sábado - 20/02/2021 - 22:02h
Declaração

Fábio Faria diz que Bolsonaro tem direito de mudar Petrobras

Fábio defende prerrogativa de Bolsonaro (Foto: Alan Santos)

Fábio defende prerrogativa de Bolsonaro (Foto: Alan Santos)

O Antagonista

Fábio Faria (PSD), ministro das Comunicações e genro de Silvio Santos, defendeu a decisão de Jair Bolsonaro de trocar o economista Roberto Castello Branco pelo general Joaquim Silva e Luna no comando da Petrobras. Ele disse no Twitter:

Não existe uma ligação do PR Bolsonaro para interferir em nada, mas não vão tirar o direito que ele tem de escolher o seu time e nomear quem ele achar que é o melhor”.

E completou: “Temos um governo sem corrupção, com grandes quadros. Infelizmente só são reconhecidos quando saem do governo.”

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI e Youtube AQUI.

Categoria(s): Política
sexta-feira - 19/02/2021 - 09:30h
Política

Combustíveis ameaçam estabilidade e Bolsonaro tenta reação

Presidente prometeu mudanças (Foto: reprodução)

Presidente prometeu mudanças (Foto: reprodução)

O que a pandemia não conseguiu, o descontrole de preço dos combustíveis vai conseguir: parar o país e implodir o governo Jair Bolsonaro (sem partido).

Bolsonaro é destemperado, mas não é burro.

Sabe que precisa agir logo.

Bora, presidente!

* Nessa quinta-feira (18), ele fez pronunciamento público prometendo atenuar impacto de imposto no diesel e gás de cozinha nos próximos dois meses, até encontrar uma solução definitiva. Porém, não falou num atenuante para a gasolina, por exemplo. No ano, já são 34,78% de alta.

Veja mais detalhes clicando AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI e Youtube AQUI.

Categoria(s): Política
  • Banner - Lion Brasil - 04-09-20
segunda-feira - 01/02/2021 - 11:42h
Congresso Nacional

Noite de eleição decisiva para política brasileira

Será às 19h horas dessa segunda-feira (1º) – veja AQUI – que o Congresso Nacional vai eleger seus novos dirigentes, ou seja, Câmara dos Deputados e Senado da República.

Baleia Rossi é o candidato de Rodrigo e Arthur o nome de Bolsonaro na disputa (Foto: O Globo)

Baleia Rossi é o candidato de Rodrigo e Arthur o nome de Bolsonaro na disputa (Foto: O Globo)

Na Câmara, há uma disputa mais delicada entre forças governistas e de oposição ao Governo Jair Bolsonaro (sem partido. Pelo menos oito nomes concorrem à presidência.

Baleia Rossi (DEM-SP) é o candidato do atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM).

Seu principal adversário é Arthur Lira (PP-AL), apoiado pelo presidente e que no fim de semana recebeu forte apoio para virar o jogo que parecia desfavorável.

Está entre eles a presidência e muitos interesses em jogo, num duelo que dirá muito sobre o futuro da Casa e da própria administração Jair Bolsonaro.

O Governo Federal liberou R$ 3 bilhões em “recursos extra orçamentários” para parlamentares indecisos a fim de garantir seus votos nos candidatos apoiados pelo Planalto. São recursos para suas bases, sobretudo para infraestrutura, recursos saídos do Ministério do Desenvolvimento Regional, do ministro potiguar Rogério Marinho (sem partido). Pelo menos 250 deputados e 35 senadores foram atendidos.

Um dos reflexos desse ‘agrado’, é que o Democratas (partido de Rodrigo Maia) resolveu liberar sua bancada para votar à vontade. A princípio, inclinava-se a Baleia Rossi.

Regimento

Com 513 deputados, a Câmara só terá um candidato eleito em primeiro turno, se esse nome conquistar a maioria absoluta (metade mais um) dos votos. Mas, é preciso o mínimo de 257 parlamentares votantes. É o que diz seu Regimento Interno.

Ocorrerá segundo turno entre os mais votados, se ninguém alcançar esse resultado mínimo. E, no segundo turno, o vencedor é aquele com maioria simples dos votos, mas também com no mínimo 257 votantes em plenário.

INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI e Youtube AQUI.

Categoria(s): Política
domingo - 31/01/2021 - 08:52h

Impeachment, de novo?

