segunda-feira - 02/02/2026 - 17:16h
Sessão solene

ALRN abre trabalhos legislativos nesta terça-feira

Votação atende a anseio dos municípios que sofrem com atraso  de repasses (Foto: Eduardo Maia)

Sessão cumpre ritual protocolar de início de período legislativo (Foto: Eduardo Maia/Arquivo)

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte inicia oficialmente os trabalhos legislativos de 2026 nesta terça-feira (3), a partir das 9h, com uma sessão solene conduzida pelo presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB). A solenidade abre os trabalhos da 4ª Sessão Legislativa da 63ª Legislatura, na sede do Legislativo estadual.

A cerimônia inclui agenda que inicia às 9h com revista às tropas da Polícia Militar do RN, um ato simbólico em que o chefe do Legislativo passa em revista às forças de segurança posicionadas em frente à sede da Assembleia. Essa tradição é uma forma de reafirmar a harmonia entre os Poderes e o compromisso das instituições com a ordem pública e a segurança do Estado.

Outro momento solene é a foto oficial, registrando a composição do parlamento estadual no início do novo ano legislativo. Essa imagem simboliza a representatividade dos deputados estaduais e reforça o compromisso do Poder Legislativo com a população potiguar.

A solenidade será transmitida ao vivo pela TV Assembleia (canal aberto 10.3) e pelas redes sociais oficiais do Legislativo potiguar no @assembleiarn, permitindo que a população acompanhe o início das atividades parlamentares diretamente de casa.

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segunda-feira - 02/02/2026 - 16:46h
Homenagem

Curta-metragem revive memória do radialista Caby da Costa Lima

Imagem: divulgação

Imagem: divulgação

Os fãs e amigos do radialista Caby da Costa Lima poderão, em breve, matar um pouco da saudade do camaradinha, ao vê-lo no filme produzido em sua homenagem pela dupla Esdras Marchezan e Alice Lira Lima. Esdras é jornalista e documentarista, além de professor da Universidade do Estado do RN (UERN), e dirige o documentário de curta metragem “Alô, Camaradinha”. Alice é também jornalista, filha de Caby, e assina o roteiro do filme, junto com Esdras.

O filme deve ter suas primeiras exibições em março deste ano.

A ideia do filme começou a ser desenhada ainda em 2023, quando Esdras conheceu Alice e viu algo muito especial na relação dela com o pai, alguém que ele já pensava retratar em um novo trabalho. “Desde que Caby nos deixou, fiquei pensando em como devemos contar e preservar a história de pessoas que tanto contribuiram com a nossa cidade. Ao conhecer Alice e sua história com Caby, percebi que o filme que eu queria fazer ia além do histórico. Era preciso contar a história do afeto”, explica.

É nessa linha que o filme se desenvolve, com Alice tendo papel especial na narrativa sobre seu pai, figura emblemática e querida demais pelos mossoroenses.

“Alô, Camaradinha” é o terceiro documentário de Esdras Marchezan. Produzido com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, com operacionalização da Secretaria de Cultura de Mossoró, o filme tem direção de Esdras, roteiro e argumento dele e de Alice Lira Lima, produção executiva de Izaíra Thalita e Íntegra Comunicação, edição e montagem de Romero Oliveira, interpretação em libras de Daniel Guedes, e designer de João Azevedo, da LabCais.

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segunda-feira - 02/02/2026 - 15:46h
Samara Martins

Servidora em Parnamirim é pré-candidata à Presidência do Brasil

Samara Martins é servidora pública (Foto: divulgação)

Samara Martins é servidora pública (Foto: divulgação)

O Diretório Nacional da Unidade Popular pelo Socialismo (UP) anunciou oficialmente sua intenção de disputar as eleições à Presidência da República. A dentista e servidora pública do município de Parnamirim (RN), Samara Martins, foi escolhida como pré-candidata. Em 2022, Samara já havia sido candidata a vice-presidente na chapa encabeçada por Leonardo Péricles, também da UP.

De acordo com o partido, o anúncio marca o início de uma nova etapa na mobilização política, reafirmando o compromisso histórico da legenda com a organização popular, a soberania nacional e a construção de um projeto de país antifascista, anti-imperialista, liderado pela classe trabalhadora e com caráter socialista.

Para o UP, a pré-candidatura de Samara Martins representa uma expressão de um projeto coletivo socialista, construído a partir das bases, dos movimentos sociais, estudantis, de trabalhadores, das mulheres e das periferias.

Segundo a direção nacional do partido, a apresentação pública nas redes sociais foi o primeiro passo de um calendário de mobilizações e lutas sociais.

“Esta é a primeira pré-candidatura anunciada que é declaradamente socialista nas eleições presidenciais de 2026”, destacou a UP em comunicado divulgado nas redes.

Além disso, o partido se prepara para anunciar suas candidaturas nos estados para as eleições ao executivo e ao legislativo.

Quem é Samara Martins?

