quarta-feira - 30/05/2007 - 01:00h

Bebês programados para morrer


O quadro reduzido de UTI’s pediátricas e de neonatal no estado preocupa a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Norte. O problema é ocasionado principalmente devido à falta de assistência no interior.

No caso das UTI´s neonatal (de 0 a 28 dias) o número de leitos oferecidos na Grande Natal teria condições de satisfazer a demanda da região metropolitana, caso não tivesse que suprir também os pacientes do interior.

A recomendação do Ministério da Saúde é de que o número de leitos neonatal represente 5% dos leitos obstétricos. No Rio Grande do Norte há 840 leitos obstétricos, então, o ideal seriam 42 em todo o estado. A Grande Natal oferece 29, mas os outros municípios não possuem nenhum tipo de atendimento aos recém-nascidos que apresentem algum problema de saúde.

A Sociedade de Pediatria do RN apresentou à Secretaria Estadual de Saúde, ao final de 2005, um Projeto de Regionalização e Hierarquização da Assistência Neonatal no RN que propõe a criação e organização da assistência neonatal nos municípios.

Apesar da viabilidade do estudo, ele nunca saiu do papel. Bambino de bacana tem hospital privado para zelá-los. O da escumalha que se lasque. Eis o pensamento, implícito, perpetrado nesse crime.

Categoria(s): Gilson Cardoso

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