quarta-feira - 22/09/2021 - 10:42h
Eleições 2022

Democratas decide fazer fusão com o Partido Social Liberal

O Democratas e o Partido Social Liberal (PSL) vão ser uma única legenda no país. Nessa terça-feira (21), o DEM decidiu pela fusão com o PSL, em reunião da sua Comissão Executiva Nacional. Em outubro fará convenção nacional para oficializar a união e surgimento da nova legenda.

Votação foi à unanimidade (Foto: cedida)

Votação foi à unanimidade (Foto: cedida)

“Foi aprovada a tese da fusão com o PSL à unanimidade, com 41 votos a zero”, anunciou o ex-senador e ex-presidente da sigla José Agripino.

Atualmente, o DEM tem 28 deputados e seis senadores, incluindo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). O PSL tem 53 deputados e uma senadora.

Candidatura

O partido e o PSL (quando transformados numa única sigla) devem lançar chapa própria à presidência da República no próximo ano, como uma alternativa ao protagonismo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Lula da Silva (PT). Possibilidade de que esse nome seja do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.

O PSL foi o partido que abrigou em 2018 a candidatura do então deputado federal pelo Rio de Janeiro – Jair Bolsonaro, à presidência. Mas, logo após eleito, Bolsonaro afastou-se da legenda em 2019, ao tentar sem sucesso assumir o controle partidário. O PSL é comandada pelo deputado federal pernambucano Luciano Bivar.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 22/09/2021 - 09:40h
Política

Covid fake?

Por François Silvestre

É possível.

Bolsonaro e sua trupe promoveram em Nova York um festival grotesco, burlesco de fazer inveja à bufonaria francesa do Monsieur Pujol. Aquele que lotava os teatros para exercer o talento de executar instrumentos pelo controle da flatulência. Do ânus saiam os sons que ele queria.

Foi um festival de mentiras e presepadas. Destaque para o ministraço da “saúde” (veja AQUI). Estirar o dedo foi o de menos. Esse seu dedo está estirado há muito tempo para o povo do Brasil. O mesmo dedo de Pazuello.

O mais grave? A suspeita de que ele não contraiu Covid. Isso mesmo. Tudo uma armação para uma quarentena conveniente, que o livrará da CPI, no momento em que naquele palco do Senado os pujóis do governo estão sem vento suficiente para o exercício da bufonaria.

No circo de Bolsonaro a rede é dispensável, posto que o trapézio é de mentira e os trapezistas apenas bufões.

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Categoria(s): Artigo / Política
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segunda-feira - 20/09/2021 - 09:28h
Nova Iorque

Sem vacina, Bolsonaro e comitiva jantam à calçada nos EUA

Do Correio Braziliense

Sem comprovação de vacinação contra Covid-19, a primeira refeição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em Nova Iorque (EUA) no domingo (19) foi à calçada de uma pizzaria. O restaurante não permite ingresso de nenhum cliente sem esse atestado.

Fotografia postada por ministro é retrato do atraso mental em vez de sinônimo de humildade (reprodução)

Fotografia postada por ministro é retrato do atraso mental em vez de sinônimo de humildade (reprodução)

Em imagem publicada pelo ministro do Turismo, Gilson Machado, ele aparece ao lado de Bolsonaro comendo pizza em uma calçada. Com eles estão o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga; da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres; da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos; e o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

O presidente está nos Estados Unidos para participar da 76ª Assembleia-Geral da ONU, que começa na próxima terça (21).

Com a rigidez em Nova York e por parte da ONU com os protocolos contra a covid-19, a participação de Bolsonaro na Assembleia chegou a ser uma dúvida nos últimos dias. A Organização, no entanto, se pronunciou dizendo que não exigiria comprovante de vacinação de chefes de Estado.

Nota do Blog – Que situação constrangedora e desnecessária. O que poderia ser uma cena de “simplicidade natural”, é o retrato do atraso mental dele e de milhões de outras pessoas em luta contra a vacina.

Santa Paciência, Batman!

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Categoria(s): Política
domingo - 19/09/2021 - 13:34h

A última pesquisa para presidente

Por Ney Lopes

Repercute a pesquisa do instituto Datafolha, que revelou os índices de intenção de voto para a eleição presidencial de 2022. Lula manteve a liderança em relação a Bolsonaro. No segundo turno, o ex-presidente tem 56% contra 31%. Lula também ganha nas simulações de disputa com os outros candidatos no segundo turno. Já Bolsonaro perde nos cenários pesquisados.bolsonaro-lula

A análise objetiva dos números mostra no diagnóstico geral, Bolsonaro alcançando recorde de impopularidade, a maioria dos eleitores quer seu impeachment e o rejeita como candidato para 2022, uma disputa ainda liderada com folga por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Há, entretanto, aspectos positivos para o governo na pesquisa, o que pode trazer otimismo para Bolsonaro.