Samara Martins é uma figura política e social importante no Rio Grande do Norte, com as seguintes características:

*Dados pessoais e formação*

Mulher negra, 38 anos (nascida em Belo Horizonte, Minas Gerais)

Dentista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

Reside em Natal há aproximadamente 15 anos

Filha de mãe professora e pai motorista, ambos de origem humilde

Trajetória profissional

Cirurgiã-dentista do Sistema Único de Saúde (SUS)

Servidora pública concursada

Atuação política e social

Vice-presidenta nacional da Unidade Popular (UP)

Candidata a vice-presidente da República na chapa encabeçada por Leonardo Péricles nas eleições de 2022

Militante do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB)

Militante do Movimento de Mulheres Olga Benário

Foi Diretora de Mulheres da União Nacional dos Estudantes (UNE)

Presidiu o Centro Acadêmico de Odontologia da UFRN

Principais posições políticas

Auditoria da dívida pública

Defesa do Sistema Único de Saúde (SUS)

Educação pública

Direito à memória, verdade e justiça com apuração dos crimes da Ditadura Militar

Luta por moradia e pelos direitos das mulheres negras e pobres

Defesa de políticas socialistas

Vida pessoal

Casada, mãe de dois filhos (Luiz Antônio e Luca Aron)

Mora na comunidade Leningrado, no bairro Planalto, periferia de Natal

Permaneceu na periferia mesmo após conquistar estabilidade financeira pelo serviço público.

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segunda-feira - 02/02/2026 - 15:00h
Obras inacabadas

A comparação que prejudica enormemente Álvaro Dias

Arte ilustrativa

Arte ilustrativa

Por Vicente Serejo (Cena Urbana, Tribuna do Norte)

De uma coisa o ex-prefeito Álvaro Dias (Republicanos) tem certeza: não pode iniciar sua campanha com o Hospital de Natal fechado com suas obras inacabadas. O desgaste pode ser de grande monta.

O efeito seria mais corrosivo se o seu adversário for o hoje prefeito Allyson Bezerra (UB) que construiu e entregou funcionando o hospital municipal de Mossoró.

A comparação pode ser fatal.

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segunda-feira - 02/02/2026 - 13:50h
Banco Master

Toffoli mandou PF buscar ‘contradições’ em posição do BC

Assessoria de Toffoli se pronunciou com resposta técnica (Foto: Rosinei Coutinho)

Assessoria de Toffoli se pronunciou com resposta técnica (Foto: Rosinei Coutinho)

Do Canal Meio para o BCS

Buscar “omissões” e “contradições” no depoimento do diretor do Banco Central Ailton de Aquino sobre a liquidação do Banco Master. Essa foi a orientação passada por escrito à Polícia Federal pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, relator do caso. Nas perguntas que encaminhou à PF, ele aparentava buscar elementos que sustentassem a tese de que o BC agiu precipitadamente ao liquidar o banco.

Procurado, o gabinete de Toffoli respondeu que “linhas investigatórias ocorrem de acordo com os elementos de prova colhidos pelos órgãos competentes”. (Estadão)

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), vai pedir a Toffoli que devolva à comissão os dados da quebra de sigilo do banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Master. O ministro transferiu toda a documentação para o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) e a colocou sob sigilo total. “Não existe democracia com sigilo seletivo”, disse Viana. (Metrópoles)

Um ano antes de liquidar o Banco Master durante a Operação Compliance Zero, o BC deu um ultimato para que a instituição tomasse medidas para melhorar sua governança corporativa e recompor a saúde financeira em seis meses. Em ofício enviado à autoridade monetária em novembro de 2024, Daniel Vorcaro se comprometia a cumprir as exigências.

O documento enfraquece a principal linha de defesa do banqueiro, acusado de fraudes financeiras para esconder a real situação do Master. Os advogados de Vorcaro alegam que ele foi “pego de surpresa” pela liquidação em novembro do ano passado. (Estadão)

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segunda-feira - 02/02/2026 - 09:26h
Gigante chinesa

Grupo chinês avalia área para possível instalação em Mossoró

Representantes do governo e da empresa visitam terreno - Foto: Carlos Costa

Representantes do governo e da empresa visitam terreno – Foto: Carlos Costa

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar (Sedraf), apresentou na manhã do sábado (31) aos representantes da empresa chinesa Jiangsu World Agricultural Machinery Co. o terreno que poderá sediar a sua fábrica de equipamentos agrícolas em Mossoró.

Localizado ao lado do prédio onde funcionou a empresa Itagres – Porcelanatti, o terreno mede onde a empresa pode se instalar é de aproximadamente 11 hectares (110 mil metros quadrados) e tem a facilidade de ficar próximo à BR-304, além da proximidade da rede de energia elétrica e de água e da tubulação de gás natural, caso seja uma opção de uso.

Gustavo Kiguti, gerente da empresa, comentou a importância da instalação do empreendimento. “O Brasil e a China estão passando por um momento muito bom economicamente e as parcerias existentes entre os nossos países são muito prósperas. Estamos conhecendo o Nordeste e identificando as possíveis áreas para a instalação de nossa fábrica de tratores e maquinários agrícolas. Pelo que a gente está vendo, a localização aqui de Mossoró é muito privilegiada, tem uma estrutura muito boa para abrirmos uma primeira planta de produção aqui na região, tendo em vista o mercado da agricultura familiar e as agriculturas convencionais também”.

A Jiangsu World é uma das maiores fabricantes de máquinas agrícolas do mundo, com 30 mil funcionários na China e 15 mil em outros países.

Participaram da comitiva do sábado o CEO da empresa chinesa Jiangsu World Agricultural Machinery Co., Zhu Linjun, Liu Furui (gerente geral adjunto), Wu Han (assistente), além dos pesquisadores Ni Xindong, pós-doutor pela Universidade Agrícola da China, e os doutorandos Tola e Mateen.

