sexta-feira - 05/06/2020 - 05:44h
Experiência

Paciente se vê como milagre em uso de plasma contra Covid-19


Do G1PB

“O plasma chegou e minha vida chegou junto com ele”. A enfermeira Larissa Targino, de 37 anos, foi uma das pacientes tratadas a partir do plasma doado por pessoas recuperadas da Covid-19 que apresentou uma rápida recuperação em João Pessoa-PB. Ainda internada em um hospital na capital paraibana, ela se considera um “milagre vivo” após ter uma grande melhora no seu quadro.

Larissa Targino saiu da UTI após tratamento com plasma em João Pessoa (Foto: Reprodução-TV Cabo Branco)

Em entrevista remota dada ao Bom Dia Paraíba, da TV Cabo Branco, Larissa Targino, que tem comorbidades e por isso se enquadra no grupo de risco, estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e segundo ela, recebeu o plasma de um paciente do Complexo de Doencas Infecto Contagiosas Clementino Fraga. Faltavam poucos minutos para expirar o período de tratamento terapêutico com o sangue das pessoas recuperadas.

“Quando eu estava na UTI faltavam dois minutos para esgotar meu tempo pra usar o plasma. Quando o plasma chegou, minha vida chegou junto com ele”, desabafou Larissa.

Essa questão do exame é o ponto chave da Covid, é saber o tempo correto de fazer o exame”, relatou e alertou.

Larissa Targino comentou que o PCR, como é chamado tecnicamente o exame de sangue, é possível de identificar o vírus a partir do sexto dia dos sintomas até. Vai muito da corrente de pensamento, comentou.

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Categoria(s): Saúde

Comentários

  1. Lair solano vale diz:

    Não sou imunologista , no entanto , esse ” tratamento ” com plasma faz todo sentido . Muito boa a notícia.
    Bom senso , tem governador avisando que sem vacina não vai haver carnaval em 2021, CORRETO.

  2. François Silvestre. diz:

    Tomara que seja uma fresta na janela. Tudo que vier com zelo científico há de ser testado e explicado. Tomara, Tupã, tomara.

  3. João Claudio diz:

    Sem carnaval, não haverá mais ‘onda’.

    É tragédia, tsunami, terremoto, furacão, vulcão cuspindo labaredas, dilúvio, diques de lama da Vale se rompendo, chuva de raios e meteoros, ondas gigantes no Atlântico revolto, blakout geral, ‘carnavalezcoz cariocaz’ pulando do alto da estátua do Cristo Redentor (aff), enfim, sem carnaval o corona, o grande dilúvio e o inferno de Dante, são fichinhas de radiola de cabaré.

    É o Big Bang versão tupiniquin. Pronto!

  4. François Silvestre. diz:

    Eu fui contaminado e senti alguns dos sintomas. Mais duas filhas, um genro e dois netos. Todos sintomáticos. Curiosamente, os menos atingidos, ou com sintomas mais leves, fomos eu e os netos. Já voltei do Rio há mais de mês, quase não consegui voltar. Três voos cancelados. Esperando passar essa fase pra ir ao cardiologista, ver como anda a bater o velho biltre. Só tenho dois médicos regulares. O cardiologista, Nelson Solano, foi sempre ele, e o oculista Marco Rey. Quando vou a Nelson, digo, se mexer na cerveja, mudo de médico. Ele ri, e responde, não exagere. Após pedir uma infinidade de exames, sempre repete, vida normal. Tô ansioso pra vê-lo, após o isolamento.

    • Carlos Santos diz:

      NOTA DO BLOG – Sobreviverás.

      • François Silvestre. diz:

        O nome do exame é o mesmo do partido clandestino a que fui filiado. Será o Benedito?

        • Carlos Santos diz:

          NOTA DO BLOG – “Benedito” era seu codinome? kkkkkkkkkk!

          • François Silvestre. diz:

            Essa história do Benedito era muito famosa em Natal. Ziu, uma figura inteligente e meio desligada, andava pelas praias da cidade e pelo Grande Ponto, sempre com um jornal debaixo do braço. O jornal nunca era do mesmo dia. Ocorre que ele sumiu por uns dias. Quando reapareceu, alguém perguntou: “Onde estava, Ziu”? Ele disse: “Numa viagem pra Marte, mas quando a nave estava chegando perto do planeta vermelho, alguém bateu na porta. O piloto me perguntou, quem será? e eu respondi: será o Benedito”?

  5. Q1naide maria rosado de souza diz:

    Muito bem. O plasma de paciente contaminado e curado faz parte do nosso arsenal para determinada fase da doença.

  6. Q1naide maria rosado de souza diz:

    Benedito Valadares.

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