Mesmo com suas bravatas, a intensidade do crescimento de reprovação à sua gestão foi um terço da constatada entre maio e julho, quando aumentou seis pontos percentuais —agora oscila dois.

O que poderia ser um recorde ainda mais expressivo de impopularidade foi freado por avanço da vacinação, crescente percepção de controle da pandemia, flexibilização e o arrefecimento de novas denúncias na CPI da Covid.

Depois de tantas polêmicas, o Planalto poderia até comemorar o fato de não ser considerado ruim ou péssimo por 47% dos brasileiros.

O índice dos que querem o impeachment de Bolsonaro, apesar de majoritário, é menor do que o dos ex-presidentes impedidos, Dilma Rousseff (PT) e especialmente Fernando Collor (então no PRN).

Na conjuntura nacional, a economia é fator preponderante.

Vê-se na pesquisa, que a maioria dos entrevistados ainda não atribui a Bolsonaro responsabilidade total pelo desemprego, inflação e crise de energia. Quando esses fatores influírem o quadro eleitoral fatalmente irá piorar para o presidente.

Enquanto isto, não pode passar despercebido o artigo do ex-presidente Lula, publicado na última quinta, na revista “Time”, no qual ele demonstra claramente, que a empresária Luíza Trajano é o nome preferido e prioritário para sua vice, na chapa presidencial de 2022.

A propósito, a empresária, dona do Magazine Luiza, entrou para a seleta lista das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2021, da revista americana Time.

Trajano é a única brasileira a figurar entre as personalidades de destaque neste ano pela publicação.

Trocando em miúdos, Lula quer repetir 2002, quando teve o empresário José Alencar como vice.

O fato mostra que Lula e o PT buscam apoio do “centrão”, através da indicação de nomes conservadores, ligados ao capital. Entretanto, de forma até cínica, tanto ele, quanto seguidores, condenam Bolsonaro e a possível terceira via, pela aproximação com o “centrão”, tido como grupos direitistas, sem apelo popular.

Na prática, o petismo faz a mesma coisa, que Bolsonaro.

O que conclui é que sem existir nem a lista definitiva de candidatos, nada está definido na eleição presidencial. Muita coisa poderá acontecer. Até, quem sabe, o fortalecimento de uma “terceira via”.

Ney Lopes é jornalista, ex-deputado federal e advogado

Categoria(s): Artigo
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sexta-feira - 10/09/2021 - 22:38h
Provocação

O dia seguinte do recuo presidencial

Faixa provocativa colocada num viaduto da Capital Federal mexe com bolsonarismo (Reprodução)

Faixa provocativa colocada num viaduto da Capital Federal mexe com bolsonarismo (Reprodução)

Brasília acordou assim.

O dia seguinte do recuo (veja AQUI e AQUI) do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em sua verborragia contra o Supremo Tribunal Federal (STF) parece sem fim.

Pressão, cobranças e questionamentos não ficam só nas redes sociais.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 10/09/2021 - 19:04h
Missão

Veja como foi articulação de Temer para negociar recuo de Bolsonaro

Por Igor Gadelha (Do Metrópoles)

A passagem do ex-presidente Michel Temer (MDB) por Brasília nessa quinta-feira (9/9) incluiu duas idas ao Palácio do Planalto e encontro com autoridades do Distrito Federal.

Temer chegou à capital federal por volta das 11 horas. A viagem foi feita em um avião da FAB enviado a mando do presidente Jair Bolsonaro para buscar o antecessor.

Michel Temer foi acionado por Bolsonaro e esteve em Brasília para articular pacificação (Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles)

Michel Temer foi acionado por Bolsonaro e esteve em Brasília para articular pacificação (Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles)

Ao chegar, o ex-presidente foi diretamente ao Planalto pela primeira vez. Ali, teve uma conversa inicial com Bolsonaro, seguida de um almoço no gabinete presidencial.

Nessa primeira conversa, o emedebista entregou a Bolsonaro a minuta da “declaração à nação”, para que o atual presidente desse seus toques no texto.

Após o almoço, o emedebista deixou o Planalto e foi ao escritório do atual ministro da Casa Civil do Distrito Federal, Gustavo do Vale Rocha, que foi ministro do governo Temer.