Por Odemirton Filho 

Nos últimos dias circulam nos sites de notícias políticas e nas redes sociais inúmeras postagens sobre um possível Impeachment do presidente da República Jair Bolsonaro.

Como se sabe, descansam nas gavetas do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, dezenas de pedidos de Impedimento do Chefe do Executivo Federal. Impeachment foto con Congresso Nacional

Assim, diante do atual contexto, é de se perguntar: há motivos para o impedimento do presidente da República?

A resposta dependerá do interlocutor. Se for alguém da oposição certamente dirá que o presidente incorreu em vários crimes de responsabilidade. Ao contrário, se for partidário do presidente, afirmará que é conversa de perdedor ou, melhor, da esquerda, que não se conforma com a derrota.

Conforme o Art. 85 da Constituição Federal são crimes de responsabilidade do presidente da República aqueles que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra  a existência da União; o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação; o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais; a segurança interna do País; a probidade na administração; a lei orçamentária e o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

Eis acima os crimes de responsabilidade que podem ser praticados presidente da República. O Impeachment, diga-se, é um processo jurídico-político. Diria predominantemente político.

Mas Bolsonaro deve ou não sofrer impeachment?

Segundo o professor de Direito, Pedro Serrano, “por suas condutas e omissões na pandemia, sim. Bolsonaro deixou de fazer o que estava obrigado como presidente. Deveria ter seguido as recomendações científicas para conter a doença, em vez de estimular o desprezo pela vida”.

Por outro lado, os defensores do presidente afirmam que os estados e municípios receberam uma montanha de dinheiro para combater à pandemia. A eles, portanto, caberia o enfrentamento da crise sanitária e uma eventual culpa pelo insucesso, conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal (STF).

 Entretanto, cumpre dizer, que a Corte Maior não afastou a responsabilidade do Governo Federal.  De acordo com uma nota divulgada pelo STF “é responsabilidade de todos os entes da federação adotarem medidas em benefício da população brasileira no que se refere à pandemia”.

O fato é que tendo ou não o presidente Bolsonaro cometido crime de responsabilidade, se não houver interesse do Congresso Nacional em afastá-lo nada acontecerá, uma vez que o julgamento do processo de Impeachment é de competência do Parlamento Federal.

Sem interesse dos deputados e senadores a discussão ficará somente nas redes sociais, isto é, na eterna polarização entre a situação e a oposição.

Não se pode esquecer, ainda, que nessa segunda-feira haverá eleição para a Presidência da Câmara e do Senado Federal cujo resultado poderá direcionar ou não os ventos do Impeachment.

Além disso é preciso um forte apoio popular. O povo indo às ruas. E o que vemos, até o momento, são manifestações tímidas, longe de influenciarem a abertura de um processo de Impeachment e o consequente afastamento do mandatário maior do país.

Aliás, por esses dias, Bolsonaro afirmou que os pedidos de Impeachment não darão em nada.

Talvez o presidente tenha razão. Neste país, no qual sobrevive um arremedo de democracia, tudo pode acontecer. Inclusive nada.

É aguardar para ver.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

Categoria(s): Artigo
  • Banner - Art&C - Prefeitura de Mossoró - Combate á Covid- 04-03-21
segunda-feira - 28/12/2020 - 10:01h
Opinião

Vacina, vacinas, burrice

Por François Silvestre

O mundo vive uma pandemia bem mais letal do que a incidência do vírus coroado. É a pandemia da dominação dos asnos, com minhas desculpas aos quadrúpedes aqui usados, talvez indevidamente, para qualificar a inteligência vigente.

Pra tudo e pra todos os lados. A ciência, digo os “cientistas”, chutaram a sensatez que lhe dá credibilidade e embiocaram no mundo turvo da política. Os políticos conseguiram uma proeza que ninguém previra, tornaram-se mais venais e mais estúpidos do que todos os seus ancestrais. A cultura virou uma caricatura universal de folguedos sem qualquer apelo de inteligência.

A literatura vive de pompas e clausuras, num academicismo ridículo. O lirismo, tão gracioso há antigas décadas, é apenas a farsa crônica da mesma fisionomia caricatural.

