terça-feira - 21/05/2019 - 08:28h
Política

O partido do eu sozinho e a capitulação


O partido do “eu”, do eu sozinho, não prospera num ambiente multipartidário e em qualquer democracia, por mais incipiente que ela seja.

Enfim, não se joga sozinho.

Quem não entender minimamente essa premissa terá dificuldades para vencer.

A política é em essência um jogo de composições, cooperativo, em que o diálogo continua e continuará sendo a grande arma.

Mesmo com mudanças recentes nas regras político-eleitorais, em que temos o fim das coligações proporcionais (vereador, deputado estadual e deputado federal), é imprescindível juntar, somar, se compor.

Uma nominata partidária é resultado disso.

Na esfera da contenda majoritária, aqui e acolá aparece um fenômeno que vende a imagem de ser alguém que se fez só.

Desconfie.

Adiante, em algum momento, terá que se compor.

Por favor, não confunda composição com “capitulação”.

A primeira pressupõe aliança, união; a segunda, rendição.

Os que não dialogam muitas vezes terminam capitulando.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política

Comentários

  1. Naide Maria Rosado de Souza diz:

    Seria um recado para “oh Captain, my Captain!”

  2. Naide Maria Rosado de Souza diz:

    Seria um recado para “oh Captain, my Captain!”?

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