Também o secretário da Sedraf, Alexandre Lima, e a deputada estadual Isolda Dantas (PT).

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domingo - 01/02/2026 - 23:50h

Pensando bem…

“Um tropeço pode evitar uma queda.”

Gretchen Rubin

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domingo - 01/02/2026 - 10:44h

A faculdade do Nordeste

Por Marcelo Alves

Arte Ilustrativa (Arquivo)

Arte Ilustrativa (Arquivo)

Nestes tempos de tantos preconceitos – contra o Nordeste e os nordestinos e contra as universidades públicas, para dar dois graves exemplos –, vou aproveitar o ensejo para falar bem – aliás, muito bem – de uma instituição de ensino superior pública, genuinamente nordestina, que merece todas as nossas homenagens: a Faculdade de Direito do Recife.

Quase bicentenária, a Faculdade de Direito do Recife é um dos dois mais antigos cursos superiores do Brasil, de par com a Faculdade de Direito de São Paulo. Foi fundada ainda no primeiro Império, em 11 de agosto de 1827 (na mesma data da sua congênere paulista), à época como Faculdade de Direito de Olinda. Foi transferida para a capital da Província de Pernambuco em 1854, com a consequente mudança de denominação.

Ademais, a Faculdade de Direito do Recife, desde os seus albores, funcionou não só como o grande centro para formação de bacharéis em direito no Norte e Nordeste do país (incluindo muitos potiguares, num tempo em que o RN era ainda desprovido de cursos de direito), mas também como uma academia de filosofia, ciências sociais, artes e, sobretudo, política e literatura. Nomes célebres de nossa literatura e história política, como Joaquim Nabuco, Castro Alves, Martins Júnior, Clóvis Beviláqua, Capistrano de Abreu, Graça Aranha, Aníbal Bruno e Pontes de Miranda, para citar apenas alguns, passaram pelos bancos e pelas cátedras da Faculdade de Direito do Recife, irradiando suas ideias, inovadoras e muitas vezes polêmicas, para todo o Brasil.

Quanto à ciência do direito, sua filosofia e sua história, é certo que a Faculdade de Direito do Recife fez “escola” – e na precisão literal desse termo. Como registra Edilson Pereira Nobre Júnior em recentíssimo artigo publicado no Consultor Jurídico, “A Faculdade do Recife e a história do direito (parte 1)”, “se, para Machado de Assis, era controverso que a Escola do Recife, sob o prisma literário, poderia ser chamada de escola, indiscutível, sob o ponto de vista jurídico, que aquela assim se impôs. Prova disso o seu legado, tanto inesquecível quanto inestimável”.

Falamos aqui da famosa “Escola do Recife”, ponto luminar na história da filosofia (geral e jurídica) brasileira, que girava em torno da Faculdade de Direito do Recife e que albergava boa parte dos grandes pensadores brasileiros da época (segunda metade do século XIX). Era constituída por um grupo de filósofos, juristas, sociólogos e homens de letras, pensadores em geral, capitaneados por Tobias Barreto (1839-1889) e Sílvio Romero (1851-1914), que buscou produzir, por meio da adaptação dos referenciais europeus, sobretudo germânicos (especialmente Ernest Haeckel, 1834-1919), uma filosofia ou modo de pensar essencialmente brasileiro.

Desde a sua fundação em 1827, passando pelos tempos de Joaquim Nabuco e Gilberto Amado (sobre quem, tomando por base as suas “Formações”, conversamos nas semanas passadas), atravessando períodos de glória e de graves intempéries, suas muitas efemeridades, lá se vão quase 200 anos da “Faculdade do Nordeste”. Hoje, conservando a tradicional denominação de Faculdade de Direito do Recife, está abrigada no Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal de Pernambuco. É sempre relacionada entre os melhores cursos de direito do Brasil (e a UFPE, por sua vez, entre as melhores universidades do país).

Sua revista – a Revista Acadêmica da Faculdade de Direito do Recife, que “começou a ser publicada em 1891, sendo o perdico acadêmico-científico mais antigo do Brasil na área de Direito” – é conceituadíssima. Seus professores/pesquisadores são renomadíssimos (e não vou citá-los nominalmente pelo risco de esquecer algum amigo). Seus discentes são deveras engajados. E por aí vai. Podem conferir isso tudo nos diversos rankings Internet afora.

Nestes tempos em que, para alguns, só o que é ensinado no sul do país ou mesmo no exterior tem valor, é sempre um alento rememorar o quão bela é a história da Faculdade de Direito do Recife, eterna capital do nosso Nordeste, de gerações passadas, da minha geração e de gerações futuras. Ano que vem, em 2027, devemos celebrar! E muito!

Marcelo Alves Dias de Souza é orocurador Regional da República, doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL, e membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

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Categoria(s): Crônica
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domingo - 01/02/2026 - 09:30h

Quando o mar chamar

Por Bruno Ernesto

Foto do autor da crônica em março de 2025

Foto do autor da crônica em março de 2025

Você não acreditou, mas bem que eu avisei na semana passada (//blogcarlossantos.com.br/dona-mafisa/), e se ainda não se mexeu, corra! Dá tempo!

Prepare o balaio com flores, alfazema e decore a prece. Roupa branca e pés descalços na beira da praia, no quebrar das ondas ou no barco, amanhã é o dia de agradecer à Rainha do Mar. Nossa Senhora dos Navegantes também estará lá.