A saúde pública deságua no manancial estreito e putrefato onde já fedia miseravelmente a saúde particular dos pobres. O poder público não é poder nem é público. É um bivaque particular, rifa entre parentes e amigos. Foi sempre assim? Sim. Mas piorou. E o pior é que antes ainda se reclamava; agora, aceita-se com resignação e até aplauso.

Ouvi agora o rincho de um jumento no quintal vizinho, que som agradável de ouvir comparado ao som que vem da televisão ou do rádio.

Comparado até ao silêncio da leitura de jornais ou redes sociais. Esse rincho silencioso que certas leituras completam o ateliê caricato, onde cinzela-se o monumento de um planeta plano desafiando a inteligência esférica dos contornos universais.

E a fé? Coitada. Triturada por igrejas e carolas, espertos e ingênuos. Vem de coito.

INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Artigo / Opinião
terça-feira - 15/12/2020 - 16:20h
Alô

O telefonema de Bolsonaro…

Por François Silvestre

…Traduzido pelo filho Eduardo.

-“Alô, quem fala”?

-“É o Jair”.

-“Já vai pra onde”?

-“Jair Bolsonaro, presidente do Brasil.”

-“Ah…o que deseja”?

-“Cumprimentar o Presidente daí.”

-“Ele foi jogar golfe.”

-“iih, liguei pro número antigo. Desculpe…”

Olhando irritado para a Secretária: “Você ligou pro Deus, ô, Donald, preciso falar com o outro, que ganhou, antes que o Putin Ligue”.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Crônica
  • Banner - Lion Brasil - 04-09-20
segunda-feira - 07/12/2020 - 22:10h
Política

Bolsonaro, o surdo mudo

Por François Silvestre

Com quem Bolsonaro vai conversar nas relações internacionais? Só com o imbecil do seu ministro de relações exteriores. Imbecilidade delegada pelo chefe e cumprida pelo esbirro.

Vejamos. Perdeu contato com a Comunidade Europeia, que sepultou, por enquanto até que o Brasil volte a ter governo, qualquer chance de relação com o Mercosul. Perdeu contato com a França e Alemanha, por burrice ambiental. Não tem contato com o Reino Unido, que simplesmente esnoba a desimportância do Brasil. Burra e estupidamente cria atritos desnecessários com China, nosso maior parceiro comercial, fundamental apara o agronegócio. Que já está criando alternativas de compra de soja e carne a médio prazo na África e outros países latino-americanos. Plantando soja e estimulando a pecuária nesses países.

Na sua bajulação servil a Donald Trump não trouxe qualquer benefício ao Brasil. Pelo contrário, expôs o rabo nacional à sanha dominadora do interesse americano. Após a derrota do seu donatário, vai se ver com a desfeita do novo governo do império do tio Sam.

E aqui, na vizinhança? Perdeu o contato com a Argentina, ao se meter indevidamente nas eleições daquele país. Perdeu o contato com a Bolívia, onde tinha um candidato chamado o “bolsonaro” de lá. Humilhado nas urnas.

Promoveu uma campanha imbecil de criar um governo paralelo na Venezuela. Deu em quê? Em merda. Cadê Guaidó? Perdido feito cego na privada. Perdeu, também se intrometendo, no plebiscito do Chile. O que sobrou? A Coreia do Norte.

Uma ditadura imbecil, que passou a ter o afeto de Donald Trump. Só. Com quem esse surdo mudo vai conversar?

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Artigo / Política
sábado - 28/11/2020 - 18:22h
Brasília

Bolsonaro participa de aniversário de Rogério Marinho

Álvaro, Bolsonaro e Marinho: aniversário (Foto: cedida)

Do Blog Território Livre

O aniversário do Ministro Rogério Marinho foi no último dIa 26, quinta-feira.

Hoje, encontro para poucos e bons na casa do Almirante Flávio Rocha (Secretário de Assuntos Estratégicos) em Brasília.

Presença estrelada do  presidente Jair Bolsonaro. De Natal, o prefeito Álvaro Dias (PSDB) com Amanda, ministros e parlamentares.

menu teve toque da culinária potiguar com o tempero especial do chef Washigton Dantas, amigo pessoal de Marinho.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Política
  • Banner - Lion Brasil - 04-09-20
quinta-feira - 19/11/2020 - 17:48h
Bolsonaro

STF quer explicações sobre nomeações de reitores

Fachin deve se pronunciar (Foto: Nelson Jr./SCO/STF)

Do UOL

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou hoje que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) dê explicações “com a máxima celeridade” sobre a nomeação de reitores que não estavam entre os mais votados nas listas tríplices para as universidades federais.

