém que não foi corrompido pelo mundo exterior – por que Martins é uma ilha! -, não esqueçamos.

Esse homem ou mulher já mal vê o mundo, seus olhos estão ficando velados pelo tempo. Não importa. Com sua idade e sabedoria, o mundo está em sua mente e a sua mente é o mundo.

Ele ou ela, quando foram embora, interpretaram o mundo a partir de Martins; hoje, apenas confirmam, com sua experiência, que em quase tudo estavam certo. “O mundo lá fora”, dizem, quando ao seu redor sentam os que o visitam, “não é nada diferente de nossa Serra. É como uma mulher coberta de joias e vestidos e pintura. E quando se tira tudo isso, o que fica? Mas a nossa Serra não precisa de nada disso para ser bonita”.

Todos estão juntos ali impulsionados por um código imemorial: escutam atenciosamente quem pode lhes explicar o mundo que Deus lhes legou e que às vezes parece tão incompreensível.

Ainda bem que Deus lhes mandou também algumas pessoas que têm o dom de perceber suas mensagens deixadas nas linhas da natureza e explica-las aos outros. Por isso tais reuniões. Para escutar e reforçar os laços de solidariedade que os mantém unidos e protegidos em sua ilha, Martins.

A garçonete se fora. Quem a terá recebido em seus braços? Faz frio. A praça está repleta de silêncio. Os restos da festa jazem espalhados. Alguns retardatários encaminham-se para suas cobertas. O ar puro e suavemente perfumado da Serra envolve Martins. Às margens da Lagoa dos Ingás a escuridão mal deixa perceber suas águas, mas elas estão ali, muito mais antigas que os passos dos que viviam, no seu entorno, desde a ocupação portuguesa.

Águas misteriosas que vêm não se sabe de onde. Águas que ouviram o grito de dor de Francisco Martins Roriz quando se deparou com o cadáver de Micaela, morta por afogamento, às margens do Ingá.

Águas testemunhas, dizem os antigos, dos passos inquietos dos seus antigos proprietários, os índios, que nas noites enluaradas caminham incansavelmente da Lagoa dos Ingás para a Casa de Pedra, da Casa de Pedra para a Lagoa dos Ingás, e assim será até o final dos tempos.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Governo do RN

Categoria(s): Crônica
domingo - 24/03/2019 - 10:18h

Inimigos íntimos


Por Paulo Linhares

A avassaladora e inesperada performance de Jair Bolsonaro na eleição presidencial de 2018 deu inicialmente a impressão de que se formara um novo consenso à direita, estribado na formidável montanha de 57.797.847 votos garantidores de vigorosa legitimidade.

Obviamente que uma série de manobras  bem sucedidas que envolvia uma aliança composta pela plutocracia financeiro-industrial, pelo baronato da grande imprensa e por setores da grande máquina estatal do Poder Judiciário, do Ministério Público e da Polícia Federal, além de bem articuladas bancadas temáticas conservadoras do Congresso Nacional, as bancadas BBB (os três “b”: bancadas da Bíblia, do Boi e da Bala), poderia derrotar   a “organização criminosa petista” que governava o Brasil desde o ano de 2003.

Para conseguir esse desiderato, era imprescindível interromper o governo legal e legitimado pelo voto da então presidente da República Dilma Rousseff. Uma extenso e bem montado processo de impedimento foi iniciado. Embora sem a configuração dos requisitos constitucionais para o impeachment da então inquilina do Palácio do Planalto, elencado no artigo  85 da Carta de 1988, todas as etapas foram cumpridas e que redundaram, à final, na deposição da mandatária petista.Uma bem urdida  manobra judiciaria-parlamentar consumou inequívoca e nova forma de golpe de Estado: tudo formalmente nos marcos institucionais vigentes, sem um tiro ou uma gota de sangue derramado. Foi como tomar um vermelhíssimo pirulito de  desalentada criança.