Se amanhã não conseguir ir ao mar, sete rosas brancas com os cabos cortados numa vasilha com água e perfume de alfazema resolve. Ofereça e agradeça mais do que pede ao seu orixá favorito, que jamais baixa a guarda.

Se você ainda não percebeu, registro que até um conhecido meu – que jura ser ateu – casou-se vestido com um puro linho branco e rosas brancas na decoração. A celebração no dia de Yemanjá foi mera coincidência.

Vá, vista-se de branco. Leve o balaio com flores e seu cachorrinho de estimação com você. Lance as flores ao mar como quem lança para ele correr e lhe trazer de volta. Ninguém desconfiará.

Se alguém questionar e insistir em dizer que não sabia que você também a reverencia, diga que foi mera coincidência. Que embora seja a primeira vez na vida que você faz isso e que não sabia que se agradece jogando flores ao mar, justifique que todos os anos você faz a mesma coisa. Ninguém perceberá.

Se lhe virem na procissão marítima com roupas brancas, diga que esqueceu onde estacionou o carro.

Acaso lhe flagrem jogando champanhe branca no mar, diga que está quente e que é melhor não estragar.

Lembre-se, quando o mar chamar, não tem quem não diga Odoyá.

Bruno Ernesto é advogado, professor e escritor. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mossoró – IHGM

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domingo - 01/02/2026 - 08:34h

Conhecendo o mar

Por Odemirton Filho

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

As ondas do mar batiam em suas pernas, e ele ria, afastando-se, com medo, daquela ruma de água. Foi a primeira vez que Pedrinho foi à praia. Contava, então, com dez anos de idade. Era um menino nascido e criado na zona rural, lá pelas bandas do Alto Oeste das terras potiguares. Tão emocionado ficou, que talvez dissesse como a personagem da escritora Ana Maria Gonçalves, no livro Um Defeito de Cor, “eu achei que o mar era da cor do pano de Iemanjá, só que mais brilhante e mais macio”.

Desde novinho, ele desejava conhecer o mar. Os seus pais, no entanto, eram pessoas humildes, viviam de lavrar a terra, trabalhando de sol a sol, com pouco dinheiro. Por isso, o menino Pedrinho sonhava com esse dia. E, finalmente, chegou.

Ele ficava correndo pra lá e pra cá pela praia; fazia castelo de areia; jogava bola com o seu pai e um irmão mais novo. Antes de entrar no mar, fazia o sinal da cruz, rogando proteção a Deus. Como não sabia nadar, ficava no raso, fazendo as mãos em concha e molhando a cabeça. “Tocado pelo vento, o mar ia de um lado para outro, fingia que ia e voltava”. Os pais riam do seu jeito, e ficaram imensamente felizes por terem oportunizado um momento tão especial.

Para muitos ir à praia é algo banal, trivial. Contudo, para o menino Pedrinho, aquele dia foi um verdadeiro presente. Para uma pessoa humilde, criada em meio a tantas dificuldades, o simples se transforma em algo mágico, grandioso. Cada um tem o seu sonho, é certo. Uns sonhos podem ser grandes; outros, podem parecer pequenos. Entretanto, todos são sonhos, dependem do coração.

Ali, na praia, ele conheceu Maria Clara, também com dez anos de idade. Ela, vindo da cidade grande, conhecia o mar desde pequenininha. Logo, eles firmaram amizade e começaram a conversar. O menino contou sobre a sua vida; era do interior do estado do Rio Grande do Norte, estudava numa escola pública e os pais eram agricultores. A menina disse-lhe que era da capital potiguar e já estava acostumada em conhecer lindas praias e que os seus pais eram médicos.

Apesar de cada um viver em seu mundo, com condições financeiras diferentes, eram crianças. Juntos, brincaram, sorriram, tomaram banho de mar, chuparam picolé, fizeram castelos de areia; ainda estavam imunes à arrogância e à vaidade humana.

Odemirton Filho é colaborador do Blog Carlos Santos

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domingo - 01/02/2026 - 07:28h

Chega de saudade – mas ela fica

Por Gaudêncio Torquato

Praça no Centro de Luís Gomes (Foto: Web)

Praça no Centro de Luís Gomes (Foto: Web)

A festa de Senhora Sant’Ana ocorre no dia 26 de julho. Data marcada no calendário da alma. Em Luís Gomes, esse dia nunca foi apenas religioso: era um chamado. Um convite para voltar — quem estava longe — ou para se reconhecer — quem nunca saiu. A cidade, plantada no alto da serra, parecia respirar mais fundo nessa época, como se soubesse que era o seu momento de se oferecer inteira.

Recordo os velhos tempos de outrora, bucólicos e suaves, quando o mundo era pequeno e, por isso mesmo, imenso. Tempos em que os namoros juntavam os namorados na calçada da casa da moça, sob o olhar atento — e fingidamente distraído — dos pais. Bastava um banco, a lua e uma conversa sem pressa. Amar era simples.

A meninada se esbaldava na chuva. Bastava o céu escurecer e os pingos engrossarem para que surgissem corridas, gritos e gargalhadas. O prêmio era tomar banho nas biqueiras dos telhados, como se cada queda d’água fosse uma cachoeira particular. Ninguém pensava em gripe, perigo ou censura: era alegria pura escorrendo pelos corpos.