Texto e diálogo com Moraes

De lá, Temer e Rocha seguiram até o Palácio do Buriti, sede do governo do DF, para uma “visita de cortesia” ao governador Ibaneis Rocha (MDB).

Por volta das 15 horas, o ex-presidente retornou ao Planalto, quando Bolsonaro e seus ministros finalizaram o texto da declaração, divulgada no site oficial da Presidência por volta das 16h30.

Foi nessa segunda visita que Temer intermediou a conversa por telefone entre o atual presidente e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), antecipada pela coluna.

Do Planalto, Temer foi diretamente para o aeroporto, de onde embarcou de volta para São Paulo. Na capital paulista, o ex-presidente terminou a noite em um evento no Clube Monte Líbano.

Leia também: Bolsonaro afaga Alexandre de Moraes e pede desculpas por excessos.

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Categoria(s): Política
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quinta-feira - 09/09/2021 - 23:30h
Golpe e impeachment

O fim, pelo menos por enquanto

Esse dia 9 de setembro de 2021 freia desejo doentio de duas correntes de lutas do país.

Uma que apostava tudo num golpe, fechando Congresso e invadindo o Supremo Tribunal Federal (STF), e aquela que tem obsessão pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Nunca estivemos perto da primeira e a segunda está descartada.

Por hora, tá?

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Categoria(s): Política / Só Pra Contrariar
quinta-feira - 09/09/2021 - 22:54h
Brasil

Companheiro Bolsonaro, Lula e a Bic

Depois de Michel Temer (MDB) e o ministro Alexandre de Moraes (veja AQUI), só falta Jair Bolsonaro chamar Lula (PT) para uma prosa no Planalto.

Vamo acabar com isso, taokey?”

Problema é que no dia seguinte, ele pode fazer live dizendo que Lula levou sua Bic que estava em cima da escrivaninha.

Aí começa tudo de novo.

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Categoria(s): Política / Só Pra Contrariar
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quinta-feira - 09/09/2021 - 08:50h
Tiro no pé

‘Caminhão sem freio’ do bolsonarismo ameaça o próprio governo

Ocorre o previsível: paralisação de caminhoneiros interditando estradas em quase todo o país é outro tiro no pé do bolsonarismo.

O próprio presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, tentam agora reverter a manobra organizada há meses.

Interdição de estradas começou ontem e segue nessa quinta-feira pelo país (Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles)

Interdição de estradas começou ontem e segue nessa quinta-feira pelo país (Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles)

Primeiro, o próprio Bolsonaro. Ele espalhou áudio à tarde dessa quarta-feira (8) clamando pela desmobilização. “Fala para os caminhoneiros aí, que são nossos aliados, mas esses bloqueios atrapalham nossa economia”, disse.

O movimento não recuou, porque a própria gravação foi vista no meio como “fake news”.

Já à noite, foi a vez do ministro reforçar o apelo. E precisou dizer o óbvio: “O áudio é real”. Já o deputado federal Otoni de Paula (PSC-RJ) fez uma live desmentindo o ministro e garantindo que o presidente “é um estrategista” e que o áudio “é mentira”.

Um dos líderes do bloqueio que chegou a mais de 15 estados com estradas federais interditadas, conhecido como Zé Trovão, distribuiu pelo menos três vídeos desde ontem. Um deles, até questionando o áudio do presidente, assegurando que não haveria recuo. Noutro, implora que Bolsonaro faça alguma coisa. “Minha vida está destruída”, comentou.

Essa papagaíce só aumenta a ira da população contra o governo, compromete logística de commodities e produtos industrializados, pressiona inflação e aumenta crise política. É muita estupidez concentrada.

Importante que se diga: quem está obstruindo o trânsito não é o Movimento dos Sem-terra (MST), o que seria ótimo para o governismo.

Em breve teremos Zé Trovão preso, caminhões voltando à normalidade e o governo ainda mais acuado.

Esse rapaz, a propósito, vai ter mesmo destino da maluca Sara Winter. Ano passado, apresentando-se como ativista de direita, posando com armas de fogo, ela comandava o grupo que se intitulava “300 do Brasil”.

Contudo, após ser presa e ignorada pelo núcleo do bolsonarismo, mudou discurso e proclamou-se uma arrependida. A voz agora é de muita moderação e civilidade.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 08/09/2021 - 21:30h
Fake news

Senadora Zenaide Maia propõe devolução de MP polêmica

Zenaide Maia vê absurdo na MP (Foto: divulgação)

Zenaide Maia vê absurdo na MP (Foto: divulgação)

A senadora Zenaide Maia (Pros – RN) é contra a Medida Provisória editada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no último dia 6, que dificulta a retirada das redes sociais e da internet de conteúdos inadequados, como discursos de ódio e fake news.