Na solicitação, Fachin também pediu explicações para a Advocacia-Geral da União e para a Procuradoria-Geral da República sobre as nomeações.

O pedido de Fachin atende requerimento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que pediu a anulação das nomeações destes reitores realizadas por Bolsonaro.

A entidade argumenta que as nomeações de Bolsonaro atentam contra o princípio e a gestão democrática, o republicanismo, o pluralismo político e a autonomia universitária.

Em outubro, em uma outra ação sobre o tema, esta ajuizada pelo PV, Fachin manifestou a mesma posição da OAB, defendendo que Bolsonaro se atenha ao docente indicado em primeiro lugar nas listas tríplices no momento de realizar nomeações.

Nota do Blog – O Rio Grande do Norte tem pelo menos dois casos alcançados dessa natureza.

No Instituto Federal do RN (IFRN) foi nomeado um interventor, Josué Moreira, que sequer participou do pleito, em vez do mais votado – professor José Arnóbio.

No Universidade Federal Rural do Semi-Árido, a professora Ludimilla de Oliveira foi a terceira colocada com apenas 18%, mas acabou nomeada, em detrimento do primeiro colocado, professor Rodrigo Codes.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Educação / Política
quinta-feira - 12/11/2020 - 12:46h
Brasil x EUA

E haja traque!

Por François Silvestre

Os Estados Unidos esqueceram ontem as eleições para cuidarem de um novo e terrível perigo. Qual? O presidente Bolsonaro mandou um recado para o eleito, Joe Biden, curto e grosso.

Disse o nosso valente capitão de bravata, ou fragata, ou trotada, ou cagada, que se Biden insistir na Amazônia o assunto sai da saliva para a pólvora. Desse jeito.

Logo depois, o general Heleno botou o colete à prova de cuspe, convocou os militares do exército, os das boquinhas nos cabides comissionados e os que receberam os auxílio emergencial, para iniciar a fase de preparação armada.

E como é a preparação?

Todos mobilizados para juntar a pólvora guardada do São João, que não houve, e iniciar a fabricação de milhões, bilhões e trilhões de traques “peido de véia” para lutar contra os Estados Unidos.

Vai acabar o estoque de pólvora que sobrou em Campina Grande, Caruaru e Mossoró.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube ( AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Crônica
  • Banner - Lion Brasil - 04-09-20
sexta-feira - 23/10/2020 - 19:50h
Fábio Faria

Ministro diz que Bolsonaro não apoia ninguém a prefeito

Fábio deixou clara posição do presidente (Reprodução BCS)

Entrevistado pelo programa “Jornal das Seis” da FM 96 de Natal, nessa sexta-feira (23), o ministro das Comunicações Fábio Faria (PSD) falou sobre sucessão municipal no RN.

Indagado se o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) teria algum nome preferido nas eleições deste ano, ele foi claro:

– Até agora o presidente não pediu voto para ninguém – disse.

“Ele não tem um candidato dele em Natal. Tem as pessoas que ele gosta, como o Coronel Hélio  (PRTB), que é amigo do presidente, que eu já vi ele falando que tem estima por ele, mas o presidente não vai participar da campanha, não vai gravar”, avisou.

Fábio Faria, deputado federal licenciado do RN, está se recuperando da Covid-19. Comentou no programa, feito de forma remota, que sentiu apenas dor de cabeça, mas já está curado e sua mulher e filhos não foram acometidos pela moléstia.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube ( AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Eleições 2020 / Política
sexta-feira - 02/10/2020 - 11:26h
Kassio Nunes Marques

Os indicados do Supremo

Kassio Nunes: indicado (Foto: UOL)

Por François Silvestre

Realmente, no Brasil, até a Sexta-Feira da Paixão pode cair na Terça de Carnaval. É o país do parafuso solto, da roca fora do fuso, do uso fora da moda, do senso fora do quengo.

Pois é. Michel Temer indicou um Ministro para o Supremo. Bolsonaro agora indica outro. O que se constata? Que Bolsonaro e Temer indicaram melhores Ministros do que o rebanho dos indicados por Lula e Dilma. Simples assim. Confirmante do parágrafo anterior.