À noite, depois do desligamento do motor, a cidade mergulhava numa escuridão cúmplice. Era então que os grupinhos de amigos se reuniam na praça central. Conversas soltas, planos improváveis, silêncios confortáveis. A luz vinha das estrelas — e da intimidade.

Havia também as aventuras quase proibidas: os mergulhos nos grandes caixões do fazendeiro e político Gaudêncio Torquato do Rego, onde se guardavam o algodão e a farinha. Para nós, eram piscinas improvisadas, territórios de ousadia, histórias que ainda hoje arrancam risos.

A vida era um passeio no engenho de rapadura, um ritual na bolandeira onde se produzia a farinha. Tudo tinha cheiro, som e sentido. O açúcar não vinha da prateleira: nascia do esforço. A comida tinha história antes de ter sabor.

Os estudantes universitários — orgulho da cidade — se reuniam na calçada da farmácia de Valdecir Pascoal. Ali se falava das experiências de cada um, dos desafios fora de casa, dos sonhos grandes demais para a serra — e, claro, se fofocava sobre a vida alheia, porque nenhuma comunidade vive sem seus pequenos enredos paralelos.

Foram tempos dos padres Miguel Nunes, Raimundo Caramuru de Barros, Valdécio Lopes e do amado padre Oswaldo Rocha, figuras que moldaram consciências, apaziguaram conflitos e ensinaram que fé também é gesto cotidiano.

Foram tempos de bons amigos: José Hildo Fernandes, Istênio Pascoal, Augusto de Maria Vicenza, João Batista, Valter Sandi — nomes que hoje soam como capítulos de um livro que só nós sabemos ler por inteiro.

Como esquecer o Grupo Escolar Coronel Fernandes, diligentemente dirigido pelo professor Chico Dubas, onde se aprendia mais do que letras e números: aprendia-se a ser gente.

E havia o brincalhão Severino Ramos, que dizia querer morrer num desastre de avião que cairia na Rua Nova, em Recife. Sonhava até com a manchete do jornal no dia seguinte: “Morreu em plena Rua Nova o trabalhador Severino Ramos”. Ríamos, sem imaginar que certas histórias sobrevivem justamente porque nunca aconteceram.

A cidade respirava ar puro. As ruas eram cheias de árvores, ainda sem asfalto, e o tempo parecia ter feito um acordo com a tranquilidade. E havia a linguiça de Tia Bebi — gostosíssima, insubstituível, memória que insiste em reaparecer sempre que a saudade aperta o estômago.

Luís Gomes era o centro do mundo. A maior referência geográfica de nossas vidas. Tudo partia dali. Tudo voltava para lá.

Chega de saudade, eu digo. Mas ela fica. Fica porque há lugares que não passam. Apenas se transformam em nós.

Gaudêncio Torquato é jornalista, escritor, consultor e professor

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domingo - 01/02/2026 - 04:14h

Recordações da casa da fome

Por Marcos Ferreira

O sapateiro, de Ayala Gurgel — Óleo sobre tela

O sapateiro, de Ayala Gurgel — Óleo sobre tela

Vários autores, à falta de assunto melhor, escrevem acerca de suas próprias recordações. Assim o resultado desse artifício não raro finda descambando para a pieguice ou sentimentalismo. O passado, todavia, abriga um acervo existencial bastante vasto, senão inesgotável. Acontece, entrementes, que há escritores que transformam essas memórias em textos bons. Dito isto, conforme procedo neste instante, talvez não haja tanto problema em aqui e acolá usarmos essa receitinha introspectiva. Contarei, pois, mais um bocado de minha vida pregressa. São acontecimentos de fato melancólicos vinculados a um período que marcou meu coração e meu espírito.

Estudei pouco. Tive uma vida escolar muito breve. Minha presença em sala de aula foi curta, porém inestimável. Aquela educação formal, embora fragmentada, cultivou em mim a semente da leitura. Descobri que podia ler e daí por diante, ainda que fora da escola, segui lendo com máximo encanto. Debrucei-me sobre autores e obras com uma fome ancestral. É isso, li com extrema voracidade. Apesar dos pesares, adquiri acesso a clássicos importantes da literatura brasileira quanto estrangeira. Daí a pouco eu já não era tão só um leitor, mas um estudioso da produção intelectual que chegou ao meu alcance. Estudei, sobretudo, poetas parnasianos e suas regras fixas: esquemas rimários, metrificação, cesura, hemistíquio, diérese, sinérese e sílabas tônicas e pós-tônicas. Como autodidata, assimilei e fiz uso dessas técnicas. Não vou expor uma lista de títulos e autores que fizeram minha cabeça. Isso é enfadonho.

Não posso reclamar de nada a esta altura da vida. Tive sorte por sair do analfabetismo. Foi por um triz. Cheguei ao colégio para desasnar (analfabeto de pai e mãe) com onze anos de idade. A merenda escolar, admito, foi um incentivo de grande importância. Tempos bicudos, difíceis. Passamos graves dificuldades nas décadas de setenta, oitenta e meados de noventa. Não faltava escassez. Sapateiro, meu pai precisava realizar um contorcionismo financeiro enorme para alimentar nove filhos esfaimados. Éramos onze. Ocorreu que Hugo e Márcia (sou o primogênito) demoraram pouco naquele mundo sovina.  Hoje os dois habitam o campo-santo. O restante, nove magricelos, escapou fedendo. Àquela época um pão dormido era um tipo de item, uma iguaria nem sempre acessível na casa dos Ferreiras. Os vizinhos mais próximos sabiam que no 3521 da Avenida Alberto Maranhão havia uma família em insegurança alimentar. A senhora Branca, minha mãe, que não sabia assinar o próprio nome, era doutora em fazer render os víveres que o senhor Vicente trazia para casa adquiridos, no mais das vezes, na Cobal e no então pujante Beco das Frutas. Certas coisas, a exemplo do charque, ovos, mortadela e cereais, costumavam vir do Mercado Novo, no Bom Jardim.

