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sexta-feira - 05/02/2016 - 15:43h
Baraúna

Um chafurdo sem fim


E Baraúna, heim?

Que chafurdo sem fim a sua gestão municipal. Entra prefeito, sai prefeito.

Quando se estimava que o prefeito interino e vice-prefeito Édson Barbosa (PV) fosse ficar por mais algumas semanas na titularidade, eis que a prefeita Luciana Oliveira (PMDB) retorna de um merecido descanso.

Reassumiu o poder.

Édson Barbosa fez em cerca de 30 dias, bem mais do que muitos esperavam.

Mas nessa transição, também fez modificações na equipe de auxiliares, para tentar encontrar o “fio da meada”.

Parece interminável esse caos. Uma cidade rica que vai ficando empobrecida e ingovernável, tamanho o redemoinho provocado por sua classe política na Municipalidade.

E a culpa não é só da classe política.

O Judiciário sabe que boa parcela desse pandemônio passeia em seu colo.

Pobre Baraúna.

Categoria(s): Administração Pública / Política

Comentários

  1. Inácio Augusto de Almeida diz:

    Este chafurdo so terá fim quando as leis forem mudadas. E como as leis não mudam o caos administrativo se instala. E isto não acontece apenas em Baraúna. Mossoró recentemente viveu este drama e terminou dando no que deu. Por que não mudam estas leis eu não sei. Imagino que deve ser do interesse de muita gente que a bagunça se instale. Bagunça tão grande que qualquer condenado em primeira instância por prática de improbidade recorre e continua no exercício de cargo eletivo. E como os tribunais de justiça nunca julgam os recursos termina tudo em prescrição e risadas de deboche.
    Leis que não permitem candidaturas independentes e não reconhece como eleitos os mais votados, mas sim os que estão em partidos que conseguiram vencer o famigerado coeficiente eleitoral.
    Por que não copiam as leis americanas? Por que lá condenado em qualquer instância aguarda o julgamento do recurso na CADEIA? Por que lá admitem a candidatura independente? Não gostam tanto de copiar tudo que é dos americanos do norte? Ou alguém já está esquecido do mascar chicletes, levantar gola de camisa, usar botinhas e adorar carrões? Não, o que os nossos irmãos do norte têm de bom ninguém copia. Não copia porque seria decretar o fim das oligarquias políticas que dominam a política brasileira.
    Mossoró sofreu muito com o entra e sai que chegou a lembrar couro de pescoço, podem trocar por outro couro qualquer; Baraúna está apenas no começo da sua via crucis.
    Que Deus proteja a bela cidade de Baraúna.
    ///
    OS RECURSOS SAL GROSSO SERÃO JULGADOS EM BRVE. aGUARDEM!
    OUTROS COMENTÁRIOS MEUS PODEM SER LIDOS NO G1 E NO BLOG DO JOHN CUTRIM.

  2. João Claudio diz:

    Pense numa cachorrada KKKKKKKK Pense numa carniça fedorenta. Esse chafurdo não é mais de terceira. É de quinta.

    Mas a justiça brasileira sempre foi assim. Um tira, imediatamente o outro põe. E assim será. Até um dia o país tornar-se civilizado e plenamente sério. Quando? Nem Deus sabe.

    Chupa que é de uva, Baraúna KKKKK

  3. Antônio Pereira diz:

    É muito triste o que está acontecendo em nossa Baraúna estão tirandas as receitas que entrar na PMB é um verdadeiro caos que se passa aqui falta de tudo do hospital nas escolar só não falta dinheiro para algumas pessoas da prefeitura e os funcionários pagando o preço

  4. Valdeci dos Santos Júnior diz:

    Prezado Carlos Santos,

    O caso de Baraúna deixou de ser cômico para o nível de patético. Do ano de 2000 até 2012, Baraúna teve 04 eleições para prefeito, das quais em 03 delas (2000, 2004 e 2012) quem ficou no poder foi o segundo colocado e não o primeiro eleito pela vontade sobrena do povo. Essa última de 2012 foi mais hilariante ainda, onde a segunda colocada é quem “desgoverna” o município amparada por 04 liminares do TSE nas mãos do relator Luiz Fux (tendo em vista que ela foi cassada em 04 processos judiciais em primeira e segunda instâncias). Já estamos em Fevereiro de 2016, ou seja, ano de novas eleições para prefeito que ocorrerão em Outubro próximo e o primeiro colocado, Isoares Martins, que foi eleito pelo voto do povo (também afastado por 03 processos judiciais) e que, teoricamente, é quem deveria estar governando, aguarda os resultados de seus processos para ter direito ou não ao seu retorno ao cargo. Portanto, até mesmo no sentido histórico, o importante nas eleições não é ser o primeiro colocado, mas o segundo, ter bons advogados e “influência” junto aos bastidores júridicos, para ganhar um mandato sem passar pela maioria democrática das urnas. Triste retrato de um país corrupto.

Trackbacks

  1. [...] escreve a partir da postagem sob o título “Um chafurdo sem fim“, que veiculamos no último dia 5 de fevereiro. Veja abaixo sua análise, opinião e [...]

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