A parlamentar propõe a devolução da MP pelo Congresso, o que significa que ela nem deva ser debatida por deputados e senadores.

“Defendo que o Congresso devolva a MP que dificulta a retirada de conteúdo inadequado das redes, medida que só beneficia as redes de ódio e os produtores de fake news. Essa MP é mais um ataque de Bolsonaro à democracia!”, publicou Zenaide, via Twitter.

A MP 1.068/21 altera trechos do Marco Civil da internet e, desde a sua edição, tem sido alvo de críticas de parlamentares. O texto está sendo interpretado como forma de proteger postagens antidemocráticas, insufladas pelo discurso do presidente nos atos de sete de setembro.

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Categoria(s): Comunicação / Política
segunda-feira - 06/09/2021 - 08:12h
Política

Rogério Marinho foca no RN para viabilizar candidatura ao Senado

Rogério esteve no Sítio Retiro (São Miguel) nesse domingo, vendo água jorrar de poço perfurado por Governo Federal (Reprodução BCS)

Rogério esteve no Sítio Retiro (São Miguel) nesse domingo, vendo água jorrar de poço perfurado por Governo Federal (Reprodução BCS)

Teoricamente alheio à tensão de pré-7 de Setembro em Brasília, o ministro do Desenvolvimento Regional e ex-deputado federal Rogério Marinho (sem partido) fez esforço hercúleo no fim de semana, para ganhar mais visibilidade ao Senado.

Da capital ao interior, montado no ministério, andou se apresentando, mostrando serviço, içando promessas e calibrando o próprio nome.

Ele sabe que precisa primeiro se viabilizar no bolsonarismo.

A partir daí, o segundo passo é a disputa em si. Por enquanto, trava um duelo à parte com o também ministro Fábio Faria (PSD) pelo mesmo espaço de candidato ao Senado, com a bandeira do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

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Categoria(s): Política
domingo - 29/08/2021 - 04:12h

As alternativas do bufão

bobodacortePor François Silvestre

Com olhar de possesso, aquele jeito ocular de louco, o presidente de nada, Jair Bolsonaro, num discurso em Goiânia, disse que tinha três alternativas: “Estar preso, ser morto ou vitória”.

Bufa, bufa, bufa. Preso, agora, não será. Mas tem muita chance de o ser num futuro não muito distante. Crimes contra a humanidade ele vem praticando continuamente, e contra a Democracia também. Família de milicianos, ricos à custa do erário, pois não há riqueza lícita com salários públicos, com filho mais velho comprando mansão de quatorze milhões, declarando a metade na escritura, com filho mais novo alugando mansão de quinze mil reais de aluguel, tendo a mãe do pimpolho uma renda legal de sete mil.

Riqueza com salário público é corrupção. Salário público, por melhor que seja, no máximo produz boa vida. Riqueza, nunca. E eles são todos ricos, sem nunca terem produzido nada, nem auferirem renda com atividade privada.

Morto? Não! precisa continuar vivo. Com olhar de louco e arrotando ameaças todo dia que Deus dá. De manhã, diz que à tarde vai arrebentar. De tarde, diz que será à noite. De noite, promete derrubar tudo na manhã seguinte. O que acontece? Nada. Bufa, bufa, bufa. Late, late, late e mostra mordida de cão banguelo.

Precisa continuar vivo para pagar pelos delitos. O país entregue ao desgoverno, sem qualquer medida eficiente na saúde, na educação, na segurança e a economia em disparada para o abismo. E não se cuida de nada na administração. Só de golpe e ameaças.

Vitória? Vai levar uma traulitada eleitoral muito maior do que levaram seus aliados nas eleições municipais passadas. Ele sabe disso. E tem pavor das urnas. Estivesse confiante em vitória, seria outro o comportamento. Estaria bem humorado, deixando ao sossego seus idiotas fanáticos. Não.

Está convocando os malucos da sua gangue ao desassossego da desgraça. E a cada um que vai caindo, ele vai abandonando. Tá nem aí pros seus idiotas decaídos. Ele é só ele e seus pimpolhos no ninho do próprio serpentário.

Vitória? Nem a régia…Vai engolir a régua da derrota. Escorraçado!

François Silvestre é escritor

Categoria(s): Crônica
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segunda-feira - 23/08/2021 - 21:08h
Opinião

O Sete de Setembro…

Por François Silvestre

é o Comício da Central de Bolsonaro?

