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sexta-feira - 16/02/2018 - 09:20h
Rio de Janeiro

Presidente decreta intervenção na Segurança Pública

Do G1

O presidente Michel Temer decidiu decretar intervenção na segurança pública no Estado do Rio de Janeiro. O decreto deve ser assinado no início da tarde desta sexta-feira (16). Irá até 31 de dezembro.Com essa medida, as Forças Armadas assumem a responsabilidade do comando das Polícias Civil e Militar no estado do Rio. A decisão ainda terá que passar pelo Congresso Nacional.

Durante a intervenção, a Constituição Federal não pode ser alterada, o que pode afetar o andamento a reforma da Previdência, que é uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e tem votação marcada para a semana que vem.

O secretário da Segurança Pública, Roberto Sá, será afastado das funções, mas não será exonerado. A decisão foi tomada em uma reunião no Palácio Laranjeiras, que acabou por volta de 9h30 desta sexta-feira (16).

Ainda não há informação se coronéis da PM também serão afastados.

O General Walter Souza Braga Neto, do Comando Militar do Leste, assume as funções de chefia. Ele é carioca de origem.

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Categoria(s): Segurança Pública/Polícia

Comentários

  1. François Silvestre diz:

    O governo federal decretou intervenção na “segurança” do Rio de Janeiro. A pergunta é: até quando? A pertinência da pergunta dá-se pelo histórico recente dos atos administrativos ou decisões legislativas. E se um procurador de contas embargar essa decisão? E se um juiz de uma Vara qualquer decidir suspendê-la? E se após a suspensão decidida pelo Juiz, o governo recorra ao Supremo? E se o Supremo não se reunir e o recurso for distribuído para um ministro? E se o ministro resolver ouvir o Pleno que não tem prazo para decidir? E se o Tribunal de Contas da União resolver avocar para si a decisão? E se a ministra Cármen Lúcia…e se…e se… o ministério público descobrir que aí tem holofotes? Venezuelemo-nos.

  2. João Claudio diz:

    Por trás de cada ‘se’ ou dos ‘ses’ que por ventura venham à tona, haverá uma ‘margarida menor’ querendo aparecer, mesmo sabendo que uma ‘margarida maior’, cedo ou tarde, vai cagar na cabeça da ‘margarida menor’.

    Tradução:

    ”Tô me lixando se vão cagar na minha cabeça. Eu quero e preciso de câmeras e holofotes em mim. ‘

  3. Naide Maria Rosado de Souza diz:

    Jugman citou a operação no RN. Alguma melhora por aí? Não leio notícias alvissareiras há muito tempo.
    Há algo errado nessa Intervenção. Interesses cruzados.
    Comentário fruto da desesperança.

  4. João Claudio diz:

    No Rio de Janeiro, metade dos bandidos estão nas ruas, mais precisamente no interior das mais de 750 favelas, e a outra metade está no interior dos quarteis militares e delegacias civis, travestidos de policiais e ‘comendo’ pelos dois lados.

    Os ‘bandidos travestidos de policias’, sem sombras de duvidas, são os mais perigosos e dificil de combater. Eu diria que é impossível combate-los. São os canceres em fase terminal que a população carioca enfrenta todo santo dia.

    O Rio sempre foi assim, é assim e assim será. E vai piorar porque nada neste mundo pode consertá-lo.

    Intervenção é uma medida paliativa. Acabou a intervenção, tudo volta à ‘normalidade’.

    Eu já vi esse filme. Vou assistir a reprise.

  5. George Duarte diz:

    Rio 40º de sofrimento, de intervenção etc. Agora não entendo as forças armadas ja estão lá para combater os roubos de cargas. Ou seja essa intervenção é mais militares que irão. Assim ta certo.

  6. João Claudio diz:

    Conheci o Rio de Janeiro em Janeiro de 1970. Desembarquei no antigo aeroporto do Galeão por volta do meio dia e fui caminhando até a saída para pegar um táxi. Ao me aproximar do veiculo, o motorista segurou a minha mala (naquela época não existia mala com rodinhas), pôs na mala de um Volkswagem 4 portas (40% da frota de táxis era composto por esse tipo de veiculo, e os outros 60% por Fusquinha, sem o banco dianteiro do passageiro. Só havia o banco de trás com capacidade para 3 passageiros).

    Antes de perguntar qual o meu destino, o motorista falou:

    – Vou te dar um conselho: tire esse relógio do pulso e guarde-o em casa ou no hotel. Se você continuar usando, você o perde antes do anoitecer. Aqui no Rio você deve andar apenas com a identidade, com a carteira profissional e com pouco dinheiro e muito bem escondido, preferencialmente na cueca. A minha esposa fez um bolso na minha cueca.

    Eu perguntei:

    – E a policia?

    – A maioria é mais bandida que os próprios bandidos. Não confie neles.

    O taxista não mentiu. Morei 10 anos no Rio , o conheci como a palma da minha mão e só não me assustava quando estava em casa ou em uma sala de cinema.

    Vou repetir a data do diálogo:

    JANEIRO DE 1970.

    De lá pra cá, tudo mudou, e muito. PARA PIOR. MUITO PIOR. E BOTA PIOR NISSO.

  7. João Claudio diz:

    EXTRA! EXTRA! EXTRA!

    Já apareceu a primeira ‘Margarida’.

    O ‘adevogado’ Carlos Alexandre Klomfahs entrou com o primeiro mandado de segurança no STF contra a intervenção no Rio.

    Mais ‘Margaridas’ surgirão.

    A fila é grande e cada uma das centenas de ‘Margaridas’ que compõem a fila, quer aparecer mais que a outra.

    Luzes, câmera… Câmera em mim, câmera em mim, câmera em mim….

    Aguardem.

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