Naquela quadra de minha existência não havia essa história de Bolsa-Família ou algo semelhante. Vivíamos sob a vergasta dos generais. Os militares governavam o país com mão de ferro e sede de sangue. Uma imensa parte da população estava sob o cabresto, contando com migalhas. O salário mínimo fazia rigorosamente jus à denominação de mínimo. A carestia causava um estrago medonho em inúmeros lares brasileiros. Sei que isso não é assunto agradável para submeter aos leitores, mas nem só de amenidades se constitui a literatura. Façamos de conta, portanto, que estou aqui com os meus botões, de papo comigo mesmo. Trago hoje recordações da casa da fome. Cada um relata o passado que vivenciou. Sobretudo memórias da infância.

Agora, ao contrário de antanho, encontro-me resignado com os tostões que pingam na minha conta-corrente a cada fim do mês. Olho à volta e posso dizer que, se compararmos à era de minha meninice e adolescência, usufruo de uma condição confortável. Diferentemente de agora, não mais escrevo a bico de caneta em cadernos ordinários. Não. Componho estas notas em um computador.

Possuo outros elementares bens materiais, todavia são objetos absolutamente impensáveis nas décadas de meu universo pueril. No tempo da casa da fome, permitam-me a repetição, a gente nem sonhava ter, por exemplo, uma geladeira. Sequer um fogão a gás. Íamos ver televisão à noite na praça do bairro. Tínhamos na cozinha de nossa moradia de pau-a-pique um fogão a lenha que revestia as paredes com uma tisna de um preto retinto. Lembro-me de que não possuíamos nem mesmo uma mesa de madeira onde pudéssemos fazer nossas refeições. Em vez disso, quando se fazia necessário, a senhora Branca dispunha no piso de chão batido da cozinha uma esteira de palha sobre a qual sentávamos ao redor e era servido o que houvesse para comer. Em especial no tocante ao almoço, quando panelas de barro e algumas de alumínio ficavam em cima da referida esteira. Mas isso não era uma situação cotidiana. Certos dias a comida nos faltava e precisávamos nos contentar com um café com farinha, entre outras improvisações alimentares que minha mãe nos oferecia como almoço ou jantar.

Bem cedo meus irmãos e eu começamos a buscar determinados serviços, pequenos trabalhos que nos rendiam algumas patacas. Limpávamos o mato de quintais nas imediações de nossa residência, casa alugada e que nos primeiros anos não contava com luz elétrica nem água encanada. O proprietário não tinha muito interesse em fazer melhorias no imóvel. Pertencia a um cidadão de nome Nelito Apolinário. Ganhávamos uns trocados juntando peças de ferro, alumínio, garrafas e litros de vidro que vendíamos em um ferro-velho que existia, se não me engano, nos Paredões. Além disso, sem nunca termos sido apanhados, subtraíamos frutas do quintal do senhor José Pereira, nosso vizinho. Especialmente goiabas, bananas e mangas. Retirar as cinzas, limpar o forno da Panificadora Canindé, entre outras atividades, nos rendia boa quantidade de pães e bolachas. Embora esses produtos fossem do dia anterior.

Hoje me pego revirando estas memórias desagradáveis, cenas de um passado remoto. As pessoas não gostam de saber de histórias tristes, penosas. Querem relatos positivos, algo que lhes desperte otimismo, alto-astral, bem-estar. Não lhes tiro a razão. Basta, enfim, de recordações da casa da fome.

Marcos Ferreira é escritor

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sábado - 31/01/2026 - 23:50h

Pensando bem…

“O sábio guerreiro evita a batalha.”

Sun Tzu

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sábado - 31/01/2026 - 20:20h
“Chapa ao governo”

Hermano Morais recebe Allyson em encontro político de peso

Hermano produziu evento político significativo e posou ao lado de Allyson (Foto: redes sociais)

Hermano produziu evento político significativo e posou ao lado de Allyson (Foto: redes sociais)

O deputado estadual Hermano Morais, em vias de retorno ao MDB, após saída do PV, recebeu muitos convidados de peso neste sábado (31), em sua casa em Barra de Tabatinga – Nísia Floresta.

Nada é por acaso.

O principal convidado foi o prefeito mossoroense Allyson Bezerra (UB), ao lado da primeira-dama Cínthia Raquel Pinheiro (UB). Morais está cotadíssimo para ser vice dele em chapa ao governo estadual, numa aliança entre União Brasil (UB), MDB, Solidariedade, PSD e Progressistas.

Na confraria apareceram a senadora Zenaide Maia (PSD), vice-governador Walter Alves (MDB), deputados federais Benes Leocádio (União Brasil), João Maia (PP) e Robinson Faria (PP), além de prefeito e vice-prefeita de Macaíba, respectivamente Emídio Júnior (PP) e Raquel Rodrigues.

