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quarta-feira - 04/07/2018 - 06:20h
Senado

‘Dívida moral’ leva os Alves a definirem suplência de Garibaldi

Grupo quer Marcelo Queiroz da Fecomércio/RN, descartado em 2016, para ser o suplente do senador

Marcelo Queiroz (MDB), presidente licenciado da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), será o primeiro suplente do senador Garibaldi Filho (MDB), pré-candidato à reeleição ao Senado. Ele declarou oficialmente à noite desta terça-feira (3) que recebeu o convite e aceitou.

Foi convidado pelo próprio senador por seu filho e deputado federal Walter Alves (MDB).

Garibaldi agora quer Queiroz ao seu lado, após seu grupo ter sido muito deselegante com ele em 2016 (Foto: Fecomércio/RN)

A iniciativa do MDB de Garibaldi e Walter, é quase uma tentativa de reparar deselegância praticada pela cúpula do partido em 2016. Queiroz era nome “certo” para ser candidato a vice do então candidato à reeleição à Prefeitura Municipal do Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), mas foi descartado na 25ª hora, para atender a conveniências políticas das disputas eleitoral em Natal e Mossoró.

Esclarecendo: a articulação dos dirigentes emedebistas – com participação do senador José Agripino (DEM) – foi deslocar o então deputado estadual Álvaro Dias (MDB) para a chapa de Carlos Eduardo, ensejando que abrisse vaga na Assembleia Legislativa para a suplente Larissa Rosado (do PSB, hoje no PSDB). Assim aconteceu, contribuindo para fechamento de chapa em Mossoró com a ‘união’ dos Rosados.

Escambo

A engenharia que juntou os dois maiores colégios eleitorais do estado, Natal e Mossoró, vislumbrava uma contrapartida político-eleitoral para este ano de 2018. Viabilizando o retorno de Larissa à AL, os Alves esperavam o apoio do grupo dela e da prefeita eleita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), à postulação de Carlos Eduardo Alves ao governo.

Até o momento, o enredo é o seguinte: Larissa está no projeto de reeleição do atual governador Robinson Faria (PSD) e Rosalba ainda não decidiu para que lado penderá seu apoio e do seu sistema.

O escambo só foi vantajoso para uma das partes: os Rosados do A e do B. Os Alves ficaram com uma ‘dívida moral’ com Marcelo Queiroz, que agora tentam resgatar. Menos mal.

Leia também: ‘Consórcio’ Alves-Maia-Rosado planifica poder para 2018 (20 de Outubro de 2016).

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Categoria(s): Política

Comentários

  1. Elves Alves diz:

    A politicalha da taba continua a mesma: uma ação entre amigos, onde o zé-povim é mero e insignificante detalhe.

  2. Naide Maria Rosado de Souza diz:

    É incrível isso. Podemos até elevar o resgate, como uma questão de remissão de pecados. De todo modo, parece composição, jogo.

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