Foi no dia Treze de Março de 1964 que Jango, iludido por um apoio militar que não tinha, deu aos inimigos o pretexto perfeito para o golpe que vinha sendo urdido há muito tempo. Uma multidão, na Central do Brasil, defronte do campo de Santana, aos gritos e com cartazes de fotos de Getúlio, aplaudiam as reformas de base anunciadas. Uma representação teatral que a ingenuidade de Jango não conseguiu alcançar o abismo que a realidade lhe oferecia.Alistamento-Militar-745x450

Muda o ato. Sem noção ou incapaz de entender a realidade, Bolsonaro aposta nesse mesmo apoio militar para golpear a Democracia e entronar-se no poder. D. Bolsonaro I e único, sob a guarda dos quartéis.

Ele tem apoio militar? Tem. Dos quartéis? Vejamos. O salário do general Braga Neto, mês passado, foi de Cem mil Reais. (100. 000, 00). Do general Heleno, Cento e Doze mil Reais. (112. 000, 00). Do general Ramos, Cento e Dezenove mil Reais. (119. 000, 00).

Uma filha e dois sobrinhos do general Pazuello receberam o auxílio emergencial durante todo o ano passado. Esse apoio e mais de vários outros militares, ativos e inativos, nos cargos comissionados do Executivo, ele tem. É o comando militar do contracheque. E os quartéis, como estão? É aí onde reside o comício da Central do Brasil.

Ele cai? Não. Ele derrete. Os militares de agora não vão tirá-lo do poder, como os de 64 fizeram com Jango. E só fizeram porque contaram com o apoio das lideranças civis, vivandeiras dos quartéis, Carlos Lacerda e Magalhães Pinto, dentre outros, e o amparo do império americano, na luta “fria” contra o império soviético. Porém, não vão golpear a democracia para entronizar Bolsonaro. Nunca. Fogo de palha. Sem chance.

Vai ser uma palhaçada de uma independência nunca consolidada, avacalhando uma data que deveriam respeitar. E as Forças Armadas, que Bolsonaro nunca respeitou, serão mais uma vez vítimas de chacotas internacionais.

O General Mourão, que merece meu respeito e admiração, sabe disso. Esses generais do contracheque merecem meu escárnio. Bostiocós. Aqui, Ó.

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Categoria(s): Opinião
sexta-feira - 20/08/2021 - 22:44h
'Lacrando'

O sabotador-geral do próprio governo

Bolsonaro puxa atenções para um ataque, ao STF, encobrindo o veto ao Fundão (Foto: arquivo)

Bolsonaro puxa atenções para um ataque, ao STF, encobrindo o veto ao Fundão (Foto: arquivo)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é o mago do chafurdo, da polêmica histriônica e sabotador-geral do próprio governo.

No dia que veta Fundão de R$ 5,7 bilhões (veja AQUI), não lucra com ‘feito’, porque prioridade é ‘lacrar’, pedindo impeachment (veja AQUI) do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ação inócua, mas que alegra sua matilha.

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Categoria(s): Política
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sexta-feira - 20/08/2021 - 18:48h
Freio

Jair Bolsonaro veta Fundo Eleitoral de R$ 5,7 bilhões

Do G1

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira (20) a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022 – e vetou o trecho que poderia autorizar um valor de R$ 5,7 bilhões para o fundo eleitoral a ser usado pelos partidos no ano que vem.Fundo Eleitoral - charge

A sanção da LDO e o veto do fundo eleitoral foram confirmados em material divulgado pelo Palácio do Planalto – o prazo para a decisão terminava nesta sexta. Segundo o governo, a lei será publicada no “Diário Oficial da União” da próxima segunda (23).

De acordo com a redação aprovada pelo Congresso, o chamado Fundo Especial de Financiamento de Campanha seria composto no próximo ano por parte das emendas de bancadas estaduais e um montante adicional a ser definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Nos cálculos de técnicos da Câmara e parlamentares, essa composição elevaria o fundo para R$ 5,7 bilhões – quase o triplo dos R$ 2 bilhões empregados nas eleições de 2018 e 2020.

Ressarcimento 

“Dentre os vetos, o presidente da República decidiu barrar o aumento do Fundo Eleitoral (Fundo Especial de Financiamento de Campanha) e as despesas para o ressarcimento das emissoras de rádio e de televisão pela inserção de propaganda partidária”, diz o material divulgado pelo Planalto.

