quinta-feira - 28/02/2008 - 23:01h

Números e apostas


O velho hábito das apostas, em cima de contendas político-eleitorais, merece todo cuidado do mundo este ano. O terreno parece mais minado do que nunca.

Faz-me lembrar de um episódio, no distante e envolvente 1983.

Com a campanha perdida, consciente disso, Aluízio Alves (PMDB) mantinha altivez de vencedor para seu retorno ao governo estadual. No rádio, seu irmão e jornalista, hoje prefeito de Parnamirim, Agnelo Alves, açulava os "bacuraus" à aposta. Apostava-se o que era possível e impossível: galinhas, Corcel II, dinheiro, Três em Um e por aí vai.

Agnelo Alves assegurava que a campanha estava ganha. Estava. Por José Agripino (então no PDS).

Portanto, muito cuidado com o sopro de números e apostas. Ninguém merece confiança absoluta e plena. Nem eu.

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