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quinta-feira - 27/05/2010 - 08:58h

Jornalista aponta avalanche da “revolução digital”

Carlos Santos,

Diante dessa realidade, as empresas de comunicação tem de entender que jornalismo se faz em qualquer suporte.

Se o papel está chegando ao fim – e está – é hora de migrar para a convergência das mídias na internet, com o mesmo jornalismo de qualidade que se faz tanto no impresso, quanto no rádio ou na TV.

Quem resistir corre sério de risco de ficar embaixo da avalanche que já vem por aí.

O momento é da revolução digital.

Esdras Marchezan – Jornalista e professor de Comunicação

Nota do Blog – O comentário de Esdras é a respeito da postagem "Fim do jornal impresso – Financial Times tem mais 5 anos"(clique AQUI), postada à noite passada. 

É uma contribuição interessante ao debate, em face de seu duplo papel (professor-jornalista).

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Categoria(s): Blog

Comentários

  1. William Robson diz:

    A Folha de São Paulo recebeu uma maquiagem nova, ficou mais agradável do ponto de vista do design, mas continua velho, anacrônico, sem ousadia, noticiando o q aconteceu no dia anterior. Veja só: a edicao de hj destaca lula recebendo a seleção… os jornais on line já trazem a selecao treinando na áfrica. A diagramacao tb nao apresenta novidades… é trabalhada sob uma mesma estrutura, a estrutura de sempre… Gostei do final do comentário do professor Alex Primo, ao analisar a reforma: “se ela acha que isso é o jornal do futuro, realmente os jornais impressos não tem salvacao”. A publicidade pegou pesado ao chamar a folha de “jornal do futuro”. A folha continua a mesma, a do passado. E quando se fala no fim dos impressos, está diretamente ligado à perda da influencia e ao modelo praticado hj. É provavel q os jornais criem cadernos tematicos em papel, trabalhe com nichos e com periodicidade variável. A situacao tende a se complicar com as pressoes ambientais, q ja comecaram e devem se agravar num futuro bem proximo. O jornal do futuro, sim, não é de papel. Mas, jornalista não deve se preocupar com isso. Deve se preocupar com o jornalismo, q jamais vai acabar, e será praticado seja qual for a plataforma. Se a indústria está preocupada em segurar o papel, é um problema só dela, e nao dos jornalistas.

  2. Silva diz:

    Foi a melhor contribuiçao da pós-modernidade. Jornalismo também tem q ser interativo. Quem quiser uma cópia física é só imprimir.

    Já vai tarde o monopolismo jornalístico.

  3. Pedro Miranda diz:

    Estou em brasilia e li essa infâmia que estão fazendo com voce no blog do Nassif. Quero dizer-lhe que estaremos ao seu lado e conte conosco na hora que precisar.

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