terça-feira - 30/03/2010 - 12:17h

“Rejeição” e a boa leitura de uma pesquisa – Eleições 2010


A governadora Wilma de Faria (PSB) esteve toda a pré-campanha e campanha atrás do “imbatível” Garibaldi Filho (PMDB) na luta à reeleição em 2006. Mas terminou vencendo.

E venceu nos dois turnos.

Pouca gente lembra, que além de derrubar um mito até então "invencível" nas urnas, ela também colocou em xeque a força do indicativo de “rejeição” em pesquisas. Em todas as sondagens, sempre foi quem ostentou índice maior.

Em levantamentos da época, que possuo, os números não mentem. Em todas as pesquisas, Wilma aparecia com rejeição que chegou perto de dar o dobro em relação ao adversário.

Numa delas, um mês antes do pleito, ela possuía 18% e Garibaldi só 10%.

O que pode ser analisado sobre a questão, é a prosperidade de uma corrente de analistas maria-vai-com-as-outras. Repetem o que ouvem, sem emissão de conceitos próprios e o mínimo de conhecimento de causa.

Pesquisa vale – mais – se tiver uma correta leitura.

Rejeição pesa. É um item importante e preocupa a qualquer candidato, mas não decide isoladamente.

Fundamental é detectar a concentração dessa repulsa. Se estiver localizada entre eleitores adversários, menos mal.  Delicado é se houver essa barreira entre indecisos. É aí que mora o perigo.

Categoria(s): Blog

Comentários

  1. Ricardo Menezes diz:

    hum a reunião do copão fez bem…….

  2. Fernando diz:

    Pesa muito,veja o caso de Fatima bezerra na disputa pela prefeitua de Natal. Ela foi derrotada pela rejeiçã.

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