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quarta-feira - 19/12/2018 - 15:16h
Canastra Real

“Fábrica de Fantasmas” da Assembleia Legislativa vira ré

A Justiça potiguar acatou denúncia oferecida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e tornou rés nove pessoas que integravam um esquema envolvendo servidores fantasmas na Assembleia Legislativa. Segundo investigações do MPRN, o grupo teria desviado pelo menos R$ 2.440.335,47, uma mixaria, em relação a outros escândalos do gênero.

Augusta e Augusto: dupla proeminente (Fotomonagem)

A investigação resultou na Operação Canastra Real, deflagrada em 17 de setembro passado.

Entre os réus estão o secretário geral da Assembleia Legislativa e ex-deputado federal Augusto Carlos Garcia de Viveiros (veja AQUI), e a ex-chefe de Gabinete da Presidência da Assembleia, Ana Augusta Simas Aranha Teixeira de Carvalho (veja AQUI).

Augusto Viveiros é acusado de ter falsificado ideologicamente seis declarações de domicílio dos servidores indicados pelo grupo e por integrar organização criminosa.

Já Ana Augusta Simas, além da organização criminosa, responde por peculato, que é o crime de desvio de dinheiro cometido por servidor público.

Além de Augusto Viveiros e Ana Augusta Simas, são réus no processo: Paulo Henrique Fonseca de Moura, Ivaniecia Varela Lopes, Jorge Roberto da Silva, Jalmir de Souza Silva, Karla Ruama Freire de Lima, Fabiana Carla Bernardino da Silva e Kerginaldo Braz de Lima.

Clique AQUI e veja série de postagens sobre a Operação Canastra Real e seus vários envolvidos.

Clique AQUI e veja a íntegra da denúncia do MPRN. Seu conteúdo é esclarecedor demais.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política

Comentários

  1. Carlos Andre Gomes de Araujo lima diz:

    Nobre jornalista está mixaria que encontraram foi o “troco da pinga”, se houvesse um trabalho mais dedicado dos órgãos de fiscalização encontrariam muito mais do que isso, não tenho duvida!

  2. Inácio Augusto de Almeida diz:

    Vão ser processados, julgados e condenados.
    Claro que vão recorrer.
    E recorrendo passa a valer a presunção de inocência.
    Depois de alguns anos, SAL GROSSO levou 11 anos para ter os recursos julgados e as penas foram brandas; os recursos serão julgados e se forem condenados poderão recorrer a uma outra instância.
    Enquanto isto continuarão desfrutando tudo de bom que a vida oferece com o dinheiro ganho de forma espúria. A nós resta pagarmos mais impostos, tabela do IR não foi corrigida, e ficarmos caladinhos.
    Até quando suportaremos tanta humilhação?
    ////
    NADA MAIS TRISTE E DIGNO DE PENA DO QUE A VIDA DE UM CORRUPTO.

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