Em entrevista ao Jornal 96 (FM 96, de Natal), a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) negou no último dia 12 de janeiro, que existisse articulação para renúncia da atual prefeita de Mossoró, Fafá Rosado (DEM), em favor de candidatura da sua irmã, a vice-prefeita Ruth Ciarlini, também do DEM.Veja AQUI.
Segundo ela, as especulações surgiram em razão da condição natural a que se chegou o quadro mossoroense. Para ir à disputa de outubro, Ruth Cialini (DEM) precisaria, por exemplo, ser prefeita. Nesse caso, ela entraria no pleito disputando reeleição.
Agora, em entrevista à Tribuna do Norte (veja postagem mais abaixo ou AQUI), a própria prefeita Fafá Rosado pondera que não consegue camuflar a verdade e desmente a governadora.
- Sou uma pessoa muito correta e lhe digo que temos conversado muito sobre o lado administrativo, mas também em relação a política temos conversado. A colocação do Tribunal de Contas do Estado foi conversada – esclareceu Fafá.
Mas patético ainda é que no dia 1° de janeiro deste ano, Fafá gravou em sua casa de praia (Tibau, a 42km de Mossoró), entrevista – ao lado do marido e deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM) -, ‘descartando em 100%’ a hipótese de sair antecipadamente da prefeitura. Falou ao jornalista Julierme Torres (veja AQUI) da TV Cabo Mossoró (TCM), em programa exibido no dia 5 do mesmo mês.
- Nossa decisão está tomada. Vamos concluir o mandato – afirmou textualmente Fafá.
Ainda mais marcante do que as afirmações de Fafá, diante das câmeras, foi um “off” de sua mãe (Odete de Góis Rosado), que acompanhava ao vivo sua sabatina. Em conversa informal com Julierme, ela foi translúcida no conceito de honra familiar, emblematizada pelo marido, o patriarca Dix-neuf Rosado (já falecido):
- O pai dela nunca foi de começar um trabalho e não terminar – lembrou a matriarca.
Nota do Blog - Depois dessa burlesca situação envolvendo Rosalba, Fafá e seus familiares, todo e qualquer entrevistador precisará tomar sérios cuidados quando colher depoimento da governadora e prefeita. Nomínimo, podem ser obrigados a submetê-las à acareação.
Chegaram à miríade da inconsistência das próprias palavras. Ou seja, nem sempre o que dizem e escrevem, possuem valor de fé pública. Não merecem crédito. Estarão sempre sob suspeição.






























