sábado - 14/12/2019 - 05:22h
PI

Governo estadual aprova nova reforma previdenciária


Dias: segunda reforma (Foto: Diário do Piauí)

O Governo do Estado do Piauí, administrado pelo reeleito Wellington Dias (PT), aprovou mais uma reforma em seu sistema previdenciário. Teve 24 votos favoráveis na Assembleia Legislativa e apenas quatro contra, nesse último dia 11 (quarta-feira).

Em 2017, o governador já tinha promovido reforma com aumento de alíquota de contribuição de 11 para 14 por cento (que foi mantida).

“Quem já está dentro do sistema vai escolher a melhor regra de transição, a mais benéfica para ele. O servidor poderá optar pela regra de pedágio ou pontos. Essas serão diferentes da regra nacional”, pontuou Ricardo Pontes, presidente da Fundação Piauí Previdência.

Desde 2017 que o Governo do Piauí também ingressou no PrevNordeste, espécie de previdência complementar e promoveu uma série de alterações no pagamento de pensões. Reduziu o rombo, mas mesmo assim deverá terminar o exercício de 2019 com buraco nas contas.

Déficit

Agora, justificou nova mudança ao assinalar que é um processo natural de adequação à reforma promovida pelo Congresso Nacional.

Atualmente, o Piauí tem folha de pagamento com 45.070 servidores ativos e 44.165 inativos. O Fundo de Previdência tem déficit mensal da ordem de R$ 78 milhões, cobertos pelo tesouro estadual.

Veja a íntegra do projeto de Reforma da Previdência do Governo do Piauí clicando AQUI, na Coluna do Zózimo, do portal Cidade Verde.

Reforma no RN

Quando integrava a equipe de transição da governadora eleita Fátima Bezerra (PT), o advogado Nereu Linhares afirmou que uma das alternativas para amenizar o rombo na previdência estadual seria o aumento da alíquota de 11% para 14%.

Fátima e Nereu: mudança de discurso (Foto: Arquivo)

“Não tem como fugir disso”, apontou em entrevista ao programa Enfoque Político (TV Terra do Sal, hoje Super TV), no dia 29 de novembro do ano passado, falando ao jornalista Saulo Vale.

Depois, já escolhido para presidir o Instituto de Previdência do Estado do Rio Grande do Norte (IPERN), ele teve que mudar o discurso por recomendação da governadora Fátima Bezerra (PT). “Sou contrário”, disse em entrevista ao portal Agora RN, dia 3 de janeiro deste ano, cinco dias antes de sua posse.

A aposta da governadora era de que tudo seria resolvido no Congresso Nacional e ela não se desgastaria com servidores e movimento sindical. Não deu certo a tática.

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Categoria(s): Administração Pública / Política

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