Leia também: Bolsonaro indica o desembargador Kassio Nunes Marques para o STF.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Opinião / Política
  • Banner - Lion Brasil - 04-09-20
sexta-feira - 28/08/2020 - 16:44h
Decidido

Candidatos bolsonaristas não terão presidente em campanha

Péssima notícia para os pré-candidatos que vão ostentar adesivo de “Candidato de Bolsonaro” na campanha municipal deste ano no país, num momento de alta em avaliação de governo dele. Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou hoje que não participará de primeiro turno de campanha.

Ele manifestou-se por seu endereço na rede social Twitter, em que também trabalha à criação do Aliança pelo Brasil (novo partido) e possibilidade de filiação à outra legenda, caso não consiga formalizá-la.

“Boa sorte a todos os candidatos e, principalmente, aos eleitores nessas escolhas”, afirmou.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Política
quarta-feira - 19/08/2020 - 19:24h
Sexta-feira

Presidência divulga agenda de Bolsonaro no RN

Anunciada de forma muito vaga a agenda do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Rio Grande do Norte, na próxima sexta-feira (21).

Às 9h, desembarca em Mossoró para inauguração de condomínio Residencial Mossoró I.

Em seguida, às 11h30, vai se deslocar até à comunidade de Angélica, localizada a 17km de Ipanguaçu no Vale do Açu.

A Presidência da República não informou a delegação de autoridades que estará com o presidente e o tempo que ele permanecerá no estado.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Política
  • Repet
segunda-feira - 10/08/2020 - 17:00h
Opinião

O silêncio confessa

Bolsonaro x Ciro: acusação e silêncio (Foto: arquivo)

Por François Silvestre

Faz tempo, muito tempo, que Ciro Gomes acusa Jair Bolsonaro de crime. “É corrupto, com desvios de dinheiro público na Câmara dos Deputados; e é ladrão, pois parte desses desvios foi para seu bolso”. Isso, em não sendo verdade, devidamente comprovada, configura-se calúnia. Punível com pena grave, contra o caluniador. No caso, Ciro Gomes.

Só que até agora, o silêncio de Bolsonaro é suspeito. Não é uma difamação, que dispensa a exceção da verdade. Por exemplo, se Ciro Gomes dissesse “Bolsonaro é um velhaco, não paga suas contas”. Seria punido mesmo se fosse verdade, pois é uma ofensa de reputação.

Não é uma injúria, que também dispensa a exceção da verdade. Por exemplo, se Ciro Gomes dissesse “Bolsonaro é um corno”. mesmo se for verdade ele não pode dizer isso publicamente, pois é uma ofensa de honra, punível mesmo se verdadeira.

Não. Ciro Gomes, que não possui foro privilegiado, está acusado Bolsonaro de corrupto e ladrão. Crimes. Em não sendo verdade, o criminoso é Ciro Gomes, se não provar a acusação. Crime de Calúnia. Porém, entretanto mas porém, Ciro só será punido se Bolsonaro processá-lo, e Ciro não provar. O que falta para provocar a Justiça? Um dos dois é criminoso. Ou um é caluniador ou o outro é ladrão. Não há terceira via. Sacou?

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Artigo
terça-feira - 28/07/2020 - 07:50h
Política nacional

DEM e MDB deixam ‘blocão’ para nova formação em Câmara

Do Canal Meio

DEM e MDB deixaram o blocão liderado pelo deputado Arthur Lira, na Câmara dos Deputados. Pretendem, junto ao PSDB, formar um grupo de centro, independente do governo, que promova para a presidência da Casa um nome respaldado pelo atual presidente, Rodrigo Maia.

A eleição é no fim do ano. Lira, que negociou cargos no segundo e terceiro escalão do governo para seu PP, PSD, PL e Republicanos, promovendo a aliança entre o presidente Jair Bolsonaro e o Centrão, vem atuando como articulador informal do Planalto entre os parlamentares. Ele próprio pretendia suceder a Maia.

Ao perder as duas siglas por ser visto como homem do governo, torna mais difícil sua candidatura. (Globo)

O resultado concreto é que Bolsonaro terá muita dificuldade de emplacar o novo presidente da Câmara. Oposição e independentes somam dois terços dos deputados, informa o Painel.