“Com isso, em relação ao Fundo Eleitoral, a Lei Orçamentária contará com o valor que será definido pelo Tribunal Superior Eleitoral para o ano de 2022, com base nos parâmetros previstos em lei, a ser divulgado com o envio do PLOA-2022”, prossegue o governo.

Além da cota definida pelo TSE, no entanto, o Congresso pode derrubar o veto presidencial ou aprovar, em acordo com o governo, um novo percentual de emendas parlamentares que se somará a esse valor.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
sábado - 14/08/2021 - 10:06h
Da guerra

Bolsonaro diz que vai pedir impeachment de membros do STF

Do El País

Após semanas de ataques verbais, o presidente Jair Bolsonaro resolveu apelar para as vias institucionais em sua batalha contra os ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, este último também presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Bolsonaro exibe lança na Praça dos Três poderes, em encontro com indígenas (Foto: Adriano Machado/Reuters)

Bolsonaro exibe lança na Praça dos Três poderes, em encontro com indígenas (Foto: Adriano Machado/Reuters)

Alvo de três inquéritos no STF, o mandatário anunciou por meio de suas redes sociais neste sábado (14) que na próxima semana levará ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), “um pedido para que instaure um processo sobre ambos, de acordo com o art. 52 da Constituição Federal”. Ele se refere ao artigo que rege, entre outras coisas, o impeachment, tanto do presidente da República quanto de ministros do STF.

A ideia do impedimento de um ministro do STF não é nova entre os bolsonaristas, mas é a primeira vez que o presidente a considera formalmente em público.

Alerta

A manifestação de Bolsonaro ocorre um dia após a prisão do ex-deputado Roberto Jefferson, histriônico aliado recente do presidente. Presidente do PTB, Jefferson foi detido sob ordem de Alexandre de Moraes em um dos inquéritos decorrentes de investigações sobre atos antidemocráticos, que tem por alvo bolsonaristas.

Entre os apoiadores de Bolsonaro, soou o alerta de que mais aliados do Governo podem vir a ser detidos, como já havia ocorrido com o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ).

“O povo brasileiro não aceitará passivamente que direitos e garantias fundamentais (art. 5° da CF), como o da liberdade de expressão, continuem a ser violados e punidos com prisões arbitrárias, justamente por quem deveria defendê-los”, escreveu Bolsonaro neste sábado na sequência de tuítes em que anunciou a decisão de representar contra os ministros do STF.

Veja matéria completa AQUI.

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Categoria(s): Política
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terça-feira - 10/08/2021 - 21:38h
Tática

Apesar de inconsequente e estúpido, Bolsonaro não é burro

Presidente, sempre irritadiço, tem conseguido puxar debate para pauta caricata e muitos caem no truque (Foto: arquivo)

Presidente, sempre irritadiço, tem conseguido puxar debate para pauta caricata e muitos caem no truque (Foto: arquivo)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), apesar de ser inconsequente e estúpido, não é burro.

Usa tanque-fumacê (veja AQUI), voto impresso e outras alegorias para tirar a atenção da massa, da própria oposição e, mídia, do que realmente interessa e é importante.

Vem tendo êxito.

Segue vivo assim.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
sexta-feira - 06/08/2021 - 08:42h
Confronto

STF cancela reunião com Bolsonaro, após ataques presidenciais

Do Canal Meio

Foi de surpresa. Ao encerrar na tarde de ontem a sessão no Supremo Tribunal Federal, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, fez um discurso duro, em tom ríspido e sem esconder a irritação, dirigido ao presidente Jair Bolsonaro. “O Presidente da República tem reiterado ofensas e ataques de inverdades a integrantes desta Corte, em especial os Ministros Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes”, afirmou.

Fux se pronunciou de forma contundente nessa quinta-feira (Reprodução BCS)

Fux se pronunciou de forma contundente nessa quinta-feira (Reprodução BCS)

“Além disso, Sua Excelência mantém a divulgação de interpretações equivocadas de decisões do Plenário, bem como insiste em colocar sob suspeição a higidez do processo eleitoral brasileiro.” Fux falou por alguns poucos minutos, não mais.