Também compareceram o deputado estadual Kleber Rodrigues (PSDB), vereador mossoroense Petras Vinícius (PSD) e diversas lideranças da Grande Natal, Agreste, Potengi e Mato Grande.

Pelo visto, a pré-campanha da chapa Allyson-Hermano já é uma realidade.

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Categoria(s): Política
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sábado - 31/01/2026 - 14:34h
Plano Diretor

Nomes e limites dos bairros serão redefinidos em Mossoró

Plano Diretor está defasado em 17 anos (Foto: Wilson Moreno)

Plano Diretor está defasado em 18 anos (Foto: Wilson Moreno;Arquivo 2024

A Prefeitura de Mossoró abriu chamamento público para a readequação dos limites e nomes dos bairros. A consulta pública pretende confrontar as informações oficiais sobre os bairros de Mossoró com a realidade vivida pela população. A iniciativa busca identificar essas divergências e avaliar a necessidade de modificação das nomenclaturas e das delimitações dos bairros no processo de revisão do Plano Diretor.

Plano Diretor está defasado há mais de 18 anos.

Em muitos casos, o nome do bairro que consta em documentos oficiais — como contas de água ou energia — não corresponde ao nome pelo qual ele é reconhecido pelos moradores, ou existem nomes antigos, de conjuntos habitacionais ou denominações populares amplamente utilizadas.

A população pode participar da consulta pública por meio de um formulário eletrônico, acessível de forma simples e rápida. No questionário, o morador informa: seus dados de identificação; o endereço onde reside atualmente; o nome do bairro que aparece nos comprovantes de residência; e o nome ou os nomes pelos quais o bairro é realmente conhecido no cotidiano pelos moradores. Não é necessário conhecimento técnico — basta relatar a experiência de quem vive no território.

Os dados coletados servirão como base técnica e social para a análise da Comissão Executiva de Coleta de Dados e da equipe responsável pela revisão do Plano Diretor. As informações vão permitir identificar inconsistências entre nomes oficiais e nomes populares; reconhecer bairros, conjuntos ou denominações históricas ainda presentes na memória coletiva; subsidiar a redelimitação e a atualização oficial dos bairros, que terão valor legal no novo Plano Diretor.

A medida impacta diretamente o planejamento urbano, a prestação de serviços públicos, o cadastro municipal e o reconhecimento da identidade territorial da cidade.

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Categoria(s): Administração Pública
sábado - 31/01/2026 - 13:22h
Luto

Morre o professor Sávio Marcellus Andrade Alves

Sávio Marcellus estava em casa quando teve parada cardíaca (Foto: Reprodução)

Sávio Marcellus estava em casa quando teve parada cardíaca (Foto: Reprodução)

Do Blog da Chris

Perdemos na madrugada deste sábado (31), o professor Sávio Marcellus Andrade Alves, 61.

Estava em sua residência, em Mossoró, quando foi vítima de parada cardíaca.

Velório começa às 15h de hoje no Centro de Velório Sempre.

Sepultamento às 9h de domingo (1º), no Cemitério São Sebastião, Centro de Mossoró.

Nota do BCS – Uma pessoa muito querida, um professor de largo conceito. Deixa muitas saudades.

Descanse em paz, cara.

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Categoria(s): Gerais
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sábado - 31/01/2026 - 10:44h
João Gabriel

1º lugar geral no SiSU/Uern é filho de importante professor

João Gabriel fez opção pelos estudos, apesar de forte perfil para brilhar no futebol (Foto: Uern)

João Gabriel fez opção pelos estudos, apesar de forte perfil para brilhar no futebol (Foto: Uern)

Pelo bom desempenho e habilidades no futebol, João Gabriel Caldas Davi teve que tomar uma decisão quando ainda era criança. Teve o talento reconhecido por olheiros e foi convidado a participar de testes em clubes do eixo Rio-São Paulo, mas ele decidiu perseguir outro sonho: ser médico.

A história do aprovado com a Uern vem de berço. Ele é filho de Paulo Caetano Davi, professor há 46 anos da Faculdade de Letras e Artes (FALA), Campus Mossoró. Davi também teve experiência na política, como atuante vereador.

Hoje, aos 20 anos, o primeiro passo foi dado com o resultado da aprovação no Sistema de Seleção Unificada (SiSU) e a chance de ingressar no curso de Medicina na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), a qual ele tem um forte vínculo.

Com a nota 817,64, João Gabriel não só alcançou a primeira posição (em 26 vagas da ampla concorrência) no curso escolhido, como também foi a maior nota entre todos os(as) concorrentes às 2.549 vagas da Uern divididas em 67 opções de cursos de graduação nos campi de Mossoró, Assú, Caicó, Natal, Patu e Pau dos Ferros.

A história do aprovado com a Uern vem de berço. Ele é filho de Paulo Caetano Davi, professor há 46 anos da Faculdade de Letras e Artes (Fala), Campus Mossoró.

Nota do BCS – Conheço os pais desse prodígio. A boa extração deve ter um peso importante à conquista e para outras que virão. Teremos um bom médico técnico e humanista. Ave, João Gabriel.