E dependendo de quantos partidos o PSL conseguir carregar para um novo bloco que tenta formar, o Centrão poderá ficar ainda mais enfraquecido. (Folha)

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Política
  • Banner - Art&C - Governo do RN - Fevereiro de 2021
sexta-feira - 24/07/2020 - 11:52h
Política

Bolsonaro se afasta do olavismo para evitar novas derrotas

Olavo, o 'guru' escanteado (Foto: arquivo)

Do Canal Meio

Preocupado com as eleições que se aproximam, o presidente Jair Bolsonaro está ampliando sua relação com o Centrão e, no mesmo movimento, se afastando também no Congresso Nacional dos aliados de primeira ordem.

Os radicais se mostraram ineficazes para conter a aprovação do Fundeb, esta semana, como era desejo do Planalto. E duas votações consideradas estratégicas se aproximam. Uma, a de renovação do fundo emergencial, que vem segurando a popularidade do presidente na casa dos 30%. Outra, a reforma tributária, cujos termos o governo deseja ditar.

A primeira afastada foi a vice-líder Bia Kicis, ligada ao movimento Escola sem Partido. No Palácio, são três os nomes que Bolsonaro vem ouvindo mais: os ministros Paulo Guedes, da Economia, Fernando Azevedo, da Defesa, e Fábio Faria das Comunicações. (Folha)

Outro nome

Outro nome que deve ser trocado é o Major Vitor Hugo, substituído por Ricardo Barros, ex-ministro de Michel Temer, que pertence ao PP. Bolsonaro, porém, procura para seu atual líder na Câmara um cargo que lhe conceda algum prestígio. Vitor Hugo não se entende com o secretário de Governo Eduardo Ramos.

A substituição de Bia Kicis foi mais fácil. Quando percebeu que perderia a briga, o Planalto havia tentado vender a derrota no Fundeb como vitória. Ao manter o posicionamento dos sete deputados mais ligados ao governo pelo não, ela deixou clara a goleada que o Palácio tomou. (Estadão)

Aliás… Um dos que trabalha para evitar a substituição de Vitor Hugo é o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. O atual líder é inepto, Barros é excelente articulador. A troca, calcula Maia, fortaleceria o Planalto. (Antagonista)

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Política
quarta-feira - 15/07/2020 - 09:22h
Flávio Dino

O caminho presidencial pela via da fusão partidária

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), sinaliza com forte possibilidade de que tenhamos uma fusão (ou incorporação) partidária após as eleições municipais deste ano, no país.

Costurando e aplainando meios e caminhos para ser candidato à Presidência da República em 2022, Dino sabe que precisará de melhor estrutura partidária, com capilaridade nacional, de modo a fazer sua postulação andar e se infiltrar nos grandes centros e rincões.

Flávio é governador do Maranhão e afirma que não sairá do PCdoB para ser candidato (Foto: Kleyton Amorim/UOL)

O PCdoB não tem esse porte. E ele tem dito que simplesmente não vai mudar de camisa para ser candidato de qualquer jeito.

Um dos primeiros desafios do governador, não é exatamente essa comunhão de forças com um partido com o qual se afina, no mesmo campo ideológico de esquerda. É crescer em meio à polarização entre o bolsonarismo e o petismo, que sustentam esse “Fla x Flu” que é benéfico aos dois lados.

Pouco provável, por exemplo, que se confirmando em 2022 uma candidatura sua, o PT se componha em primeiro turno com o governador. Esse partido é protagonista de eleições presidenciais desde 1989, no início do processo de eleições diretas à Presidência da República, pós-regime militar de 1964.

Lula da Silva, Dilma Rousseff e Fernando Haddad disputaram eleições pelo petismo nesse período e quatro mandatos presidenciais foram obtidos (dois com Lula e dois com Dilma).

Por enquanto, essa é uma aliança distante de se confirmar, porque os interesses se chocam e não estão completamente focados em derrotar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Apesar de Flávio Dino e Lula, líder petista, terem essa mesma aspiração, não querem a mesma configuração de chapa para 2022.

PCdoB com PSB, e o partido que tende a nascer daí, vão ter candidatura presidencial  (se não ocorrerem maiores sobressaltos). O PT, certamente. No segundo turno é outra história.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Política
  • Repet
domingo - 05/07/2020 - 11:20h

O silêncio, oportuno, do capitão

Por Odemirton Filho

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) mudou o tom do seu discurso. Há dias que vem mantendo um clima político ameno, sem a corriqueira beligerância que caracteriza o seu mandato.