As próprias vítimas, os petistas, ingenuamente findaram como avalistas da patranha que os apeou do poder federal, ao acreditar que seria possível lutar e vencer nos marcos jurídicos-processuais da institucionalidade. Satanizados pela Globo e seus aliados, os tais “lulopetistas” se transformaram na quintessência da corrupção.  Não importava os corruptos do PMDB, do governo Temer, do PSDB, do PP ou do PTB.O PT, passou a ser o culpado por todos os desmandos e desacertos da República. Mais ou menos como ocorre naqueles romances policiais em que o mordomo é sempre  o culpado pelo crime: o PT, mordomo do governo e jamais do poder, passou a ser tido como vilão de todos os malfeitos deste país.

Na sadia vivência republicana, o dever dos homens públicos não é apenas não dilapidar, mas, também, impedir que outros dilapidem o dinheiro do povo, desde os tempos de  Marcus Tullius Cicero que, a propósito, ensinava: “O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos se a nação não quiser ir à falência. As pessoas devem, novamente, aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.”

Por isto é que, decerto, o grande pecado do PT (e de seu líder mais eminente, o ex-presidente Lula), tenha sido as alianças espúrias que fez na busca da tão propalada “governabilidade” e que resultou na conivência com gravíssimos e vultosos casos de corrupção.  Aliás, o paradoxo é que Lula ‘coma cadeia’ em razão de uma reles apartamento e um acanhado sítio que, sabidamente, não lhe pertencem e que, juntos, valem menos de dois milhões de reais.

Tanto que, na recente prisão do ex-presidente Michel Temer, decretada pelo juiz federal Marcelo Bretas, revelou-se que ele e o seu escudeiro Moreira Franco, o famoso “Gato Angorá”, teriam recebido cerca de um bilhão e oitocentos milhões “em tenebrosas transações”, como diz a canção de Chico Buarque, enquanto “A nossa pátria mãe tão distraída/ Sem perceber que era subtraída”.

Traída mesmo, por que manobrava os cordéis dos marionetes da política brasileira. Claro, a prisão preventiva de ambos é desnecessária e  um absurdo do ponto de vista do sistema de garantias desenhado na Constituição da República, mas, aí já é uma outra história. Voltaremos ao tema.

Doutra parte, constata-se que, nestes tempos de agora, a luta política se transferiu para o terreno movediço das bolorentas pendengas judiciárias enfeixadas na velha fórmula do interesse supremo do Estado que tantas vidas imolou, alhures e aqui, no promíscuo altar da política: o apóstolo Pedro, a guerreira francesa Jeanne D’Arc, o líder escocês William (Brave Heart) Wallace, o filósofo Giordano Bruno, o nosso Tiradentes, o Padre Miguelinho, o poeta Federico García Lorca, a combatente Olga Benário Prestes, o casal Rosenberg e o cantor chileno Victor Jara, entre tantos. Em nome de Deus, da pátria ou da lei, sempre a aflição de mortes cruéis e desnecessárias.

O primado da lei, do Estado, do interesse coletivo, da prevalência do público sobre o privado, das instituições implacáveis e impessoais. E por trás desse biombos salpicados de sangue e lágrimas, grassam mendazes interesses patrimoniais, políticos e ideológicos.

Entretanto, como se dizia antigamente, “o castigo vem a cavalo”. Hoje, é mais correto dizer que o  castigo vem a foguete, redes sociais ou grandes aparatos de comunicação. Aliás, o presidente Bolsonaro não apenas é assíduo frequentador das redes sociais, em especial do Twitter, como a partir do besteirol que destila nessas plataformas, paradoxalmente se transformou, ao lado de seu filhos e de alguns de seus ministros, no maior adversário de seu próprio governo.

