quarta-feira - 30/09/2009 - 00:18h

Gustavo e Chico Carlos rosnam diante de pressão em palácio


A reunião entre sindicalistas e representantes do Governo "Da Gente" (deles), hoje à tarde (veja matérias mais abaixo), não foi um mar de rosas. Sem trocadilho. Por pouco não ocorria algo pior do que simples bate-boca.

O secretário da Cidadania, Chico Carlos (PV), foi repreendido por uma sindicalista que viu em seu constante sorriso com lábios cerrados, uma forma de ironia à aflição dos servidores.

Com dedo em riste, o secretário – espécie de lugar-tenente do prefeito de fato Gustavo Rosado (PV) - aí sim ironizou às claras. Afirmou que era seu jeito. Não havia motivos para ficar com o cenho amarrado.

Integrante da reunião no duplo papel de servidor e vereador, Genivan Vale (PR) virou-se para o Controlador Municipal e irmão da prefeita Fátima Rosado, Noguchi Rosado, para lhe fazer um apelo:

- Está na hora de o senhor assumir, porque com essas pessoas não vamos a lugar algum!

Gustavo parecia paralisado com a investida de Genivan. Chico Carlos só passeava o olhar esbugalhado – comum aos sociopatas -, como se tivesse saído de uma descrição científica em compêndio lombrosiano.

Já Noguchi, impassivo, não indicava força, fôlego ou apetite para pegar uma nau à deriva. Sua omissão é parte essencial dessa engrenagem em metástase. Óbvio.

Foto – Chico Carlos, o lugar-tenente de Gustavo.

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Comentários

  1. Francisco A. de Oliveira diz:

    Pra refletir…

    O homem que não se irritava

    Em uma cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.

    Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
    Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
    Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
    Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
    A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
    Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
    Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
    Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
    Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
    Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: o que o senhor deseja?
    Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa.
    Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: servi, sim senhor!

    Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos…
    Todos pensaram que ele iria brigar….
    Suspense e silêncio total.
    Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente: a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!

    MORAL DA ESTÓRIA

    Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
    Ao protagonista da nossa singela história, não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
    Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça.
    Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
    Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
    Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
    “A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena-se a si mesma.”

    “Diga o que você pensa com esperança, pense no que você faz com fé e faça o que você deve fazer com amor.”

  2. ze roberto diz:

    Bonito isso,coisa de gente inteligente,parabéns,agora lá vou eu,com a cabeça de um lesado lá da 12 anos;elas,essas pessoas aí,estão certas,cumprem,acho,o que determina a prefeita a qual,nós,o povo,escolhe,quando vamos às urnas e elegemos quaisqer cidadãos,estamos dando a estes o poder de guiar o nosso destino enquanto mandatáriio de um município,legalmente ,e este mandatário,escolhe o seus assessores a dedo para cumprirem temporariamente os nossos desejos expressos anteriormente à ação de “dedar” a máquina,mas,é certo que alguns perdem o rumo da venta e fazem o que nem nós gostaríamos que fosse certo daí,eles confudem o que é público do privado e surgem essas bestas-feras(úi!)que daí,sós eles mesmos,sabem o que querem e muda tudo e a gente fica sabendo, o que eles querem,e o que eles querem,é exatamente o que a gente também desejaria pra nós,PODER.Homi,vá cagar!

  3. Valtércio Anunciato Da Silveira diz:

    Dedo em riste, sorte do secretário chico carlos que alí não estavam dois vereadores do passado, Tomaz Neto e/ou Pedro Fernandes, no mínimo, ele, chico carlos, sairia com o dedo quebrado, olhos inchados e os vereadores presos.
    Há que se compreender que o poder emana do povo, e até onde entendí, somente os vereadores eram Autoridades. Mas, como é acostumado a ser obedecido, ele esqueceu que o costume é quem mata.
    O dedo em riste é sinal de desrespeito, e, por sí só, seria motivo para demissão sumária, isto se houvesse uma comandante.

  4. MARCOS PINTO. diz:

    SERÁ QUE ESSE DEDO EM RISTE E ESSA CARA DE TRUCULÊNCIA DO CHICO CARLOS NORTEARÃO A TÃO FAMIGERADA CANDIDATURA ROSADEANA DO GUSTAVO ROSADO NO PRÓXIMO ANO ?

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