quarta-feira - 28/07/2010 - 12:52h

Com que camisa eu vou, hein?


Reconheçamos: não tem sido fácil ser político no Rio Grande do Norte.

É um ofício árduo, que exige capacidade de contorcionista, memória mnemônica e às vezes considerável dose de desfaçatez.

Nem me refiro ao dinheiro, o chamado poder economico, ou à força demolidora da "máquina pública", quase onipotente.

Trato do esforço pessoal mesmo, aquele quase sobrenatural e inorgânico.

Alguns candidatos precisam andar com pelo menos duas ou três camisas com cores diferentes na mala, além de discurso para cada cidade e palanque.

Existem situações que beiram o surreal, à quintessência do equilibrismo à sobrevivência.

Veja o caso do senador e candidato à reeleição Garibaldi Filho (PMDB).

Em Mossoró, ele está dos dois lados do clã Rosado, mas em palanques distintos; cores, gestos e discurso diferentes. Se anda com um, esconde-se do outro.

Deve dar um trabalhão. A começar pela escolha da camisa.

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Comentários

  1. Everton Carlos da Costa Cardoso diz:

    E nas pesquisas, o senador Garibaldi Alves está em primeiro lugar. É como certas mulheres que só gostam de homem ruim.

  2. MARCOS PINTO. diz:

    Isso é muita falta de vergonha na CARA! Cuidado Cara Pálida!

  3. MARCOS PINTO - Do IHGRN e do ICOP. diz:

    À quem se interrogar, respondo ? Com a camisa do pijama, vestimenta que indica o lugar para onde serão recolhidos todos os pérfidos e hipócritas.

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