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segunda-feira - 08/07/2019 - 23:56h

Pensando bem…


“Ética é o conjunto de valores e princípios que nós usamos para decidir as três grandes questões da vida: Quero?, Devo?, Posso?. Tem coisa que eu quero mas não devo, tem coisa que eu devo mas não posso e tem coisa que eu posso mas não quero”.

Mário Sérgio Cortella

Categoria(s): Pensando bem...

Comentários

  1. FRANSUELDO VIEIRA DE ARAÚJO diz:

    A propósito da Ética como conjunto de valores e princípios que os Burro Narianos supostamente usariam como argamassa existencial no instante analítico/decisório …Quero, Devo e Posso…!!!???

    Calha a leitura à seguir, especialmente pra os BURRO NARIANOS, unívocos fãs do Ídolo de Barro criado e protagonizado pela mídia Tupiniquim. No caso, os renitentes que ainda duvidam acerca da atuação do suposto Juiz Moro, mais ainda suposto combatente da corrupção. Na verdade, um entronizado agente da CIA no seio das instituições nacionais à serviço do neoliberalismo e do obscurantismo á qualquer preço.

    Entrementes, o gradativo, indiscutível e veraz processo de informação que nos chegam originalmente através do arrazoado jornalistico The Intecepet. Nos levam a meridiana conclusão de que, dúvidas não há, posto que dia-dia põe o Marreco de Maringá verdadeiramente à nu delineando pari passu seus continuados crimes juntamente com a também criminosa Tchurma do fantasioso Power Point, não deixando pairar dúvidas o quão nocivos e perigosos aos interesses nacionais.

    Nessa teia, peço vênia para transcrever artigo do advogado criminalista: JOSÉ CARLOS PORTELA JUNIOR, vejamos:

    “Há algo maior por trás e nós vamos descobrir”, diz professor sobre ação de Moro contra Venezuela
    Para o advogado criminalista José Carlos Portela Junior, os novos diálogos do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, revelados pelo The Intercept Brasil, mostrando que houve uma ação deliberada para vazar a delação de executivos da Odebrecht para atingir o governo da Venezuela, apontam para “um projeto político muito maior”; “Há algo muito maior por trás e nós vamos descobrir isso, acho, num futuro bem próximo”, diz

    9 de julho de 2019, 08:11 h
    Sergio Moro, ministro da Justiça

    Rede Brasil Atual – Os novos diálogos entre o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, e procuradores da operação Lava Jato revelados pelo The Intercept Brasil e o jornal Folha de S.Paulo neste domingo (7), mostram que houve a deliberada ação de vazar trechos de delação de executivos da Oderbrecht que estavam sob sigilo para atingir o governo da Venezuela. As conversas que ocorreram em agosto de 2017 revelam que o objetivo do grupo era político, deixam claro que os envolvidos sabiam da irregularidade que estavam cometendo e mais: reforçam a suspeita de atuação do governo dos Estados Unidos por trás da condução da Lava Jato.

    “Não é à toa que Sergio Moro e Deltan se reuniram nos Estados Unidos várias vezes, iam fazer cursos que ninguém sabe muito bem quais eram, e depois voltavam e a Lava Jato se desenvolvia de uma maneira muito estranha, bombardeando e atacando sempre forças progressistas”, disse em entrevista à jornalista Marilu Cabañas, na Rádio Brasil Atual, o advogado criminalista José Carlos Portela Junior.

    No dia 5 de agosto, às 14h35, Moro escreveu mensagem no aplicativo Telegram para Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. “Talvez seja o caso de tornar pública a delação dá Odebrecht sobre propinas na Venezuela. Isso está aqui ou na PGR?”, sugeriu o ministro da Justiça de Jair Bolsonaro (PSL). Deltan respondeu: “Naõ dá para tornar público simplesmente porque violaria acordo, mas dá pra enviar informação espontãnea [à Venezuela] e isso torna provável que em algum lugar no caminho alguém possa tornar público” (o Intercept publicou os diálogos exatamente como foram escritos, incluindo erros de digitação).

    Sem querer fazer alguma acusação leviana, o professor de Processo Penal na UniCuritiba e membro do coletivo Advogadas e Advogados pela Democracia acredita que não levará muito tempo para que as motivações de Moro e dos procuradores da Lava Jato em atingir o governo da Venezuela sejam sejam melhor compreendidas.