A cada semana, temas polêmicos vêm à tona e deflagram novas crises. Bolsonaro, seus meninos e ministros, já são suficientes para manter o clima de guerra no seio do governo; eles fazem o furdunço todo, enquanto a oposição  apenas (estarrecida!) observa. Em suma, o governo Bolsonaro não precisa de adversários ou opositores. Só a família do presidente Bolsonaro, além dele próprio, já gera bizarras e absurdas crises, isto sem falar nos grupos que dividem o poder a trocar cotoveladas.

Enfim, esse governo alberga elementos díspares que, até agora, têm impedido uma atuação política em bases monolíticas.  É um governo marcado pela antinomia: o paradoxo de ser, a um só tempo, situação e oposição.

Algo bem parecido até com aqueles versos da canção  “Contrários”, do Padre Fábio de Melo: “Que o verso tem reverso/ Que o direito tem o avesso/ Que o de graça tem seu preço/ Que a vida tem contrários/ E a saudade é um lugar/ Que só chega quem amou/ E o ódio é uma forma tão estranha de amar.” E para melhor compor a cena tragicômica que se avoluma a cada dia neste Brasil de 2019, aquele característico e ‘carinhoso’ gesto da arminha.

Paulo Linhares é professor e advogado

Foto: revista IstoÉ

Categoria(s): Artigo
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domingo - 24/03/2019 - 10:02h

Tudo como dantes?


Por Odemirton Filho

Depois das eleições e com a posse dos novos representantes da sociedade nos respectivos mandatos, o cidadão pacientemente, ou inocentemente, ainda espera por mudança na forma de se conduzir a política deste país tropical.

Entretanto, o fisiologismo, lugar-comum na política tupiniquim, ao que parece, insiste nas mesmas práticas, isto é, o toma lá, dá cá.

Na política, é tormentoso para os neófitos – mas não impossível – fazer algo diferente, mesmo que carreguem a melhor das intenções. Somente os fortes resistem ao belo canto da sereia, pagando com o ostracismo político quando não caem em tentação.

Não é fácil quebrar um modelo que há muito confunde o público com o privado. Os interesses e escaninhos são muitos.

Existem, pasmem, aqueles que alegam que a corrupção é um vício e que, em razão disso, caíram em tentação ao meter a mão no dinheiro do povo. A cara de pau sempre precisa de uma demão de verniz para se sair bem na fita.

Outros gostam de guardar dinheiro no caixa dois, como se esse não fosse da mesma família da corrupção.

Há, sem dúvida, pessoas de bem. Essas, contudo, ficam na marca do escanteio e, ainda, roubam-lhe a bola, deixando o placar sempre desfavorável à sociedade.

Não é de hoje que a coletividade recebe a fatura da corrupção. Há tempos que escutamos a mesma retórica: não há dinheiro para investimento; a sociedade precisa fazer a sua parte; os professores serão mais bem remunerados, entre outras vãs promessas.

Ressalte-se que a corrupção não está encastelada, somente, em um único nível de Poder. De quando em vez eclodem denúncias de corrupção, com condutas nada republicanas daqueles que deveriam zelar pela dignidade do cargo que exercem.

É de bom tom lembrar que as prisões, com forte apelo midiático, não suficientes para inibir a sanha devoradora da corrupção. Aliás, a prisão cautelar (preventiva ou temporária) deve ser exceção, porquanto, tornando-se regra, ofende-se o garantismo penal.

As velhas práticas não têm limites.

A medida do ter, como se diz, nunca enche. Não bastam os privilégios. É preciso encher as burras de dinheiro.

Além disso, para ajudar a manter o status quo, as sinecuras ainda fazem parte do cotidiano.

Do exposto, cabe-nos indagar: tudo continuará como dantes, no carcomido quartel de Abrantes?

