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terça-feira - 30/10/2012 - 13:55h
Mossoró

Outro apelo desesperado e construtivo em favor da saúde


Carlos Santos,

Hoje estive novamente no PAM (Unidade de Saúde). Filas enormes, idosos sendo imprensados, farmácia sem remédios, e o mais incrível: Falta papel para impressão do resultado dos exames.

Procurei saber se existia ouvidoria no PAM e a funcionária de informou que não. Quando falei que isto poderia ir para os jornais e rádios, apenas bateu com os ombros, no gesto clássico de não estou nem aí.

Futura Prefeita Cláudia Regina (DEM), será que na sua administração esta bagunça irá continuar?

E a solução para todos estes problemas é tão simples. A maior prova de que é simples é que depois que um moço, falta-me o nome dele agora, assumiu o gerenciamento da UPA Chico Porto – a coisa ali melhorou.

E como melhorou.

Não coloque em cargos de direção nestes locais de atendimento ao público pessoas apadrinhadas de políticos. Coloque pessoas competentes. 2014 está aí. E em 2014, a Governadora Rosalba Ciarlini (DEM) sai de Mossoró com uma frente que anule a vantagem do Carlos Alves em Natal ou a reeleição se transformará numa quimera que se perdeu.

Da sua administração dependerá a reeleição da governadora Rosalba Ciarlini. E se forem mantidos estes mesmos padrões de atendimento na rede de saúde, pode dizer adeus à reeleição da governadora. Pense nisto enquanto é tempo.

É preciso modificar muito coisa nesta área. Não confie nas rádios de Mossoró, que não abordam este tipo de problema.

O povo que sofre as humilhações no PAM não se esquecerá do tratamento que ali recebe e nas eleições sempre haverá alguém para lembrar a todos como funciona a saúde pública em Mossoró.

Será que a acachapante derrota em Natal não serviu para nada? Até onde este descaso na saúde pública de Mossoró irá?

Inácio Augusto de Almeida

Categoria(s): E-mail do Webleitor / Saúde

Comentários

  1. ROMERO diz:

    SE ESSE DESCASO FOSSE SÓ EM MOSSORÓ.. E NO ESTADO ESTÁ PIOR.. SERVIDORES INSATISFEITOS, CARGOS APADRINHADOS E POR AÍ VAI… COITADO DESSE POVO POBRE, MEU DEUS……. MAS ISSO É DEMOCRACIA. QUEM FOR PODRE QUE SE QUEBRE, PQ OS FORTES PREPOTENTES DO GOVERNO NAO SE QUEBRAM NAO.

  2. erivan diz:

    MEU COLEGA, ISSO NAO VAI ACABAR NUNCA. QUANDO FOR +OU- SETEMBRO DE 2014 ELES VAO VOLTAR COMPRANDO TODO MUNDO DAS FAVELAS E ZONA RURAL, SEM FALAR NOS RABECAO DE EDIVALDO QUE TAMBEM VAO ESTAR NAS RUAS DE MOSSORO ENCHENDO O SACO DE TODO MUNDO.

  3. Antonio Saturnino Nogueira diz:

    Infelizmente falta boa vontade e despertar da consciência. O problema não é exatamente falta de dinheiro, mas falta de bom senso e vontade política. Mas, deverá continuar assim por algum tempo mais, afinal, o povo sempre se ilude com as promessas e cai sempre. É óbvio que o povo, um dia despertará mesmo diante da ausência da educação.