O ex-capitão do Exército, Jair Bolsonaro, resolve administrar a própria língua (Foto: G1)

Não sabemos o motivo do silêncio e da mudança de comportamento do presidente. Será que é o receio de uma possível delação do Fabrício Queiroz? Das ações eleitorais que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que podem cassar o seu mandato? Dos inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF)?

Apenas um recuo político estratégico? Ou, finalmente, entendeu que em uma democracia não se governa sem diálogo?

Enfim, algo aconteceu que fez Bolsonaro mudar de postura, pelo menos, até o momento em que escrevo este artigo.

Ademais, não podemos esquecer que o presidente precisou buscar apoio junto aos partidos políticos do “Centrão”. Sem uma base política no Congresso Nacional seria difícil se manter no Poder e fazer as reformas que pretende. Bolsonaro, com a experiência parlamentar que possui, sabe muito bem disso. Sem esquecer, é claro, que há sempre um eventual processo de impeachment à espreita.

Seja qual for o motivo, o presidente arrefeceu os ânimos e, diga-se, no momento oportuno. Sabe que terá que enfrentar uma grave crise social e econômica, agudizada pela pandemia do coronavírus. Será preciso mais do que a retórica neoliberal do ministro da Economia, Paulo Guedes, para colocar o Brasil nos eixos.

O Estado brasileiro, dizem alguns economistas, precisa ser o indutor da retomada do crescimento econômico. O problema é que a capacidade de investimento do país já era ruim, pós-pandemia, será pior. Como manter as empresas funcionando e preservar milhões de empregos?

A PANDEMIA do coronavírus atingiu, de forma pesada, a economia. O setor público apresentou déficit primário de R$ 131,438 bilhões em maio, conforme divulgou o Banco Central. Além disso, estima-se que o rombo nas contas públicas poderá chegar a R$ 828 bilhões em 2020 e a dívida pública até 100% do Produto Interno Bruto (PIB) no pós-crise.

Para se ter uma ideia, conversando com o gerente de um restaurante da cidade, esse me disse que o serviço de “delivery” não chega a 30% do faturamento que tinha antes da pandemia. Ou seja, é insuficiente para pagar as despesas do estabelecimento e manutenção de todos os empregos. Realidade, aliás, que deve ser a de milhares de bares e restaurantes Brasil afora.

Assim, não é com o dedo em riste e em uma eterna disputa político-eleitoral, que o presidente conseguirá colocar a casa em ordem. De igual modo, a oposição precisa fazer a sua “mea-culpa”. Se é certo que é preciso cobrar ações e fiscalizar o governo, é imprescindível que se apresente de forma propositiva e se disponha a ajudar o Brasil a enfrentar a crise. Mesmo porque, nessa luta entre situação e oposição, sabemos quem sempre perde.

Acrescente-se, por relevante, que mais de sessenta mil brasileiros já perderam a vida e não se sabe quantos ainda morrerão. Desse modo, é preciso uma ação coordenada entre todas as esferas governamentais e a sociedade. Compatibilizar a retomada da atividade econômica e preservar a vida e a saúde das pessoas é o principal desafio de governadores e prefeitos.

Portanto, o diálogo institucional e republicano deve ser a tônica em uma democracia. Esperemos que o presidente possa continuar mantendo essa postura, falando menos e governando mais, buscando harmonia (sem fisiologismo) entre os Poderes da República, a fim de tentar resolver os nossos inúmeros problemas.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

Categoria(s): Artigo
sexta-feira - 03/07/2020 - 11:00h
Ufersa

Certa de nomeação, 3ª colocada manda insatisfeitos à rua

Do Blog Saulo Vale

Terceira colocada na consulta da Lista Tríplice à Reitoria da Universidade Federal Rural do Seminário (UFERSA), a professora Ludimilla Oliveira voltou a polemizar nas redes sociais ao falar sobre sua eventual nomeação ao cargo de reitor da instituição.

“Eu vou ser a primeira mulher reitora da universidade. E quem não aceitar, saia. Quem não aceitar, deixe de estudar lá. Peça transferência. Nós vamos fazer o nosso melhor”, disse.