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

Categoria(s): Artigo
domingo - 24/03/2019 - 09:12h
Ciências

Aluna ganha prêmio nacional e vai pros EUA com projeto

Ekarinny de Medeiros, da Escola Estadual Hermógenes Nogueira da Costa, em Mossoró, é a premiada

Por Ana Paula Brito (Mossoró Hoje)

Após conquistar 19 prêmios com projeto científico realizado a partir do líquido extraído da castanha do caju, a aluna Ekarinny Myrela de Medeiros, da Escola Estadual Hermógenes Nogueira da Costa, em Mossoró/RN, é destaque novamente, conquistando o prêmio máximo da 17ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), maior evento do gênero no país.

A premiação foi concedida nesta sexta-feira (22), durante o encerramento da Febrace. Ekarinny, junto com a professora e orientadora, Luísa Kiara Dantas, garantiu uma credencial para participar da Feira Internacional de Ciência e Engenharia da Intel (INTEL ISEF), que acontecerá no mês de maio, nos Estados unidos.

Ekarinny e a professora Luísa com bandeiras da escola e RN: vitória (Foto: cedida)

A Intel ISEF é a maior feira de ciência e engenharia do mundo, voltada para estudantes que ainda não chegaram ao nível universitário. Outros 8 projetos brasileiros também foram selecionados para a feira.

A feira começou em 1950 como a National Science Fair, na Filadélfia, e transformou-se em uma competição internacional em 1958, com a adição de finalistas canadenses, alemães e japoneses. A Intel se tornou a principal patrocinadora da feira em 1997 e, hoje, o número de países participantes chegou a 80.

Além do prêmio principal, a dupla ainda conquistou o primeiro lugar entre as escolas participantes do Rio Grande do Norte, o primeiro lugar na categoria Ciências da Saúde, uma credencial para participar da Feira de Tecnologias, Engenharias e Ciências (FETEC) no Mato Grosso do Sul e um prêmio da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Ekarinny Myrela de Medeiros tem nome anunciado como vencedora em concorrido evento nacional (Foto: cedida)

A 17ª Febrace aconteceu entre os dias 19 e 21 de março, na Inova USP, em São Paulo.

O projeto

Ao lado da professora de Biologia do Hermógenes Nogueira da Costa, Luísa Kiara, Ekarinny Medeiros está desenvolvendo um Cateter Bioativado, produzido a partir de líquido extraído da castanha do caju.

Surge como alternativa na prevenção de infecções sanguíneas, causadas por bactérias provenientes da utilização de cateteres comuns, em pacientes de UTIs e em procedimentos de hemodiálises.

Com as novas conquistas, o projeto já rendeu, ao todo, 24 prêmios à dupla. “Sempre estudei em escola pública”, destacou a estudante, agradecida à orientadora, à sua mãe e avó, referências familiares.

Nota do Blog – Que conquista linda. Que referência (de verdade) para outros jovens e nós mesmos, de outras gerações. Mais luz, muito mais, para essa moça, à escola pública (tão sofrida) e à educação do RN e do Brasil.

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Categoria(s): Educação
  • Repet
domingo - 24/03/2019 - 08:44h
Ansemp

Ex-vereador de Natal é eleito presidente de entidade nacional


Clemente é natural de Caicó (Foto: assessoria)

A Associação Nacional de Servidores do Ministério Público (ANSEMP) elegeu neste sábado um potiguar para comandar a instituição até 2022.

Ex-vereador de Natal, o advogado e membro do MP no Rio Grande do Norte, Aldo Clemente foi eleito de forma consensual nesse sábado (23), durante assembleia realizada em Brasília (DF).

“A função de presidente da associação nacional que congrega todos os servidores do MP do Brasil é um desafio enorme e me sinto honrado. É um reconhecimento pelo trabalho que realizamos no RN, o qual tenho orgulho de poder representar neste novo desafio”, disse Aldo.

Além de ex-vereador da capital potiguar e de membro do MP no Estado, Aldo é especialista em gestão pública, direito administrativo e processo civil. É natural de Caicó.

