quarta-feira - 17/04/2019 - 19:05h
Saúde "pútrida"

Prefeitura e Estado mantêm atrasos e prejudicam hospital


HMAC e sua ala Neonatal (Foto: BCS arquivo)

Do Blog Carol Ribeiro

Os plantões dos médicos que atuam no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) referentes a janeiro, fevereiro e março ainda não foram repassados pela Prefeitura de Mossoró e Governo do RN.

O Executivo Municipal deve um valor médio de R$ 620 mil às cooperativas Clínica de Anestesiologia de Mossoró (CAM), Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia (NGO) e a Cooperativa de Neonatologia (NEO).

Já a dívida da gestão estadual é de R$ 780 mil, com as cooperativas CAM, NGO, NEO e a empresa Serviços de Assistência Médica e Ambulatorial Ltda (SAMA).

A diretora-interventora da Maternidade, Larizza Queiroz, conta que tem tentado diálogo com os dois entes pela via administrativa. Após reunião realizada nesta terça-feira (17), a Prefeitura afirmou que tentará fazer o repasse na próxima segunda-feira (22).

O Governo do Estado, entretanto, não respondeu às solicitações.

Caso os repasses não sejam efetuados até a próxima semana, deverá ser solicitar o bloqueio das contas dos entes públicos por via judicial.

Nota do Blog – Enquanto uma turma que conhecemos não implodir o trabalho da interventoria, não estará satisfeita. Triste que milhares de vidas humanas inocentes sejam vítimas desse joguete. Gente sem escrúpulo algum. Mereciam uma surra de cipó verde de aroeira, em praça pública.

Argh!

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Categoria(s): Saúde

Comentários

  1. Naide Maria Rosado de Souza diz:

    É um atraso doloroso, esse. Um sofrimento que conheço porque uma de minhas netas nasceu com prematuridade extrema. Nossa Júlia veio ao mundo pesando 675 g. Foram três meses numa UTI neonatal. Hoje, com um ano, está uma linda e desenvolvida menininha. Devemos a sua recuperação ao pessoal da UTI neonatal que carinhosa e de grande capacidade manejava os muitos aparelhos daquela unidade . Foram meses de lágrimas e preces, de vitórias e de dias nublados. Comemorávamos cada grama que ela ganhava e chorávamos quando perdia.
    Não pode uma maternidade ficar sem recursos no momento mais significativo da vida da mulher.
    Corram, governos municipal e estadual.Resolvam da forma mais rápida esse problema triste.
    Sei que há faltas nos hospitais, de um modo geral.
    Lastimo por isso. Mas recordo a dor das mães que
    deixaram o hospital de mãos vazias .

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