“Diante dessas circunstâncias, o Supremo Tribunal Federal informa que está cancelada a reunião outrora anunciada entre os Chefes de Poder, entre eles o Presidente da República. O pressuposto do diálogo entre os Poderes é o respeito mútuo entre as instituições e seus integrantes.” Assista à íntegra do discurso. (G1)

Ataque, resposta, recuo 

Na quarta-feira, Moraes aceitou a notícia-crime enviada pelo TSE, presidido por Barroso, e incluiu Bolsonaro no inquérito das fake news por conta de seus ataques infundados ao sistema de votação brasileiro. Ontem, Bolsonaro atacou Moraes dizendo que “a hora dele vai chegar”. (Poder360)

Em resposta, Bolsonaro vacilou no tom em sua live de quintas, que ficou por vezes na defensiva, noutras agressivo. “Daí vem a imprensa, imprensa esta que lamentavelmente o ministro Fux se alimenta dela para fazer uma nota. Ora, prezado ministro Fux, se o senhor se basear na imprensa brasileira, o senhor está desinformado.” (UOL)

Outra reunião: “Depois do pronunciamento em que cancelou a reunião entre os três Poderes, motivado pelos ataques de Jair Bolsonaro ao STF, Luiz Fux ligou para Augusto Aras (Procurador Geral da República) e marcou um encontro entre os dois para hoje. (Lauro Jardim, O Globo)

São três os assuntos: os ataques de Bolsonaro ao Supremo, os ataques de Bolsonaro ao Supremo e os ataques de Bolsonaro ao Supremo.”

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Categoria(s): Política
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quarta-feira - 04/08/2021 - 15:38h
Marcha da insensatez

Bolsonaro volta a fazer pregação contra vacina

Olhe mais um contribuição insana do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra vacinas, vacinação e à imunização máxima da população do país contra a Covid-19. A marcha da insensatez parece sem fim. Os quase 560 mil mortos pela doença são poucos, pelo visto, na ótica presidencial.Bolsonaro diz que não toma vacina Lá de são Paulo - Folha de São PauloEm declaração pública, outra vez desvaloriza a vacina e estimula que milhares e milhões de seguidores seus, muitos deles fanáticos, se recusem à imunização, um meio cientificamente comprovado de se reduzir contágio e efeitos do coronavírus.

Outro detalhe: a vacina “lá de São Paulo” é resultado de trabalho de uma instituição pública com largo conceito no Brasil e internacionalmente, o Instituto Butantan.

Não existe oposição mais eficaz contra o governo Bolsonaro do que o próprio Bolsonaro.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 30/07/2021 - 20:42h
Anote

A verdade não tem dono…

verdade-mentiraPor François Silvestre

...mas a mentira tem sócio.

Bolsonaro, o energúmeno, disse uma verdade. Qual? “Ninguém é dono da verdade”. Descobriu a areia, a praia e o mar. Ninguém sabia disso. Depois, continuou: “eu não sou dono da verdade”. Isso é verdade ou é mentira? Depende. No fato, é verdade. Ele não tem nem promessa falsa de compra da verdade. Mas, dito por ele, é mentira.

Ele se acha dono da verdade. Mentiu sobre o que realmente acha, mesmo falando a verdade sobre o fato.

Bolsonaro não só não é dono da verdade, como é sócio majoritário da mentira. Mente diariamente. Sua mente pensante, se é que pensa, é um advérbio do disfarce. Mente meritoriamente, mente diariamente, mente usualmente, mente seriamente, com a fisionomia que desmente a casca séria da sua mentira.

Mente, como se diz nos rincões do sertão profundo, que nem o fiofó sente. É um bufão, cercado de acólitos tão mentirosos quanto. Generais que não respeitam nem o kaol que lustra suas estrelas de latão. Se gritar pega ladrão; num tem kaol, meu irmão.

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Categoria(s): Artigo
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sexta-feira - 30/07/2021 - 06:28h
Fraude eleitoral

Depois de garantir ter provas, Bolsonaro não prova bulhufas

Live presidencial virou um vexame a mais (Foto: reprodução BCS)

Live presidencial virou um vexame a mais (Foto: reprodução BCS)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desde uma viagem aos Estados Unidos, há mais de dois anos, que berra e garante ter como provar a existência de fraudes em eleições.

Assegurou, ainda lá, que ao voltar ao país mostraria por A mais B o que tinha afirmado nos “isteites”. O assunto depois entrou em esquecimento (dele mesmo), para ser resgatado nos últimos meses (por ele mesmo).

Ontem (quinta-feira, 29), após anunciar previamente que teria provas de que urnas eletrônicas eram vulneráveis, fez uma “live” e declarou:

– “Não tem como comprovar que as eleições não foram ou foram fraudadas, são indícios” (veja AQUI e AQUI).

Bom lembrarmos: Bolsonaro venceu as eleições em 2018 e aconteceu a maior mudança no Congresso Nacional em todos os tempos. Dos 567 empossados dia 1º de fevereiro do 2019, 118 deputados e 10 senadores jamais ocuparam cargo eletivo (veja AQUI).