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Categoria(s): Gerais
domingo - 24/03/2019 - 08:00h

Petróleo no sertão, uma oportunidade


Por José Nilo

“Lembro-me, quando criança, da reação dos garotos ricos ao receberem brinquedos. Os seus olhos brilhavam e, imediatamente, passavam a desfrutar merecidamente da conquista, mais comumente, envoltos por individualidade e relativo período de felicidade. Em contraponto a essa realidade, recordo-me também dos amigos que tinham, apenas na vontade, algum tipo de passatempo. Ao imaginário desse último grupo, cabia a pretensão de concretizar o desejo de construir, a partir de um conceito, de uma ideia, um brinquedo palpável às suas ainda pequenas mãos. Para tanto, assumiam o papel de desenvolvedores, reaproveitando materiais já utilizados e descartados. Indiscutivelmente, o aprendizado, nesse caso, ficava mais consolidado e a conquista mais vibrante.”

Convido-os a espelhar essa experiência no cenário econômico atual do Rio Grande do Norte.

A exploração do petróleo em Mossoró no início dos anos 80 foi, de maneira análoga, o presente de rico para uma região economicamente carente que, com o passar do tempo, desembrulhou-o e deleitou-se dos resultados.Por 35 anos, gerou-se progresso e distribuiu-se renda por meio dos royalties. A pujança parecia interminável, até que, por aparente ironia, o presente de rico mudou de endereço e agora está sendo apreciado bem longe das terras costeiras e competentemente explorado por players capitaneados pela Petrobras, detentora inconteste de tecnologia e mão de obra especializada à altura dos desafios da exploração do pré-sal. Fantástico, vibrante, mas com alegria contida.

Alegria contida porque as regiões produtoras terrestres, que tanto contribuíram com o aprimoramento da curva de aprendizado por meio de inúmeros testes de equipamentos, materiais e capacitação de mão de obra, hoje, assistem de forma desolada a uma vertiginosa queda de produção motivada pelo descompasso entre o programa de desinvestimento da Estatal e a entrada das novas operadoras. Descompasso inesperado, tendo em vista o empenho, a dedicação dos potiguares e os bons resultados econômicos e sociais advindos dessa exploração.

Segundo a própria Agência Nacional do Petróleo (ANP), conforme matéria publicada pelo Valor em 07 de março de 2019, a produção terrestre recuou 36% entre 2012 e 2018, para 115 mil barris diários. As perfurações em terra recuaram 73% entre 2015 e 2017, para 85 poços, bem na contramão do Programa de Revitalização da Atividade de Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural em Áreas Terrestres (REATE), do Ministério de Minas e Energia (MME), que previa a possibilidade real de mais que triplicar a produção de petróleo e gás natural onshore, revertendo o declínio da curva dos últimos anos.

É notório o clima de desânimo e de desalento na capital brasileira do onshore, Mossoró/RN, clima de que tudo ficou para trás, para o passado, como se agora não fosse o momento de se reconhecer a avidez dos produtores independentes, de união em torno de um novo conceito, de um ideal, de um propósito na preparação de um negócio renovado, capaz de impactar positivamente a geração de empregos em regiões castigadas pelas condições climáticas e baseado primordialmente naquele modelo de sonho de brinquedo de criança pobre citado inicialmente, no qual ela mesma busca construí-lo, vencendo as dificuldades e partilhando os resultados.

Alguns empresários locais afirmam: “é hora de pararmos de lamentar a decisão da Petrobras de repassar polos produtores sob sua concessão. É hora, sim, de lamentarmos a demora na concretização desse repasse, é hora de agradecermos a relevante contribuição dispensada pela maior operadora do Brasil à região, de nos prepararmos para receber as novas operadoras e esperarmos que elas recoloquem em operação em prazo urgente os mais de 2000 poços que se encontram parados, desestagnando a combalida economia local, restaurando empregos e, quiçá, fazendo-nos compreender que o petróleo também é nosso”.

José Nilo é empresário

Categoria(s): Artigo
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