A declaração da professora ocorreu em live realizada nesta quinta-feira (2), no perfil do Instagram da Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica, quando ela interagia com a presidente da entidade no RN, Sâmia Martins.

Ludimilla Oliveira afirmou mais uma vez, durante a transmissão online, que aceita o cargo de reitor caso seja nomeada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Eleições Ufersa

Ludimilla Oliveira computou 18,33% dos votos da comunidade acadêmica no último dia 15, ficando em terceiro lugar, atrás de Rodrigo Codes (37,55%) e Jean Berg Alves (24,84%) – veja AQUI.

Jean Berg já afirmou que não aceita o cargo, nem se o presidente da República o nomeá-lo. Ele defende a nomeação do primeiro colocado na Lista Tríplice, professor Rodrigo Codes.

A disputa, então, é entre Codes e Ludimilla.

Nota do Blog Carlos Santos – Absolutamente legítima a aspiração da professora Ludmilla em ser nomeada, haja vista que concorreu como os demais e consta da lista tríplice. Faz parte do que está normatizado e o presidente não é obrigado a nomear o mais votado. Entretanto, o que pesa contra ela e gera polêmica dentro e fora da Ufersa, é de caráter moral.

Como uma pessoal supostamente democrática, Ludmilla sabe que seu comportamento espelha a supremacia da ambição pessoal, mesmo que legítima (legalmente). Não existe espírito público ou zelo acadêmico.

A própria linguagem usada nessa ‘live’ depõe contra a terceira colocada. Remete-nos à época do regime militar e o lema “ame-o ou deixe-o”, pregação para que os contrários ao governo verde-oliva saíssem do Brasil.

Sabe-se que ela trabalha politicamente por sua nomeação. Não está estática ou presa tão somente às declarações pública. O resultado das urnas é só um detalhe ou nem isso.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Educação / Gerais / Política
  • Repet
terça-feira - 30/06/2020 - 20:14h
Educação

Ministro pede exoneração antes mesmo de assumir

Decotelli e Bolsonaro: afinação sem andamento (Foto: Valor Econômico)

Do G1

Cinco dias depois de ter sido nomeado, o ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, entregou na tarde desta terça-feira (30) a carta de Exoneração ao presidente Jair Bolsonaro.

Até a última atualização desta reportagem, o Palácio do Planalto não tinha anunciado oficialmente a saída do ministro nem o nome do substituto.

Decotelli foi o terceiro ministro da Educação do governo Bolsonaro — o primeiro, Ricardo Vélez Rodríguez, permaneceu pouco mais de três meses no posto; o segundo, Abraham Weintraub, 14 meses.

Segundo informou a repórter Delis Ortiz, da TV Globo, a edição desta quarta-feira do “Diário Oficial da União” incluirá um ato que tornará sem efeito a nomeação de Carlos Alberto Decotelli.

O escândalo de currículo ‘furado’, com informações falsas, minou o terreno para o ministro. Após a polêmica sobre títulos que diz possuir, desmentidos pelas instituições de ensino, a própria equipe do presidente aconselhou Decotelli a deixar o cargo.

Veja matéria completa AQUI.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Administração Pública / Política
sábado - 20/06/2020 - 08:38h
Brasília

Rogério Marinho sai do PSDB sem alardes, mas segue ministro

Por Renata Agostini e Daniela Lima (CNN Brasil)

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, se desfiliou do PSDB há alguns dias, sem alarde.

Rogério Marinho é ex-deputado federal pelo RN e prepara evento da transposição (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O movimento sela o afastamento do ministro de Jair Bolsonaro do tucanato em meio a um recrudescimento dos ânimos de integrantes com a condução do governo.

Dirigentes do PSDB dizem que a saída do partido foi muito amistosa e tecem elogios à atitude de Marinho, tido como um quadro discreto, técnico e de bom trato.

O ministro assumiu posto no primeiro escalão do governo depois de conduzir a reforma da Previdência. No novo posto já protagonizou embates públicos com o chefe da equipe econômica, Paulo Guedes.

Rogério Marinho organiza, na próxima semana, um evento político com Jair Bolsonaro no Nordeste para comemorar a chegada das águas da transposição do São Francisco no Ceará.

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Categoria(s): Política
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011 - 2021. Todos os Direitos Reservados.