  4. Francy Granjeiro diz:

    Nos hospitais de BH idem…o mesmo descaso da gov ROSALBA…passou na Record News

  5. Inácio Augusto de Almeida diz:

    O maior problema da saúde pública em Mossoró é o total despreparo dos funcionários para lidar com os usuários do SUS. Para estes funcionários de quinto escalão os usuários do SUS são MENDIGOS a quem eles estão dando uma ESMOLA. Não sabem eles, pelo total despreparo de que são possuidores, que os seus salário são pagos por estes usuários. Que em última análise eles são empregados dos usuários do SUS.
    Mas este problema tem solução.
    Tanto tem que na UPA Chico Porto foi solucionado. Depois que ali chegou um novo administrador a coisa mudou da água para o vinho. E esta UPA pode hoje servir de referência no que diz respeito a qualidade de atendimento ao público.
    Mais do que de recursos o sistema de saúde precisa fazer um treinamento do pessoal que lida com o público, passar-lhes a idéia de que se podem facilitar, facilitem, jamais dificultem. E os funcionários que não se enquadrarem nesta nova política, que sejam afastados das funções.
    Informatizar o serviço de saúde, acabando-se com as filas para marcação de consultas e de exames.
    Fazer um rígido controle do estoque de medicamentos, a fim de que não haja falta de nenhum remédio de distribuição gratuita.
    Enfim, mudar a forma de atender os mossoroenses que são usuários do SUS.
    E isto pode ser iniciado logo pela atual prefeita. Não há porque esperar janeiro chegar.
    É simples e trata-se apenas de uma questão de querer fazer.
    Se o futuro Secretário de Saúde tiver algum tempo disponível, estou pronto a lhe oferecer mais sugestões.
    O que mais estranhei nas postagens que fiz sobre saúde foi que nunca um vereador se posicionou sobre este assunto. Até parece que isto não diz respeito a eles. Será que acordar às seis horas da manhã e dar um pulo no PAM para ver o que lá acontece é demais para estes políticos? Acordar às cinco da manhã em época de campanha eles acordam. Como acordam.
    Isto que eu estou fazendo é trabalho para ser feito por um vereador. Independente de ser da situação ou da oposição.
    Lastimável que a imprensa de Mossoró nunca tenha levantado este assunto.

  6. Inácio Augusto de Almeida diz:

    Estranho que um problema como este, saúde pública, queiram politizar.
    O momento não é de se fazer política partidária.
    O momento é de se somar forças na busca de soluções para os problemas que infernizam a vida dos mossoroenses.
    Quando 2014 chegar, tudo bem. Que se façam comentários com conotação política.
    Agora a hora é de apresentar sugestões e de se fazer críticas construtivas.
    Quem souber de algum setor da administração que esteja funcionado com deficiências, que faça as críticas. Críticas construtivas.
    E o mais importante. Que apresente soluções.

  7. Marcos Pinto. diz:

    Dia desses, me encontrava no P.A.M. do bairro Bom Jardim, acompanhando uma amiga que iria ser consultada por um médico, quando a atendente dirigiu-se para um cidadão visivelmente doente e abatido,pálido,voz trêmula, ocasião em que perguntou-lhe para quem estava marcada a consulta, no que o mesmo respondeu-lhe, sem titubear:
    – Se demorar muito, com JESUS CRISTO, pois tô muito mal mesmo!.
    Diante tão incisiva resposta, só restou mesmo a atendente sair de mansinho, meio que desconfiada, porém, levando consigo a certeza de que o enfermo tinha plena razão. Uma lástima, pois.

  8. .Inácio Augusto de Almeida diz:

    Caro Marcos Pinto
    Isto é o que tem de mudar no atendimento aos usuários do SUS.
    Num caso como este que você relata, a atendente tinha que dar prioridade total ao atendimento deste senhor.
    Muitas pessoas se dirigem ao PAM com o estômago totalmente vazio.
    Não custa nada a uma prefeitura rica como a de Mossoró servir às seis horas da manhã pelo menos uma xícara de café com um pedaço de pão.
    Isto é feito em várias cidades. E evitaria cenas deprimentes como esta.
    Muita coisa tem que mudar na saúde de Mossoró.
    Principalmente o preparo do pessoal de apoio. Aí é que está o calcanhar de Aquiles da saúde em Mossoró.
    Mas conselho é como rapé, toma quem quer.
    Que 2014 está chegando, está.
    Onde estão os vereadores de Mossoró que não levam estes fatos ao conhecimento da Prefeita?
    Onde estão os políticos dos partidos nanicos que não levantam estes problemas?
    Onde anda Larissa Rosado que não vê tudo isto? Será que a Larissa só volta a Mossoró em 2014? Por que a Larissa não faz uma visita ao PAM?
    Está sugestão já foi feita à futura prefeita Cláudia Regina. Mas como ela parece que não lê este blog e seus assessores só passam para ela os elogios…
    Será que só quando morrer alguém numa da muitas quilométricas filas do PAM é que alguém vai se tocar?
    Só não vale dizer que não sabia de nada, que nunca tinha ouvido nada, que nunca tinha visto nada…
    A solução de 80% dos problemas da saúde em Mossoró está no treinamento do pessoal de apoio.

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