    “O que levou um juiz brasileiro a querer desestabilizar o regime da Venezuela? Isso é muito estranho, isso tem um projeto político muito maior por trás, que não é um mero projeto político de um juiz e procuradores do Paraná. Há algo muito maior por trás e nós vamos descobrir isso, acho, num futuro bem próximo”, acredita Portela, destacando ainda o projeto geopolítico por trás da Lava Jato, que se expandiu para o Equador e o Peru.

    Entre os “resultados” decorrentes da Lava Jato, Portela Júnior destaca a influência nas eleições de 2018 e lembra que o escândalo do Wikileaks já havia revelado os interesses dos Estados Unidos no Brasil.

    POR FIM, COMO DIRIA O ENUNCIADO DAQUELES CARTAZES QUE OS TORCEDORES DE FUTEBOL USAM AO FINAL DOS JOGOS… E U J Á S A B I A….!!!!

    Um baraço

    FRANSUÊLDO VIEIRA DE ARAÚJO.
    OAB/RN. 7318.

  2. FRANSUELDO VIEIRA DE ARAÚJO diz:

    Quem conhece um pouco que seja do responsável e minimamente isento jornalismo praticados por alguns poucos no estuário da imprensa Tupiniquim, bem demarca quem de fato seja o Político e Jornalista Emiliano José.

    Nascido em São Paulo, Emiliano José da Silva Filho (Jacareí, 5 de fevereiro de 1946) é um político brasileiro, além de ser jornalista, escritor e doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia.

    É dele o irretocável e primoroso texto a seguir transcrito, vejamos:

    Quem porventura, já não leu e (ou) não ouviu falar da “antológica ” e histórica frase do Inaudito golpista de plantão: ROMERO JUCÁ…!!!???

    ESTANCAR A SANGRIA
    UM GRANDE ACORDO NACIONAL
    COM SUPREMO COM TUDO…!!!

    Os bagaços: de Cunha a Moro
    Emiliano trata de laranjas maduras na beira da estrada.

    Do professor e jornalista Emiliano José:

    Os bagaços

    Fico olhando, de soslaio.
    Quando há crise de hegemonia, a volatilidade das figuras políticas dominantes é altíssima.
    Os de cima navegam entre o pragmatismo e a traição.
    Valer-se de figuras sem princípios para atingir objetivos de um preciso instante torna-se regra.
    Aliada a outra: descartá-las logo que percam utilidade.
    Eduardo Cunha foi essencial no golpe contra Dilma, preservado enquanto conduzia-o “com Supremo e tudo”, no dizer jucaniano.
    Alcançado o objetivo, é jogado à masmorra, como traste imprestável.
    E que não fizesse delação.
    Michel Temer, alçado à presidência pelo mesmo golpe, prepara o terreno para o sucessor, com um pacote de maldades consistente contra os trabalhadores.
    Terminado o serviço, voam no pescoço dele.
    Não serve mais pra nada.
    Como não atrapalha, pode esperar em liberdade – e é da lei que assim seja.
    Como Aécio Neves, tão útil na preparação do golpe.
    Como Serra, escanteado, mas livre.
    Como FHC, um pavão sem serventia atualmente, não obstante aliado da Inquisição.
    São laranjas maduras.
    O próximo tirou licença por alguns dias.
    É laranja madura na beira da estrada.
    Prestou inimitável serviço à destruição dos pilares da Nação.
    Prendeu o principal líder de nossa história, Lula, que ganharia a eleicão com um pé nas costas.
    Combinou ganhar em troca a Justiça.
    Tudo que é sólido desmancha no ar.
    Não tem mais nenhuma utilidade.
    Atrapalha, quem diria, até o governo da extrema-direita, morou?
    O jornalismo sério o interceptou – desculpem o trocadilho.
    Moro será uma triste lembrança na história.
    Um bagaço.
    Lula, ainda preso, eterna presença no coração do nosso povo.

    UM baraço especial aos Burro Narianos (Arrependidos e chorando lágrimas de crocodilo ou não) daqui e de alhures.

    FRANSUÊLDO VIEIRA DE ARAÚJO.
    OAB/RN. 7318.

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