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Categoria(s): Educação / Gerais
sábado - 31/01/2026 - 08:22h
IBS

Secretário da Fazenda de Mossoró integra colegiado nacional

Edilson Júnior é dos quadros da Tributação do Estado desde 2006 (Foto: Arquivo)

Edilson Júnior é titular da Fazenda de Mossoró (Foto: Arquivo)

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) escolheu nesta 3ª feira (27.jan.2026) quem serão seus 14 representantes no Conselho Superior do Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços).

O Portal da Reforma Tributária teve acesso à relação das autoridades.

Mossoró é integrante desse colegiado, composto por 27 membros, com o auditor fiscal Edilson de Oliveira Bezerra Júnior, secretário Municipal da Fazenda.

Além dos titulares 14 titulares, também foram escolhidos os suplentes –estes são nomes técnicos e não necessariamente são secretários de Fazenda. São importantes porque costumam participar das reuniões e definições sobre os rumos do IBS – esclarece a CNM.

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) elegeu os seus 13 representantes em 23 de janeiro. Agora, o quadro está completo. O próximo passo do Conselho Superior é referendar o regulamento infralegal do IBS, conjunto de atos e normas que dão mais diretrizes ao imposto.

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Categoria(s): Administração Pública
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sábado - 31/01/2026 - 07:30h
Síndrome de Down

Federação fará campanha por Amizade, Acolhimento e Inclusão

Banner e tamplate para o dia 21 de Março (Reprodução)

Banner e tamplate para o dia 21 de Março (Reprodução)

No dia 21 de março – Dia Internacional da Síndrome de Down, a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD) fará nova mobilização em favor do respeito, amor e da inclusão.

Programação ainda está sendo lapidada, mas já se adianta o banner/template da campanha, que este ano traz o tema:“Amizade, Acolhimento, Inclusão… Xô Solidão!”.

Apoie e participe!

Nota do BCS – Nós apoiamos e participamos.

O banner em destaque nesta postagem tem em foco o nosso querido Otto Holanda Lopes, “Ottinho”, 3 anos, filho do casal Stheferson Lopes-Ariane Holanda.

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Categoria(s): Gerais
sábado - 31/01/2026 - 05:20h
Fundação José Augusto

Prazo de inscrição dos editais de credenciamento é prorrogado

Banner de divulgação

Banner de divulgação

A Fundação José Augusto (FJA) prorrogou o prazo de inscrição dos editais de credenciamento de artistas, grupos, coletivos artístico-culturais, mestres, mestras e grupos das culturas populares e tradicionais. A medida está oficializada por meio da Portaria nº 16/2026, publicada no Diário Oficial do Estado do Rio Grande do Norte.

Com a prorrogação, as inscrições, que se encerrariam em 30 de janeiro, seguem abertas até o dia 10 de fevereiro de 2026, às 23h59min. O objetivo é ampliar o alcance da política pública cultural, garantindo maior participação e democratização do acesso aos editais.

As inscrições permanecem sendo realizadas exclusivamente por meio eletrônico, conforme previsto nos editais, por meio do e-mail editais@fja.rn.gov.br. Todas as demais disposições dos editais permanecem inalteradas.

Os editais tratam do credenciamento de artistas individuais e grupos das mais diversas linguagens artísticas, além de coletivos e representantes das culturas populares e tradicionais. O objetivo deste credenciamento é para formar um banco de dados para futuras contratações, mediante a necessidade da Secretaria de Estado da Cultura (Secult/RN) e da Fundação José Augusto (FJA).

O cronograma atualizado com as próximas etapas do processo seletivo será publicado e pode ser acompanhado nos canais oficiais da Fundação José Augusto.

As dúvidas podem ser enviadas ao e-mail editais@fja.rn.gov.br ou pelo instagram @culturarnfja. Os editais na íntegra e todos os demais documentos anexos estão dispostos no site www.cultura.rn.gov.br.

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Categoria(s): Cultura
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sábado - 31/01/2026 - 03:20h
Justiça do Trabalho

Município deve cumprir obrigações devido falhas de terceirizadas

Arte ilustrativa do Pixabay

Arte ilustrativa do Pixabay

Após o Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Norte (MPT-RN) ajuizar uma Ação Civil Pública, a 1ª Vara do Trabalho de Mossoró determinou que o município cumpra obrigações derivadas de vácuos na fiscalização de seus contratos de prestação de serviços.

A decisão reconheceu que a omissão do poder público resultou em graves violações aos direitos dos trabalhadores terceirizados. Terceirizadas atrasaram salários de forma recorrente, além de ausência de depósitos de FGTS e até indícios de ingerência político-partidária nas contratações.

A sentença determinou a adoção de medidas que visam uma mudança estrutural da gestão pública. Assim, o Município de Mossoró deve implementar, em até 180 dias, um programa de integridade e práticas de acordo com as leis, com canais de denúncia e monitoramento de riscos.

Também deverá atualizar o manual de fiscalização de contratos; adotar medidas para evitar conflitos de interesse e impedir indicações políticas nas terceirizações; e cobrar das empresas os valores que a Prefeitura pagou nos últimos 5 anos por condenações ligadas a irregularidades.

Além disso, o Município foi condenado a pagar uma indenização por dano moral coletivo, no valor de R$ 50 mil, a ser revertido em benefício de projetos sociais locais.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
sexta-feira - 30/01/2026 - 23:50h

Pensando bem…

“Até que você cruze a ponte de suas inseguranças, você não pode começar a explorar suas possibilidades.”

Tim Fargo

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