terça-feira - 30/11/2010 - 10:46h

Mossoró reproduz violência e força do tráfico



Quase todos estamos estarrecidos com a situação vivida pelo Rio de Janeiro. O narcotráfico enfrenta o Estado com fuzil à mão.
 
Mas aos poucos parece surgir uma esperança de que esse cenário seja mudado.

Entretanto não muito longe do Rio, em Mossoró, o quadro em formação crescente deve nos remeter ao que é a "Cidade Maravilhosa". Somos um microcosmos do que é o Rio.

Existem áreas periféricas, dominadas por traficantes, pistoleiros etc, que a polícia não costuma entrar. Até uma ambulância do Samu precisa de proteção policial para cumprir seu meritório trabalho de salvar vidas. Nas favelas do Fio e do Tranquilim, gangues disputam espaço, matam gente todas as semanas e promovem livremente o tráfico de drogas.

Ontem mesmo, no final da tarde, no Cemitério São Sebastião, Centro, durante enterro de um jovem morto no domingo (28), duas gangues trocaram tiros. Foi uma espécie de "segundo tempo" de confronto anterior.

Uma jovem saiu ferida por uma bala perdida e três pessoas foram presas com armas de fogo, incluindo-se um menor.

O Rio tem quadro assustador e Mossoró, que não terá Copa do Mundo, Olimpíadas e é apenas a "Metrópole do Futuro", quem a socorrerá com Bope, tropas federais e recursos abundantes, no combate ao crime ainda desorganizado?

Categoria(s): Segurança Pública/Polícia

Comentários

  1. Marcellus Luiz diz:

    É o que da o desenvolvimento exagerado e o capitalismo selvagem. Tipo: Se entrar dinheiro em caixa o resto que se dane.

    Tem que se tomar providências urgentes na nossa cidade, porque do jeito que tá não pode ficar.

    Ou o estado garante a segurança do cidadão, ou o cidadão terá que “zelar” por ela propria.

    A metropole esta agonizando!!!

  2. Carlos Filgueira diz:

    Analisando a situação do RIO, Traficante nao vira Médico… logo sempre será traficante. se no RIO a policia apertou e eles fugiram até pelos esgotos, eles vao migrar para o nordeste. BA, PE, RN, PB, CE
    serao as próximas morada dessa turma da pesada

  3. Rui Nascimento diz:

    A “metrópole” é do futuro, mas o tráfico e o crime, mesmo desorganizado, são do presente, e, se nada for feito agora, não sei se no futuro a “metrópole” terá condições de combater este ainda desorganizado crime.

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