sábado - 28/02/2009 - 10:36h

Sequestros se avolumam em Mossoró


São mais comuns do que nossa vã filosofia possa imaginar, os casos de sequestros em Mossoró. Estão se avolumando. 

Na maioria dos casos as ocorrência terminam abafadas pela própria polícia, famílias e mídia. Temem repercussão mais negativa.

Um dos mais recentes casos aconteceu com o professor Everardo Praça (Ufersa). Passsou quase quatro horas em poder de bandidos.

Por sorte levaram apenas uma picape importada da vítima.

Volto ao tema. Aguarde.

Categoria(s): Segurança Pública/Polícia

Comentários

  1. Ana KAtarina Gurgel diz:

    Sei dessa realidade comumente em nossa cidade. O mais lamentavel eh o sentimento que fica no stress pos-traumatico. Tenho verificado em algumas vitimas (pacientes) que o fato de sairem vivas de situaçoes como a citada no post, entram num sentimento de gratidao para com os seus algozes, isso mesmo, a sindrome de estolcomo esta cada vez mais presente nos sequestrados mossoroense (nao conheço outras realidades), por sairem vivas.
    Geralmente esses casos acontecem em dupla, um eh mais violento, mais sagaz, mais aterrador e o outro mais pacifico, mais “bonzinho”, isso cria um elo de ligaçao que dificulta ainda mais as denuncias feitas pelas vitimas, digo ainda mais, pois antes de chegar nesse sentimento que falo ser comum, a vitima passa por um profundo sentimento de impotencia e certeza de impunidade, sentimentos como a revolta, raiva, desejo de justiça, sao abafados e reprimidos pela certeza de que nada, ou pouquissima coisa sera feita, dai surge o estranho sentimento de gratidao… gratidao nao so a Deus, mas aos seu algoz por so terem deixado o “trauma!!!”

    P.S. Meu teclado nao esta aceitando os acentos!!!!!

  2. Gutemberg Dias - Presidente Municipal do PCdoB diz:

    A eterna briga entre os poderes terminam por facilitar as ações dos bandidos. O caso do sequestro, seguido de roubo, do prof. Everardo Praça é um em tantos que deixa uma marca de medo no cidadão mossoroense. Tenho dois filhos, uma de 5 anos e um de 6 anos, e sempre quando chego em casa e para o carro em frente ao portão sempre perguntam se tem alguém na rua, pois já sabem se tiver eu entro em casa e se não tem eu faço uma ronda no entorno do quarteirão. Veja a que estresse somos submetidos e levamos parte a nossos filhos. Por isso, só vejo uma alternativa, que os poderes se unam e reforcem a segurança do nosso município.

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