Nunca tantos partidos conquistaram cadeiras na Câmara Federal (30) e no Senado (21). O PSL, pelo qual Jair Bolsonaro chegou à vitória, foi o segundo com mais parlamentares eleitos à Câmara Federal, 52, contra 56 do PT.

A representação feminina alcançou o recorde de 77 eleitas na Câmara. Entre elas, a primeira deputada federal a receber mais de 1 milhão de votos, a jornalista Joice Hasselmann (PSL-SP).

A chamada bancada da bala, que prega o armamento e o endurecimento das leis penais e passou a ocupar aproximadamente 100 assentos, três vezes mais que na legislatura anterior.

Na corrida presidencial, no primeiro turno, por exemplo, Bolsonaro venceu em 17 estados, Fernando Haddad (PT) em 9 (sendo oito no Nordeste) e Ciro Gomes (PDT) no Ceará, seu berço político.

No ritmo que vai o presidente logo vai pedir a anulação de sua própria vitória.

Ô vexame.

Mais um!

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 29/07/2021 - 18:20h
UOL

Neoextremista, Fábio Faria quer ser vice; lembra da Dilma, Bolsonaro?

Fábio, a propaganda estúpida e o apoio "fiel" a Dilma e Lula no passado, em foto com o ex-prefeito de Mossoró Francisco José Júnior (Montagem : UOL)

Fábio, a propaganda estúpida e o apoio “fiel” a Dilma e Lula no passado, em foto com o ex-prefeito de Mossoró Francisco José Júnior (Montagem : UOL)

Por Reinaldo Azevedo (Uol)

Antes de a palavra “narrativa” entrar na moda e integrar o léxico da extrema direita brucutu — que nem sabe do que está falando; não parece que Carlucho seja exatamente um estudioso das ciências da linguagem —, os delinquentes intelectuais, políticos e morais recorriam com frequência à palavra “contexto”.

A maior barbaridade, a coisa mais estúpida, o ataque mais covarde, tudo, enfim, poderia ser resolvido com uma desculpa: “Tal coisa foi tirada do contexto”. Não que isso seja impossível. É. Pode-se picotar uma fala para lhe atribuir sentido inverso ao pretendido pelo emissor. Não é um caso de contexto, mas de mentira mesmo. As milícias bolsonaristas fazem isso com frequência.

Por que essas considerações iniciais? A Secom resolveu homenagear o “Dia do Agricultor” com uma foto extraída de um banco de imagens que mostra um homem portando uma arma. Vinha acompanhada do seguinte texto: “Hoje homenageamos os agricultores brasileiros, trabalhadores que não pararam durante a crise da Covid-19 e garantiram a comida na mesa de milhões de pessoas no Brasil e ao redor do mundo”.

A imagem foi retirada do ar depois de protestos vindos, inclusive, do agronegócio. Marcello Brito, presidente da Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), por exemplo, escreveu: “Esse post não representa os agricultores brasileiros. Não andamos com armas no ombro, mas com o suor de quem trabalha honestamente de sol a sol. Essa publicação envergonha o setor, as mulheres e homens do campo e o Brasil. Absurdo”.

Quer ser vice 

Faria entrou na corrida para o posto de vice de Bolsonaro. Está de mudança para o PP. Apagou das redes sociais os elogios que fazia a Lula. Mas não consegue apagar as imagens nem as notícias publicadas pela imprensa. Na condição, agora, de extremista de direita, chegou a criticar as personalidades públicas do Brasil que lamentaram a marca de 500 mil mortos.

Achava que todos deveriam seguir seu padrão moral: não lamentar. Vice? Será mesmo? Bolsonaro é bronco, mas não é muito burro. Deve se perguntar — ou, então, Carlucho pergunta em seu lugar: “Por que esse ex-puxa saco de Lula se tornou mais bolsonarista do que eu?” Não é possível que o Tico e o Teco não se conectem para responde: “ambição”.

Faria pediu o apoio de Dilma e Lula para a eleição do pai em 2014, como evidenciam as fotos, e se tornou um militante do impeachment dois anos depois. E aí o Tico e o Teco se perguntam de novo: “Quem trai uma vez está propenso a não trair nunca mais ou a trair sempre”?

Convenham: Bolsonaro não confia nem mesmo em um vice fiel. Vai que se reeleja… Convenham: nessa hipótese, só o impeachment continuaria a contemplá-lo.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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Categoria(s): Política
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